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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017Código CVM 22519Versão 1Recebida em 27/03/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de TECHNOS SA

TECHNOS SA · CNPJ 09.295.063/0001-97

TECHNOS SA
CNPJ 09.295.063/0001-97
DFP 2017
Exercício 2017
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
TECHNOS SA
CNPJ
09.295.063/0001-97
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2017*
Publicado em
27/03/2018 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total714.867742.508−3,7%
1.01Ativo Circulante338.824383.634−11,7%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa14.82916.978−12,7%
1.01.01.01Caixa921175.317,6%
1.01.01.02Depósitos Bancários4.94414.135−65,0%
1.01.01.03Aplicações Financeiras8.9642.826217,2%
1.01.02Aplicações Financeiras01.053−100,0%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.01.03Contas a Receber191.607219.620−12,8%
1.01.03.01Clientes191.607219.620−12,8%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.01.04Estoques105.592125.930−16,2%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar7.6817.2615,8%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00
1.01.07Despesas Antecipadas00
1.01.08Outros Ativos Circulantes19.11512.79249,4%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda6670
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros18.44812.79244,2%
1.02Ativo Não Circulante376.043358.8744,8%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo78.70360.32830,5%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo24.57223.5684,3%
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.01.03Títulos e Valores Mobiliários24.57223.5684,3%
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.02.01.03Contas a Receber28.59124.23218,0%
1.02.01.03.01Clientes904791,5%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber28.50124.18517,8%
1.02.01.04Estoques00
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos00
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00
1.02.01.07Despesas Antecipadas00
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes25.54012.528103,9%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.09.03Impostos a recuperar25.54012.528103,9%
1.02.02Investimentos00
1.02.02.01Participações Societárias00
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado34.86735.781−2,6%
1.02.03.01Imobilizado em Operação34.86735.781−2,6%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível262.473262.765−0,1%
1.02.04.01Intangíveis35.63535.927−0,8%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.02Goodwill226.838226.8380,0%

