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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2016158 páginasCódigo CVM 11312Versão 1Recebida em 22/03/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de OI S.A. - EM RECUPERACAO JUDICIAL

OI S.A. - EM RECUPERACAO JUDICIAL · CNPJ 76.535.764/0001-43

OI S.A. - EM RECUPERACAO JUDICIAL
CNPJ 76.535.764/0001-43
DFP 2016
Exercício 2016
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Metadados

Empresa
OI S.A. - EM RECUPERACAO JUDICIAL
CNPJ
76.535.764/0001-43
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
158
Ano de referência
2016*
Publicado em
22/03/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total82.171.198103.007.600−20,2%
1.01Ativo Circulante26.706.57738.067.009−29,8%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa7.563.25114.898.063−49,2%
1.01.02Aplicações Financeiras116.5321.801.720−93,5%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo116.5321.801.720−93,5%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação116.5321.801.720−93,5%
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber8.347.4598.379.719−0,4%
1.01.03.01Clientes8.347.4598.379.719−0,4%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques355.002351.9930,9%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar1.320.904915.57344,3%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar1.320.904915.57344,3%
1.01.07Despesas Antecipadas293.689293.0360,2%
1.01.08Outros Ativos Circulantes8.709.74011.426.905−23,8%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros8.709.74011.426.905−23,8%
1.01.08.03.01Instrumentos Financeiros Derivativos0606.387−100,0%
1.01.08.03.02Depósitos e Bloqueios Judiciais977.5501.258.227−22,3%
1.01.08.03.03Outros Tributos1.222.989922.98632,5%
1.01.08.03.04Dividendos e Juros sobre o Capital Próprio00—
1.01.08.03.05Ativo Relacionado aos Fundos de Pensão6.539753768,4%
1.01.08.03.06Ativos Mantidos para Venda5.403.9037.686.298−29,7%
1.01.08.03.07Demais Ativos1.098.759952.25415,4%
1.02Ativo Não Circulante55.464.62164.940.591−14,6%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo17.887.50926.906.749−33,5%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo169.473125.96634,5%
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.01.03Caixa Restrito169.473125.96634,5%
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos2.515.2545.795.806−56,6%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos2.515.2545.795.806−56,6%
1.02.01.07Despesas Antecipadas11.19571.194−84,3%
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes15.191.58720.913.783−27,4%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Depósitos e Bloqueios Judiciais14.122.52713.119.1307,6%
1.02.01.09.04Outros Tributos738.825659.89912,0%
1.02.01.09.05Ativo Relacionado aos Fundos de Pensão109.965129.128−14,8%
1.02.01.09.06Instrumentos Financeiros Derivativos06.780.316−100,0%
1.02.01.09.07Demais Ativos220.270225.310−2,2%
1.02.02Investimentos135.652154.890−12,4%
1.02.02.01Participações Societárias135.652154.890−12,4%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas38.13939.003−2,2%
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias97.513115.887−15,9%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado26.268.16726.010.1121,0%
1.02.03.01Imobilizado em Operação23.854.39724.353.531−2,0%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento2.413.7701.656.58145,7%
1.02.04Intangível11.173.29311.868.840−5,9%
1.02.04.01Intangíveis11.173.29311.868.840−5,9%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Software1.152.7961.369.411−15,8%
1.02.04.01.03Marcas e Patentes00—
1.02.04.01.04Intangível em Formação112.842125.841−10,3%
1.02.04.01.05Licenças Regulatórias8.877.4009.876.948−10,1%
1.02.04.01.06Ágio788.656246.527219,9%
1.02.04.01.07Outros241.599250.113−3,4%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Negativa de Opinião
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAo Conselho de Administração e acionistas da Oi S.A. - Em recuperação judicialRio de Janeiro - RJAbstenção de opinião Fomos contratados para examinar as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Oi S.A. - Em recuperação judicial (Companhia), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas.Não expressamos uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas acima referidas pois, devido à relevância do assunto descrito na seção a seguir intitulada "Base para abstenção de opinião" não nos foi possível obter evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião de auditoria sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Base para abstenção de opiniãoPlano de recuperação judicial e valor recuperável de ativosConforme nota explicativa nº 1 às demonstrações financeiras, em 29 de junho de 2016, a Oi S.A. e determinadas controladas diretas e indiretas ingressaram no processo de recuperação judicial. Em 05 de setembro de 2016 o Conselho de Administração da Companhia aprovou o Plano de Recuperação Judicial ("Plano"), cujo processo de aprovação pela Assembleia Geral de Credores ("AGC") estava pendente até a data de conclusão dos nossos trabalhos. Existem ainda algumas discussões e questionamentos em curso sobre condições relevantes do Plano, portanto, não nos foi possível determinar no estágio atual, quais serão os efeitos, se houver, sobre o atual Plano. Em decorrência desses assuntos, não foi possível concluirmos se a utilização do pressuposto de continuidade operacional, base para a elaboração dessas demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2016, é apropriado, nem tampouco quais seriam os efeitos sobre os saldos dos ativos, passivos e nos elementos componentes das demonstrações do resultado, dos resultados abrangentes, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa caso as demonstrações financeiras não fossem preparadas considerando esse pressuposto. Diante deste contexto de incerteza, que pode afetar significativamente a capacidade de investimento da Companhia nas operações futuras, o que resultaria em potencial desvalorização dos ativos, a Administração, até a data de finalização dos nossos trabalhos, não havia concluído o teste de redução ao valor recuperável de ativo conforme requerido pelo pronunciamento técnico CPC 01 (R1) (IAS 36) - Redução ao Valor Recuperável de Ativos. Consequentemente, não foi possível determinar se teria havido necessidade de efetuar ajustes em relação aos saldos dos ativos não financeiros da Companhia em 31 de dezembro de 2016, bem como nos elementos componentes das demonstrações do resultado, dos resultados abrangentes, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa do exercício findo naquela data. Adicionalmente, a nossa opinião sobre as demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2015, conteve modificação relativa ao não reconhecimento de perda por redução ao valor recuperável ("impairment"). Nosso relatório de auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente também inclui modificação em decorrência do efeito desse assunto sobre a comparabilidade dos valores do exercício corrente e valores correspondentes. Outros assuntos - Demonstração do valor adicionadoFomos contratados para avaliar também as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS. Para a emissão do nosso relatório, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Entretanto, devido à relevância dos assuntos descritos na seção intitulada "Base para abstenção de opinião", não nos foi possível obter evidências apropriadas e suficientes para fundamentar nossa opinião sobre essas demonstrações do valor adicionado, bem como se elas são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Consequentemente, não expressamos opinião ou qualquer afirmação sobre elas. Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadas A administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossa responsabilidade é a de conduzir uma auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas da companhia e suas controladas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e emitir um relatório de auditoria. Contudo, devido ao assunto descrito na seção intitulada "Base para abstenção de opinião", não nos foi possível obter evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião de auditoria sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas.Rio de Janeiro, 22 de março de 2017KPMG Auditores IndependentesCRC SP-014428/O-6 F-RJJosé Luiz de Souza GurgelContador CRC RJ-087339/O-4

