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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2025168 páginasCódigo CVM 24295Versão 1Recebida em 11/03/2026valores em R$ mil

DFP 2025 de VIBRA ENERGIA S.A

VIBRA ENERGIA S.A · CNPJ 34.274.233/0001-02

VIBRA ENERGIA S.A
CNPJ 34.274.233/0001-02
DFP 2025
Exercício 2025
Carregando…

Metadados

Empresa
VIBRA ENERGIA S.A
CNPJ
34.274.233/0001-02
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
168
Ano de referência
2025*
Publicado em
11/03/2026 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:57:09

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/202531/12/2024Var.
1Ativo Total60.963.00049.000.00024,4%
1.01Ativo Circulante22.913.00025.841.000−11,3%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa3.647.00010.480.000−65,2%
1.01.02Aplicações Financeiras00
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.03Contas a Receber6.838.0004.953.00038,1%
1.01.03.01Clientes6.838.0004.953.00038,1%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.01.04Estoques5.891.0006.109.000−3,6%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar2.450.0002.768.000−11,5%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar2.450.0002.768.000−11,5%
1.01.06.01.01Imposto de renda e contribuição social90.0004.0002.150,0%
1.01.06.01.02Impostos e contribuições a recuperar2.360.0002.764.000−14,6%
1.01.07Despesas Antecipadas111.000131.000−15,3%
1.01.08Outros Ativos Circulantes3.976.0001.400.000184,0%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros3.976.0001.400.000184,0%
1.01.08.03.01Adiantamentos a Fornecedores587.000293.000100,3%
1.01.08.03.02Bonificações antecipadas concedidas a clientes494.000486.0001,6%
1.01.08.03.03Instrumentos financeiros derivativos2.358.000461.000411,5%
1.01.08.03.04Ativos não circulantes mantidos para venda219.00011.0001.890,9%
1.01.08.03.05Caixa e aplicações restritas26.0000
1.01.08.03.06Debêntures12.0000
1.01.08.03.07Outros280.000149.00087,9%
1.02Ativo Não Circulante38.050.00023.159.00064,3%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo16.995.00010.807.00057,3%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.04Contas a Receber945.000843.00012,1%
1.02.01.04.01Clientes945.000843.00012,1%
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.05Estoques00
1.02.01.06Ativos Biológicos00
1.02.01.07Tributos Diferidos9.693.0007.216.00034,3%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos2.749.0002.170.00026,7%
1.02.01.07.02Impostos e contribuições a recuperar6.944.0005.046.00037,6%
1.02.01.08Despesas Antecipadas29.00047.000−38,3%
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes6.328.0002.701.000134,3%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.10.03Adiantamento a Fornecedores00
1.02.01.10.04Depósitos judiciais1.298.0001.333.000−2,6%
1.02.01.10.05Bonificações antecipadas concedidas a clientes830.000831.000−0,1%
1.02.01.10.06Instrumentos financeiros derivativos3.525.000442.000697,5%
1.02.01.10.07Caixa e aplicações restritas110.0000
1.02.01.10.08Debêntures351.0000
1.02.01.10.09Outros Realizáveis a Longo Prazo214.00095.000125,3%
1.02.02Investimentos1.480.0003.921.000−62,3%
1.02.02.01Participações Societárias1.480.0003.921.000−62,3%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto1.480.0003.921.000−62,3%
1.02.02.01.05Outros Investimentos00
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado15.319.0006.984.000119,3%
1.02.03.01Imobilizado em Operação12.863.0004.760.000170,2%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento943.000424.000122,4%
1.02.03.03Imobilizado em Andamento1.513.0001.800.000−15,9%
1.02.04Intangível4.256.0001.447.000194,1%
1.02.04.01Intangíveis4.256.0001.447.000194,1%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

