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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2014188 páginasCódigo CVM 14451Versão 1Recebida em 27/03/2015valores em R$ mil

DFP 2014 de COMPANHIA ENERGETICA DE BRASILIA

COMPANHIA ENERGETICA DE BRASILIA · CNPJ 00.070.698/0001-11

COMPANHIA ENERGETICA DE BRASILIA
CNPJ 00.070.698/0001-11
DFP 2014
Exercício 2014
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Metadados

Empresa
COMPANHIA ENERGETICA DE BRASILIA
CNPJ
00.070.698/0001-11
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
188
Ano de referência
2014*
Publicado em
27/03/2015 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:54

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201431/12/2013Var.
1Ativo Total2.709.8272.434.83111,3%
1.01Ativo Circulante779.411520.80249,7%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa66.00696.786−31,8%
1.01.02Aplicações Financeiras0295−100,0%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo0295−100,0%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber441.174308.84042,8%
1.01.03.01Clientes441.174308.84042,8%
1.01.03.01.01Consumidores e Revendedores441.174308.84042,8%
1.01.03.01.02Energia Livre00—
1.01.03.01.04Títulos de Créditos a Receber00—
1.01.03.01.05Créditos com Empregados00—
1.01.03.01.06Bens e Direitos Destinados a Alienação00—
1.01.03.01.07Cauções e Depósitos Vinculados00—
1.01.03.01.08Serviços Prestados a Terceiros00—
1.01.03.01.09Outros Créditos00—
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques19.32734.615−44,2%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar27.09129.307−7,6%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar27.09129.307−7,6%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.07.01Ativos Regulatórios00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes225.81350.959343,1%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros225.81350.959343,1%
1.01.08.03.01Valores a Receber de Parcela "A" e Outros Itens Financeiros138.8370—
1.01.08.03.02Demais Créditos86.97650.95970,7%
1.02Ativo Não Circulante1.930.4161.914.0290,9%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo1.019.246819.87724,3%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.01.03Títulos de Crédito a Receber00—
1.02.01.01.04Depósitos Vinculados a Litígios00—
1.02.01.01.05Energia Livre00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber7.73354.097−85,7%
1.02.01.03.01Clientes7.73354.097−85,7%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos15.67622.199−29,4%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.06.02Imposto de Renda e Contribuição Social Compensáveis15.67622.199−29,4%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes995.837743.58133,9%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Depósitos e Bloqueios Judiciais13.88512.62810,0%
1.02.01.09.04Ativo Financeiro Realizável00—
1.02.01.09.05Ativo Financeiro de Concessões841.273729.11915,4%
1.02.01.09.06Valores a Receber de Parcela "A" e Outros Itens Financeiros138.7380—
1.02.01.09.09Demais Créditos1.9411.8345,8%
1.02.02Investimentos658.575684.537−3,8%
1.02.02.01Participações Societárias382.460408.422−6,4%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas323.927351.313−7,8%
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias58.53357.1092,5%
1.02.02.02Propriedades para Investimento276.115276.1150,0%
1.02.03Imobilizado122.714138.507−11,4%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível129.881271.108−52,1%
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Diferido00—
1.02.04.01.03Goodwill00—
1.02.04.01.04Outros Intangíveis00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

