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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201680 páginasCódigo CVM 8397Versão 1Recebida em 29/03/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de MANGELS INDUSTRIAL S.A.

MANGELS INDUSTRIAL S.A. · CNPJ 61.065.298/0001-02

MANGELS INDUSTRIAL S.A.
CNPJ 61.065.298/0001-02
DFP 2016
Exercício 2016
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Metadados

Empresa
MANGELS INDUSTRIAL S.A.
CNPJ
61.065.298/0001-02
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
80
Ano de referência
2016*
Publicado em
29/03/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total363.758397.193−8,4%
1.01Ativo Circulante141.572158.124−10,5%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa30.12535.236−14,5%
1.01.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa30.12535.236−14,5%
1.01.01.02Títulos e Valores Mobiliários00—
1.01.02Aplicações Financeiras3.7842.93429,0%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo3.7842.93429,0%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber40.02732.23724,2%
1.01.03.01Clientes40.02732.23724,2%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques43.84958.336−24,8%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar14.72319.702−25,3%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00—
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes9.0649.679−6,4%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda1.512377301,1%
1.01.08.01.01Despesa do exercício seguinte1.512377301,1%
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros7.5529.302−18,8%
1.01.08.03.01Adiantamentos a fornecedores7344.013−81,7%
1.01.08.03.02Outros ativos6.8185.28928,9%
1.02Ativo Não Circulante222.186239.069−7,1%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo77.69983.454−6,9%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes77.69983.454−6,9%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas66.99871.007−5,6%
1.02.01.09.03Depósito Judiciais10.41311.244−7,4%
1.02.01.09.04Tribustos a Recuperar0432−100,0%
1.02.01.09.05Outros Ativos288771−62,6%
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado140.594149.528−6,0%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível3.8936.087−36,0%
1.02.04.01Intangíveis3.8936.087−36,0%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Intangível3.8936.087−36,0%
1.02.04.02Goodwill00—
1.02.04.02.01Diferido00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações ContábeisAos Acionistas, Conselheiros e Administradores da Mangels Industrial S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações contábeis individuais e consolidadas da Mangels Industrial S.A. ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações contábeis individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Mangels Industrial S.A. em 31 de dezembro de 2016, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.ÊnfaseEncerramento do processo de Recuperação JudicialChamamos a atenção para a nota explicativa no.27 - Eventos subsequentes, que descreve o processo de encerramento da Recuperação Judicial a qual a Companhia estava sujeita até 17 de março de 2017. Nossa opinião não contém ressalva relacionada a esse assunto.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações contábeis individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Plano de recuperação judicial(Conforme notas explicativas 1.1. Recuperação judicial)A Companhia e as controladas obtiveram a homologação no pedido de recuperação judicial no dia 15 de dezembro de 2014 e em 16 de novembro de 2016 repactuou as condições do plano de recuperação por meio de aditivo. O risco mais significativo em relação ao plano de recuperação judicial está relacionado ao cumprimento de todas as etapas descritas no Plano, principalmente o fluxo de pagamento aos credores. Como o assunto foi conduzido em nossa auditoria: A fim de mitigar o risco de distorções materiais decorrentes das condições do plano de recuperação judicial, foram realizados, entre outros procedimentos: Entendimento e análise dos controles internos relevantes que envolvem a constituição e a mensuração dos passivos decorrentes do plano de recuperação judicial, considerando, entre outros, os controles relacionados à totalidade Testamos a liquidação financeira das obrigações de curto prazo ocorridas dentro do exercício, certificando o cumprindo do fluxo de pagamento estabelecidos no aditivo do plano de recuperação judicialTestamos o registro contábil dos efeitos da repactuação do plano realizada em 16 de novembro de 2016Testamos e avaliamos o fluxo de caixa além de premissas e medidas adotadas pela Administração da Companhia, para os próximos doze meses, de forma a checar se a Companhia, com base nas suas operações e nos desembolsos previstos, tem capacidade de horar referidos passivos, visando a manutenção do equilíbrio financeiro e operacional.Empréstimos e financiamentos (controladora e consolidado)(Nota Explicativa nº 15 - "Empréstimos e financiamentos")A Companhia e as controladas possuem empréstimos e financiamentos obtidos junto a Instituições financeiras nacionais e estrangeiras, os quais são suscetíveis a variação cambial e são partes integrantes ao plano de recuperação judicial. Esse tema foi considerado um PAA, pelo fato dos riscos mais significativos estarem relacionados a exposição cambial, atualização monetária de acordo com as taxas de juros definidas no plano de recuperação judiciais, segregação de curto e longo prazo e garantias reais. Como o assunto foi conduzido em nossa auditoria: A fim de mitigar o risco de distorções materiais decorrentes dos contratos de empréstimos e financiamentos, foram realizados, entre outros procedimentos: Realizamos o entendimento e análise dos controles internos relevantes que envolvem a mensuração e monitoramento dos empréstimos e financiamentos vigentesRealizamos testes nos contratos vigentes e obtivemos evidências sobre a liquidações realizadas dentro do exercício Confirmamos junto as instituições financeiras os saldos em 31 de dezembro de 2016.Revisamos a devida divulgação nas demonstrações contábeis.Outros assuntosInformação suplementar - Demonstrações do Valor AdicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicional (DVA) referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaborada sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações contábeis da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações contábeis e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definido nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações contábeis individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos ou expressaremos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações contábeis ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparentam estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado , concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações contábeis individuais e consolidadasA Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis individuais de acordo com as práticas contábeis e das demonstrações contábeis consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis, inclusive as divulgações e se as demonstrações contábeis individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações contábeis consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações contábeis do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. São Paulo, 24 de março de 2017.Rafael Dominguez Barros Contador CRC 1SP-208.108/O-1Grant Thornton Auditores IndependentesCRC 2SP-025.583/O-1