KPMG Auditores Independentes Ltda.Rua do Passeio, 38 - Setor 2 - 17º andar - Centro 20021-290 - Rio de Janeiro/RJ - BrasilCaixa Postal 2888 - CEP 20001-970 - Rio de Janeiro/RJ - Brasil Telefone +55 (21) 2207-9400kpmg.com.brRelatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasAo Conselho de Administração e Acionistas da Vibra Energia S.A. Rio de Janeiro - RJOpiniãoExaminamos as demonstrações contábeis individuais e consolidadas da Vibra Energia S.A ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2025 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos respectivos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo as políticas contábeis materiais e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Vibra Energia S.A em 31 de dezembro de 2025, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações contábeis individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.1 - Mensuração de Valores Justos dos Ativos e Passivos Identificáveis em Combinações de Negócios e Avaliação de RecuperabilidadeConforme Nota Explicativa nº 2.3.1.1 e 12.4 das demonstrações contábeis individuais e consolidadas.Principal assunto de auditoriaConforme nota explicativa n° 2.3.1.1 às demonstrações financeiras, a Companhia concluiu em 16 de janeiro de 2025 o processo de aquisição do controle da companhia Comerc Energia S.A. ("Comerc"). A norma contábil requer, entre outros procedimentos, que a Companhia identifique e determine, na data de aquisição, o valor justo da contraprestação transferida, o valor justo dos ativos adquiridos e dos passivos assumidos, ativos intangíveis identificáveis e a apuração de ágio por expectativa de rentabilidade futura ou ganho por compra vantajosa na operação, caso aplicável. Com base na determinação efetuada pela Companhia, foi identificado em suas demonstrações financeiras ágio pago por expectativa de rentabilidade futura, relativos à aquisição da Comerc. A Companhia realizou o teste da redução ao valor recuperável (teste de impairment) desse ativo, conforme requerido pelo CPC 01 (R1) - Redução ao Valor Recuperável de Ativos. Com base no teste executado pela Companhia, a mesma reconheceu perda pela falta de expectativa de recuperabilidade futura do ágio, conforme nota explicativa 12.4.A identificação e determinação da estimativa de valor justo na aquisição, bem como o processo de avaliação e revisão do valor recuperável do ágio é complexo e envolve um alto grau de subjetividade e julgamento, por parte da administração, especialmente as relacionadas aprojeções de fluxos de caixa descontados, tais como, premissas de receita, custos, despesas, e taxa de desconto.Consideramos esse assunto como significativo para nossa auditoria, devido à relevância dos valores, à complexidade, grau de julgamento das premissas utilizadas nas referidas mensurações e no processo de determinação de estimativas dos fluxos de caixa futuros que, se alteradas, poderão resultar em valores substancialmente diferentes dos utilizados na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Como nossa auditoria endereçou esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros:Entendimento do processo de controles internos da Companhia referente à combinação de negócios e teste de redução ao valor recuperável dos ativosCom auxílio de nossos especialistas em finanças corporativas, revisamos e avaliamos as principais premissas e projeções utilizadas pela Companhia, com suporte de especialista externo contratado pela mesma, para determinação dos valores justos dos ativos adquiridos e dos passivos assumidos, ativos intangíveis identificáveis e a apuração do ágio por expectativa de rentabilidade futura, como também no teste da redução ao valor recuperável (teste de impairment) do ágio. Avaliamos a razoabilidade do modelo de fluxo de caixa descontado, a metodologia e taxa de desconto utilizada, assim como principais premissas de negócio utilizadas pela Companhia, como as relacionadas à expectativa de crescimento de receitas, custos, despesas comparando e confrontando com informações externas e internas.Avaliação do escopo, competência e objetividade do especialista externo contratado pela Companhia para auxiliar a Companhia na determinação dos valores justos dos ativos adquiridos e dos passivos assumidos, ativos intangíveis identificáveis e a apuração do ágio por expectativa de rentabilidade futura, como também no teste da redução ao valor recuperável (teste de impairment) do ágio.Analisamos se as divulgações efetuadas nas demonstrações contábeis estão de acordo com os requerimentos aplicáveis e fornecem informações adequadas sobre as transações No decorrer da nossa auditoria identificamos ajuste imaterial que afetou a mensuração e a divulgação do ágio que foi integralmente registrado e divulgado pela administração.Baseados nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima resumidos, mas não limitados a eles, consideramos que são aceitáveis, no tocante a determinação dos valores justos dos ativos adquiridos e dos passivos assumidos, ativos intangíveis identificáveis e a apuração do ágio por expectativa de rentabilidade futura, como também o reconhecimento de perda ao valor recuperável em base ao teste efetuado de recuperabilidade (teste de impairment) do ágio, relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025. 2 - Reconhecimento e mensuração das operações de compra e venda de energia futura classificadas como instrumentos financeiros derivativosConforme Nota Explicativa nº 29 e 30.2.1 das demonstrações contábeis individuais e consolidadas.Principal assunto de auditoriaNo exercício findo em 31 de dezembro de 2025, a Companhia, por meio de sua controlada Comerc, reconheceu Instrumentos Financeiros Derivativos com operações de compra e venda de energia futura nos montantes no ativo e passivo, respectivamente, de R$ 5.999.256 mil e R$ 5.604.722 mil no consolidado, conforme divulgado nas notas explicativas 29 e 30.2.1 às demonstrações financeiras consolidadas, visando atender ofertas de consumo ou fornecimento de energia e tais operações enquadram-se na definiçã o de instrumentos financeiros derivativos de acordo com o CPC 48 (IFRS9). As variações do valor justo dos contratos de compra e venda de energia, entre a data dos respectivos contratos e 31 de dezembro de 2025, são registradas no balanço patrimonial e resultado da Companhia. O valor justo desses derivativos é estimado com base nas cotações de preços publicadas em mercados ativos, e, em parte pelo uso de técnicas de avaliação, que consideram: (i) premissas de