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES ESTATUTÁRIOSOs diretores estatutários da Oi S.A. declaram, para fins do disposto nos incisos IV e V, § 1° do art. 25 da Instrução CVM n.° 480/09, que, dentro de suas respectivas áreas de competência, reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras findas em 31/12/16, bem como com as opiniões expressas no parecer emitido pela KPMG Auditores Independentes sobre essas demonstrações.Rio de janeiro, 20 de março de 2017.Marco Norci Schroeder Diretor Presidente Ricardo Malavazi MartinsDiretor de Finanças e Relações com InvestidoresEurico de Jesus Teles NetoDiretor

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES ESTATUTÁRIOSOs diretores estatutários da Oi S.A. declaram, para fins do disposto nos incisos IV e V, § 1° do art. 25 da Instrução CVM n.° 480/09, que, dentro de suas respectivas áreas de competência, reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras findas em 31/12/16, bem como com as opiniões expressas no parecer emitido pela KPMG Auditores Independentes sobre essas demonstrações.Rio de janeiro, 20 de março de 2017.Marco Norci Schroeder Diretor Presidente Ricardo Malavazi MartinsDiretor de Finanças e Relações com InvestidoresEurico de Jesus Teles NetoDiretor

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

ANEXO IATA DE REUNIÃO DO CONSELHO FISCAL REALIZADA EM 21 DE MARÇO DE 2017OI S.A. - EM RECUPERAÇÃO JUDICIALCompanhia AbertaCNPJ 76.535.764/0001-43NIRE 33.300.29520-8Parecer do Conselho FiscalO Conselho Fiscal da Oi S.A. - Em Recuperação Judicial examinou as Demonstrações Financeiras individuais e consolidadas da Companhia que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado. Com base nos documentos examinados, nos esclarecimentos prestados por representantes da Companhia e da KPMG e fundamentado na emissão do Relatório de Auditoria Externa, os membros do Conselho Fiscal, abaixo assinados, concluíram que as referidas Demonstrações Financeiras expressam adequadamente a situação financeira e patrimonial da Companhia em 31 de dezembro de 2016 e estão em condições de serem submetidas à apreciação e aprovação pela Assembleia Geral de Acionistas. Em consonância com o disposto no art. 163 da Lei 6.404/76, o Conselho Fiscal opina favoravelmente à aprovação das referidas Demonstrações Financeiras.Rio de Janeiro, 21 de março de 2017.Allan Kardec de Melo Ferreira PresidenteJosé Cláudio Rego AranhaManuel Jeremias Leite CaldasPedro Wagner Pereira Coelho

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.