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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2013Código CVM 9512Versão 1Recebida em 25/02/2014valores em R$ mil

DFP 2013 de PETROLEO BRASILEIRO S A PETROBRAS

PETROLEO BRASILEIRO S A PETROBRAS · CNPJ 33.000.167/0001-01

PETROLEO BRASILEIRO S A PETROBRAS
CNPJ 33.000.167/0001-01
DFP 2013
Exercício 2013
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
PETROLEO BRASILEIRO S A PETROBRAS
CNPJ
33.000.167/0001-01
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2013*
Publicado em
25/02/2014 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:50

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201331/12/2012Var.
1Ativo Total752.966.638669.031.56112,5%
1.01Ativo Circulante123.350.379118.101.8124,4%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa37.171.82427.628.00334,5%
1.01.01.01Caixa e Bancos2.227.2922.024.30110,0%
1.01.01.02Aplicações Financeiras34.944.53225.603.70236,5%
1.01.02Aplicações Financeiras9.100.56521.315.726−57,3%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo9.093.40821.306.430−57,3%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação9.085.45020.887.809−56,5%
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda7.958418.621−98,1%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado7.1579.296−23,0%
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento7.1579.296−23,0%
1.01.03Contas a Receber22.652.36222.680.509−0,1%
1.01.03.01Clientes17.670.21417.352.3291,8%
1.01.03.01.01Terceiros17.150.00913.625.38625,9%
1.01.03.01.02Créditos com Partes Relacionadas2.393.4695.473.219−56,3%
1.01.03.01.03Prov. para Créd. Liquidação Duvidosa−1.873.264−1.746.276−7,3%
1.01.03.02Outras Contas a Receber4.982.1485.328.180−6,5%
1.01.04Estoques33.323.52029.735.94812,1%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar11.645.73211.386.5852,3%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar11.645.73211.386.5852,3%
1.01.06.01.01Imposto de renda e contribuição social correntes2.484.0972.988.727−16,9%
1.01.06.01.02Outros tributos a recuperar9.161.6358.397.8589,1%
1.01.07Despesas Antecipadas1.386.7991.692.488−18,1%
1.01.08Outros Ativos Circulantes8.069.5773.662.553120,3%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda5.638.285289.8791.845,0%
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros2.431.2923.372.674−27,9%
1.01.08.03.01Adiantamento a Fornecedores1.599.8881.894.596−15,6%
1.01.08.03.02Dividendos a Receber00
1.01.08.03.03Outros831.4041.478.078−43,8%
1.02Ativo Não Circulante629.616.259550.929.74914,3%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo43.999.36438.530.46014,2%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo30.70369.747−56,0%
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda30.70369.747−56,0%
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado276.514289.284−4,4%
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento276.514289.284−4,4%
1.02.01.03Contas a Receber5.581.2325.230.5026,7%
1.02.01.03.01Clientes00
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber5.581.2325.230.5026,7%
1.02.01.04Estoques122.54591.84733,4%
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos15.250.71213.281.08714,8%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos2.647.4262.608.0261,5%
1.02.01.06.02ICMS Diferido2.058.5561.844.66311,6%
1.02.01.06.03PIS/COFINS Diferido9.830.8168.278.76818,7%
1.02.01.06.04Outros Impostos713.914549.63029,9%
1.02.01.07Despesas Antecipadas3.134.1872.663.42017,7%
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas5.034.4493.844.95030,9%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas116.06674.79155,2%
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas4.918.3833.770.15930,5%
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes14.569.02213.059.62311,6%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.09.03Conta Petróleo e Álcool - STN00
1.02.01.09.04Depósitos Judiciais5.866.3325.509.5036,5%
1.02.01.09.05Adiantamento a Fornecedores7.566.2666.448.53117,3%
1.02.01.09.06Outros Realizáveis a Longo Prazo1.136.4241.101.5893,2%
1.02.02Investimentos15.615.38412.476.89225,2%
1.02.02.01Participações Societárias15.615.38412.476.89225,2%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas15.563.42512.233.39927,2%
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias51.959243.493−78,7%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado533.880.314418.715.64127,5%
1.02.03.01Imobilizado em Operação346.837.738251.629.17437,8%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado202.251208.008−2,8%
1.02.03.03Imobilizado em Andamento186.840.325166.878.45912,0%
1.02.04Intangível36.121.19781.206.756−55,5%
1.02.04.01Intangíveis35.183.87980.266.073−56,2%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.01.02Direitos e Concessões33.689.40978.701.762−57,2%
1.02.04.01.03Softwares1.494.4701.564.311−4,5%
1.02.04.02Goodwill937.318940.683−0,4%