análises de submercados e suas respectivas ofertas e demandas, (ii) cenários de estresse para preços (iii) lastro capturado pelos últimos doze meses junto a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica - CCEE e (iv) taxa de desconto. Sempre que o valor justo no reconhecimento inicial para esses contratos difere do preço da transação, um ganho ou perda de valor justo é reconhecido no resultado do exercício.Esse tema foi considerado como um dos principais assuntos de auditoria em função da relevância dos montantes envolvidos e julgamentos significativos que envolvem a estimativa do valor justo na marcação a mercado do instrumento financeiro derivativo, que podem impactar as demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Como nossa auditoria endereçou esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, maS não se limitaram a:Avaliação das políticas contábeis adotadas e do desenho dos controles internos chave relacionados à determinação do valor justo na marcação a mercado do instrumento financeiro derivativo (Contratos futuros de compra e venda de energia).Com o auxílio de nossos especialistas de instrumentos financeiros, avaliamos a razoabilidade das principais premissas utilizadas no cálculo do valor justo dos instrumentos financeiros derivativos, tais como:(i)preços de liquidação das diferenças (PLD) projetados (ii)preços de referência de energia (curva forward) e (iii)taxa de desconto, comparando com informações disponíveis e observáveis e outros dados externos observáveis utilizados para mensuração do valor justo dos instrumentos financeiros derivativos, (iv)Avaliação independente e recálculo do valor justo dos contratos futuros. (v)Realização de procedimentos de teste, em base amostral, para validação das informações e dados contidos na base de contratos futuros, considerada como objeto para mensuração do valor justo na marcação a mercado do instrumento financeiro derivativo.(vi)Avaliamos também as divulgações da Companhia nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima resumidos, consideramos aceitável o reconhecimento e mensuração das operações de compra e venda de energia futura classificadas como instrumentos financeiros derivativos, bem como as divulgações relacionadas, no contexto das demonstrações financeiras consolidadas relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025.3 - Processos judiciais e ContingênciasConforme Nota Explicativa nº 27 das demonstrações contábeis individuais e consolidadas.Principal assunto de auditoriaA Companhia é parte ativa e passiva em processos judiciais de natureza fiscal, civil e trabalhista, decorrentes do curso normal de suas atividades. A avaliação da classificação de perda ou ganho dos processos, pela Administração da Companhia, é apoiada em opiniões de consultores jurídicos,internos e externos, que consideram critérios e premissas que envolvem elevado grau de julgamento, tais como precedentes jurisprudenciaisde casos semelhantes e doutrina sobre o tema.Esse assunto foi considerado como significativo em nossa auditoria em função da relevância dos montantes envolvidos e do reconhecimento e mensuração de provisões, passivos contingentes e causas ativas requererem que a Companhia exerça julgamentos relevantes para estimar os valores envolvidos, a probabilidade de saída de recursos ou entrada de benefícios econômicos e a existência de uma obrigação presente dos processos judiciais passivos ou ganho praticamente certo dos processos ativos dos quais a Companhia é parte envolvida.Como nossa auditoria endereçou esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros:O entendimento dos processos adotados pela Companhia associados a captura dos processos judiciais e administrativos, avaliação de risco, mensuração, reconhecimento contábil e divulgação das provisões para contingências, passivos contingentes e créditos tributários.Avaliação das estimativas e julgamentos relevantes feitos pela Companhia e seus assessores legais, por meio da análise dos critérios e premissas utilizados para mensuração dos valores reconhecidos contabilmente e/ou divulgados.Avaliação das informações relacionadas a natureza, datas, valores e expectativas de desfecho relativas aos principais processos e reclamações envolvendo a Companhia, por meio de confirmação direta com os consultores jurídicos internos e externos e demais documentos produzidos pela Companhia.Envolvimento dos nossos especialistas em Impostos e Jurídico para avaliar a conclusão dos consultores jurídicos internos e externo sobre o mérito e mensuração de casos específicos reconhecidos durante o exercício.Analisamos se as divulgações efetuadas nas demonstrações contábeis estão de acordo com os requerimentos aplicáveis e fornecem informações sobre a natureza, exposição e valores reconhecidos ou divulgados. Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima resumidos, consideramos que os saldos reconhecidos contabilmente, e as divulgações correlatas, são aceitáveis no contexto das demonstrações contábeis individuais e consolidadas tomadas em conjunto relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025.Outros assuntos - Demonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações contábeis da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações contábeis e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações contábeis individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis individuais e consolidadas e o relatório do auditorA Administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esses relatórios.Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações contábeis ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações contábeis individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de ac ordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis.Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:-Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.-Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.-Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração.-Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.-Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis, inclusive as divulgações e se as demonstrações contábeis individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.-Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações contábeis do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Rio de Janeiro, 11 de março de 2026KPMG Auditores Independentes Ltda.CRC SP-014428/O-6 F-RJJuliana Ribeiro de OliveiraContadora CRC RJ-095335/O-0

