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BR - CVMInformações TrimestraisRef. 201150 páginasCódigo CVM 3115Versão 1Recebida em 18/08/2011valores em R$ mil

ITR 30/06/2011 de COMPANHIA DE SEGUROS ALIANCA DA BAHIA

COMPANHIA DE SEGUROS ALIANCA DA BAHIA · CNPJ 15.144.017/0001-90

COMPANHIA DE SEGUROS ALIANCA DA BAHIA
CNPJ 15.144.017/0001-90
ITR 30/06/2011
Exercício 2011
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Metadados

Empresa
COMPANHIA DE SEGUROS ALIANCA DA BAHIA
CNPJ
15.144.017/0001-90
Tipo
Informações Trimestrais
Páginas
50
Ano de referência
2011*
Publicado em
18/08/2011 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:57:21

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta30/06/201131/12/2010Var.
1Ativo Total412.447417.760−1,3%
1.01Ativo Circulante193.020206.166−6,4%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa1.9182.707−29,1%
1.01.01.01Caixa e bancos1.9182.707−29,1%
1.01.02Aplicações Financeiras151.209159.595−5,3%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Créditos das Operações34.91035.169−0,7%
1.01.03.01Seguros e Resseguros34.91035.169−0,7%
1.01.03.01.01Prêmios a Receber1.0611.450−26,8%
1.01.03.01.02Operações com Seguradoras1.6891.05759,8%
1.01.03.01.03Operações com Resseguradoras00—
1.01.03.01.04Outros créditos operacionais5745524,0%
1.01.03.01.05Ativo de Resseguro - Provisões Técnicas31.58632.110−1,6%
1.01.03.02Previdência Complementar00—
1.01.03.03Capitalização00—
1.01.03.04Outras Operações00—
1.01.04Títulos e Créditos a Receber4.6498.115−42,7%
1.01.05Outros Valores e Bens4452−15,4%
1.01.06Empréstimos e Depósitos Compulsórios00—
1.01.07Despesas Antecipadas23960298,3%
1.01.08Despesas de Comercialização Diferidas51468−89,1%
1.01.09Outros Ativos Circulantes00—
1.01.09.01Ativos Não Correntes a Venda00—
1.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.09.03Outros00—
1.02Ativo Não Circulante219.427211.5943,7%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo122.850120.0812,3%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Créditos das Operações68.21467.8830,5%
1.02.01.03.01Operações com Resseguradoras101513−80,3%
1.02.01.03.02Ativos de Resseguro - Provisões Técnicas68.11367.3701,1%
1.02.01.04Títulos e Créditos a Receber54.63652.1984,7%
1.02.01.04.01Créditos tributários e previdenciários2.9462.9011,6%
1.02.01.04.02Depósitos judiciais e fiscais50.69548.2755,0%
1.02.01.04.03Outros créditos a receber9849790,5%
1.02.01.04.04Direitos Resultantes da Venda de Imóveis1143−74,4%
1.02.01.05Outros Valores e Bens00—
1.02.01.06Empréstimos e Depósitos Compulsórios00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Despesas de Comercialização Diferidas00—
1.02.01.09Tributos Diferidos00—
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes00—
1.02.01.10.01Ativos Não Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.02Investimentos88.23983.0186,3%
1.02.02.01Participações Societárias67.94762.5778,6%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas no País67.86662.4968,6%
1.02.02.01.02Participações em Coligadas no Exterior00—
1.02.02.01.05Outras Participações Societárias81810,0%
1.02.02.02Propriedades para Investimento20.29220.441−0,7%
1.02.03Imobilizado8.0928.359−3,2%
1.02.03.01Imobilizado em Operação8.0928.359−3,2%
1.02.03.01.01Imóveis6.8746.987−1,6%
1.02.03.01.02Bens móveis9751.117−12,7%
1.02.03.01.03Outras imobilizações243255−4,7%
1.02.03.01.04Provisão para desvalorização00—
1.02.03.01.05Depreciação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível24613680,9%
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Software00—
1.02.04.01.02Amortização00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Revisão do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Salvador (BA), 12 de agosto de 2011Aos Administradores e Acionistas daCOMPANHIA DE SEGUROS ALIANÇA DA BAHIAExaminamos as demonstrações financeiras da Companhia de Seguros Aliança da Bahia ("Seguradora") e as demonstrações financeiras consolidadas desta Companhia e sua controlada, que compreendem o balanço patrimonial (individual e consolidado) em 30 de junho de 2011 e as respectivas demonstrações do resultado (individual e consolidado), do resultado abrangente (somente individual), das mutações do patrimônio líquido (somente individual) e dos fluxos de caixa (individual e consolidado) para o semestre findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração pelas Demonstrações Financeiras Consolidadas A Administração da Seguradora é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às entidades supervisionadas pela Superintendência de Seguros Privados - SUSEP, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidades dos Auditores Independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras (individual e consolidada) com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento das exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração das demonstrações financeiras da Companhia para planejar procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis financeiras consolidadas tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações financeiras anteriormente referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia de Seguros Aliança da Bahia e a posição patrimonial e financeira consolidada desta Companhia e sua controlada em 30 de junho de 2011, o desempenho de suas operações (individual e consolidado) e os seus fluxos de caixa (individual e consolidado) para o semestre findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às entidades supervisionadas pela Superintendência de Seguros Privados - SUSEP.ÊnfaseConforme descrito na nota explicativa no 02, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às entidades supervisionadas pela Superintendência de Seguros ivados. No caso da Companhia de Seguros Aliança da Bahia essas práticas diferem do IFRS, aplicável às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas pelo método da equivalência patrimonial, enquanto que, para fins de IFRS, seria pelo custo ou valor justo.Outros assuntosDemonstração do valor adicionado Examinamos, também, a Demonstração do Valor Adicionado - DVA referente ao semestre findo em 30 de junho de 2011, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas e como informação suplementar pelas IFRS, que não requerem a apresentação da DVA. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, está adequadamente apresentada, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Salvador, 12 de agosto de 2011PERFORMANCEAUDITORIA E CONSULTORIA EMPRESARIAL S/SCRC-2BA - 00710/OJOSÉ RENATO MENDONÇACONTADOR - CRC-1BA 9.749/O-9

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras.Em observância às disposições constantes da Instrução nº 480/2009, a Diretoriadeclara que concordou com as demonstrações financeiras que serviram de basepara a elaboração do ITR de 30 de junho de 2011.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos Diretores sobre o Relatório dos Auditores.Em observância às disposições constantes da Instrução nº 480/2009, a Diretoriadeclara que discutiu e reviu as opiniões expressas no relatório dos auditoresindependentes sobre as demonstrações financeiras que serviram de base para aelaboração do ITR de 30 de junho de 2011.

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal da Companhia de Seguros Aliança da Bahia, no uso de suasatribuições legais e estatutárias, tendo examinado o relatório daAdministração, o balanço patrimonial e as respectivas demonstrações deresultado, das mutações do patrimônio líquido, dos fluxos de caixa e do valoradicionado correspondentes ao primeiro semestre de 2011, e com base noparecer dos auditores independentes, são de opinião que os mesmosrepresentam adequadamente a situação financeira e patrimonial daCompanhia.Salvador/Bahia, 17 de agosto de 2011.Manoel Mota FonsecaRaimundo Santos SilvaRomano Guido Nello Gaúcho AllegroRosany Nunes Mello NascimentoRaphael Gonçalves Tourinho Fraga Maia

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.