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasAos acionistas da Technos S/ARio de Janeiro - RJOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Technos S/A (Companhia), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Companhia em 31 de dezembro de 2017, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Reconhecimento da receita de venda de produtos, cujo valor no exercício findo em 31 de dezembro de 2017 era de R$ 340.077 mil.Consulte a nota explicativa 17 das demonstrações financeirasA Companhia e suas controladas reconhecem suas receitas de vendas de produtos no momento que a Companhia efetua entrega dos produtos para o comprador, o qual passa a ter total liberdade sobre o canal e o preço de revenda dos produtos, e não há nenhuma obrigação não satisfeita que possa afetar a aceitação dos produtos pelo cliente, ou seja quando (i) os produtos tenham sido enviados para o local especificado (ii) os riscos de obsolescência e perda tenham sido transferidos para o cliente (iii) o cliente tenha aceitado os produtos de acordo com as características da fatura e (iv) as disposições de aceitação tenham sido acordadas, ou a Companhia tenha evidências objetivas de que todos os critérios para aceitação foram atendidos.O registro contábil da receita é uma das principais áreas de foco na auditoria em razão do grande número de transações envolvidas, em especial no final do exercício económico, e da significativa utilização e dependência de seus sistemas de informática para garantir a integridade, existência e precisão das receitas registradas. Devido à relevância dos valores envolvidos, do alto nível de utilização e dependência dos sistemas de informática e do alto volume de transações processadas que pode impactar o valor registrado de receitas nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, consideramos esse assunto significativo para nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNesta área, nossos procedimentos de auditoria incluíram, o entendimento do processo de reconhecimento de receita e do desenho dos controles internos relevantes relacionados ao processo informático de registro da receita de venda de produtos.Circularizamos as transportadoras com o intuito de confirmar se os prazos médios de recebimento por parte dos clientes tem base nos prazos reais de entrega desenvolvidos pelas transportadoras contratadas. Apuramos se a data de despacho da carga e endereço dos clientes registrados nos relatórios de faturamento são as reais e avaliamos se os prazos utilizados para o cálculo são razoáveis com base nas respostas das transportadoras. Avaliamos também a adequação das divulgações efetuadas das demonstrações financeiras. O resultado dos testes de controles internos demandou a expansão Nossos testes revelaram deficiências no desenho operacional nos controles internos da Companhia e suas controladas relacionados ao processo automatizado de registro da receita de venda de produtos. Em função disso, expandimos a extensão de nossos testes substantivos, além do originalmente planejado, para obtermos evidência de auditoria suficiente e apropriada quanto a reconhecimento de receita. Como resultado das evidências obtidas por meio dos procedimentos acima resumidos, consideramos que, no tocante à competência de períodos, o valor da receita de venda de produtos da Companhia é aceitável no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017. Valor recuperável do contas a receber, cujo valor no exercício findo em 31 de dezembro de 2017 era de R$ 191.697 mil.Consulte a nota explicativa 6 das demonstrações financeiras individuais e consolidadasDado a conjuntura econômica do país e de determinados clientes a Companhia avalia periodicamente a recuperabilidade efetiva dos saldos em aberto. A Companhia define critérios e metodologias para a avaliação do valor recuperável do saldo das contas a receber com o objetivo de determinar a estimativa do montante sujeito a não realização e, consequentemente, a potencial constituição de provisão para saldos de liquidação duvidosa. A determinação da perda por redução ao valor recuperável do contas a receber (provisão para créditos de liquidação duvidosa) considera critérios e metodologias que são documentados em políticas internas e exigem, por sua natureza, a utilização de julgamentos e premissas por parte da Companhia, que incluem análise histórica e ponderada por cliente e inadimplência, bem como aspectos qualitativos, tais como renegociações e condição de crédito prospectiva. Devido ao grau de julgamento envolvido para a determinação da perda por redução ao valor recuperável do contas a receber e ao impacto que eventuais alterações nas estimativas efetuadas poderiam ter nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, consideramos este assunto significativo para nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoObtivemos entendimento do desenho e da implementação dos controles internos chave relacionados à identificação e registro das contas a receber. Obtivemos o seu estudo detalhado para a definição das estimativas de perda do contas a receber preparado pela Companhia, e avaliamos, em base amostral, a suficiência dos critérios, premissas e dados utilizados para determinar os níveis de inadimplência em função do prazo de vencimento atentando para políticas de recebimento de créditos de difícil liquidação em comparação com dados históricos e com as informações financeiras das áreas de apoio como faturamento e cobrança. Avaliamos a razoabilidade das estimativas efetuadas e analisamos o percentual aplicado em função de cada prazo de vencimento e das condições financeiras do perfil de cada cliente. Adicionalmente, avaliamos também a adequação das divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima sumarizados, consideramos que, no tocante à sua recuperabilidade, o saldo do contas a receber, bem como as divulgações relacionadas, são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017.Valorização e Existência dos estoques de produtos, cujo valor no exercício findo em 31 de dezembro de 2017 era de R$ 105.592 mil.Consulte a nota explicativa 7 das demonstrações financeiras individuais e consolidadasOs estoques da Companhia são registrados pelo menor valor entre o custo e o valor líquido realizável. O custo é determinado usando-se o método do custo médio de aquisição, calculado a cada nova entrada nos estoques. Esse custo pode não ser recuperável se esses estoques estiverem danificados, se tornarem total ou parcialmente obsoletos ou se os seus preços de venda tiverem diminuído. A administração avalia ainda, o valor dos seus estoques com base no custo ou valor de mercado (recuperável), dos dois o menor. Caso o valor recuperável seja inferior ao valor de custo, a Companhia registra uma perda por redução ao valor recuperável. A análise da recuperabilidade dos saldos de estoques requer uma avaliação criteriosa da Companhia e envolve julgamentos e premissas relativos, principalmente, a obsolescência e avaliação do valor de custo ou mercado. Qualquer mudança nessas premissas pode impactar de forma relevante o valor desses ativos nas demonstrações financeiras consolidadas. Além disso, dada a granularidade dos itens dos estoques, o acompanhamento dos inventários físicos requer a manutenção de controles cíclicos. Dessa forma consideramos esse assunto significativo em nossa auditoria. Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram a avaliação do desenho e efetividade operacional dos controles internos chave relativos ao processo de compras e inventário, bem como a avaliação do processo relacionado com a mensuração da provisão para perda dos estoques e sua aderência às políticas contábeis da Companhia. Acompanhamento dos inventários físicos cíclicos efetuados pela companhia durante o exercício, atentando para os controles aplicados no processo para concluirmos sobre a existência das contagens efetuadas. Procedimentos, em base de amostragem, sobre os registros auxiliares de movimentações de estoques para avaliar sobre a existência de itens sem movimentação. Avaliação dos planos e projeções da Companhia e suas controladas para os itens com evidência de lenta movimentação para concluirmos sobre a razoabilidade dos planos e da perda por redução ao valor recuperável reconhecida. Avaliação da adequação das divulgações incluídas nas demonstrações financeiras.Como resultado das evidências obtidas por meio dos procedimentos acima resumidos, consideramos que, no tocante à sua recuperabilidade, o saldo de estoques, bem como as divulgações relacionadas, são aceitáveis nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto, relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Valores correspondentes Os valores correspondentes relativos aos balanços patrimoniais, individual e consolidado, em 31 de dezembro de 2016 e às demonstrações, individuais e consolidadas, do resultado, do resultado, abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, foram anteriormente auditados por outros auditores independentes que emitiram relatório datado em 22 de fevereiro de 2017 sem modificação. Os valores correspondentes relativos às Demonstrações do valor adicionado (DVA), individuais e consolidadas, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, foram submetidos aos mesmos procedimentos de auditoria por aqueles auditores independentes e, com base em seu exame, aqueles auditores emitiram relatório reportando que não tiveram conhecimento de nenhum fato que os levasse a acreditar que a DVA não foi elaborada, em todos os seus aspectos relevantes, de forma consistente com as demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base co ntábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras. Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Rio de Janeiro, 27 de março de 2018KPMG Auditores IndependentesCRC SP-014428/O-6 F-RJMarcelo Luiz FerreiraContador CRC RJ-087095/O-7

