Pular para o conteúdo
BR - CVMInformações TrimestraisRef. 201435 páginasCódigo CVM 17868Versão 1Recebida em 15/05/2014valores em R$ mil

ITR 31/03/2014 de INEPAR EQUIPAMENTOS E MONTAGENS S/A - EM RECUPERACAO JUDICIAL

INEPAR EQUIPAMENTOS E MONTAGENS S/A - EM RECUPERACAO JUDICIAL · CNPJ 02.258.422/0001-97

INEPAR EQUIPAMENTOS E MONTAGENS S/A - EM RECUPERACAO JUDICIAL
CNPJ 02.258.422/0001-97
ITR 31/03/2014
Exercício 2014
Carregando…
Ver na CVM ↗

Metadados

Empresa
INEPAR EQUIPAMENTOS E MONTAGENS S/A - EM RECUPERACAO JUDICIAL
CNPJ
02.258.422/0001-97
Tipo
Informações Trimestrais
Páginas
35
Ano de referência
2014*
Publicado em
15/05/2014 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:57:46

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Outros documentos da empresa

Ver todos os documentos →

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/03/201431/12/2013Var.
1Ativo Total399.149412.593−3,3%
1.01Ativo Circulante6.0656.186−2,0%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa00—
1.01.02Aplicações Financeiras1091080,9%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo1091080,9%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.01.03Titulos e Valores Mobiliários00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber426546−22,0%
1.01.03.01Clientes426546−22,0%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.03.02.01Títulos a Receber00—
1.01.03.02.02Títulos e Valores Mobiliários00—
1.01.04Estoques00—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar5.5265.5170,2%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar5.5265.5170,2%
1.01.06.01.01Crédito de Impostos5.5265.5170,2%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes415−73,3%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.01.01Dividendos a Receber00—
1.01.08.01.02Outros Créditos00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros015−100,0%
1.01.08.03.01Dividendos a Receber00—
1.01.08.03.02Outros Créditos015−100,0%
1.02Ativo Não Circulante393.084406.407−3,3%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo344.232340.9211,0%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.01.03Títulos e Valores Mobiliários00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber4.0333.9332,5%
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber4.0333.9332,5%
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas310.094330.069−6,1%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas15.61115.2792,2%
1.02.01.08.02Créditos com Controladas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas294.483314.790−6,5%
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes30.1056.919335,1%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Crédito de Impostos5.0005.182−3,5%
1.02.01.09.04Depósitos Judiciais1.7371.7370,0%
1.02.01.09.05Outros Créditos23.3680—
1.02.02Investimentos5.14421.137−75,7%
1.02.02.01Participações Societárias5.14421.137−75,7%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas5.14421.137−75,7%
1.02.02.01.02Participações em Controladas00—
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado43.70844.349−1,4%
1.02.03.01Imobilizado em Operação43.70844.349−1,4%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível00—
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.05Diferido00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Revisão do auditor