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Vibra Energia S.A. Declaração dos Diretores sobre as demonstrações financeiras e sobre o relatório dos auditores independentesEm atendimento ao disposto nos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM n° 480, de 7 de dezembro de 2009, o presidente e os diretores da Vibra Energia S.A., sociedade por ações de capital aberto, com sede na Rua Correia Vasques, 250, Rio de Janeiro, RJ, inscrita no CNPJ sob n° 34.274.233/0001-02, declaram que:(i) reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da Companhia no exercício encerrado em 31 de dezembro de 2025(ii) reviram, discutiram e concordam com as conclusões expressas no relatório da KPMG Auditores Independentes Ltda., relativamente às demonstrações financeiras da Companhia no exercício encerrado em 31 de dezembro de 2025.Rio de Janeiro, 11 de março de 2026.ERNESTO PERES POUSADA JUNIORPresidenteMAURÍCIO FERNANDES TEIXEIRA Diretor Vice-Presidente Executivo Financeiro e Relação com InvestidoresJULIANO JUNQUEIRA DE ANDRADE PRADODiretor Vice-presidente Executivo de Comercial B2BDANIEL DRUMOND CAMPOS E SILVADiretor Vice-presidente Executivo de OperaçõesVANESSA PEDREIRA DE FREITAS GORDILHO Diretora Vice-presidente Executiva de Comercial VarejoMARCELO FERNANDES BRAGANÇADiretor Vice-presidente Executivo e CEO de Lubrificantes

