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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2022134 páginasCódigo CVM 25801Versão 1Recebida em 20/03/2023valores em R$ mil

DFP 2022 de RODOBENS S.A.

RODOBENS S.A. · CNPJ 59.981.829/0001-65

RODOBENS S.A.
CNPJ 59.981.829/0001-65
DFP 2022
Exercício 2022
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Metadados

Empresa
RODOBENS S.A.
CNPJ
59.981.829/0001-65
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
134
Ano de referência
2022*
Publicado em
20/03/2023 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:48

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/202231/12/2021Var.
1Ativo Total7.002.8076.226.72712,5%
1.01Ativo Circulante3.392.1232.910.32416,6%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa378.081248.01452,4%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.03Contas a Receber95.730234.650−59,2%
1.01.03.01Clientes00—
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques612.923464.42132,0%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar40.71462.241−34,6%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar40.71462.241−34,6%
1.01.06.01.01Tributos a recuperar7.35632.520−77,4%
1.01.06.01.02Imposto de renda e contribuição social33.35829.72112,2%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes2.264.6751.900.99819,1%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros2.264.6751.900.99819,1%
1.01.08.03.01Aplicações financeiras, interfinanceiras e títulos e valores mobiliários578.008806.749−28,4%
1.01.08.03.02Instrumentos financeiros e derivativos8.98716.526−45,6%
1.01.08.03.03Títulos e créditos a receber9.46311.274−16,1%
1.01.08.03.04Operações de créditos1.199.608745.50160,9%
1.01.08.03.05Contas correntes com fabricantes20.77248.666−57,3%
1.01.08.03.06Cotas de consóricio adquiridas123.65847.660159,5%
1.01.08.03.07Outros ativos324.179224.62244,3%
1.01.08.03.08Partes relacionadas00—
1.01.08.03.09Ativos não circulantes mantidos para venda00—
1.02Ativo Não Circulante3.610.6843.316.4038,9%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo3.073.4072.832.8918,5%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.04Contas a Receber00—
1.02.01.04.01Clientes00—
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.05Estoques00—
1.02.01.06Ativos Biológicos00—
1.02.01.07Tributos Diferidos163.585143.07014,3%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.08Despesas Antecipadas00—
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes2.909.8222.689.8218,2%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.10.03Aplicações financeiras, interfinanceiras e títulos e valores mobiliários391.604457.747−14,4%
1.02.01.10.04Instrumentos financeiros derivativos9.7574.445119,5%
1.02.01.10.05Títulos e créditos a receber00—
1.02.01.10.06Operações de crédito1.889.8471.502.28825,8%
1.02.01.10.07Contas correntes com fabricantes226.460194.62716,4%
1.02.01.10.08Tributos a recuperar30.91831.251−1,1%
1.02.01.10.09Cotas de consórcio adquiridas69.50694.937−26,8%
1.02.01.10.10Outros ativos161.553286.959−43,7%
1.02.01.10.11Créditos com grupos de consórcio38.38744.452−13,6%
1.02.01.10.12Depósitos judiciais74.93472.9482,7%
1.02.01.10.13Dividendos e juros sobre o capital próprio a receber0167−100,0%
1.02.01.10.14Imposto de renda e contribuição social16.8560—
1.02.02Investimentos40.34935.21114,6%
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.05Outros Investimentos00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.02.02.01Sociedades coligadas e controladas em conjunto00—
1.02.02.02.02Propriedades em investimento00—
1.02.02.02.03Outros investimentos00—
1.02.03Imobilizado400.770366.3659,4%
1.02.03.01Imobilizado em Operação74.05969.9735,8%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento99.93180.80523,7%
1.02.03.03Imobilizado em Andamento226.780215.5875,2%
1.02.03.03.01Imobilizado de arrendamento226.780215.5875,2%
1.02.04Intangível96.15881.93617,4%
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Rodobens S.A. ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2022 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Rodobens S.A. em 31 de dezembro de 2022, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Provisão para perdas no valor recuperável de operações de créditoVeja notas explicativas nº 2.8.6, nº 3.2 e nº 10 das demonstrações financeiras consolidadas.Principal assunto de auditoriaComo auditoria endereçou esse assuntoA controlada Banco Rodobens S.A. possui saldos de provisão para perdas esperadas nos valores a receber de operações de créditos. A mensuração desta provisão leva em consideração métodos e premissas que envolvem julgamentos relevantes. Para se mensurar a perda de crédito esperada é utilizada a abordagem de três estágios, na qual os ativos financeiros migram de um estágio para outro de acordo com as mudanças no risco do crédito. A partir dessa classificação, a perda esperada é determinada para cada estágio (perdas esperadas para doze meses ou para a vida da operação). As premissas utilizadas para se mensurar a perda de crédito esperada para cada estágio, envolvem:os valores em exposição, a qualidade de crédito do devedor, o ambiente econômico e a correlação entre devedores, sendo definida em termos dos conceitos de probabilidade de inadimplência (PD), perda dada a inadimplência (LGD) e a exposição na data da inadimplência (EAD).Consideramos esse assunto como significativo em nossa auditoria, devido às incertezas relacionadas a escolha dos métodos e da seleção das premissas para se estimar a perda no valor recuperável de operações de crédito, que, se alteradas, poderão resultar em valores substancialmente diferentes dos utilizados na elaboração das demonstrações financeiras consolidadas.Os nossos procedimentos de auditoria incluíram, mas não se limitaram a: - Avaliação, com auxílio de nossos especialistas com habilidade e conhecimento especializado em risco de crédito: (i) da metodologia geral de cálculo da provisão para perdas esperadas de crédito, verificando se a política e metodologia do cliente estavam aderentes ao estabelecido na norma contábil (ii) dos modelos e das técnicas de modelagem, inspecionando a documentação do modelo para determinar se os modelos são adequados para o uso pretendido e(iii) da relevância das variáveis macroeconômicas consideradas nos cenários futuros, através da análise de regressão e correlação histórica com esses indicadores.- Com auxílio de nossos especialistas com habilidade e conhecimento especializado em risco de crédito:(i) efetuamos o recálculo das estimativas de PD, EAD e LGD, usando os dados históricos da Companhia e informações prospectivas (ii) testamos, por amostragem, a precisão da alocação dos estágios, de acordo com os critérios da Companhia, por meio de reexecução independente da alocação e (vi) recalculamos a provisão para perdas esperadas de crédito.- Avaliamos ainda se as divulgações nas demonstrações financeiras consolidadas estão de acordo com os requerimentos das normas contábeis aplicáveis e consideram todas as informações relevantes.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima resumidos, consideramos aceitável o valor da provisão para perdas no valor recuperável de operações de crédito, no contexto das demonstrações financeiras consolidadas, relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2022.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2022, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Auditoria das demonstrações financeiras do exercício anteriorOs balanços patrimoniais, individual e consolidado, em 31 de dezembro de 2021 e as demonstrações individuais e consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa e respectivas notas explicativas para o exercício findo nessa data, apresentados como valores correspondentes nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas do exercício corrente, foram anteriormente auditados por outros auditores independentes, que emitiram relatório datado em 14 de março de 2022, sem modificação. Os valores correspondentes relativos às demonstrações individuais e consolidadas do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2021, foram submetidos aos mesmos procedimentos de auditoria por aqueles auditores independentes e, com base em seu exame, aqueles auditores emitiram relatório sem modificação.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório dos auditoresA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuai s e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras. Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:-Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.-Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.-Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.-Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.-Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.-Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Ribeirão Preto - SP, 20 de março de 2023KPMG Auditores Independentes Ltda.CRC 2SP-027666/FGustavo de Souza MatthiesenContador CRC SP-293539/O-8

