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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2025128 páginasCódigo CVM 1171Versão 1Recebida em 20/03/2026valores em R$ mil

DFP 2025 de BANCO DO ESTADO DO PARA S A

BANCO DO ESTADO DO PARA S A · CNPJ 04.913.711/0001-08

BANCO DO ESTADO DO PARA S A
CNPJ 04.913.711/0001-08
DFP 2025
Exercício 2025
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Metadados

Empresa
BANCO DO ESTADO DO PARA S A
CNPJ
04.913.711/0001-08
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
128
Ano de referência
2025*
Publicado em
20/03/2026 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:57:09

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/202531/12/2024Var.
1Ativo Total19.508.3800—
1.01Caixa e Equivalentes de Caixa210.7370—
1.01.01Caixa210.7370—
1.01.01.01Caixa210.7370—
1.01.02Aplicações de Liquidez00—
1.01.02.01Revendas a Liquidar - Posição Bancada00—
1.02Ativos Financeiros18.558.7520—
1.02.01Depósito Compulsório Banco Central420.3890—
1.02.01.01Banco Central - Recolhimentos Obrigatórios420.3890—
1.02.02Ativos Financeiros Avaliados ao Valor Justo através do Resultado89.1670—
1.02.02.01Títulos e Valores Mobiliários89.0150—
1.02.02.02Derivativos1520—
1.02.03Ativos Financeiros Avaliados ao Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.02.03.01Títulos e Valores Mobiliários00—
1.02.04Ativos Financeiros ao Custo Amortizado18.049.1960—
1.02.04.01Aplicações em Depósitos Interfinanceiros415.1650—
1.02.04.02Aplicações no Mercado Aberto00—
1.02.04.03Títulos e Valores Mobiliários1.609.9060—
1.02.04.04Operações de Crédito15.344.9870—
1.02.04.05Provisão para Perdas Esperadas Associadas ao Risco de Crédito−598.8070—
1.02.04.06Operações de Arrendamento00—
1.02.04.07Provisão para Perdas Esperadas Associadas ao Risco de Crédito de Operações de Arrendamento00—
1.02.04.08Outros Ativos Financeiros1.277.9450—
1.03Tributos391.8400—
1.03.01Imposto de Renda e Contribuição Social - Correntes00—
1.03.01.01Dependências no Exterior00—
1.03.01.02Participações em Controladas00—
1.03.01.03Participações em Coligadas e Equiparadas00—
1.03.01.04Outros Investimentos00—
1.03.01.05Provisão para Perdas00—
1.03.02Imposto de Renda e Contribuição Social - Diferidos00—
1.03.02.01Imóveis de Uso00—
1.03.02.02Outras Imobilizações de Uso00—
1.03.02.03(Depreciações Acumuladas)00—
1.03.03Outros391.8400—
1.03.03.01Créditos Tributários391.8400—
1.04Outros Ativos13.9590—
1.04.01Ativos Não Correntes a Venda00—
1.04.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.04.03Outros13.9590—
1.04.03.01Outros Ativos15.7590—
1.04.03.02Provisão para Valor Recuperável de Ativos−1.8000—
1.05Investimentos280—
1.05.01Participações em Coligadas00—
1.05.02Participações em Controladas em Conjunto00—
1.05.03Participações em Controladas00—
1.05.04Propriedades para Investimento00—
1.05.05Outros Investimentos280—
1.05.05.01Outros Investimentos280—
1.06Imobilizado130.8190—
1.06.01Imobilizado de Uso324.4410—
1.06.01.01Imobilizado de Uso324.4410—
1.06.02Direito de Uso de Arrendamento00—
1.06.03Depreciação Acumulada−193.6220—
1.06.03.01Depreciação Acumulada−193.6220—
1.07Intangível202.2450—
1.07.01Intangíveis275.8980—
1.07.01.01Intangíveis275.8980—
1.07.02Goodwill00—
1.07.03Amortização Acumulada−73.6530—
1.07.03.01Amortização Acumulada−73.6530—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras Aos Acionistas, ao Conselho de Administração e aos Diretores do BANCO DO ESTADO DO PARÁ S.A. Belém - PA Opinião Examinamos as demonstrações financeiras do Banco do Estado do Pará S.A. ("Banpará" "Banco") que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2025 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre e exercício findos nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo as políticas contábeis materiais e outras informações elucidativas. Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Banco do Estado do Pará S.A. em 31 de dezembro de 2025, o desempenho de suas operações e seus fluxos de caixa para o semestre e exercício findos nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às Instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil (BACEN). Base para opinião Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras". Somos independentes em relação ao Banco, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade ("CFC"), e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Ênfase - Informações comparativas Chamamos a atenção para a Nota explicativa 2.1 às demonstrações financeiras, que descreve que as referidas demonstrações foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, considerando a dispensa de apresentação, nas demonstrações financeiras referentes ao semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2025, dos valores comparativos relativos aos períodos anteriores, conforme previsto na Resolução no. 4.966/21 do Conselho Monetário Nacional e na Resolução no. 352 do Banco Central do Brasil. Nossa opinião não contém ressalva relacionada a esse assunto. Principais Assuntos de Auditoria ("PAA") Principais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do semestre encerrado em 31 de dezembro de 2025. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras, e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. www.forvismazars.com/br 1.Provisão para perdas esperadas associadas ao risco de crédito - adoção da Res. CMN 4.966/21 Por que é um PAA? A entrada em vigor da Res. CMN 4.966/21, a partir de 1º. de janeiro de 2025, gerou alterações significativas em critérios contábeis aplicáveis aos instrumentos financeiros, especialmente com relação à apuração das perdas esperadas associadas ao risco de crédito. Conforme divulgado nas notas explicativas nº 2.1, 7.1 (f), 7.2, 7.3 e 18 às demonstrações financeiras, o Banpará implementou políticas e processos que consideram a classificação dos instrumentos financeiros por estágios de risco de crédito, envolvendo expectativas de inadimplência e premissas e julgamentos da Administração, incluindo informações prospectivas sobre a volatilidade esperada do risco de crédito, dentre outros critérios requeridos pela norma. A provisão para perdas esperadas associadas ao risco de crédito foi considerada um principal assunto de auditoria devido à relevância no contexto das demonstrações financeiras e pelo fato da adoção de estimativas e julgamentos por parte da Administração para mensuração e constituição da provisão. Como o assunto foi conduzido em nossa auditoria? Os procedimentos de auditoria incluíram os resumidos abaixo, entre outros: (a) entendimento e análise, com apoio de nossos especialistas em instrumentos financeiros, das políticas e critérios definidos pelo Banco para atendimento à Res. CMN 4.966/21 (b) entendimento e testes, com apoio de nossos especialistas em auditoria de sistemas, do desenho e da efetividade de certos controles implementados relativamente ao processo de apuração da provisão (c) análises e testes dos critérios de provisionamento, incluindo o modelo adotado, o processo de agravamento de riscos e definição de perdas e recuperações, análise de garantias, atrasos, alocação em estágios e demais condições previstas na Res. CMN 4.966/21(d) testes substantivos, em base amostral, sobre entrada de dados e inspeção de documentação e (e) análise da adequação das divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras. Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima descritos, consideramos aceitável a estimativa do Banco para perdas de crédito esperadas associadas ao risco de crédito de acordo com os parâmetros da Res. CMN 4.966/21, bem como as respectivas divulgações no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto, referente ao semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2025. 2.Provisões para demandas fiscais, cíveis e trabalhistas Por que é um PAA? Conforme divulgado nas notas explicativas nº 2.1 (i), 14 e 16 às demonstrações financeiras, o Banpará é parte em diversos processos administrativos e judiciais envolvendo questões de naturezas trabalhistas, fiscais e cíveis, oriundos do curso ordinário de seus negócios. A atribuição do prognóstico de perda dos processos envolve elevado grau de subjetividade por parte dos assessores legais que patrocinam a defesa da lide, assim como por parte da Administração do Banco, e levam em consideração aspectos relacionados a existência de jurisprudência, recorrência das demandas apresentadas e mensuração de eventuais desembolsos futuros, apesar da incerteza inerente a prazos e desfechos. Devido à relevância, complexidade e julgamentos envolvidos na avaliação, definição do momento para o reconhecimento, mensuração e divulgações relacionadas aos riscos fiscais, cíveis e trabalhistas, consideramos esse tema como um principal assunto de auditoria. www.forvismazars.com/br Como o assunto foi conduzido em nossa auditoria? Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (a) avaliação do desenho e implementação dos controles internos relevantes que envolvem o controle das demandas fiscais, cíveis e trabalhistas e a mensuração dos montantes provisionados (b) obtenção de cartas de confirmação das demandas diretamente com os assessores jurídicos externos e internos e confronto dos prognósticos de perdas e montantes atribuídos com os controles operacionais e registros contábeis (c) inspeção da documentação dos processos judiciais provisionados pelo método individualizado (d) avaliação dos parâmetros estatísticos utilizados nos casos massificados (e) apoio de nossos especialistas tributários na avaliação de temas relevantes, prognósticos em relação à jurisprudência e teses jurídicas conhecidas e (f) análise da adequação das divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras de acordo com os pronunciamentos contábeis aplicáveis. Consideramos que os critérios e premissas adotados pela Administração para estimar as provisões para demandas fiscais, cíveis e trabalhistas são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto para o semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2025. 3. Ambiente de tecnologia da informação Por que é um PAA? As operações do Banpará são dependentes do funcion amento apropriado da estrutura de tecnologia da informação e seus sistemas, capazes de suportar um elevado volume de transações processadas diariamente para fins de integração aos seus registros contábeis. Os processos inerentes à tecnologia da informação, associados aos seus controles, possuem riscos comuns relacionados à segurança, ao processamento e à geração de informações críticas, inclusive aquelas utilizadas na elaboração das demonstrações financeiras. Devido à importância do ambiente geral de tecnologia no contexto das operações do Banpará e, consequentemente, na formação de informações confiáveis para fins de elaboração de suas demonstrações financeiras, consideramos o ambiente de tecnologia da informação como um principal assunto de auditoria. Como o assunto foi conduzido em nossa auditoria? Com o envolvimento de nossos especialistas em auditoria de sistemas, identificamos os sistemas relevantes críticos que suportam as principais atividades de negócio do Banco, avaliamos o desenho e a implementação dos controles gerais do ambiente