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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2015147 páginasCódigo CVM 20265Versão 3 · reapresentaçãoRecebida em 31/03/2016valores em R$ mil

DFP 2015 de ERBE INCORPORADORA S.A.

ERBE INCORPORADORA S.A. · CNPJ 07.700.557/0001-84

Versões deste exercício: v1 (30/03/2016) · v2 (31/03/2016) · v3 (31/03/2016), esta

ERBE INCORPORADORA S.A.
CNPJ 07.700.557/0001-84
DFP 2015 (V3)
Exercício 2015
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Metadados

Empresa
ERBE INCORPORADORA S.A.
CNPJ
07.700.557/0001-84
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
147
Ano de referência
2015*
Publicado em
31/03/2016 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:58

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201531/12/2014Var.
1Ativo Total6.796.4828.047.386−15,5%
1.01Ativo Circulante4.323.8984.378.325−1,2%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa285.787535.810−46,7%
1.01.02Aplicações Financeiras028.024−100,0%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo028.024−100,0%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.01.03Aplicações Financeiras Restritas028.024−100,0%
1.01.02.01.04Títulos para Negociação - Outros00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber1.374.9372.046.730−32,8%
1.01.03.01Clientes1.374.9372.046.730−32,8%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques2.450.9631.261.18294,3%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar11.5595711.924,3%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar11.5595711.924,3%
1.01.07Despesas Antecipadas38.00545.931−17,3%
1.01.08Outros Ativos Circulantes162.647460.077−64,6%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros162.647460.077−64,6%
1.01.08.03.01Outros Ativos Financeiros159.401181.195−12,0%
1.01.08.03.02Créditos com partes relacionadas3.2466.503−50,1%
1.01.08.03.03Aplicações Financeiras no Exterior0272.379−100,0%
1.02Ativo Não Circulante2.472.5843.669.061−32,6%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo1.869.4973.002.053−37,7%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo15.0383.261361,1%
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.01.03Aplicações Restritas15.0383.261361,1%
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber781.252984.664−20,7%
1.02.01.03.01Clientes781.252984.664−20,7%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques700.2671.670.025−58,1%
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos35.9743.2031.023,1%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos35.9743.2031.023,1%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas55.48756.383−1,6%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas55.48756.383−1,6%
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes281.479284.517−1,1%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Imposto a Compensar91.52081.90711,7%
1.02.01.09.05Outros Ativos189.959202.610−6,2%
1.02.02Investimentos308.593353.234−12,6%
1.02.02.01Participações Societárias308.593353.234−12,6%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias308.593353.234−12,6%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado37.51349.929−24,9%
1.02.03.01Imobilizado em Operação37.51349.929−24,9%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível256.981263.845−2,6%
1.02.04.01Intangíveis256.981263.845−2,6%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeirasAos Acionistas, Conselheiros e Diretores daBrookfield Incorporações S.A.Rio de Janeiro - RJIntroduçãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Brookfield Incorporações S.A. ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2015 e as respectivas demonstrações dos resultados, dos resultados abrangentes, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeirasA Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro ("IFRS") aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária no Brasil, como aprovadas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis ("CPC"), pela Comissão de Valores Mobiliários ("CVM") e pelo Conselho Federal de Contabilidade ("CFC"), assim como pelos controles internos que a Administração determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião sobre as demonstrações financeiras preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no BrasilEm nossa opinião, as demonstrações financeiras, individuais (Controladora) e consolidadas, acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Brookfield Incorporações S.A. em 31 de dezembro de 2015, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas preparadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária no Brasil, como aprovadas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC)Em nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Brookfield Incorporações S.A. em 31 de dezembro de 2015, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro ("IFRS") aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária no Brasil, como aprovadas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis ("CPC"), pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pelo Conselho Federal de Contabilidade ("CFC").ÊnfaseConforme descrito na Nota 2, as demonstrações financeiras individuais (Controladora) e consolidadas foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. As demonstrações financeiras consolidadas preparadas de acordo com as IFRS aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária consideram adicionalmente a Orientação OCPC 04 editada pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis. Essa orientação trata do reconhecimento da receita desse setor e envolve assuntos relacionados ao significado e aplicação do conceito de transferência contínua de riscos, benefícios e de controle na venda de unidades imobiliárias, conforme descrito em maiores detalhes na Nota 2.2. Nossa opinião não está ressalvada em função desse assunto. Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoExaminamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2015, preparadas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, mas não é requerida pelas IFRS. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil tomadas em conjunto.Rio de Janeiro, 24 de março de 2016.ERNST & YOUNGAuditores Independentes S.S.CRC - 2SP 015.199/O-6 - F - RJRoberto MartorelliContador CRC - 1RJ 106.103/O-0

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DA DIRETORIA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASEm conformidade com o inciso VI do artigo 25 da Instrução CVM Nº 480, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com as Demonstrações Financeiras da Companhia referente ao exercício de 2015.Rio de janeiro, 24 de Março de 2016.Diretor PresidenteUbirajara Spessotto de Camargo FreitasDiretor Financeiro e Diretor de Relações com InvestidoresAlexandre Costa Fonseca

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DA DIRETORIA SOBRE O RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTESEm conformidade com o inciso V do artigo 25 da Instrução CVM Nº 480, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com o relatório dos auditores independentes sobre as Demonstrações Financeiras da Companhia referente ao exercício de 2015.Rio de janeiro, 24 de Março de 2016.Diretor PresidenteUbirajara Spessotto de Camargo FreitasDiretor Financeiro e Diretor de Relações com InvestidoresAlexandre Costa Fonseca

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

Sem texto na entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.