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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2011190 páginasCódigo CVM 22187Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 12/03/2012valores em R$ mil

DFP 2011 de PRIO S.A.

PRIO S.A. · CNPJ 10.629.105/0001-68

Versões deste exercício: v1 (02/03/2012) · v2 (12/03/2012), esta

PRIO S.A.
CNPJ 10.629.105/0001-68
DFP 2011 (V2)
Exercício 2011
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Metadados

Empresa
PRIO S.A.
CNPJ
10.629.105/0001-68
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
190
Ano de referência
2011*
Publicado em
12/03/2012 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:41

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201131/12/2010Var.
1Ativo Total5.390.0912.695.652100,0%
1.01Ativo Circulante2.853.5852.446.14416,7%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa57.00220.850173,4%
1.01.02Aplicações Financeiras1.434.1772.405.724−40,4%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo02.405.724−100,0%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação02.405.724−100,0%
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber1.3821.944−28,9%
1.01.03.01Clientes00—
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques00—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar34.7067.507362,3%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00—
1.01.07Despesas Antecipadas8.3922.137292,7%
1.01.08Outros Ativos Circulantes1.317.9267.98216.411,2%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda1.296.1280—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros21.7987.982173,1%
1.01.08.03.01Adiantamento a fornecedores11.0647.22153,2%
1.01.08.03.02Instrumentos financeiros10.1490—
1.01.08.03.03Outros585761−23,1%
1.02Ativo Não Circulante2.536.506249.508916,6%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo22.39637.494−40,3%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes22.39637.494−40,3%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Depósitos em Garantia44237.494−98,8%
1.02.01.09.04Adiantamento a fornecedores21.9540—
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado323.26838.413741,6%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível2.190.842173.6011.162,0%
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeirasAos Acionistas, Conselheiros e Diretores daHRT Participações em Petróleo S.A.Rio de Janeiro - RJExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da HRT Participações em Petróleo S.A., identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2011 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Responsabilidade dos auditores independentes--ContinuaçãoUma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião sobre as demonstrações financeiras individuais Em nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da HRT Participações em Petróleo S.A. em 31 de dezembro de 2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas Em nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da HRT Participações em Petróleo S.A. em 31 de dezembro de 2011, o desempenho consolidado de suas operções e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB e as práticas contábeis adotadas no Brasil.Ênfase relativa à diferença entre as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicável sobre informações contábeis individuais e as IFRS aplicável a demonstrações financeiras separadasConforme descrito na nota explicativa 2, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da HRT Participações em Petróleo S.A. essas práticas diferem do IFRS, aplicável às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas, coligadas e controladas em conjunto pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo. Nossa opinião não está ressalvada em função desse assunto. Ênfase relativa as incertezas envolvendo as atividades exploratórias da Companhia e de suas controladasA Companhia e suas controladas mantém capitalizados gastos significativos em projetos exploratórios, conforme divulgado nas notas explicativas 1, 14 e 16. O investimento em montantes significativos na exploração e desenvolvimento de reservas de petróleo e gás é inerente aos negócios da Companhia, e podem não resultar em descoberta de reservas economicamente viáveis. As demonstrações financeiras não incluem quaisquer ajustes que seriam requeridos caso algum dos investimentos não apresente o resultado esperado, que dependem do sucesso de suas operações futuras. Os planos da Administração da Companhia em relação às suas atividades operacionais consolidadas estão descritos na nota explicativa 1.Outros assuntos Demonstrações do valor adicionado Examinamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011, preparadas sob a responsabilidade da Administração, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Rio de Janeiro, 06 de fevereiro de 2012ERNST & YOUNG TERCOAuditores Independentes S.S.CRC - 2SP 015.199/O-6-F-RJMauro MoreiraContador - CRC - 1RJ 072.056/O-2Roberto Cesar Andrade dos SantosContador CRC - 1RJ 093.771/O-9

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Em observância às disposições constantes do artigo 25, § 1º, item "v" e "vi" da Instrução CVM nº 480/2009, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que reviu, discutiu e concordou com as opiniões expressas no parecer da Ernst & Young Terco Auditores Independentes S/S, emitido em 06.02.2012 e com as demonstrações financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2011.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Em atendimento à Instrução Nº 381/03 da Comissão de Valores Mobiliários, informamos o seguinte: 1) Em 2011, a Companhia pagou honorários à empresa Ernst & Young Terco o montante de R$ 930 mil, os quais abrangem os serviços de auditoria externa obrigatórios (ITr´s), no valor de R$ 705 mil representando 75,8% do valor total.2) Outros trabalhos específicos, cujas características são demonstradas a seguir: PeríodoDuraçãoHonorários pagos% sobre o valor dos serviços de auditoria externaMarço a Junho3 mesesR$ 91 mil12,9%Setembro1 mêsR$ 22 mil3,1%Julho a Dezembro6 mesesR$ 106 mil 15,4%Estes serviços não afetaram as restrições da Instrução CVM 381/03, pois se referem consultoria tributária em assuntos relacionados à incorporação reversa, recuperação de impostos indiretos e transações com partes relacionadas no exterior (transfer pricing). Em nosso relacionamento com o Auditor Independente, buscamos avaliar o conflito de interesses com trabalhos de não-auditoria com base no seguinte: o auditor não deve (a) auditar seu próprio trabalho, e (b) exercer funções gerenciais e (c) promover nossos interesses.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.