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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2010114 páginasCódigo CVM 18139Versão 1Recebida em 18/02/2011valores em R$ mil

DFP 2010 de COMPANHIA ENERGETICA DO RIO GRANDE DO NORTE COSERN

COMPANHIA ENERGETICA DO RIO GRANDE DO NORTE COSERN · CNPJ 08.324.196/0001-81

COMPANHIA ENERGETICA DO RIO GRANDE DO NORTE COSERN
CNPJ 08.324.196/0001-81
DFP 2010
Exercício 2010
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Metadados

Empresa
COMPANHIA ENERGETICA DO RIO GRANDE DO NORTE COSERN
CNPJ
08.324.196/0001-81
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
114
Ano de referência
2010*
Publicado em
18/02/2011 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:36

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201031/12/2009Var.
1Ativo Total1.500.6901.466.9702,3%
1.01Ativo Circulante343.089394.129−13,0%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa25.21777.402−67,4%
1.01.02Aplicações Financeiras3.0043.140−4,3%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado3.0043.140−4,3%
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento3.0043.140−4,3%
1.01.03Contas a Receber245.074231.1346,0%
1.01.03.01Clientes204.174203.1130,5%
1.01.03.01.01Contas a receber de clientes e outros204.174203.1130,5%
1.01.03.02Outras Contas a Receber40.90028.02146,0%
1.01.03.02.01Serviços em Curso21.8089.533128,8%
1.01.03.02.02Dispêndios a Reembolsar em Curso12.07011.8102,2%
1.01.03.02.03Subvenção a Baixa Renda - Tarifa Social7.0226.6785,2%
1.01.04Estoques2.0931.64527,2%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar61.94742.16346,9%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar61.94742.16346,9%
1.01.07Despesas Antecipadas5391.039−48,1%
1.01.08Outros Ativos Circulantes5.21537.606−86,1%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros5.21537.606−86,1%
1.01.08.03.01Outros Ativos Circulantes5.21537.606−86,1%
1.02Ativo Não Circulante1.157.6011.072.8417,9%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo578.147559.6383,3%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado41.87336.59414,4%
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento41.87336.59414,4%
1.02.01.03Contas a Receber232.633232.0450,3%
1.02.01.03.01Clientes232.633232.0450,3%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos41.82452.846−20,9%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos41.82452.846−20,9%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.02Créditos com Controladas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes261.817238.1539,9%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Ativo Indenizável (concessão)122.12585.34643,1%
1.02.01.09.04Impostos e contribuições a recuperar10.21511.004−7,2%
1.02.01.09.05Benefício Fiscal - Ágio Incorporado da Controladora112.370121.335−7,4%
1.02.01.09.06Depósitos Judiciais10.57716.249−34,9%
1.02.01.09.07Superavit Atuarial4.3622.052112,6%
1.02.01.09.08Outros Ativos Não Circulantes2.1682.1670,0%
1.02.02Investimentos1.3681.12321,8%
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.02Participações em Controladas00—
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento1.3681.12321,8%
1.02.02.02.01Terrenos7707700,0%
1.02.02.02.02Outros Investimentos59835369,4%
1.02.03Imobilizado00—
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível578.086512.08012,9%
1.02.04.01Intangíveis578.086512.08012,9%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão578.086512.08012,9%
1.02.05Diferido00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Aos Acionistas, Conselheiros e Diretores daCompanhia Energética do Rio Grande do Norte - COSERNNatal - RNExaminamos as demonstrações financeiras da Companhia Energética do Rio Grande do Norte - COSERN ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2010 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. OpiniãoEm nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia Energética do Rio Grande do Norte - COSERN em 31 de dezembro de 2010, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standard Board - IASB, e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.Outros assuntosExaminamos, também, a demonstração do valor adicionado (DVA), referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2010, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, está adequadamente apresentada, em todos os seus aspectosrelevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Salvador, 25 de janeiro de 2011.ERNST & YOUNG TERCOAuditores Independentes S.S.CRC-2 SP 015199/O-6-S-RNPaulo José Machado Shirley Nara S. SilvaContador CRC-1RJ 061.469/O-4-S-RN Contadora CRC-1BA 022.650/O-0-S-RN

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES DA COMPANHIAOs diretores da Companhia declaram que examinaram, discutiram e revisaram todas as informações contidas nas Demonstrações Contábeis da Companhia, bem como, concordam com a opinião dos auditores independentes da Companhia, Ernst & Young Terco referenciadas no relatório dos Auditores Independentes a seguir apresentado.Rio de Janeiro, 25 de janeiro de 2011José Roberto Bezerra de Medeiros Diretor Presidente Erik da Costa BreyerDiretor Financeiro e de Relações com InvestidoresLady Batista de MoraisDiretora de Gestão de PessoasPaulo Roberto DutraDiretor de Planejamento e ControleSolange Maria Pinto RibeiroDiretora de Regulação

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES DA COMPANHIAOs diretores da Companhia declaram que examinaram, discutiram e revisaram todas as informações contidas nas Demonstrações Contábeis da Companhia, bem como, concordam com a opinião dos auditores independentes da Companhia, Ernst & Young Terco referenciadas no relatório dos Auditores Independentes a seguir apresentado.Rio de Janeiro, 25 de janeiro de 2011José Roberto Bezerra de Medeiros Diretor Presidente Erik da Costa BreyerDiretor Financeiro e de Relações com InvestidoresLady Batista de MoraisDiretora de Gestão de PessoasPaulo Roberto DutraDiretor de Planejamento e ControleSolange Maria Pinto RibeiroDiretora de Regulação

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal da Companhia Energética do Rio Grande do Norte - COSERN, dando cumprimento ao que dispõe o artigo 163 da Lei nº 6404/76, e suas posteriores alterações, examinou o relatório da administração e demonstrações financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2010, compreendendo: balanço patrimonial, demonstrações do resultado, de mutações do patrimônio líquido, dos fluxos de caixa e do valor adicionado, complementadas por notas explicativas e balanços sociais.Com fundamento nas análises realizadas e no Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras, este Conselho opina no sentido de que as Demonstrações Financeiras, acima referidas, estão em condições de serem submetidas à apreciação dos Senhores Acionistas.Natal, 26 de janeiro de 2011.Rodolfo Fernandes da Rocha PresidenteManuel Jeremias Leite CaldasPaulo César Simplício da SilvaRogério Magno Panca

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.