de processamento e testamos a efetividade operacional desses controles, incluindo, quando necessário, os testes de controles compensatórios relacionados à segurança da informação, ao desenvolvimento e à manutenção de sistemas relevantes e à operação do ambiente de tecnologia da informação relacionados com a infraestrutura que suporta os negócios do Banpará. Baseados no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados, que estão consistentes com a avaliação da administração do Banco, foram identificadas deficiências relevantes no ambiente de tecnologia relacionadas à governança sobre gestão de acessos a sistemas, gestão de interfaces e gestão de mudanças. Como consequência, consideramos esse aspecto em nosso planejamento de auditoria para determinados sistemas, modificando a natureza, época e extensão de nossos procedimentos substantivos sobre os saldos contábeis, de modo a obtermos evidências adicionais de auditoria que fossem suficientes e apropriadas para concluirmos sobre as demonstrações financeiras para o semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2025. www.forvismazars.com/br 4. Estrutura de governança sobre o processo de apuração de denúncias Por que é um PAA? Conforme mencionado na nota explicativa n° 25.3 às demonstrações financeiras, a Administração do Banco revisou e implementou várias medidas para aprimoramento da estrutura de governança, controles internos e compliance do Banco abrangendo também o acompanhamento e endereçamento de denúncias incluindo análises internas sobre procedência e determinação de investigações. Devido à importância dessa estrutura de governança para o cumprimento das leis e regulamentos no contexto das operações do Banpará e, consequentemente, na formação de informações confiáveis para fins de elaboração de suas demonstrações financeiras, consideramos esse tema como um principal assunto de auditoria. Como o assunto foi conduzido em nossa auditoria? Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (a) entendimento, avaliação e testes do novo ambiente geral de apuração de ocorrências (b) testes, em base amostral, com apoio de nossos especialistas de auditoria forense, sobre ocorrências apresentadas em canal de denúncias (c) entrevistas com Comitê de Ética, auditoria interna e área de compliance sobre análises e investigações em andamento (d) revisão das divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras. Consideramos que a estrutura de governança sobre o processo de apuração de denúncias implementada está aceitável no contexto do cumprimento de leis e regulamentos e para fins de eventuais registros nas demonstrações financeiras tomadas em conjunto para o semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2025. Outros assuntos Demonstração do Valor Adicionado A demonstração do Valor Adicionado ("DVA"), referentes ao semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2025, elaboradas sob a responsabilidade da Administração do Banpará, e apresentada como informação suplementar às demonstrações financeiras elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo BACEN, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras do Banpará. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essa demonstração está conciliada com as demonstrações financeiras e os registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e o seu conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no pronunciamento técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essa demonstração do valor adicionado foi adequadamente elaborada, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse pronunciamento técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras e o relatório do auditor A administração do Banco é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. www.forvismazars.com/br Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras A Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às Instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Na elaboração das demonstrações financeiras, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade do Banco continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a Administração pretenda liquidar o Banco ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações. Os responsáveis pela governança do Banco são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detecta as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras. Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtivemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtivemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados as circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banco. www.forvismazars.com/br Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração do Banco. Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação a capacidade de continuidade operacional do Banco. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar o Banco a não mais se manter em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Comunicamo-nos com os responsáveis pela Administração a respeito, entre outros aspectos, do alcance e da época dos trabalhos de auditoria planejados e das constatações significativas de auditoria, inclusive as deficiências significativas nos controles internos que eventualmente tenham sido identificadas durante nossos trabalhos. Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do período corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. Barueri, 20 de março de 2026 Forvis Mazars Auditores Independentes CRC 2 SP023701/O-8 "F" PA Douglas Souza de Oliveira Contador CRC - 1SP191325/O-0

