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BR - CVMInformações TrimestraisRef. 201832 páginasCódigo CVM 24538Versão 1Recebida em 24/08/2018valores em R$ mil

ITR 31/03/2018 de VERT-D LTDA

VERT-D LTDA · CNPJ 21.976.484/0001-89

VERT-D LTDA
CNPJ 21.976.484/0001-89
ITR 31/03/2018
Exercício 2018
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Metadados

Empresa
VERT-D LTDA
CNPJ
21.976.484/0001-89
Tipo
Informações Trimestrais
Páginas
32
Ano de referência
2018*
Publicado em
24/08/2018 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:58:22

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/03/201831/12/2017Var.
1Ativo Total365.652246.50748,3%
1.01Ativo Circulante234.278124.57388,1%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa172.19075.954126,7%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.03Contas a Receber61.77248.25028,0%
1.01.03.01Clientes61.77248.25028,0%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques00—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar00—
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00—
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes316369−14,4%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros316369−14,4%
1.02Ativo Não Circulante131.374121.9347,7%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo131.374121.9347,7%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.04Contas a Receber131.374121.9347,7%
1.02.01.04.01Clientes131.374121.9347,7%
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.05Estoques00—
1.02.01.06Ativos Biológicos00—
1.02.01.07Tributos Diferidos00—
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.08Despesas Antecipadas00—
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.09.02Créditos com Controladas00—
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes00—
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.02Participações em Controladas00—
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.04Outros Investimentos00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado00—
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Direito de Uso em Andamento00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível00—
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Revisão do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre asdemonstrações financeirasAosAcionistas e Administradores daGeru Securitizadora de Créditos Financeiros S.A.São Paulo - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras da Geru Securitizadora de CréditosFinanceiros S.A. ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 demarço de 2018 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente,das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o trimestre findo nessadata, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticascontábeis significativas e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentamadequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira daGeru Securitizadora de Créditos Financeiros S.A. em 31 de março de 2018, odesempenho de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa para o trimestrefindo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais deauditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritasna seção a seguir intitulada "Responsabilidades dos auditores pela auditoria dasdemonstrações financeiras". Somos independentes em relação à Companhia, de acordocom os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contadore nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, ecumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada parafundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional,foram os mais significativos em nossa auditoria do trimestre corrente. Esses assuntosforam tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras como umtodo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras e, portanto,não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Redução ao valor recuperável dos empréstimos e recebíveisDescriçãoConforme descrito nas notas explicativas nº 6.iii, 9 e 13.b, para fins da determinação daperda por redução ao valor recuperável dos empréstimos e recebíveis, a Companhiaclassifica as operações de Cédulas de Crédito Bancário ("CCBs") em três estágios. Aclassificação das operações de CCBs em estágios de risco envolve julgamentos daCompanhia baseados em sua metodologia interna de classificação de risco, a qual édesenvolvida por meio de estudos internos, que envolvem histórico de pagamentos,prazo de vencimento por contrato e percentual de recuperação da carteira. Devido àrelevância dos empréstimos e recebíveis e ao alto grau de julgamento envolvido nadeterminação da perda por redução ao valor recuperável e ao impacto que eventuaisalterações nas premissas utilizadas em sua determinação poderia ter nas demonstraçõesfinanceiras, consideramos este assunto como relevante para a nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoAvaliamos o desenho dos controles internos chave relacionados à elaboração do estudopara determinação da perda por redução ao valor recuperável de empréstimos erecebíveis e ao processo de apuração desta estimativa. Avaliamos a razoabilidade daspremissas da Companhia usadas para determinar a perda por redução ao valorrecuperável comparando com os dados históricos dos empréstimos e recebíveis, taiscomo histórico de pagamentos, prazo de vencimento por contrato e percentual derecuperação da carteira. Efetuamos ainda o recálculo da perda por redução ao valorrecuperável de empréstimos e recebíveis tendo por base as premissas determinadas pelaCompanhia para a classificação dos estágios de risco e comparamos a razoabilidade dasestimativas realizadas em exercícios anteriores com as perdas efetivas reconhecidas nosperíodos subsequentes. Avaliamos também a razoabilidade das divulgações efetuadasnas demonstrações financeiras, principalmente em relação à descrição dos níveis derisco de crédito.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima, consideramosaceitáveis, no tocante à sua recuperabilidade, o saldo de empréstimos e recebíveis,assim como as respectivas divulgações, no contexto das demonstrações financeirastomadas em conjunto, relativas ao trimestre findo em 31 de março de 2018.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações do valor adicionado (DVA) referentes ao trimestre findo em 31 demarço de 2018, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia,foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoriadas demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião,avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeirase registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordocom os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do ValorAdicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foramadequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critériosdefinidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação àsdemonstrações financeiras tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras e o relatório doauditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações quecompreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras não abrange o Relatório daAdministração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esserelatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras, nossa responsabilidade é ade ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, deforma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nossoconhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de formarelevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante noRelatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada arelatar a este respeito.Responsabilidades da administração pelas demonstrações financeirasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação dasdemonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil epelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboraçãode demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente secausada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras, a administração é responsável pelaavaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quandoaplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessabase contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que aadministração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenhanenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeirasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras,tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente secausada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião.Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que aauditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoriasempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem serdecorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ouem conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisõeseconômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionaisde auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional aolongo da auditoria. Além disso:? Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstraçõesfinanceiras, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos eexecutamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemosevidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco denão detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente deerro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio,falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.? Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria paraplanejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com oobjetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia.? Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade dasestimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.? Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil decontinuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existeincerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvidasignificativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Seconcluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatóriode auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras ou incluirmodificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusõesestão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório.Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manterem continuidade operacional.? Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstraçõesfinanceiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras representam ascorrespondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo deapresentação adequada.Comunicamo-nos com a administração a respeito, entre outros aspectos, do alcanceplanejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusiveas eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durantenossos trabalhos.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pelaadministração, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativosna auditoria das demonstrações financeiras do trimestre corrente, e que, dessa maneiraconstituem os Principais Assuntos de Auditoria. Descrevemos esses assuntos em nossorelatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação públicado assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que oassunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversasde tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios dacomunicação para o interesse público.São Paulo, 23 de agosto de 2018KPMG Auditores IndependentesCRC SP014428/O-6Carlos Massao TakauthiContador CRC 1SP206103/O-4

