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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2025142 páginasCódigo CVM 21636Versão 1Recebida em 31/03/2026valores em R$ mil

DFP 2025 de RENOVA ENERGIA S/A

RENOVA ENERGIA S/A · CNPJ 08.534.605/0001-74

RENOVA ENERGIA S/A
CNPJ 08.534.605/0001-74
DFP 2025
Exercício 2025
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Metadados

Empresa
RENOVA ENERGIA S/A
CNPJ
08.534.605/0001-74
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
142
Ano de referência
2025*
Publicado em
31/03/2026 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:57:09

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/202531/12/2024Var.
1Ativo Total3.024.5833.061.346−1,2%
1.01Ativo Circulante275.207288.269−4,5%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa35.730144.216−75,2%
1.01.02Aplicações Financeiras36.6445.145612,2%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado36.6445.145612,2%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00—
1.01.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado36.6445.145612,2%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.03Contas a Receber68.48848.79840,4%
1.01.03.01Clientes68.48848.79840,4%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques00—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar17.11512.57936,1%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar17.11512.57936,1%
1.01.07Despesas Antecipadas3372.293−85,3%
1.01.07.01Adiantamento a Fornecedores3372.293−85,3%
1.01.08Outros Ativos Circulantes116.89375.23855,4%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros116.89375.23855,4%
1.01.08.03.01Outros Créditos21.3261.8701.040,4%
1.01.08.03.02Cauções e Depósitos Vinculados00—
1.01.08.03.03Ativos Classificados como Mantidos para Venda00—
1.01.08.03.04Compromissos futuros89.62963.41541,3%
1.01.08.03.05Despesas antecipadas5.9389.953−40,3%
1.02Ativo Não Circulante2.749.3762.773.077−0,9%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo207.376229.504−9,6%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado022−100,0%
1.02.01.03.01Títulos Mantidos até o Vencimento022−100,0%
1.02.01.04Contas a Receber00—
1.02.01.04.01Clientes00—
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.05Estoques00—
1.02.01.06Ativos Biológicos00—
1.02.01.07Tributos Diferidos18.48712.90043,3%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.08Despesas Antecipadas00—
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes188.889216.582−12,8%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.10.03Compromissos futuros169.991213.868−20,5%
1.02.01.10.04Outros Créditos00—
1.02.01.10.05Outras Contas a Receber00—
1.02.01.10.06Depósitos Judiciais2.8982.7146,8%
1.02.01.10.07Ativos não circulante classificados como mantidos para venda16.0000—
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.05Outros Investimentos00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado2.542.0002.543.573−0,1%
1.02.03.01Imobilizado em Operação2.204.5252.287.867−3,6%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento65.79022.341194,5%
1.02.03.03Imobilizado em Andamento271.685233.36516,4%
1.02.04Intangível00—
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Aos:Acionistas e Administradores daRenova Energia S.A.São Paulo - SPOpinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Renova Energia S.A. ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2025 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo as políticas contábeis materiais e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Renova Energia S.A. em 31 de dezembro de 2025, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas contábeis internacionais (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) (Atualmente denominada pela Fundação IFRS como "normas contábeis IFRS").Base para opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, aplicáveis a auditorias de demonstrações financeiras de entidades de interesse público no Brasil, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.ÊnfaseEncerramento do Plano de Recuperação Judicial (PRJ) e capitalização de créditosConforme mencionado na Nota Explicativa nº 1.2, a Companhia e determinadas controladas protocolaram, em 16 de outubro de 2019, pedido de Recuperação Judicial, tendo ele sido deferido nessa mesma data, sendo posteriormente deferidos um novo pedido e novos aditamentos aos planos de recuperação judicial.No dia 12 de fevereiro de 2025, o Juízo da 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais da comarca de São Paulo, proferiu sentença de encerramento do processo de recuperação judicial da Companhia e suas controladas. Em 24 de julho de 2025, decorreu o prazo recursal, sem que houvesse qualquer recurso contra a decisão de encerramento.Além disso, o Conselho de Administração aprovou em 28 de abril de 2025 a homologação do aumento de capital social da Companhia, por subscrição privada de ações, para capitalização dos créditos detidos pelo VC Energia II Fundo de Investimento em Participações ("Credor"). O aumento de capital é homologado no valor atualizado dos créditos detidos pelo Credor contra a Companhia, correspondente a R$ 534.474 mil. No entanto, em 13 de maio de 2025 a "2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais", em sede de julgamento embargos de declaração, reconheceu nulidade da operação de conversão de crédito realizada pela Companhia mediante capitalização de créditos. Em 26 de maio de 2025, em novo julgamento de embargos de declaração opostos pela Companhia, foi revogada a declaração de nulidade da operação, considerando-se então como efetiva a homologação do referido aumento de capital social.