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Vibra Energia S.A. Declaração dos Diretores sobre as demonstrações financeiras e sobre o relatório dos auditores independentesEm atendimento ao disposto nos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM n° 480, de 7 de dezembro de 2009, o presidente e os diretores da Vibra Energia S.A., sociedade por ações de capital aberto, com sede na Rua Correia Vasques, 250, Rio de Janeiro, RJ, inscrita no CNPJ sob n° 34.274.233/0001-02, declaram que:(i) reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da Companhia no exercício encerrado em 31 de dezembro de 2025(ii) reviram, discutiram e concordam com as conclusões expressas no relatório da KPMG Auditores Independentes Ltda., relativamente às demonstrações financeiras da Companhia no exercício encerrado em 31 de dezembro de 2025.Rio de Janeiro, 11 de março de 2026.ERNESTO PERES POUSADA JUNIORPresidenteMAURÍCIO FERNANDES TEIXEIRA Diretor Vice-Presidente Executivo Financeiro e Relação com InvestidoresJULIANO JUNQUEIRA DE ANDRADE PRADODiretor Vice-presidente Executivo de Comercial B2BDANIEL DRUMOND CAMPOS E SILVADiretor Vice-presidente Executivo de OperaçõesVANESSA PEDREIRA DE FREITAS GORDILHO Diretora Vice-presidente Executiva de Comercial VarejoMARCELO FERNANDES BRAGANÇADiretor Vice-presidente Executivo e CEO de Lubrificantes