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃOPARA FINS DO ARTIGO 25 DA INSTRUÇÃO CVM Nº 480/09Declaramos, na qualidade de diretores da Technos S.A., sociedade por ações de capital aberto, com sede na Avenida das Américas, nº 3443, sala 101, bloco 4, Barra da Tijuca, na Cidade do Rio de Janeiro, Estado do Rio de janeiro, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 09.295.063/0001-97, que revimos, discutimos e concordamos com as demonstrações financeiras do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2017, nos termos e para fins do parágrafo 1º, inciso VI, do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009.Rio de Janeiro, 27 de março de 2018.Thiago Frias Picolo Peres - Diretor-PresidenteVictor Valadão Bicalho - Diretor Sem Designação EspecíficaAndre Vercelli - Diretor Sem Designação EspecíficaMaurício Elísio Martins Loureiro - Diretor Sem Designação EspecíficaErica Luiza Di Puccio Pagano - Diretor Sem Designação Específica

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃOPARA FINS DO ARTIGO 25 DA INSTRUÇÃO CVM Nº 480/09Declaramos, na qualidade de diretores da Technos S.A., sociedade por ações de capital aberto, com sede na Avenida das Américas, nº 3443, sala 101, bloco 4, Barra da Tijuca, na Cidade do Rio de Janeiro, Estado do Rio de janeiro, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 09.295.063/0001-97, que revimos, discutimos e concordamos com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes referente às demonstrações financeiras do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2017, nos termos e para fins do parágrafo 1º, inciso V, do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009.Rio de Janeiro, 27 de março de 2018.Thiago Frias Picolo Peres - Diretor-PresidenteVictor Valadão Bicalho - Diretor Sem Designação EspecíficaAndre Vercelli - Diretor Sem Designação EspecíficaMaurício Elísio Martins Loureiro - Diretor Sem Designação EspecíficaErica Luiza Di Puccio Pagano - Diretor Sem Designação Específica

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.