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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017Código CVM 16659Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 05/02/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de PORTO SEGURO S.A.

PORTO SEGURO S.A. · CNPJ 02.149.205/0001-69

Versões deste exercício: v1 (05/02/2018) · v2 (05/02/2018), esta

PORTO SEGURO S.A.
CNPJ 02.149.205/0001-69
DFP 2017 (V2)
Exercício 2017
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
PORTO SEGURO S.A.
CNPJ
02.149.205/0001-69
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2017*
Publicado em
05/02/2018 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total28.683.95725.356.70713,1%
1.01Ativo Circulante21.563.76719.135.42712,7%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa1.266.575882.06743,6%
1.01.02Aplicações Financeiras9.934.6488.948.92311,0%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo9.934.6488.948.92311,0%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação9.905.3368.070.43322,7%
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda29.312878.490−96,7%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.01.03Contas a Receber8.271.8667.211.92214,7%
1.01.03.01Clientes8.271.8667.211.92214,7%
1.01.03.01.01Prêmios a receber de segurados3.597.0973.327.9308,1%
1.01.03.01.02Operações de crédito1.173.6091.033.05013,6%
1.01.03.01.03Títulos e créditos a receber3.406.6362.753.99123,7%
1.01.03.01.04Recebíveis de prestação de serviços94.52496.951−2,5%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.01.04Estoques00
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar106.996170.743−37,3%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar106.996170.743−37,3%
1.01.06.01.01Impostos e contribuições a recuperar106.996170.743−37,3%
1.01.07Despesas Antecipadas00
1.01.08Outros Ativos Circulantes1.983.6821.921.7723,2%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros1.983.6821.921.7723,2%
1.01.08.03.01Ativos não financeiros mantidos para venda177.809188.672−5,8%
1.01.08.03.02Custos de aquisição diferidos1.265.4501.224.6053,3%
1.01.08.03.03Outros ativos415.489426.845−2,7%
1.01.08.03.04Instrumentos Financeiros Derivativos1.0711.455−26,4%
1.01.08.03.05Ativos de resseguro123.86380.19554,5%
1.02Ativo Não Circulante7.120.1906.221.28014,4%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo3.523.8822.853.58623,5%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo2.295.8531.688.14336,0%
1.02.01.01.01Títulos para Negociação4.7781.204296,8%
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda2.291.0751.686.93935,8%
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.02.01.03Contas a Receber383.533301.57127,2%
1.02.01.03.01Clientes382.558300.74427,2%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber97582717,9%
1.02.01.04Estoques00
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos462.842507.880−8,9%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos458.019501.508−8,7%
1.02.01.06.02Prejuízo fiscal e base negativa00
1.02.01.06.03Diferenças temporárias00
1.02.01.06.04Impostos e contribuições a recuperar4.8236.372−24,3%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes381.654355.9927,2%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.09.03Ativos de Resseguro1.984979102,7%
1.02.01.09.04Custos de aquisição diferidos23.31817.01837,0%
1.02.01.09.05Outros ativos356.352337.9955,4%
1.02.02Investimentos8.3588.554−2,3%
1.02.02.01Participações Societárias00
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00
1.02.02.02Propriedades para Investimento8.3588.554−2,3%
1.02.03Imobilizado1.636.4741.535.5996,6%
1.02.03.01Imobilizado em Operação1.636.4741.535.5996,6%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível1.951.4761.823.5417,0%
1.02.04.01Intangíveis00
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.01.02Custos de aquisição de contratos diferidos00
1.02.04.01.03Intangíveis00
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasAos Administradores e AcionistasPorto Seguro S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais da Porto Seguro S.A. ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como as demonstrações financeiras consolidadas da Porto Seguro S.A. e suas controladas ("Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Porto Seguro S.A. e da Porto Seguro S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2017, o desempenho de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa, bem como o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Porque é um PAAProvisão para riscos de crédito da Portoseg S.A. - Crédito, Financiamento e Investimentos ("Portoseg"). A Portoseg, controlada da Porto Seguro S.A., tem como atividade principal a concessão de empréstimos, financiamentos e operações de cartão de crédito. Em 31 de dezembro de 2017, o saldo consolidado dessas operações era de R$ 4.963 milhões (nota 8.2).Conforme descrito nas notas 2.9.1 e 4.1, a Companhia mensurou a provisão para riscos de crédito por meio do estabelecimento de metodologias distintas entre as operações individualmente significativas e, principalmente, as operações incluídas em grupo com características similares. Essas metodologias estabelecem graus de riscos ("ratings" internos) para cada operação da Portoseg, utilizando-se do conceito de perda incorrida em consonância com o IAS 39/CPC 38, totalizando o valor de R$ 310 milhões. A definição dos graus de risco para cada operação considera julgamento por parte da administração quanto a definição das premissas e critérios de riscos específicos em relação às operações e aos devedores, suas respectivas garantias e a expectativa de recuperação das operações em atraso.Consideramos essa uma área de foco de auditoria, pois o uso desses julgamentos na apuração do valor da provisão para riscos de créditos poderiam resultar em variações significativas nessa estimativa.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos incluíram, entre outros, o entendimento e testes sobre os controles internos relevantes relacionados ao processo de classificação dos graus de risco, de monitoramento das garantias recebidas, da totalidade e integridade da base de dados da carteira de crédito, que serve como base para apuração da provisão para riscos de crédito.Testamos, em bases amostrais: (i) as premissas utilizadas para apuração da probabilidade de inadimplência atribuída no cálculo da provisão, utilizando como base o histórico de inadimplência para grupos com características de risco de créditos similares, (ii) a suficiência de garantias recebidas e (iii) a razoabilidade e consistência das premissas adotadas pela administração com períodos anteriores.Consideramos que as premissas e critérios utilizados pela administração para determinação da provisão para riscos de crédito são consistentes e razoáveis em todos os aspectos relevantes das demonstrações financeiras.Porque é um PAAMensuração e reconhecimento das provisões técnicas de contratos de seguros (PSL, IBNR, IBNeR e PCC).Conforme descrito nas notas 2.15, 4.4 e 17, a Companhia registrou determinadas provisões técnicas que envolvem relevante grau de julgamento, com destaque para: (i) sinistros ocorridos e não avisados (IBNR), no valor de R$ 332 milhões, (ii) sinistros ocorridos e não suficientemente avisados (IBNeR), que somada à provisão de sinistros a liquidar (PSL) totalizam R$ 1.347 milhões e (iii) provisão complementar de cobertura (PCC) no valor de R$ 40 milhões.A determinação dos valores dessas provisões técnicas de contratos de seguros envolve julgamento relevante da administração na elaboração de metodologias para o desenvolvimento dos sinistros ocorridos e dos prêmios emitidos, bem como na definição de premissas para os seus cálculos.Consideramos essa uma área de foco de auditoria pelo alto nível de julgamento envolvido na determinação de premissas e metodologias utilizadas na mensuração dessas provisões técnicas registradas pela Companhia por meio de suas controladas.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, o entendimento do desenho e testes sobre a efetividade de controles internos relevantes relacionados ao processo de registro, avaliação e aprovação das provisões técnicas de sinistros da Companhia por meio de suas controladas. Consideramos, ainda, os controles de aprovação das notas técnicas atuariais pelos responsáveis técnicos, bem como avaliamos se esses técnicos tinham a qualificação e experiência apropriadas.Com o auxílio de nossos especialistas, testamos as metodologias e as premissas financeiras e atuariais utilizadas pela administração na determinação dessas provisões técnicas, com destaque para o IBNR, IBNeR e PCC, em relação à experiência histórica da Companhia por meio de suas controladas e/ou às práticas utilizadas pelo mercado e procedemos ao recálculo dessas provisões técnicas em 31 de dezembro de 2017. Adicionalmente, testamos a totalidade e a integridade das bases de dados de emissão de apólices e de sinistros utilizadas para mensuração dessas provisões, por meio de técnicas de auditoria por computador.Testamos também as análises de sensibilidade preparadas pela administraç ão para consideração dos potenciais impactos decorrentes do aumento na taxa de desconto no cálculo da PCC e na sinistralidade e despesas administrativas. Essas análises de sensibilidade encontram-se descritas na nota 4.4 às demonstrações financeiras.Consideramos que as metodologias e premissas utilizadas na determinação dessas provisões técnicas são razoáveis e as divulgações efetuadas são consistentes com as informações obtidas.Outros assuntosDemonstrações do Valor AdicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Auditoria das cifras do ano anteriorO exame das demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2016, foi conduzido sob a responsabilidade de outros auditores independentes, que emitiram relatório de auditoria, com data de 01 de fevereiro de 2017, sem ressalvas.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade da Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, inclusive as divulgações e se essas demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e des empenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 31 de janeiro de 2018PricewaterhouseCoopers Carlos Eduardo Sá da MattaAuditores Independentes Contador CRC 1SP216397/O-5CRC 2SP000160/O-5