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal da VIBRA ENERGIA S.A., no exercício de suas funções legais e estatutárias, em reunião realizada nesta data, examinou as Demonstrações Financeiras do exercício de 2025 e suas respectivas notas explicativas, o Relatório Anual da Administração, a destinação do resultado do Exercício 2025 com proposta de distribuição de dividendos, proposta de orçamento de capital para 2026.Com base nos exames efetuados, nas informações e esclarecimentos recebidos no decorrer do exercício e no Relatório dos Auditores Independentes - KPMG Auditores Independentes, sem ressalvas, emitido nesta data, o Conselho Fiscal opina que os referidos documentos estão em condições de serem apreciados pela Assembleia Geral dos Acionistas. Rio de Janeiro, 11 de março de 2026.Rinaldo Pecchio Junior PresidenteRoberto Kutschat NetoConselheiroSandro Ferreira Rodrigues da SilvaConselheiro

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

RELATÓRIO ANUAL RESUMIDO DO COMITÊ DE AUDITORIA ESTATUTÁRIO PARA O EXERCÍCIO 2025 1. INTRODUÇÃOO Comitê de Auditoria Estatutário("CAE") da Vibra Energia S.A.("VIBRA") é um órgão colegiado de assessoramento ao Conselho de Administração, de caráter permanente, instituído na forma do disposto no artigo 25 do Estatuto Social.Atualmente, o Comitê é composto de 4 (quatro) membros, sendo: (i) 2 (dois) membros conselheiros de administração designados na reunião do Conselho de Administração realizada em 17 de abril de 2025, dentre os quais, um exerce a função de Coordenador (ii) 2 (dois) membros externos especialistas em contabilidade e finanças, não exercendo outra função na Companhia, em consonância ao exigido no artigo 22, inciso V do Regulamento do Novo Mercado. São membros do Comitê: Conselheiro Mateus Affonso Bandeira (Coordenador), Conselheiro Marcel Juviniano Barros e Membros Externos Marco Antonio Mayer Foletto e Pedro Augusto de Melo (especialistas em contabilidade e finanças). Destaca-se que todos os atuais membros do CAE atendem aos critérios de independência estabelecidos no artigo 31-C §2º da Resolução CVM 23/2021 e aqueles estabelecidos pelo IBGC - Instituto Brasileiro de Governança Corporativa.2. ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADESA Administração da VIBRA é responsável por elaborar e garantir a integridade das demonstrações financeiras, gerir os riscos, manter sistemas de controles internos efetivos e zelar pela conformidade das atividades às normas legais e regulamentares.A Auditoria Interna responde pela realização de trabalhos periódicos, com foco nos principais riscos, avaliando de forma ampla e com independência, as ações de gerenciamento desses riscos e a adequação da governança e dos controles internos, contemplando as áreas e atividades mais sensíveis às operações e à estratégia da VIBRA.Desde abril de 2017, a KPMG Auditores Independentes ("KPMG") é a responsável pela auditoria externa e independente das demonstrações financeiras individuais e consolidadas e deve confirmar que elas representam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da VIBRA ENERGIA S.A. em 31 de dezembro de 2025, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB.No cumprimento de suas atribuições descritas no Regimento Interno, as análises e avaliações procedidas pelo CAE fundamentam-se em informações recebidas da Administração, da Auditoria Interna, dos auditores externos e dos executivos responsáveis pela gestão de riscos e controles internos da Companhia.Em conformidade com o Estatuto Social e com os normativos aplicáveis, em especial, a Resolução CVM 23/2021 e pelo Regulamento do Novo Mercado da B3 S.A. - Brasil, Bolsa, Balcão (B3), o CAE tem por finalidade assessorar o Conselho de Administração, atuando principalmente sobre: (i) a qualidade, transparência e integridade das demonstrações contábeis (ii) a efetividade dos processos de controles internos e de gestão de riscos (iii) a atuação, independência e qualidade dos trabalhos dos auditores independentes e dos auditores internos e (iv) as transações com partes relacionadas. 