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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2011126 páginasCódigo CVM 14869Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 26/03/2012valores em R$ mil

DFP 2011 de COMPANHIA ENERGETICA DO CEARA

COMPANHIA ENERGETICA DO CEARA · CNPJ 07.047.251/0001-70

Versões deste exercício: v1 (23/03/2012) · v2 (26/03/2012), esta

COMPANHIA ENERGETICA DO CEARA
CNPJ 07.047.251/0001-70
DFP 2011 (V2)
Exercício 2011
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Metadados

Empresa
COMPANHIA ENERGETICA DO CEARA
CNPJ
07.047.251/0001-70
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
126
Ano de referência
2011*
Publicado em
26/03/2012 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:41

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201131/12/2010Var.
1Ativo Total3.352.9683.075.9339,0%
1.01Ativo Circulante928.557683.27635,9%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa187.47652.771255,3%
1.01.02Aplicações Financeiras140.72451.499173,3%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo140.72451.499173,3%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber542.149528.0572,7%
1.01.03.01Clientes418.451384.0599,0%
1.01.03.01.01Consumidores, Concessionários e Permissionárias502.836471.8066,6%
1.01.03.01.02Provisão para créditos de liquidação duvidosa−84.385−87.7473,8%
1.01.03.02Outras Contas a Receber123.698143.998−14,1%
1.01.03.02.01Consumidores Baixa Renda26.55140.008−33,6%
1.01.03.02.02Serviços em Curso31.29518.84166,1%
1.01.03.02.03Cauções e Depósitos26.99817.56853,7%
1.01.03.02.04Créditos Luz para Todos013.837−100,0%
1.01.03.02.05Outros Créditos28.35442.270−32,9%
1.01.03.02.06Benefício fiscal - ágio incorporado10.50011.474−8,5%
1.01.04Estoques3.7614.597−18,2%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar51.41843.16719,1%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar51.41843.16719,1%
1.01.06.01.01Tributos a Compensar51.41843.16719,1%
1.01.07Despesas Antecipadas3.0293.185−4,9%
1.01.08Outros Ativos Circulantes00—
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros00—
1.02Ativo Não Circulante2.424.4112.392.6571,3%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo525.902447.37717,6%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber23.25527.915−16,7%
1.02.01.03.01Clientes26.23929.966−12,4%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber−2.984−2.051−45,5%
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos74.80073.5851,7%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos74.80073.5851,7%
1.02.01.06.02Pis/Cofins00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas1.4241.4230,1%
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.02Créditos com Controladas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes426.423344.45423,8%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Depósitos vinculados a Litigio46.07637.57122,6%
1.02.01.09.04Cauções e depósitos47.66828.46267,5%
1.02.01.09.05Beneficio fiscal - ágio incorporado83.05993.558−11,2%
1.02.01.09.06Ativo indenizavel (concessao)203.980110.87584,0%
1.02.01.09.07Ativos relacionados ao plano de beneficios definidos011.889−100,0%
1.02.01.09.08Tributos a compensar45.36061.819−26,6%
1.02.01.09.09Outros Créditos2802800,0%
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.02Participações em Controladas00—
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado36.15535.6861,3%
1.02.03.01Imobilizado em Operação36.15535.6861,3%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível1.862.3541.909.594−2,5%
1.02.04.01Intangíveis1.862.3541.909.594−2,5%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão1.862.3541.909.594−2,5%
1.02.05Diferido00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeirasAos Acionistas, Conselheiros e Diretores daCompanhia Energética do Ceará - CoelceFortaleza - CEExaminamos as demonstrações financeiras da Companhia Energética do Ceará - Coelce ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2011 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeirasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil,e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Responsabilidade dos auditores independentes--ContinuaçãoAcreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião sobre as demonstrações financeirasEm nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia Energética do Ceará - Coelce em 31 de dezembro de 2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoExaminamos, também, a demonstração do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011, preparadas sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Auditoria dos valores correspondentes ao exercício anteriorOs valores correspondentes ao exercício findo em 31 de dezmbro de 2010, apresentado para fins de comparação, foram anteriormente auditados por outros auditores independentes que emitiram relatório datado em 25 de março de 2011, que não conteve qualquer modificação.Rio de Janeiro, 16 de março de 2012ERNST & YOUNG TERCOAuditores Independentes S.S.CRC - 2SP 015.199/O-6 - F - CEMárcio F. OstwaldContador CRC - 1RJ 086.202/O-4 - S - CEMarcelo Felipe L. de SáContador CRC - 1RJ 094.644/O-0 - S - CE

