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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 202585 páginasCódigo CVM 23833Versão 1Recebida em 26/02/2026valores em R$ mil

DFP 2025 de CONCESSIONARIA DE RODOVIA SUL - MATOGROSSENSE S.A

CONCESSIONARIA DE RODOVIA SUL - MATOGROSSENSE S.A · CNPJ 19.642.306/0001-70

CONCESSIONARIA DE RODOVIA SUL - MATOGROSSENSE S.A
CNPJ 19.642.306/0001-70
DFP 2025
Exercício 2025
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Metadados

Empresa
CONCESSIONARIA DE RODOVIA SUL - MATOGROSSENSE S.A
CNPJ
19.642.306/0001-70
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
85
Ano de referência
2025*
Publicado em
26/02/2026 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:57:09

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/202531/12/2024Var.
1Ativo Total1.464.603466.529213,9%
1.01Ativo Circulante256.36697.141163,9%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa193.92056.499243,2%
1.01.02Aplicações Financeiras10.4589.9585,0%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.03Contas a Receber30.70425.62519,8%
1.01.03.01Clientes30.70425.62519,8%
1.01.03.01.01Contas a receber das operações30.62525.62319,5%
1.01.03.01.02Contas a receber de partes relacionadas7923.850,0%
1.01.03.01.03Contas a receber do Poder Concedente00—
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques00—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar16.0692.560527,7%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00—
1.01.07Despesas Antecipadas5.2152.499108,7%
1.01.07.01Despesas Antecipadas e Outros Créditos5.2152.499108,7%
1.01.08Outros Ativos Circulantes00—
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros00—
1.01.08.03.01Adiantamentos a fornecedores00—
1.01.08.03.02Outros créditos00—
1.02Ativo Não Circulante1.208.237369.388227,1%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo476.73227.9481.605,8%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado27.09427.919−3,0%
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.04Contas a Receber00—
1.02.01.04.01Contas a Receber do Poder Concedente00—
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.05Estoques00—
1.02.01.06Ativos Biológicos00—
1.02.01.07Tributos Diferidos449.6180—
1.02.01.07.01Imposto de renda e contribuição social diferidos449.6180—
1.02.01.08Despesas Antecipadas00—
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.09.02Créditos com Controladas00—
1.02.01.09.03Créditos com controladores00—
1.02.01.09.04Créditos com outras partes relacionadas00—
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes2029−31,0%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.10.03Depósitos judiciais e outros00—
1.02.01.10.04Tributos a recuperar00—
1.02.01.10.05Contas a receber do Poder Concedente00—
1.02.01.10.06Outros créditos2029−31,0%
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.02Participações em Controladas00—
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.04Outros Investimentos00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado42.0939743.294,8%
1.02.03.01Imobilizado em Operação5.3630—
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento1809785,6%
1.02.03.03Imobilizado em Andamento36.5500—
1.02.04Intangível689.412341.343102,0%
1.02.04.01Intangíveis689.412341.343102,0%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Intangível384.518331.88915,9%
1.02.04.01.03Infraestrutura em construção304.8949.4543.125,0%
1.02.04.01.04Intangível em andamento00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeirasAos acionistas, conselheiros e Administração daConcessionária de Rodovia Sul-Matogrossense S.A.Campo Grande - MSOpinião Examinamos as demonstrações financeiras da Concessionária de Rodovia Sul-Matogrossense S.A. (Companhia), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2025 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo as políticas contábeis materiais e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Concessionária de Rodovia Sul-Matogrossense S.A. em 31 de dezembro de 2025, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras". Somos independentes em relação à Companhia, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade aplicáveis às auditorias de demonstrações financeiras de entidades de interesse público no Brasil, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais Assuntos de Auditoria (PAA)Principais Assuntos de Auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Determinamos que o assunto a seguir é o principal assunto de auditoria a ser comunicado em nosso relatório.Modernização do contrato de concessão e capitalização de gastos com ativos de concessão (Termo aditivo no 006/2025) (Notas explicativas nos 1, 3.7 e 11)Motivo pelo qual o assunto foi considerado um principal assunto de auditoriaConforme a nota explicativa 1, no dia primeiro de agosto de 2025, a Companhia assinou o Termo Aditivo nº 006/2025, no contexto do processo competitivo no 01/2025, que modernizou o contrato da BR 163/MS, definiu novas obrigações de investimentos, diretrizes de prestação de serviços e assegurou continuidade por 29 anos, em linha com o Acórdão TCU Plenário nº 2.434/2024. Em 18 de dezembro de 2024, a Companhia havia celebrado o Termo de Modernização do contrato de concessão, que já previa a obrigação de retomada das obras de ampliação de capacidade, duplicação, faixas adicionais e restauração do pavimento. Entretanto, embora tal instrumento já estabelecesse compromissos formais, as condições operacionais e financeiras necessárias ao reconhecimento contábil pleno dos efeitos da modernização - incluindo mensuração confiável do cronograma de obras, amortização/depreciação em razão do congelamento iniciado com o termo de autocomposição celebrado em dezembro de 2024 até a definição final do novo prazo contratual em 2025.Desde a celebração do termo aditivo a Companhia capitaliza e registra como ativos intangíveis e ativos de contrato determinados gastos elegíveis, decorrentes de contrato de concessão. Os contratos de concessões representam o direito de exploração da infraestrutura, pautado pela interpretação contábil ICPC 01 (R1) - Contratos de Concessão (IFRIC 12), o qual prevê a obrigação de construir e/ou operar a infraestrutura (ativo intangível ou ativo de contrato da concessão) para a prestação dos serviços públicos em nome do poder concedente, nas condições previstas em contrato.As capitalizações dos montantes registrados nestas rubricas no exercício de 2025 impactam na apuração do custo de construção e, consequentemente, na determinação da receita de construção. A mensuração destes gastos também é afetada por elementos subjetivos devido à natureza diversa dos gastos capitalizados como parte da infraestrutura da concessão, bem como devido a existir certo grau de julgamento para a determinação de quais gastos seriam elegíveis para serem capitalizados como o ativo intangível e ativo de contrato. Desta forma, identificamos a capitalização de gastos no ativo de contrato