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadasAos Administradores e AcionistasPetróleo Brasileiro S.A. - PetrobrasExaminamos as demonstrações contábeis individuais da Petróleo Brasileiro S.A. - Petrobras (a "Companhia" ou "Petrobras") que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2013 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como o resumo das principais políticas contábeis e as demais notas explicativas. Examinamos também as demonstrações contábeis consolidadas da Petróleo Brasileiro S.A. - Petrobras e suas controladas ("Consolidado") que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2013 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como o resumo das principais políticas contábeis e as demais notas explicativas.Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeisA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e dessas demonstrações contábeis consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou por erro.Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelo auditor e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou por erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião sobre as demonstrações contábeis individuaisEm nossa opinião, as demonstrações contábeis individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Petróleo Brasileiro S.A. - Petrobras em 31 de dezembro de 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião sobre as demonstrações contábeis consolidadasEm nossa opinião, as demonstrações contábeis consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Petróleo Brasileiro S.A - Petrobras e suas controladas em 31 de dezembro de 2013, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e as práticas contábeis adotadas no Brasil.Ênfase - Base de preparaçãoConforme descrito na Nota 2, as demonstrações contábeis individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Petróleo Brasileiro S.A. - Petrobras, essas práticas diferem das IFRS, aplicáveis às demonstrações contábeis separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas, coligadas e controladas em conjunto pelo método de equivalência patrimonial, uma vez que para fins de IFRS seria custo ou valor justo, e pela manutenção do saldo de ativo diferido existente em 31 de dezembro de 2008, que vem sendo amortizado. Nossa opinião não está ressalvada em função desse assunto.Outros assuntosDemonstrações contábeis de período anterior examinadas por outro auditor independenteAs demonstrações contábeis mencionadas no primeiro parágrafo incluem informações contábeis correspondentes aos balanços patrimoniais, individual e consolidado, obtidas das demonstrações contábeis em 31 de dezembro de 2011, preparadas originalmente antes dos ajustes descritos na Nota 2.3, que foram efetuados em decorrência da adoção da nova política contábil trazida pelo CPC 33(R1) - Benefícios a Empregados e IAS 19 (revised) Employee Benefits. O exame das demonstrações contábeis do exercício findo em 31 de dezembro de 2011, como preparadas originalmente, foi conduzido sob a responsabilidade de outros auditores independentes, que emitiram relatório de auditoria sem ressalva, com data de 9 de fevereiro de 2012. Como parte do nosso exame das demonstrações contábeis do exercício findo em 31 de dezembro de 2013, examinamos também os ajustes efetuados no balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2011, apresentado como saldo de abertura em 1º. de janeiro de 2012. Com base em nosso exame, nada chegou ao nosso conhecimento de que tais ajustes não sejam apropriados ou não foram corretamente efetuados, em todos os aspectos relevantes. Não fomos contratados para auditar, revisar ou aplicar quaisquer outros procedimentos sobre o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2011 e, portanto, não expressamos opinião ou qualquer forma de asseguração sobre esta demonstração contábil.Informação suplementar - demonstrações do valor adicionadoExaminamos também as demonstrações individuais e consolidadas do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, como informação suplementar pelas IFRS, que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto.Rio de Janeiro, 25 de fevereiro de 2014.PricewaterhouseCoopersAuditores IndependentesCRC 2SP000160/O-5 "F" RJMarcos Donizete PanassolContador CRC 1SP155975/O-8 "S" RJ

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Em atendimento ao disposto nos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009, a presidente e os diretores da Petróleo Brasileiro S.A. - Petrobras, sociedade por ações de capital aberto, com sede na Avenida República do Chile, 65, Rio de Janeiro, RJ, inscrita no CNPJ sob nº 33.000.167/0001-01, declaram que:(i) reviram, discutiram e concordam com as demonstrações contábeis da Petrobras do exercício social findo em 31 de dezembro de 2013.(ii) reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no parecer da PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, relativamente às demonstrações contábeis da Petrobras do exercício social findo em 31 de dezembro de 2013.Rio de Janeiro, 25 de fevereiro de 2014.Maria das Graças Silva FosterPresidenteAlmir Guilherme BarbassaDiretor Financeiro e de Relações com Investidores José Alcides Santoro MartinsDiretor de Gás e EnergiaJosé Antônio de FigueiredoDiretor de Engenharia, Tecnologia e MateriaisJosé Carlos CosenzaDiretor de AbastecimentoJosé Eduardo de Barros DutraDiretor Corporativo e ServiçosJosé Miranda Formigli FilhoDiretor de Exploração e Produção