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos Diretores da CompanhiaApós examinadas, discutidas e revisadas as Demonstrações Financeiras da Companhia do exercício social findo em 31/12/2011, compreendendo o relatório da administração, o balanço patrimonial, as demonstrações de resultado, de mutações do patrimônio líquido, dos fluxos de caixa, e do valor adicionado, complementadas por notas explicativas e balanço social, bem como a proposta de destinação do lucro de 2011 e pagamento de dividendos, diante dos esclarecimentos prestados pelo controler da Companhia, foi, pela unanimidade dos presentes, declarado que tais documentos apresentam informações completas, precisas e verdadeiras, refletindo adequadamente a situação da companhia e de seus negócios e, que, portanto, concordam integralmente com os termos contidos nos referidos documentos, bem como que concordam com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes da Companhia, tudo nos termos da Instrução CVM nº 480, de 07/12/09. Assim sendo, recomendam a aprovação de tais documentos pelo Conselho de Administração da Companhia e pelos seus acionistas, reunidos em assembléia geral ordinária.Fortaleza, 12 de março de 2012.Abel Alves Rochinha - Diretor Presidente Olga Jovanna Carranza Salazar - Diretora ComercialCristine de Magalhães Marcondes-Diretora Jurídica José Távora Batista - Diretor Técnico José Nunes de Almeida Neto - Diretor de Relações Institucionais e Comunicação Aurelio de Oliveira - Diretor de Planejamento David Augusto de Abreu - Diretor Financeiro

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos Diretores da CompanhiaApós examinadas, discutidas e revisadas as Demonstrações Financeiras da Companhia do exercício social findo em 31/12/2011, compreendendo o relatório da administração, o balanço patrimonial, as demonstrações de resultado, de mutações do patrimônio líquido, dos fluxos de caixa, e do valor adicionado, complementadas por notas explicativas e balanço social, bem como a proposta de destinação do lucro de 2011 e pagamento de dividendos, diante dos esclarecimentos prestados pelo controler da Companhia, foi, pela unanimidade dos presentes, declarado que tais documentos apresentam informações completas, precisas e verdadeiras, refletindo adequadamente a situação da companhia e de seus negócios e, que, portanto, concordam integralmente com os termos contidos nos referidos documentos, bem como que concordam com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes da Companhia, tudo nos termos da Instrução CVM nº 480, de 07/12/09. Assim sendo, recomendam a aprovação de tais documentos pelo Conselho de Administração da Companhia e pelos seus acionistas, reunidos em assembléia geral ordinária.Fortaleza, 12 de março de 2012.Abel Alves Rochinha - Diretor Presidente Olga Jovanna Carranza Salazar - Diretora ComercialCristine de Magalhães Marcondes-Diretora Jurídica José Távora Batista - Diretor Técnico José Nunes de Almeida Neto - Diretor de Relações Institucionais e Comunicação Aurelio de Oliveira - Diretor de Planejamento David Augusto de Abreu - Diretor Financeiro

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

Parecer do Conselho FiscalO Conselho Fiscal da Companhia Energética do Ceará - Coelce, no uso de suas atribuições legais, examinou o Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras, complementadas por notas explicativas referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2011 e a proposta da Administração de distribuição do Lucro Líquido do exercício de 2011. Com base nos documentos examinados, nas análises levadas a efeito e nos esclarecimentos apresentados por representantes da Companhia, e tendo em conta o parecer, sem ressalvas, datado de 15 de março de 2012, emitido pelos auditores externos, Ernst & Young Terco, e respectivos esclarecimentos prestados por seus representantes, este Conselho Fiscal, por unanimidade de seus membros, opina favoravelmente aos referidos documentos que estão em condições de serem examinados e votados pela Assembléia Geral Ordinária de Acionistas.Fortaleza, 16 de março de 2012Aldemir Ferreira de Paula AugustoConselheiro FiscalSérgio Queiroz LyraConselheiro FiscalAntônio Cléber Uchoa CunhaConselheiro Fiscal

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.