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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2011122 páginasCódigo CVM 14524Versão 3 · reapresentaçãoRecebida em 11/04/2012valores em R$ mil

DFP 2011 de COMPANHIA DE ELETRICIDADE DO ESTADO DA BAHIA COELBA

COMPANHIA DE ELETRICIDADE DO ESTADO DA BAHIA COELBA · CNPJ 15.139.629/0001-94

Versões deste exercício: v1 (02/02/2012) · v2 (07/02/2012) · v3 (11/04/2012), esta

COMPANHIA DE ELETRICIDADE DO ESTADO DA BAHIA COELBA
CNPJ 15.139.629/0001-94
DFP 2011 (V3)
Exercício 2011
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Metadados

Empresa
COMPANHIA DE ELETRICIDADE DO ESTADO DA BAHIA COELBA
CNPJ
15.139.629/0001-94
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
122
Ano de referência
2011*
Publicado em
11/04/2012 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:41

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201131/12/2010Var.
1Ativo Total6.137.8425.372.69514,2%
1.01Ativo Circulante1.350.6811.306.8773,4%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa180.756101.27778,5%
1.01.02Aplicações Financeiras34.66768.991−49,8%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado34.66768.991−49,8%
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento34.66768.991−49,8%
1.01.03Contas a Receber923.069881.3174,7%
1.01.03.01Clientes923.069881.3174,7%
1.01.03.01.01Contas a Receber de Clientes e Outros923.069881.3174,7%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques10.4818.01430,8%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar108.237133.819−19,1%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar108.237133.819−19,1%
1.01.06.01.01Impostos e Contribuições a recuperar108.237133.819−19,1%
1.01.07Despesas Antecipadas3.6692.28160,9%
1.01.08Outros Ativos Circulantes89.802111.178−19,2%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros89.802111.178−19,2%
1.01.08.03.01Entidade de previdência privada6.1560—
1.01.08.03.02Serviços em curso44.95832.66637,6%
1.01.08.03.03Outros ativos circulantes38.68878.512−50,7%
1.02Ativo Não Circulante4.787.1614.065.81817,7%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo1.494.1821.310.29714,0%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado52.5980—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento52.5980—
1.02.01.03Contas a Receber256.602310.691−17,4%
1.02.01.03.01Clientes256.602310.691−17,4%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos74.75349.51751,0%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos74.75349.51751,0%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.02Créditos com Controladas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes1.110.229950.08916,9%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Impostos e contribuições a recuperar58.79456.9723,2%
1.02.01.09.04Beneficio fiscal - Ágio incorporado a controladora208.586227.469−8,3%
1.02.01.09.05Depósitos judiciais139.809170.352−17,9%
1.02.01.09.06Superávit atuarial35.11939.340−10,7%
1.02.01.09.07Coligadas e controladas21113852,9%
1.02.01.09.08Ativo Indenizável (concessão)659.635443.96548,6%
1.02.01.09.09Outros Ativos não Circulantes8.07511.853−31,9%
1.02.02Investimentos12.11710.85911,6%
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.02Participações em Controladas00—
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.02.02.01Outros investimentos00—
1.02.03Imobilizado00—
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível3.280.8622.744.66219,5%
1.02.04.01Intangíveis3.280.8622.744.66219,5%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Intangível00—
1.02.04.01.03Intangível00—
1.02.05Diferido00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONTRAÇÕES FINANCEIRASAos Acionistas, Conselheiros e Diretores daCompanhia de Eletricidade do Estado da Bahia - COELBASalvador - BAExaminamos as demonstrações financeiras da Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia - COELBA ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2011 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeirasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.OpiniãoEm nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia - COELBA em 31 de dezembro de 2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e as práticas contábeis adotadas no Brasil. Outros assuntosDemonstrações do valor adicionado Examinamos, também, as demonstrações do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011, preparadas sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de audordescritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Salvador (BA), 23 de janeiro de 2012.ERNST & YOUNG TERCOAuditores Independentes S.S.CRC-2 SP 015199/O-6-F-BAPaulo José MachadoContador CRC-1RJ 061.469/O-4-S-BAShirley Nara S. SilvaContadora CRC-1BA 022.650/O-0

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES DA COMPANHIAOs diretores da Companhia declaram que reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes e que reviram, discutiram e concordam com as Demonstrações Financeiras da Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia S.A..Rio de Janeiro, 23 de janeiro de 2012Moisés Afonso Sales FilhoDiretor-PresidenteErik da Costa BreyerDiretor Financeiro e de Relações com InvestidoresLady Batista de MoraisDiretora de Gestão de Pessoas Paulo Roberto DutraDiretor de Planejamento e ControleSolange Maria Pinto RibeiroDiretora de Regulação

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES DA COMPANHIAOs diretores da Companhia declaram que reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes e que reviram, discutiram e concordam com as Demonstrações Financeiras da Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia S.A..Rio de Janeiro, 23 de janeiro de 2012Moisés Afonso Sales FilhoDiretor-PresidenteErik da Costa BreyerDiretor Financeiro e de Relações com InvestidoresLady Batista de MoraisDiretora de Gestão de Pessoas Paulo Roberto DutraDiretor de Planejamento e ControleSolange Maria Pinto RibeiroDiretora de Regulação

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal da Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia - COELBA, dando cumprimento ao que dispõe o artigo 163 da Lei nº 6404/76, e suas posteriores alterações, examinou o relatório da administração e demonstrações financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2011, compreendendo: balanço patrimonial, demonstrações do resultado, do resultado abrangente, de mutações do patrimônio líquido, dos fluxos de caixa e do valor adicionado, complementadas por notas explicativas e balanços sociais.Com fundamento nas análises apresentadas e na opinião refletida no relatório dos Auditores Independentes, este Conselho opina no sentido de que as Demonstrações Financeiras, acima referidas, estão em condições de serem submetidas à apreciação dos Senhores Acionistas. Salvador, 25 de janeiro de 2012.Mônica Romero Monteiro MarinhoPresidenteFabrício Duque Estrada Meyer ChagasLuiz Carlos Faria RibeiroVinícius Balbino Bouhid

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.