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações FinanceirasEm conformidade com o Art. 27 da resolução CVM nº 80, de 29 de março de 2022, declaramos que revisamos as Demonstrações Financeiras 2025 do findo em 31 de dezembro de 2025 do Banco do Estado do Pará S.A. - Banpará e, baseado nas discussões subsequentes, concordamos que tais demonstrações refletem adequadamente, em todos os aspectos relevantes, as posições patrimoniais e financeiras correspondentes aos períodos apresentados.Belém, 12 de março de 2026Diretoria Colegiada

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos Diretores sobre o Relatório dos Auditores IndependentesEm conformidade com o Art. 27 da resolução CVM nº 80, de 29 de março de 2022, declaramos que, baseado em nosso conhecimento, no planejamento apresentado pelos auditores e nas discussões subsequentes sobre os resultados de auditoria, concordamos com as opiniões expressas no relatório da MAZARS Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras 2025 findo em 31 de dezembro de 2025 do Banco do Estado do Pará S.A. - Banpará, não havendo qualquer discordância.Belém, 12 de março de 2026Diretoria Colegiada

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCAL002/2026O Conselho Fiscal do Banco do Estado do Pará S.A., no uso de suas atribuições, legais e estatutárias, declara ter examinado o Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras relativas ao 2º semestre de 2025 e exercício social findo em 31 de dezembro de 2025. E, com base nos exames efetuados, nos esclarecimentos recebidos no decorrer do período, e considerando, ainda, o Relatório emitido pela Forvis Mazars Auditores Independentes, sem ressalvas, e a Opinião do Comitê de Auditoria Estatutário, o Conselho Fiscal opina que os referidos documentos estão em condições de serem apreciados pela Assembleia Geral Ordinária.Belém (PA), 20 de março de 2026.

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

OPINIÃO DO COMITÊ DE AUDITORIA ESTATUTÁRIO001/2026O Comitê de Auditoria Estatutário do Banco do Estado do Pará S.A. (Coaud) declara que revisou o Relatório da Administração, as Demonstrações Financeiras relativas ao 2º semestre de 2025 e exercício social findo em 31 de dezembro de 2025, incluindo-se as notas explicativas, e o Relatório emitido pela Forvis Mazars Auditores Independentes, sem ressalvas. Com base nos trabalhos desenvolvidos e avaliações realizadas no período, considerando o escopo de sua atuação, o Coaud entende que as Demonstrações Financeiras relativas ao 2º semestre de 2025 e exercício social findo em 31 de dezembro de 2025 do Banco do Estado do Pará S.A. foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil (BCB) e pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), e refletem, em todos os aspectos relevantes, a situação patrimonial e financeira correspondente ao período apresentado.Nesse sentido, o Comitê de Auditoria Estatutário concluiu que as Demonstrações Financeiras relativas ao 2º semestre de 2025 e exercício social findo em 31 de dezembro de 2025 do Banpará são adequadas, emitindo opinião favorável à sua aprovação pelo Conselho de Administração.Belém (PA), 20 de março de 2026.

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias9.521.6490
Preferenciais00
Total9.521.6490

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.