de concessão e do intangível como uma área relevante para nossos trabalhos e, dessa forma, um principal assunto de auditoria.Consideramos esse assunto como significativo em nossa auditoria devido à relevância dos valores envolvidos, à natureza e extensão dos esforços de auditoria necessários para tratar do assunto e às incertezas relacionadas aplicação integral da interpretação contábil ICPC 01 (R1) - Contratos de Concessão (IFRIC 12), possuem risco significativo resultar em um ajuste material nos saldos das demonstrações financeiras.Como o assunto foi tratado na auditoria das demonstrações financeirasNossos procedimentos de auditoria incluíram, dentre outros: avaliamos o desenho dos controles internos chaves implementadas pela administração para novas adições de infraestrutura e gerenciamento dos contratos de concessõesobtivemos o Termo de modernização (18 de dezembro de 2024), do Termo aditivo no 006/2025 (1o de agosto de 2025) e demais documentos regulatórios pertinentes, avaliando seus impactos contábeis e operacionais e verificando o momento apropriado para reconhecimento dos efeitos nas demonstrações financeirastestamos documentalmente, em base amostral, as adições do ativo de contrato de concessão e intangível, incluindo a inspeção das medições, notas fiscais, comprovantes de pagamentos e contratos, com objetivo de avaliar a natureza do gasto e sua respectiva classificaçãoavaliamos a natureza dos gastos capitalizados como ativo de contrato de concessões e sua aplicabilidade aos critérios estabelecidos pelo contrato de concessão e normas contábeis vigentes eavaliamos se as divulgações nas notas explicativas estão consistentes com as informações e representações obtidas da administração.Com base nos procedimentos efetuados, consideramos que são razoáveis as premissas e metodologias utilizadas pela Companhia para a capitalização dos gastos ao ativo de contrato e ativo intangível, estando as informações apresentadas nas demonstrações financeiras consistentes com as informações analisadas em nossos procedimentos de auditoria no contexto daquelas demonstrações financeiras.Realização do imposto de renda e contribuição social diferidos (Notas Explicativas nos 3.12 e 8.2)Motivo pelo qual o assunto foi considerado um principal assunto de auditoriaA Companhia constituiu no exercício de 2025 imposto de renda e contribuição social diferidos decorrentes de diferenças temporárias, prejuízos fiscais acumulados e base negativa da contribuição social. Tais saldos devem ser reconhecidos na medida em que seja provável a existência de lucros tributáveis futuros contra diferenças temporárias, os prejuízos fiscais acumulados e a base negativa da contribuição social possam ser utilizados. As estimativas dos lucros tributáveis futuros são preparadas pela Companhia e fundamentadas em estudo técnico de viabilidade, aprovado na data da avaliação até a data final do prazo de concessão, envolvendo premissas relacionadas ao crescimento da receita decorrente de cada atividade ope racional, que podem ser impactadas pelas reduções ou crescimentos econômicos, taxas de inflação e volume de tráfego. Consideramos esse assunto como significativo em nossa auditoria devido às incertezas relacionadas a aplicação do método e da seleção das premissas, para se estimar os lucros tributáveis futuros que possuem risco significativo de resultar em um ajuste material nos saldos das demonstrações financeiras.Como o assunto foi tratado na auditoria das demonstrações financeirasNossos procedimentos de auditoria incluíram, mas não se limitaram a: avaliamos, com o auxílio dos nossos especialistas de finanças corporativas, da razoabilidade e consistência das principais premissas utilizadas na estimativa de lucros tributáveis futuros, comparando-as com dados históricos e/ou de mercado e avaliando se são condizentes com o orçamento aprovado pela Administração da Companhiaconciliamos tecnicamente os saldos de prejuízos fiscais/bases negativas e diferenças temporárias, com o auxílio dos nossos especialistas de impostos diretostestamos, com o auxílio dos nossos especialistas de finanças corporativas, se os cálculos matemáticos foram elaborados de forma consistente e não apresentam qualquer tipo de erro que possa impactar a estimativa das projeções de lucros tributáveis futurosreexecutamos os cálculos de impostos de renda e contribuição social diferidoefetuamos a leitura das evidências contratuais sobre o Termo de Autocomposição de 18 de dezembro de 2024, leilão de otimização de 22 de maio de 2025, Reajuste tarifário junho de 2025 e o Termo Aditivo de agosto de 2025. Adicionalmente os recentes resultados operacionais que sustentam a mudança de perspectiva de resultados tributáveis eavaliamos se as divulgações nas notas explicativas estão consistentes com as informações e representações obtidas da administração.Com base nas evidências obtidas, por meio dos procedimentos acima resumidos, consideramos aceitáveis os saldos do imposto de renda e contribuição social diferidos e suas respectivas divulgações, estando consistentes com as informações analisadas em nossos procedimentos de auditoria no contexto das demonstrações financeiras.Outros assuntosDemonstração do valor adicionadoA demonstração do valor adicionado (DVA) referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, elaborada sob a responsabilidade da administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foi submetida a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essa demonstração está conciliada com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos na NBC TG 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essa demonstração do valor adicionado foi adequadamente elaborada, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nessa Norma e são consistentes em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras não abrange o Relatório da administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeirasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards) emitidas pelo International Standards Accounting Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeirasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detecta as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtivemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionaisobtivemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhiaavaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administraçãoconcluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacionalav aliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance e da época dos trabalhos de auditoria planejados e das constatações significativas de auditoria, inclusive as deficiências significativas nos controles internos que, eventualmente, tenham sido identificadas durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Campinas, 26 de fevereiro de 2026Grant Thornton Auditores Independentes Ltda.CRC 2SP-028.281/O-4 F SPÉlica Daniela da Silva MartinsContadora CRC 1SP-223.766/O-0