4. RESUMO DAS ATIVIDADES DO CAE NO EXERCÍCIO SOCIAL FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2025No exercício de 2025, abrangido pelo presente relatório, o Comitê realizou 8 (oito) reuniões ordinárias, reunindo-se com as áreas de integridade, auditoria interna, auditores independentes, além dos vice-presidentes e diretores. O CAE também realizou reuniões conjuntas com o Conselho Fiscal, para análise e aprovação das demonstrações financeiras trimestrais e anuais da empresa.Dentre as atividades realizadas durante o exercício social de 2025, cabe destacar a abordagem dos seguintes temas:Auditoria IndependenteAvaliação das principais conclusões dos auditores independentes ao término de cada revisão das Informações Trimestrais (ITRs) ao longo de 2025 e parecer sobre as demonstrações financeirasRevisão e discussão com os auditores independentes sobre os PAAs - Principais Assuntos de Auditoria identificados em seu exame Avaliação do relatório de recomendações dos auditores independentes sobre os controles internosSupervisão das atividades da auditoria independente a fim de avaliar a independência e qualidade.Auditoria InternaAnálise do planejamento de trabalhos da auditoria para o exercício 2026, com recomendação para aprovação do plano pelo Conselho de Administração Acompanhamento da execução do plano dinâmico de auditoria interna e de seus resultados, tomando conhecimento das recomendações e planos de açãoAcompanhamento dos relatórios da Auditoria ContínuaAvaliação do Programa de Qualidade da Auditoria InternaAcompanhamento da avaliação da Auditoria InternaIntegridade Acompanhamento do reporte das denúncias recebidas por meio do Canal de ÉticaAcompanhamento periódico das ações relacionadas à gestão integrada de riscos corporativos e do monitoramento de fraudesAcompanhamento de ações relacionadas aos riscos cibernéticos e de segurança da informaçãoMonitoramento da qualidade e integridade dos mecanismos de controles internosGestão FinanceiraAcompanhamento do processo de elaboração das Demonstrações Financeiras Intermediárias e anual Individuais e Consolidadas da CompanhiaElaboração do orçamento deste Comitê Avaliação dos impactos sobre novas normas de sustentabilidade (IFRS S1 e S2)Acompanhamento dos aspectos contábeis relativos à aquisição da Comerc Acompanhamento das movimentações das contingências e provisões judiciais. 5. CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÃO AO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Os membros do Comitê de Auditoria Estatutário da VIBRA, no exercício de suas atribuições e responsabilidades legais, realizaram exame e análise das demonstrações financeiras, acompanhadas dos relatórios dos auditores independentes e da Administração, relativo ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2025.Considerando todas as análises, estudos e debates realizados no transcorrer das reuniões e dos trabalhos de acompanhamento e supervisão, o Comitê de Auditoria Estatutário entende que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas em 31 de dezembro de 2025 foram elaboradas em conformidade com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB e, portanto, recomenda sua aprovação pelo Conselho de Administração da Companhia, para posterior submissão à Assembleia Geral de Acionistas.Rio de Janeiro, 06 de março de 2026.Mateus Affonso BandeiraCoordenador do Comitê de Auditoria EstatutárioMarcel Juviniano BarrosConselheiroMarco Antonio Mayer FolettoMembro Externo Pedro Augusto de Melo Membro Externo

