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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017Código CVM 24147Versão 1Recebida em 02/04/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de COMPANHIA SECURITIZADORA DE CREDITOS FINANCEIROS CARTOES CONSIGNADOS I

COMPANHIA SECURITIZADORA DE CREDITOS FINANCEIROS CARTOES CONSIGNADOS I · CNPJ 27.137.879/0001-74

COMPANHIA SECURITIZADORA DE CREDITOS FINANCEIROS CARTOES CONSIGNADOS I
CNPJ 27.137.879/0001-74
DFP 2017
Exercício 2017
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
COMPANHIA SECURITIZADORA DE CREDITOS FINANCEIROS CARTOES CONSIGNADOS I
CNPJ
27.137.879/0001-74
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2017*
Publicado em
02/04/2018 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/2017Var.
1Ativo Total420
1.01Ativo Circulante420
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa34
1.01.02Aplicações Financeiras386
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo0
1.01.02.01.01Títulos para Negociação0
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda0
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado0
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento0
1.01.03Contas a Receber0
1.01.03.01Clientes0
1.01.03.02Outras Contas a Receber0
1.01.04Estoques0
1.01.05Ativos Biológicos0
1.01.06Tributos a Recuperar0
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar0
1.01.07Despesas Antecipadas0
1.01.08Outros Ativos Circulantes0
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda0
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas0
1.01.08.03Outros0
1.02Ativo Não Circulante0
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo0
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo0
1.02.01.01.01Títulos para Negociação0
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda0
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado0
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento0
1.02.01.03Contas a Receber0
1.02.01.03.01Clientes0
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber0
1.02.01.04Estoques0
1.02.01.05Ativos Biológicos0
1.02.01.06Tributos Diferidos0
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos0
1.02.01.07Despesas Antecipadas0
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas0
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas0
1.02.01.08.02Créditos com Controladas0
1.02.01.08.03Créditos com Controladores0
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas0
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes0
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda0
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas0
1.02.02Investimentos0
1.02.02.01Participações Societárias0
1.02.02.01.01Participações em Coligadas0
1.02.02.01.02Participações em Controladas0
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto0
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias0
1.02.02.02Propriedades para Investimento0
1.02.03Imobilizado0
1.02.03.01Imobilizado em Operação0
1.02.03.02Imobilizado Arrendado0
1.02.03.03Imobilizado em Andamento0
1.02.04Intangível0
1.02.04.01Intangíveis0
1.02.04.01.01Contrato de Concessão0
1.02.05Diferido0