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Para cada assunto abaixo, a descrição de como nossa auditoria tratou o assunto, incluindo quaisquer comentários sobre o resultado de nossos procedimentos, é apresentado no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Reconhecimento de receita e custos com compra de energiaNo exercício findo em 31 de dezembro de 2025, a Companhia e suas controladas reconheceram receitas operacionais provenientes, principalmente, da geração e comercialização de energia elétrica nos ambientes de contratação regulada (ACR), de contratação livre (ACL) e no Mercado de Curto Prazo (MCP) da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Também foram reconhecidos custos com compra de energia relacionados à cobertura contratual e às operações de balanceamento de lastro. Parte relevante da receita decorre da entrega de energia gerada pelos parques eólicos e demais ativos renováveis da Companhia, sendo o reconhecimento realizado conforme os critérios descritos na nota explicativa nº 2.1.6.A mensuração da energia gerada e não faturada envolve julgamentos significativos, considerando variabilidade de vento, sazonalidade de geração, estimativas de perdas e ajustes setoriais, o que pode afetar o momento adequado de reconhecimento da receita e dos custos.O assunto foi considerado significativo para a auditoria devido ao elevado volume das transações, à complexidade das regras aplicáveis pela CCEE e ao risco de reconhecimento em períodos inadequados, especialmente próximo ao encerramento do exercício.Como nossa auditoria conduziu este assunto:Nossos procedimentos de auditoria incluíram, dentre outros:(i)Avaliação da adequação das políticas contábeis adotadas pela Companhia, bem como o entendimento dos controles internos relacionados ao reconhecimento das receitas e custos de fornecimento e comercialização de energia(ii)Avaliação da razoabilidade das estimativas contábeis referentes à energia gerada e não faturada ao final do exercício, considerando histórico de geração dos parques, curvas anemométricas, padrões de sazonalidade e dados de medição(iii)Análise por meio de amostra, de contratos no ACR e ACL, incluindo operações no mercado livre, para a verificação de preços, regras, prazos, cláusulas de reajuste e obrigações contratuais. Realização de procedimentos substantivos sobre as regras de formação de preços dos leilões, seus reajustes, além da revisão dos indexadores e atualizações com base no aniversário dos contratos. Adicionalmente, revisão substantiva das garantias físicas das usinas, considerando limites regulatórios, sazonalidade e impactos no lastro disponível(iv)Avaliação dos relatórios de contabilização e liquidação emitidos pela CCEE, com o objetivo de corroborar a quantidade de energia contabilizada, a energia transacionada no MCP, ajustes de contabilização e liquidações financeiras(v)Teste de recebimentos e pagamentos subsequentes de faturas, por amostragem, tanto das receitas de venda de energia quanto dos custos de reposição e compra de energia e(vi)Avaliação da adequação das divulgações preparadas pela Companhia, observando se refletem adequadamente os riscos, premissas e incertezas relacionados ao reconhecimento das receitas e custos, conforme incluídas nas respectivas notas explicativas às demonstrações financeiras.Com base nos resultados dos procedimentos acima resumidos e nas evidências obtidas, consideramos que o reconhecimento da receita e custos com compra de energia são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Reconhecimento do Valor Justo dos contratos de energia futurosConforme mencionado na Nota Explicativa nº 24 (i), os contratos de compromissos futuros celebrados pela controlada Renova Comercializadora são mensurados ao valor justo, utilizando-se das melhores informações disponíveis e observáveis, sendo utilizada como melhor estimativa a curva de preços forward calculada por empresa independente contratada pela Companhia.O resultado da diferença entre a curva de preço do contrato e a curva de preço forward é registrado como Marcação a Mercado (MtM) do Instrumento Financeiro Derivativo.Considerando a relevância dos saldos, a existência de estimativas significativas utilizadas na mensuração do valor justo dos contratos futuros e as premissas utilizadas para a determinação da taxa de desconto, de forma a mensurar a valor presente, bem como eventuais mudanças nas premissas e estimativas utilizadas que poderiam impactar as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, consideramos esse assunto como significativo em nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assunto:Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros:(i)Obtenção do entendimento sobre o fluxo de mensuração e registro das operações de contratos futuros(ii)Testes amostrais de documentos para validação da base de cálculo do valor justo dos contratos de entrega e recebimento de energia futura(iii)Avaliação da adequação do preço futuro de energia e demais premissas que foram utilizadas pela Companhia para determinar o valor justo dos contratos e a taxa de desconto utilizada para avaliar a valor presente, bem como a validação das fontes independentes desses preços e índices e(iv)Avaliação da adequação das