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Mangels Industrial S.A. Declaração dos diretores sobre as demonstrações contábeis e relatório dos auditores independentesem 31 de dezembro de 2016Após exame das Demonstrações Contábeis referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016, bem como do relatório da Grant Thornton Auditores Independentes, a Diretoria deliberou, por unanimidade e em observância às disposições dos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução nº 480/09 da Comissão de Valores Mobiliários, declarar que:a)Reviu, discutiu e concorda com as opiniões expressas no relatório emitido pela Grant Thornton Auditores Independentes, eb)Reviu, discutiu e concorda com as Demonstrações Financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016.São Paulo, 24 de março de 2017.Alan Robert Mangels Diretor Comercial e de OperaçõesFábio MazziniDiretor de Finanças, Administração e Relações com Investidores

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Mangels Industrial S.A. Declaração dos diretores sobre as demonstrações contábeis e relatório dos auditores independentesem 31 de dezembro de 2016Após exame das Demonstrações Contábeis referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016, bem como do relatório da Grant Thornton Auditores Independentes, a Diretoria deliberou, por unanimidade e em observância às disposições dos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução nº 480/09 da Comissão de Valores Mobiliários, declarar que:a)Reviu, discutiu e concorda com as opiniões expressas no relatório emitido pela Grant Thornton Auditores Independentes, eb)Reviu, discutiu e concorda com as Demonstrações Financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016.São Paulo, 24 de março de 2017.Alan Robert Mangels Diretor Comercial e de OperaçõesFábio MazziniDiretor de Finanças, Administração e Relações com Investidores

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

Mangels Industrial S.ARelatório do Conselho Fiscalem 31 de dezembro de 2016Os membros do Conselho Fiscal da Mangels Industrial S.A., no âmbito de suas atribuições e responsabilidades legais, procederam a análise das Demonstrações Contábeis, do relatório anual da Administração, referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2016 e com base nas análises efetuadas, nos esclarecimentos prestados pela Administração e considerando, ainda, o Relatório dos Auditores Independentes, emitido pela Grant Thornton Auditores Independentes em 24 de março de 2017, concluíram, por unanimidade, que os documentos acima, em todos os seus aspectos relevantes estão adequadamente apresentados e opinam pelo seu encaminhamento para deliberação da Assembleia Geral de Acionistas.São Paulo, 24 de março de 2017.Júlio Flávio PipoloJoão Ricardo Toledo SarettaFábio Luis Talavera Tolin

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.