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DA DIRETORIA Em observância às disposições constantes no artigo 27, §1º, V e VI, da Resolução CVM nº. 80, de 29 de março de 2022, os membros da Diretoria da Companhia declaram que: (i) reviram, discutiram e concordam, por unanimidade, com as opiniões expressas no Relatório da Grant Thornton Brasil ("GT") sobre as Demonstrações Financeiras da Companhia, relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025 e (ii) reviram, discutiram e concordam, por unanimidade, com as Demonstrações Financeiras da Companhia relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025.Campo Grande/MS, 26 de fevereiro de 2026.NELSON SOARES NETODIRETOR PRESIDENTE E DE RELAÇÕES COM INVESTIDORESGUILHERME MOTTA GOMESDIRETORANGELO LUIZ LODIDIRETOR

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DA DIRETORIA Em observância às disposições constantes no artigo 27, §1º, V e VI, da Resolução CVM nº. 80, de 29 de março de 2022, os membros da Diretoria da Companhia declaram que: (i) reviram, discutiram e concordam, por unanimidade, com as opiniões expressas no Relatório da Grant Thornton Brasil ("GT") sobre as Demonstrações Financeiras da Companhia, relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025 e (ii) reviram, discutiram e concordam, por unanimidade, com as Demonstrações Financeiras da Companhia relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025.Campo Grande/MS, 26 de fevereiro de 2026.NELSON SOARES NETODIRETOR PRESIDENTE E DE RELAÇÕES COM INVESTIDORESGUILHERME MOTTA GOMESDIRETORANGELO LUIZ LODIDIRETOR

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias1.456.422.3280
Preferenciais00
Total1.456.422.3280

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.