Com Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DE REVISÃO DOS AUDITORES INDEPENDENTES AosAcionistas e Administradores daINEPAR EQUIPAMENTOS E MONTAGENS S.A.São Paulo - SPIntroduçãoRevisamos as informações contábeis intermediárias da INEPAR EQUIPAMENTOS E MONTAGENS S.A., contidas no Formulário de Informações Trimestrais - ITR referente ao trimestre findo em 31 de março de 2014, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de março de 2014 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o trimestre findo nessa data, incluindo o resumo das principais políticas contábeis e as demais notas explicativas. A administração é responsável pela elaboração das informações contábeis intermediárias de acordo com o pronunciamento técnico CPC 21 (R1) - Demonstração Intermediária e com a norma internacional IAS 34 - "Interim Financial Reporting", emitida pelo "International Accounting Standards Board - IASB", assim como pela apresentação dessas informações de forma condizente com as normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários, aplicáveis à elaboração das Informações Trimestrais - ITR. Nossa responsabilidade é a de expressar uma conclusão sobre essas informações contábeis intermediárias com base em nossa revisão.Alcance da revisãoConduzimos nossa revisão de acordo com as normas brasileiras e internacionais de revisão de informações intermediárias (NBC TR 2410 - Revisão de Informações Intermediárias Executada pelo Auditor da Entidade e ISRE 2410 - Review of Interim Financial Information Performed by the Independent Auditor of the Entity, respectivamente). Uma revisão de informações intermediárias consiste na realização de indagações, principalmente às pessoas responsáveis pelos assuntos financeiros e contábeis e na aplicação de procedimentos analíticos e de outros procedimentos de revisão. O alcance de uma revisão é significativamente menor do que o de uma auditoria conduzida de acordo com as normas de auditoria e, consequentemente, não nos permitiu obter segurança de que tomamos conhecimento de todos os assuntos significativos que poderiam ser identificados em uma auditoria. Portanto, não expressamos uma opinião de auditoria.Bases para conclusão com ressalvai)Parcelamento especial - Lei nº 12.865/13Conforme descrito na nota explicativa nº 14 às Demonstrações Contábeis, a Companhia, amparada pela Lei de reabertura do Refis (Lei nº 12.865/13 de 09 de outubro de 2013) solicitou nova inclusão de seus débitos previdenciários, impostos e contribuições federais consolidados junto à Secretaria da Receita Federal do Brasil. A consolidação de débitos foi efetuada com apoio de consultores jurídicos especializados e resultou na reversão, nas demonstrações contábeis do exercício de 2013, de valores anteriormente registrados no passivo circulante em montante de R$ 66.235 mil. Até o momento de emissão deste relatório de revisão, referida solicitação não havia sido deferida e homologada pela Receita Federal do Brasil, dessa forma não temos como concluir sobre a adequação da reversão de passivos efetuada.ii)Continuidade operacionalConforme descrito na Nota Explicativa nº 1 às Demonstrações Contábeis, a Companhia, desde o ano de 2004, concentrou e transferiu suas atividades operacionais e mercadológicas na sociedade coligada IESA - Projetos, Equipamentos e Montagens S.A., na qual participa em 25,40 % do capital. A partir desse momento, sua principal receita passou a ser de locação de seu ativo imobilizado à coligada. A Companhia, a exemplo do verificado no exercício de 2013, apresentou prejuízo líquido no primeiro trimestre de 2014, no montante de R$ 21.358 mil, e passivo circulante excedente em relação ao ativo circulante em R$ 49.253 mil. Além disso, seu principal ativo, que representa 74% do ativo total, corresponde a mútuo a receber da Controladora em montante de R$ 294.483 mil, tem liquidação incerta quanto a prazos e forma. Esse cenário gera incertezas quanto a capacidade financeira da Companhia liquidar suas obrigações registradas no passivo circulante. As demonstrações contábeis não incluem quaisquer ajustes relativos à realização e à classificação dos valores de ativos ou quanto aos valores e à classificação de passivos que seriam requeridos na impossibilidade de a Companhia continuar operando.Conclusão sobre as informações intermediárias individuaisCom base em nossa revisão, exceto pelos efeitos dos assuntos mencionados no parágrafo base para conclusão com ressalva, não temos conhecimento de nenhum fato que nos leve a acreditar que as informações contábeis intermediárias incluídas nas informações trimestrais acima referidas não foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, de acordo com o CPC 21 (R1) e a IAS 34 aplicáveis à elaboração das Informações Trimestrais - ITR, e apresentadas de forma condizente com as normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários.Ênfasesi)Diferença entre as práticas contábeis adotadas no Brasil e as IFRS Conforme descrito na Nota Explicativa nº 3, as demonstrações contábeis individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Inepar Equipamentos e Montagens S.A. essas práticas diferem das IFRS, aplicáveis às demonstrações contábeis separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas, coligadas e controladas em conjunto pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo. Nossa conclusão não contém modificação relacionada a esse assunto.ii)Outras créditos - ativos recebidos do FIDCConforme descrito na nota explicativa nº 11, o Antera Fundo de Investimento em Direitos Creditórios Não Padronizados de Operações Comerciais, Industriais e/ou de Prestação de Serviços - FIDC, do qual a Companhia era quotista, foi encerrado em 21 de março de 2014. Os ativos que compunham sua carteira foram devolvidos para as respectivas quotistas. Em função do curto período decorrido entre o encerramento do Fundo e a data de apresentação das informações trimestrais, os ativos recebidos pela Companhia foram provisoriamente registrados no grupo de outros créditos, ativo não circulante, e estão sendo submetidos à análises para identificação da melhor classificação contábil a ser adotada. Nossa conclusão não contém modificação relacionada a esse assunto.ii)Reapresentação das informações contábeis intermediárias de 31 de março de 2013Conforme descrito na nota explicativa nº 5, as informações contábeis intermediárias de 31 de março de 2013, compreendidas pelas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, dos fluxos de caixa e do valor adicionado (informação suplementar), referentes ao período de três meses findo em 31 de março de 2013, apresentadas para fins de comparação, foram ajustados e estão sendo reapresentados como previsto no CPC 23 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro e CPC 26(R1) - Apresentação das Demonstrações Contábeis, estão sendo reapresentadas incorporando os seguintes aspectos:?Estorno das receitas financeiras originalmente contabilizadas sobre os títulos da dívida pública federal, cujos valores ativados foram baixados retroativamente na apresentação das demonstrações contábeis de 31 de dezembro de 2013. Revisamos e concordamos esse ajuste.?Estorno de parte das despesas financeiras originalmente contabilizadas em decorrência da redução do passivo referente ao parcelamento especial da Lei nº 12.865/13, cujos va lores registrados no passivo foram baixados retroativamente na apresentação das demonstrações contábeis de 31 de dezembro de 2013. Em função da inexistência de homologação da Secretaria da Receita Federal sobre a referida renegociação, a redução do passivo que gerou o estorno das despesas financeiras está sendo objeto de ressalva sobre as informações contábeis intermediárias de 31 de março de 2014. ?Estorno de parte da equivalência patrimonial positiva originalmente contabilizada sobre o investimento na IESA - Projetos, Equipamentos e Montagens S.A., decorrente do estorno da receita financeira sobre os títulos da dívida pública federal e do estorno de parte das despesas financeiras em decorrência da redução do passivo referente ao parcelamento especial da Lei nº 12.865/13, ambas citadas nos parágrafos anteriores. Outros assuntosDemonstrações intermediárias do valor adicionadoRevisamos, também, a demonstração intermediária do valor adicionado referente ao trimestre findo em 31 de março de 2014, cuja apresentação nas informações intermediárias é requerida de acordo com as normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários aplicáveis à elaboração de Informações Trimestrais - ITR e considerada informação suplementar pelas IFRS, que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de revisão descritos anteriormente e, com base em nossa revisão, não temos conhecimento de nenhum fato que nos leve a acreditar que não foi elaborada, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às informações contábeis intermediárias tomadas em conjunto.São Paulo, 15 de maio de 2014.BAKER TILLY BRASILAUDITORES INDEPENDENTES S/SCRC-2SP016754/O-1EDUARDO A. DE VASCONCELOSCELSO L. DA C. LOBOCONTADOR - CRC-1SP166001/O-3CONTADOR - CRC-1SP251526/O-6

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.