divulgações apresentadas em notas explicativas.Com base nos procedimentos acima executados, julgamos serem razoáveis os saldos e as divulgações sobre esse assunto nas demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, tomadas em conjunto.Encerramento do Plano de Recuperação Judicial (PRJ) e mensuração dos passivos decorrentes dos acordos de recuperação homologadosConforme mencionado na Nota Explicativa nº 1.2, em função dos impactos do encerramento da recuperação judicial descritos na nota explicativa nº 12 e no Parágrafo de "Ênfase", incluindo o uso do pressuposto de continuidade operacional quando da preparação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, e devido à relevância, complexidade e julgamento envolvidos na determinação das premissas base dessa avaliação, consideramos esse assunto significativo para a nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros:(i)Revisão dos controles internos chaves relacionadas aos valores registrados no passivo oriundo do plano de recuperação judicial(ii)Análise da documentação relacionada ao processo de saída da recuperação judicial e avaliação de eventual mudança relevante aos termos anteriormente aprovados pelos credores, incluindo os relatórios que foram protocolados no processo, ou fatos que gerem dúvidas sobre a capacidade financeira da Companhia em honrar o cronograma de pagamento(iii)Análises sobre as movimentações dos saldos no exercício, incluindo o recálculo das atualizações, segregação entre circulante e não circulante da dívida total, testes em base amostral dos pagamentos efetuados através da inspeção documental, e conciliação dos controles financeiros com os saldos contábeis(iv)análise dos impactos com redução de dívidas extra concursais, estimados pela Companhia e projetados a partir do entendimento sobre a sentença de saída da recuperação judicial e(v)Avaliação da condição financeira da Companhia e suas controladas e sua capacidade de continuar operando com base nas projeções de fluxos de caixa preparadas pela Companhia e aprovadas pelo Conselho de Administração.Com base nos resultados dos procedimentos acima resumidos e nas evidências obtidas, consideramos que o saldo da dívida decorrente dos planos de recuperação judicial homologados e as divulgações correlatas são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outros assuntosAuditoria correspondente ao exercício anteriorOs balanços patrimoniais, individual e consolidado, em 31 de dezembro de 2024 e as demonstrações individuais e consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa e respectivas notas explicativas para o exercício findo naquela data, apresentados como valores correspondentes nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas do exercício corrente, foram anteriormente auditados por outros auditores independentes, que emitiram relatório datado em 28 de março de 2025, sem modificação e com parágrafo de ênfase intitulado "Plano de Recuperação Judicial (PRJ)". Os valores correspondentes relativos às demonstrações individuais e consolidadas do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2024 foram submetidos aos mesmos procedimentos de auditoria por aqueles auditores independentes e, com base em seu exame, aqueles auditores emitiram relatório sem modificação.Demonstrações do valor adicionadoAs demonstrações, individual e consolidado, do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos na NBC TG 09 Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nessa Norma e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas contábeis internacionais (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração d as demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detecta as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manter/manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance e da época dos trabalhos de auditoria planejados e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que tenham sido identificadas durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as ações tomadas para eliminar ameaças à nossa independência ou salvaguardas aplicadas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 31 de março de 2026.Cassiano Gonçalves AlvarezContador CRC 1SP-219153/O-3RSM Brasil Auditores Independentes Ltda.CRC 2SP-030.002/O-7

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações FinanceirasDECLARAÇÃOEm atendimento ao artigo 25, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Instrução CVM 480 de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concorda com as Demonstrações Financeiras contidas neste Relatório e com as opiniões expressas no Parecer dos Auditores Independentes - BDO RCS Auditores Independente.São Paulo, 31 de março de 2026._______________________________Sergio Ros Brasil PintoDiretor Presidente

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor IndependenteDECLARAÇÃOEm atendimento ao artigo 25, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Instrução CVM 480 de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concorda com as Demonstrações Financeiras contidas neste Relatório e com as opiniões expressas no Parecer dos Auditores Independentes - RSM Auditores Independente.São Paulo, 31 de março de 2026._______________________________Sergio Ros Brasil PintoDiretor Presidente

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias310.743.6130
Preferenciais62.370.9870
Total373.114.6000

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.