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Aos Acionistas e Administradores da Companhia Securitizadora de Créditos Financeiros Cartões Consignados BMGSão Paulo - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras da Companhia Securitizadora de Créditos Financeiros Cartões Consignados BMG (Companhia), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para do período de 03 de Fevereiro de 2017 (data de início das operações) à 31 de Dezembro 2017, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, da Companhia Securitizadora de Créditos Financeiros Cartões Consignados BMG S.A. em 31 de dezembro de 2017, o desempenho de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa para o período de 03 de Fevereiro de 2017 (data de início das operações) à 31 de Dezembro de 2017, de acordo com as práticas contábeis emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis no Brasil . Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras". Somos independentes em relação à Companhia, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do período de 03 de Fevereiro de 2017 (data de início das operações) à 31 de Dezembro 2017. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Existência, a precisão e a valorização dos recebíveis que servem de lastro as Debêntures.A emissora é uma companhia securitizadora, constituída para captação de recursos por meio de emissão de debêntures com lastro na aquisição de direitos creditórios elegíveis de operações de securitização de cartões consignados ao INSS originados pelo Banco BMG S.A. A Companhia é responsável pela gerenciamento dos recebíveis dos ativos, bem como o pagamento das Debêntures em conexão às suas obrigações junto ao agente fiduciário, legitimado a praticar todos os atos necessários à proteção dos direitos dos investidores. De acordo com o estudo efetuado pela Administração e a prestadora de serviços Contábeis, a carteira de créditos da operação supracitada, enquadra-se nos critérios previsto no Comitê de Pronunciamento Contábil 38 para efeito do Desreconhecimento dos Ativos e Passivos Financeiros.Nesse contexto, devido ao propósito especifico da Companhia e a representatividade da operação em comparação ao patrimônio, nossa abordagem concentra-se na correta valorização dos repasses, na observação de evidências dos pagamentos aos debenturistas e na adequada divulgação das informações contábeis nas demonstrações financeiras.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros:(i)Análise da escrituração de debêntures, termo de securitização, ata geral extraordinária econtratos pertinentes à 1ª emissão de Debênture da Companhia.(ii)Realizamos o recálculo de juros pagos mensalmente aos debenturistas, conferimos os extratosbancários a fim de observar a entrada e saída do recurso financeiro para pagamento dos juros,solicitamos extrato da B3 para verificar a liquidação do repasse.(iii)Solicitamos ao agente fiduciário as documentações pertinentes aos recebíveis da carteira decrédito do Banco BMG, a fim de averiguarmos o lastro da operação.(iv)Analisamos os repasses do QMM para composição do fundo de reserva da Companhia, bemcomo testamos com base em amostragem as despesas que contemplam as baixas do fundo dereserva.(v)Circularizamos o advogado, a fim de avaliarmos a não existência de contingências ou processosjudiciais dos quais a Companhia possa ser ré.(vi)avaliamos a adequação das divulgações efetuadas pela Companhia relacionadas a este assunto.Como resultado das evidências obtidas por meio dos procedimentos acima resumidos, consideramos aceitáveis a existência, a precisão e a valorização dos recebíveis que servem de lastro para os Certificados dos Créditos Financeiros, assim como as respectivas divulgações no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto, referentes ao período de 03 de Fevereiro de 2017 à 31 de Dezembro 2017. Outros assuntosInformações fiduciáriasExaminamos as informações complementares por emissão dos Certificados dos Recebíveis Financeiros, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, apresentadas na nota explicativa n°16, ao período de 03 de Fevereiro de 2017 (início das atividades) à 31 de Dezembro 2017, cuja apresentação é requerida pelo artigo 12 da Lei n° 9.514, de 20 novembro de 1997, para companhias securitizadoras, e como informação suplementar pelo CPC, que não requerem a apresentação dessas informações complementares por emissão de Certificados dos Recebíveis Financeiros. Essas informações foram submetidas aos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, com base em nossa revisão, não temos conhecimento de nenhum fato que nos leve a acreditar que não foram adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Demonstrações do valor adicionadoAs demonstrações do valor adicionado (DVA) referentes ao período de 03 de Fevereiro de 2017 (início das atividades) à 31 de Dezembro 2017, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins do CPC, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras e o relatório dos auditoresA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações, nossa responsabilidade é a de ler o Rela tório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Responsabilidades da administração pelas demonstrações financeirasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis no Brasil, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações. Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações.Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:-Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras,independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentosde auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada esuficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevanteresultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o atode burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsasintencionais.-Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmosprocedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo deexpressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.-Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativascontábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.-Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidadeoperacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante emrelação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidadede continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante,devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nasdemonstrações financeiras ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações foreminadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas atéa data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a nãomais se manterem em continuidade operacional.-Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras,inclusive as divulgações e se as demonstrações representam as correspondentes transações eos eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Comunicamo-nos com os responsáveis pela administração a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela administração, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do período de 03 de Fevereiro de 2017 (data ínicio das atividades) à 31 de Dezembro 2017, e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. São Paulo, 02 de Abril de 2018 KPMG Auditores Independentes CRC 2SP014428/O-6Zenko Nakassato Contador CRC 1SP160769/O-0

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Os diretores abaixo qualificados declaram que:Reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras apresentadas.Fernanda Oliveira Ribeiro Prado de MelloDiretora PresidenteMartha de Sá PessôaDiretora de Relações com Investidores

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Os diretores abaixo qualificados declaram que:Reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes.Fernanda Oliveira Ribeiro Prado de MelloDiretora PresidenteMartha de Sá PessôaDiretora de Relações com Investidores

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

Não foi instalado o Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente.

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

Não foi instalado o Comitê de Auditoria

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

Não foi instalado o Comitê de Auditoria.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.