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO: PARA FINS DO ARTIGO 25 DA INSTRUÇÃO No 490/09. Declaramos, na qualidade de diretores de Rodobens S.A. sociedade por ações com sede na Cidade de São José do Rio Preto, na Avenida Murchid Homsi, 1404, Vila Diniz, CEP 15085-485, inscrita o CNPJ 59.981.829/0001-65 ("Companhia"), nos termo dos incisos V e VI do parágrafo 1º do artigo 25 da instrução CVM No 480, de 7 de dezembro de 2009, conforme alterada, que juntamente com os demais diretores da Companhia: (i) revimos, discutimos e concordamos com as opiniões expressas no PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES da Companhia e (ii) revimos, discutimos e concordamos com as DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS da Companhia referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2022.Libano Miranda BarrosoDiretor Presidente e Diretor FinanceiroBruno Boccolini Alves CostaDiretor de Relações com Investidores

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO: PARA FINS DO ARTIGO 25 DA INSTRUÇÃO no 480/09. Declaramos na qualidade de Diretores da Rodobens S/A, sociedade por ações com seda com sede na Cidade de São José do Rio Preto, na Avenida Murchid Homsi, 1404, Vila Diniz, CEP 15085-485, inscrita o CNPJ 59.981.829/0001-65 ("Companhia"), nos termos dos incisos V e VI do parágrafo 1º do artigo 25 da Instrução da CVM No 480, de 7 de dezembro de 2009, conforme alterada, que juntamente com os demais diretores da Companhia: (i) revimos, discutimos e concordamos com as opiniões expressas no PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES da Companhia e (ii) revimos, discutimos e concordamos com as DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS da Companhia referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2022.Libano Miranda BarrosoDiretor Presidente e Diretor FinanceiroBruno Boccolini Alves CostaDiretor de Relações com Investidores

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias548.920.3720
Preferenciais407.374.1202.489.004
Total956.294.4922.489.004

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.