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Em atendimento ao disposto nos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009, a presidente e os diretores da Petróleo Brasileiro S.A. - Petrobras, sociedade por ações de capital aberto, com sede na Avenida República do Chile, 65, Rio de Janeiro, RJ, inscrita no CNPJ sob nº 33.000.167/0001-01, declaram que:(i) reviram, discutiram e concordam com as demonstrações contábeis da Petrobras do exercício social findo em 31 de dezembro de 2013.(ii) reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no parecer da PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, relativamente às demonstrações contábeis da Petrobras do exercício social findo em 31 de dezembro de 2013.Rio de Janeiro, 25 de fevereiro de 2014.Maria das Graças Silva FosterPresidenteAlmir Guilherme BarbassaDiretor Financeiro e de Relações com Investidores José Alcides Santoro MartinsDiretor de Gás e EnergiaJosé Antônio de FigueiredoDiretor de Engenharia, Tecnologia e MateriaisJosé Carlos CosenzaDiretor de AbastecimentoJosé Eduardo de Barros DutraDiretor Corporativo e ServiçosJosé Miranda Formigli FilhoDiretor de Exploração e Produção

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCAL DA PETROBRASO Conselho Fiscal da Petróleo Brasileiro S.A. - PETROBRAS, no exercício de suas funções legais e estatutárias, em reunião realizadanesta data, examinou os seguintes documentos emitidos pela PETROBRAS: I - o Relatório da Administração - Exercício de 2013 II - o Balanço Patrimonial e as demais Demonstrações Contábeis, relativos ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013 e III - o Orçamento de Capital para o exercício de 2014.2. Foram verificadas as seguintes propostas, que estão sendo encaminhadas pela Administração da Companhia à aprovação dos acionistas: a) a serem submetidas à deliberação da Assembleia Geral Ordinária - AGO: 1a) Aprovar o Relatório Anual da Administração - Exercício 2013 2a) Aprovar o Balanço Patrimonial e as demais Demonstrações Contábeis da PETROBRAS (Controladora e Consolidadas) - Exercício 2013 3a) Aprovar a retenção de lucro remanescente do exercício de 2013, no montante de R$ 11.745 milhões, em reserva de Retenção de Lucros, que se destina a atender parcialmente o programa anual de investimentos, estabelecido no Orçamento de Capital de 2014 4a) Aprovar o Orçamento de Capital - Exercício 2014, no montante de R$ 69.726 milhões (Recursos Próprios: R$ 43.066 milhões e Recursos de Terceiros: R$ 26.660 milhões) 5a) A constituição de R$ 21 milhões em reserva de incentivos fiscais 6a) Aprovar a destinação do resultado que considera a distribuição do dividendo do exercício de 2013 no montante de R$ 9.301 milhões (equivalente a R$ 0,5217 por ação ordinária e R$ 0,9672 por ação preferencial), sob a forma de juros sobre o capital próprio. Essa proposta de distribuição de dividendo atende aos direitos garantidos estatutariamente às ações preferenciais e distribui às ações ordinárias o dividendo mínimo calculado sobre o lucro básico, alcançando 41,85% do lucro básico porque o direito dos preferencialistas, de prioridade de 3% da parcela do patrimônio líquido representativa das ações preferenciais, superou o dividendo mínimo equivalente a 25% sobre o lucro básico e 7a) Aprovar, em atendimento aos Artigos 41 e 56 do Estatuto Social da PETROBRAS, a parcela que cabe aos administradores da Companhia relativamente à participação nos lucros ou resultados (PLR) do exercício de 2013 e b) a ser submetida à deliberação da Assembleia Geral Extraordinária - AGE: Aprovar a incorporação ao capital de parte da reserva de incentivos fiscais, referente a investimentos incentivados no âmbito da SUDAM e SUDENE, no montante de R$ 21 milhões, sem a emissão de novas ações, e a consequente alteração do artigo 4° do Estatuto Social da Companhia. 3. Com base nos exames efetuados, considerando as práticas contábeis adotadas pela Companhia, conforme mencionado na Nota Explicativa n° 3, bem como as estimativas e julgamentos relevantes realizados pela Administração, conforme teor da Nota Explicativa n° 4, ambas das demonstrações contábeis, acompanhadas do parecer, sem ressalvas, da PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, de 25/02/2014, o Conselho Fiscal opina que os documentos apresentados estão em condições de serem apreciados pelas Assembleias Gerais Ordinária e Extraordinária dos Acionistas da PETROBRAS.Rio de Janeiro, 25 de fevereiro de 2014.Marisete Fátima Dadald PereiraPresidenteCésar Acosta RechConselheiroPaulo José dos Reis SouzaConselheiroReginaldo Ferreira Alexandre ConselheiroWalter Luis Bernardes AlbertoniConselheiro

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.