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

RELATÓRIO ANUAL RESUMIDO DO COMITÊ DE AUDITORIA ESTATUTÁRIO PARA O EXERCÍCIO 2025 1. INTRODUÇÃOO Comitê de Auditoria Estatutário("CAE") da Vibra Energia S.A.("VIBRA") é um órgão colegiado de assessoramento ao Conselho de Administração, de caráter permanente, instituído na forma do disposto no artigo 25 do Estatuto Social.Atualmente, o Comitê é composto de 4 (quatro) membros, sendo: (i) 2 (dois) membros conselheiros de administração designados na reunião do Conselho de Administração realizada em 17 de abril de 2025, dentre os quais, um exerce a função de Coordenador (ii) 2 (dois) membros externos especialistas em contabilidade e finanças, não exercendo outra função na Companhia, em consonância ao exigido no artigo 22, inciso V do Regulamento do Novo Mercado. São membros do Comitê: Conselheiro Mateus Affonso Bandeira (Coordenador), Conselheiro Marcel Juviniano Barros e Membros Externos Marco Antonio Mayer Foletto e Pedro Augusto de Melo (especialistas em contabilidade e finanças). Destaca-se que todos os atuais membros do CAE atendem aos critérios de independência estabelecidos no artigo 31-C §2º da Resolução CVM 23/2021 e aqueles estabelecidos pelo IBGC - Instituto Brasileiro de Governança Corporativa.2. ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADESA Administração da VIBRA é responsável por elaborar e garantir a integridade das demonstrações financeiras, gerir os riscos, manter sistemas de controles internos efetivos e zelar pela conformidade das atividades às normas legais e regulamentares.A Auditoria Interna responde pela realização de trabalhos periódicos, com foco nos principais riscos, avaliando de forma ampla e com independência, as ações de gerenciamento desses riscos e a adequação da governança e dos controles internos, contemplando as áreas e atividades mais sensíveis às operações e à estratégia da VIBRA.Desde abril de 2017, a KPMG Auditores Independentes ("KPMG") é a responsável pela auditoria externa e independente das demonstrações financeiras individuais e consolidadas e deve confirmar que elas representam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da VIBRA ENERGIA S.A. em 31 de dezembro de 2025, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB.No cumprimento de suas atribuições descritas no Regimento Interno, as análises e avaliações procedidas pelo CAE fundamentam-se em informações recebidas da Administração, da Auditoria Interna, dos auditores externos e dos executivos responsáveis pela gestão de riscos e controles internos da Companhia.Em conformidade com o Estatuto Social e com os normativos aplicáveis, em especial, a Resolução CVM 23/2021 e pelo Regulamento do Novo Mercado da B3 S.A. - Brasil, Bolsa, Balcão (B3), o CAE tem por finalidade assessorar o Conselho de Administração, atuando principalmente sobre: (i) a qualidade, transparência e integridade das demonstrações contábeis (ii) a efetividade dos processos de controles internos e de gestão de riscos (iii) a atuação, independência e qualidade dos trabalhos dos auditores independentes e dos auditores internos e (iv) as transações com partes relacionadas. 4. RESUMO DAS ATIVIDADES DO CAE NO EXERCÍCIO SOCIAL FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2025No exercício de 2025, abrangido pelo presente relatório, o Comitê realizou 8 (oito) reuniões ordinárias, reunindo-se com as áreas de integridade, auditoria interna, auditores independentes, além dos vice-presidentes e diretores. O CAE também realizou reuniões conjuntas com o Conselho Fiscal, para análise e aprovação das demonstrações financeiras trimestrais e anuais da empresa.Dentre as atividades realizadas durante o exercício social de 2025, cabe destacar a abordagem dos seguintes temas:Auditoria IndependenteAvaliação das principais conclusões dos auditores independentes ao término de cada revisão das Informações Trimestrais (ITRs) ao longo de 2025 e parecer sobre as demonstrações financeirasRevisão e discussão com os auditores independentes sobre os PAAs - Principais Assuntos de Auditoria identificados em seu exame Avaliação do relatório de recomendações dos auditores independentes sobre os controles internosSupervisão das atividades da auditoria independente a fim de avaliar a independência e qualidade.Auditoria InternaAnálise do planejamento de trabalhos da auditoria para o exercício 2026, com recomendação para aprovação do plano pelo Conselho de Administração Acompanhamento da execução do plano dinâmico de auditoria interna e de seus resultados, tomando conhecimento das recomendações e planos de açãoAcompanhamento dos relatórios da Auditoria ContínuaAvaliação do Programa de Qualidade da Auditoria InternaAcompanhamento da avaliação da Auditoria InternaIntegridade Acompanhamento do reporte das denúncias recebidas por meio do Canal de ÉticaAcompanhamento periódico das ações relacionadas à gestão integrada de riscos corporativos e do monitoramento de fraudesAcompanhamento de ações relacionadas aos riscos cibernéticos e de segurança da informaçãoMonitoramento da qualidade e integridade dos mecanismos de controles internosGestão FinanceiraAcompanhamento do processo de elaboração das Demonstrações Financeiras Intermediárias e anual Individuais e Consolidadas da CompanhiaElaboração do orçamento deste Comitê Avaliação dos impactos sobre novas normas de sustentabilidade (IFRS S1 e S2)Acompanhamento dos aspectos contábeis relativos à aquisição da Comerc Acompanhamento das movimentações das contingências e provisões judiciais. 5. CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÃO AO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Os membros do Comitê de Auditoria Estatutário da VIBRA, no exercício de suas atribuições e responsabilidades legais, realizaram exame e análise das demonstrações financeiras, acompanhadas dos relatórios dos auditores independentes e da Administração, relativo ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2025.Considerando todas as análises, estudos e debates realizados no transcorrer das reuniões e dos trabalhos de acompanhamento e supervisão, o Comitê de Auditoria Estatutário entende que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas em 31 de dezembro de 2025 foram elaboradas em conformidade com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB e, portanto, recomenda sua aprovação pelo Conselho de Administração da Companhia, para posterior submissão à Assembleia Geral de Acionistas.Rio de Janeiro, 06 de março de 2026.Mateus Affonso BandeiraCoordenador do Comitê de Auditoria EstatutárioMarcel Juviniano BarrosConselheiroMarco Antonio Mayer FolettoMembro Externo Pedro Augusto de Melo Membro Externo

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias1.198.0006.026
Preferenciais00
Total1.198.0006.026

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.