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃOOs Senhores FABIO LUCHETTI, ROBERTO DE SOUZA SANTOS, CELSO DAMADI, MARCELO BARROSO PICANÇO, LENE ARAÚJO DE LIMA e JOSÉ RIVALDO LEITE DA SILVA, na qualidade de Diretores da PORTO SEGURO S.A., declaram, nos termos do que dispõem os incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM 480/2009 (e alterações) que:a) reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes eb) reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras. São Paulo, 5 de fevereiro de 2018.FABIO LUCHETTIDiretor PresidenteROBERTO DE SOUZA SANTOSDiretor Vice-Presidente ExecutivoCELSO DAMADIDiretor Geral - Financeiro e ControladoriaMARCELO BARROSO PICANÇODiretor Geral - Negócios Financeiros e Investimentos, Vida e PrevidênciaDiretor de Relações com InvestidoresLENE ARAÚJO DE LIMADiretor Geral - Suporte e GovernançaJOSÉ RIVALDO LEITE DA SILVADiretor Geral - Corretores de Seguros e Vendas On-Line

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃOOs Senhores FABIO LUCHETTI, ROBERTO DE SOUZA SANTOS, CELSO DAMADI, MARCELO BARROSO PICANÇO, LENE ARAÚJO DE LIMA e JOSÉ RIVALDO LEITE DA SILVA, na qualidade de Diretores da PORTO SEGURO S.A., declaram, nos termos do que dispõem os incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM 480/2009 (e alterações) que:a) reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes eb) reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras. São Paulo, 5 de fevereiro de 2018.FABIO LUCHETTIDiretor PresidenteROBERTO DE SOUZA SANTOSDiretor Vice-Presidente ExecutivoCELSO DAMADIDiretor Geral - Financeiro e ControladoriaMARCELO BARROSO PICANÇODiretor Geral - Negócios Financeiros e Investimentos, Vida e PrevidênciaDiretor de Relações com InvestidoresLENE ARAÚJO DE LIMADiretor Geral - Suporte e GovernançaJOSÉ RIVALDO LEITE DA SILVADiretor Geral - Corretores de Seguros e Vendas On-Line

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.