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

TOMÁS SILVEIRA CORRÊA, brasileiro, casado, biólogo, portador da cédula de identidade R.G. nº 24.253.473-9 SSP/SP, inscrito no Cadastro da Pessoa Física do Ministério da Fazenda sob o nº 171.439.818-85, com escritório profissional na Rua Inácio Pereira da Rocha, 514, Pinheiros, CEP 05432-011, na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na qualidade de Diretor sem designação específica da GERU SECURITIZADORA DE CRÉDITOS FINANCEIROS S.A., sociedade por ações sem registro de companhia aberta perante a Comissão de Valores Mobiliários ("CVM") com sede na Rua Inácio Pereira da Rocha, 514, Pinheiros, CEP 05432-011, na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, inscrita no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica do Ministério da Fazenda sob nº21.976.484/0001-89 ("Companhia"), declara, nos termos do artigo 25, parágrafo 1°, incisos V e VI, da Instrução da CVM de Valores Mobiliários nº 480, de 7 de dezembro de 2009, conforme alterada ("Instrução CVM 480"), que juntamente com os demais diretores da Companhia: (a) reviu, discutiu e concorda com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes da Companhia e (b) reviu, discutiu e concorda com as demonstrações financeiras do Companhia referentes ao período de três meses findo em 31 de março de 2018, especialmente elaboradas para fins de registro, nos termos dos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM 480.SANDRO WEINFELD REISS, brasileiro, casado, economista, portador da cédula de identidade R.G. nº 26.556.380-X SSP/SP, inscrito no Cadastro da Pessoa Física do Ministério da Fazenda sob o nº 220.154.728-94, com escritório profissional na Rua Inácio Pereira da Rocha, 514, Pinheiros, CEP 05432-011, na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na qualidade de Diretor Presidente e de Relações com Investidores da GERU SECURITIZADORA DE CRÉDITOS FINANCEIROS S.A., sociedade por ações sem registro de companhia aberta perante a Comissão de Valores Mobiliários ("CVM") com sede na Rua Inácio Pereira da Rocha, 514, Pinheiros, CEP 05432-011, na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, inscrita no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica do Ministério da Fazenda sob nº21.976.484/0001-89 ("Companhia"), declara, nos termos do artigo 25, parágrafo 1°, incisos V e VI, da Instrução da CVM de Valores Mobiliários nº 480, de 7 de dezembro de 2009, conforme alterada ("Instrução CVM 480"), que juntamente com os demais diretores da Companhia: (a) reviu, discutiu e concorda com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes da Companhia e (b) reviu, discutiu e concorda com as demonstrações financeiras do Companhia referentes ao período de três meses findo em 31 de março de 2018, especialmente elaboradas para fins de registro, nos termos dos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM 480.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

