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BR - CVMInformações TrimestraisRef. 201186 páginasCódigo CVM 22519Versão 1Recebida em 30/06/2011valores em R$

ITR 31/03/2011 de TECHNOS SA

TECHNOS SA · CNPJ 09.295.063/0001-97

TECHNOS SA
CNPJ 09.295.063/0001-97
ITR 31/03/2011
Exercício 2011
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Metadados

Empresa
TECHNOS SA
CNPJ
09.295.063/0001-97
Tipo
Informações Trimestrais
Páginas
86
Ano de referência
2011*
Publicado em
30/06/2011 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:57:21

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/03/201131/12/2010Var.
1Ativo Total343.651332.4993,4%
1.01Ativo Circulante194.957186.2234,7%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa9.8154.065141,5%
1.01.01.01Títulos e Valores Mobiliários00—
1.01.02Aplicações Financeiras1880—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo1880—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda1880—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber95.153111.673−14,8%
1.01.03.01Clientes95.153111.673−14,8%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques72.08154.93631,2%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar9.6207.35930,7%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00—
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes8.1008.190−1,1%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda4.0904.0900,0%
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros4.0104.100−2,2%
1.02Ativo Não Circulante148.694146.2761,7%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo5.4124.56918,5%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo2.1492.0942,6%
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.01.03Títulos e Valores Mobiliários2.1492.0942,6%
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber1.6761.6024,6%
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber1.6761.6024,6%
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos1.58787381,8%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos1.58787381,8%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes00—
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado12.59310.84416,1%
1.02.03.01Imobilizado em Operação12.59310.84416,1%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível130.689130.863−0,1%
1.02.04.01Intangíveis130.689130.863−0,1%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Revisão do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeirasAos Administradores e AcionistasGMT Participações S.A.Examinamos as demonstrações financeiras intermediárias individuais da GMT Participações S.A. ("Companhia" ou "Controladora") que compreendem o balanço patrimonial intermediário em 31 de março de 2011 e as respectivas demonstrações intermediárias do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o trimestre findo nessa data, assim como o resumo das principais políticas contábeis e as demais notas explicativas. Examinamos também as demonstrações financeiras intermediárias consolidadas da GMT Participações S.A. e suas controladas ("Consolidado") que compreendem o balanço patrimonial intermediário consolidado em 31 de março de 2011 e as respectivas demonstrações intermediárias consolidadas do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o trimestre findo nessa data, assim como o resumo das principais políticas contábeis e as demais notas explicativas.Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras intermediáriasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras intermediárias individuais de acordo com o pronunciamento contábil CPC 21 - Demonstrações Intermediárias (CPC 21) emitido pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis, e das demonstrações financeiras intermediárias consolidadas de acordo com a Norma Internacional de Contabilidade 34 - Demonstrações financeiras intermediárias (International Accounting Standard - IAS 34: Interim financial reporting) (IAS 34) emitida pelo International Accounting Standards Board (IASB) e CPC 21, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras intermediárias livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou por erro.Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras intermediárias com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelo auditor e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras intermediárias estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou por erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião sobre as demonstrações financeiras intermediárias individuais Em nossa opinião, as demonstrações financeiras intermediárias individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a osição intermediária patrimonial e financeira da GMT Participações S.A. em 31 de março de 2011, o desempenho intermediário de suas operações e os seus fluxos de caixa intermediários para o trimestre findo nessa data, de acordo com CPC 21 - Demonstrações intermediárias. Opinião sobre as demonstrações financeiras intermediárias consolidadasEm nossa opinião, as demonstrações financeiras intermediárias consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição intermediária patrimonial e financeira da GMT Participações S.A. e suas controladas em 31 de março de 2011, o desempenho intermediário consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa intermediários consolidados para o trimestre findo nessa data, de acordo com a Norma Internacional de Contabilidade 34 - Demonstrações financeiras intermediárias emitida pelo International Accounting Standards Board (IASB) e o CPC 21 - Demonstrações Intermediárias.ÊnfaseConforme descrito na Nota 2.1, as demonstrações financeiras intermediárias individuais foram elaboradas de acordo com o CPC 21 com base nas práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da GMT Participações S.A., essas práticas diferem do IAS 34, que segue os requerimentos de IFRS, aplicável às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas pelo método de equivalência patrimonial, uma vez que para fins de IAS 34 seria custo ou valor justo. Outros assuntosDemonstrações intermediárias do valor adicionadoExaminamos, também, as demonstrações intermediárias individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao trimestre findo em 31 de março de 2011, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar para fins de IAS 34 que não requer a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras intermediárias tomadas em conjunto.Rio de Janeiro, 28 de abril de 2011PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes CRC 2SP000160/O-5 Leandro Mauro ArditoContador CRC 1SP188307/O-0

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.