TOMÁS SILVEIRA CORRÊA, brasileiro, casado, biólogo, portador da cédula de identidade R.G. nº 24.253.473-9 SSP/SP, inscrito no Cadastro da Pessoa Física do Ministério da Fazenda sob o nº 171.439.818-85, com escritório profissional na Rua Inácio Pereira da Rocha, 514, Pinheiros, CEP 05432-011, na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na qualidade de Diretor sem designação específica da GERU SECURITIZADORA DE CRÉDITOS FINANCEIROS S.A., sociedade por ações sem registro de companhia aberta perante a Comissão de Valores Mobiliários ("CVM") com sede na Rua Inácio Pereira da Rocha, 514, Pinheiros, CEP 05432-011, na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, inscrita no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica do Ministério da Fazenda sob nº21.976.484/0001-89 ("Companhia"), declara, nos termos do artigo 25, parágrafo 1°, incisos V e VI, da Instrução da CVM de Valores Mobiliários nº 480, de 7 de dezembro de 2009, conforme alterada ("Instrução CVM 480"), que juntamente com os demais diretores da Companhia: (a) reviu, discutiu e concorda com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes da Companhia e (b) reviu, discutiu e concorda com as demonstrações financeiras do Companhia referentes ao período de três meses findo em 31 de março de 2018, especialmente elaboradas para fins de registro, nos termos dos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM 480.SANDRO WEINFELD REISS, brasileiro, casado, economista, portador da cédula de identidade R.G. nº 26.556.380-X SSP/SP, inscrito no Cadastro da Pessoa Física do Ministério da Fazenda sob o nº 220.154.728-94, com escritório profissional na Rua Inácio Pereira da Rocha, 514, Pinheiros, CEP 05432-011, na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na qualidade de Diretor Presidente e de Relações com Investidores da GERU SECURITIZADORA DE CRÉDITOS FINANCEIROS S.A., sociedade por ações sem registro de companhia aberta perante a Comissão de Valores Mobiliários ("CVM") com sede na Rua Inácio Pereira da Rocha, 514, Pinheiros, CEP 05432-011, na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, inscrita no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica do Ministério da Fazenda sob nº21.976.484/0001-89 ("Companhia"), declara, nos termos do artigo 25, parágrafo 1°, incisos V e VI, da Instrução da CVM de Valores Mobiliários nº 480, de 7 de dezembro de 2009, conforme alterada ("Instrução CVM 480"), que juntamente com os demais diretores da Companhia: (a) reviu, discutiu e concorda com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes da Companhia e (b) reviu, discutiu e concorda com as demonstrações financeiras do Companhia referentes ao período de três meses findo em 31 de março de 2018, especialmente elaboradas para fins de registro, nos termos dos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM 480.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.