COMPANHIA ENERGÉTICA DE BRASÍLIA S.A.Demonstrações contábeisReferentes aos exercícios findos em 31 de dezembro de 2014 e 2013ConteúdoRelatório dos auditores independentes sobre as demonstrações contábeisBalanços patrimoniaisDemonstrações do resultadoDemonstrações do resultado abrangenteDemonstrações das mutações do patrimônio líquidoDemonstrações dos fluxos de caixaDemonstrações do valor adicionadoNotas explicativas da Administração às demonstrações contábeis RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEISAos Administradores e Acionistas daCOMPANHIA ENERGÉTICA DE BRASÍLIA S.A.Brasília - DFExaminamos as demonstrações contábeis individuais e consolidadas da COMPANHIA ENERGÉTICA DE BRASÍLIA S.A. ('Companhia'), respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2014 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações contábeisA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as Normas Internacionais de Relatório Financeiro ("IFRSs"), emitidas pelo "International Accounting Standards Board - IASB",, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as Demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas Demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião sobre as demonstrações contábeis Em nossa opinião, as demonstrações contábeis individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia Energética de Brasília S.A. em 31 de dezembro de 2014, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Ênfases Chamamos a atenção para o fato de que a controlada direta CEB Distribuição S.A. apresenta um histórico de deficiência de capital de giro e de negativa rentabilidade. Adicionalmente, em razão das características inerentes à sua atividade operacional e por exigência dos órgãos concedente e regulador, existe a necessidade de constantes e relevantes investimentos para manutenção e desenvolvimento das suas atividades. Esses fatos indicam a existência de incerteza significativa que pode levantar dúvida relevante quanto à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Os planos da Administração para manutenção das atividades estão descritos na Nota Explicativa nº 1.2 (ii). Ademais, conforme nota explicativa n° 1.2 (vi), a Companhia é detentora do Contrato de Concessão de Distribuição de Energia Elétrica nº 066/1999, celebrado com a União Federal, por intermédio da ANEEL, com prazo de vencimento em 7 de julho de 2015. As demonstrações contábeis mencionadas no primeiro parágrafo foram elaboradas no pressuposto de continuidade normal dos negócios e, assim, não incluem nenhum ajuste relativo à realização e à classificação dos ativos ou quanto aos valores e à classificação dos passivos, que seriam requeridos na impossibilidade de a Companhia continuar operando. Nossa opinião não contém modificação relacionada a esse assunto. A controlada Companhia Brasiliense de Gás - CEBGAS, conforme descrito na Nota Explicativa nº 1.a, entrou em operação em 8 de novembro de 2007, por meio do suprimento de gás natural liquefeito, proveniente da cidade de Paulínia, no Estado de São Paulo, para o Distrito Federal, e a sua distribuição a partir de contratos de compra e venda a seus distribuidores no Brasil. Para que essa operação seja similar à de outras empresas distribuidoras de gás canalizado no Brasil, faz-se necessária a viabilização de um suprimento adequado às necessidades do Distrito Federal por meio de um gasoduto de transporte de gás natural. Enquanto persistir essa situação, a CEBGAS continuará a depender de suporte financeiro a ser obtido com seus acionistas ou com terceiros. Essas condições indicam a existência de incerteza significativa que pode levantar dúvida relevante quanto à capacidade de continuidade operacional dessa controlada. As demonstrações contábeis dessa controlada, utilizadas para apuração da equivalência patrimonial e no processo de consolidação, não incluem quaisquer ajustes que poderiam ser requeridos no caso dessa controlada não conseguir tornar suas atividades similares à de outras empresas distribuidoras de gás canalizado no Brasil. Nossa opinião não contém modificação relacionada a esse assunto.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionado Examinamos também as demonstrações do valor adicionado, individuais e consolidadas, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2014, preparadas sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto.As demonstrações contábeis de 31 de dezembro de 2013, utilizadas para fins de comparação foram auditadas por outros auditores independentes, que emitiram relatório em 23 de abril de 2014, contendo ressalva quanto à ausência de conciliação dos fornecedores na Controlada direta CEB Distribuição S.A., devidamente regularizada no exercício e ênfases quanto aos seguintes assuntos: i) créditos junto ao Governo do Distrito Federal, vencidos há longa data, provisionados integralmente no exercíci o corrente ii) Não repasse da contribuição da iluminação pública ao Governo do Distrito Federal, já devidamente parceladas junto ao Governo do Distrito Federal iii) pelo histórico de deficiência no capital de giro da Controlada CEB Distribuição S.A iv) Risco de continuidade da controlada Companhia Brasiliense de Gás- CEBGÁS v) pela situação financeira desfavorável da coligada Corumbá Concessões S.A e pela reapresentação dos valores conforme CPC 33. Brasília, 25 de março de 2015. BDO RCS Auditores Independentes SSCRC 2 SP 013846/O-1 - S - DFAlfredo Ferreira Marques Filho Contador CRC 1 SP 154954/O-3

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

A Diretoria, CONSIDERANDO: a) o inciso V, art. 27 do Estatuto Social da Com-panhia b) a Resolução do Conselho Federal de Contabilidade - CFC nº 1.184/2009, de 28.08.2009 c) o inciso VI, art. 25 da Instrução nº 480, editada pela Comissão de Valores Mobiliários - CVM em 07.12.2009 d) a elaboração do relatório anual e das demonstrações contábeis da Companhia Energética de Brasília - CEB referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2014, consi-derados pela Diretoria em ordem e adequados, em seus aspectos relevantes, RESOLVE submeter os citados documentos à apreciação do Conselho Fiscal e do Conselho de Administração, com vistas à posterior deliberação da Assembleia Geral Ordinária dos acionistas da Companhia, na forma prevista na Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976.Brasília, 18 de Março de 2015.FRANCISCO AURÉLIO SAMPAIO SANTIAGODiretor-PresidenteARI JOAQUIM DA SILVADiretor Administrativo-Financeiro e de Relações com InvestidoresFERNANDO OLIVEIRA FONSECADiretor de Geração e NegóciosPAULO AFONSO TEIXEIRA MACHADODiretor Técnico

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Pelo presente instrumento, o Diretor Presidente e os demais Diretores da Companhia Energética de Brasília - CEB, sociedade de economia mista por ações, de capital aberto, com sede no Setor de Indústria e Abastecimento, Área de Serviços Públicos, Lote C, S I A, Brasília, inscrita no CNPJ sob nº. 00.070.698/0001-11, para fins do disposto nos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, declaram que:(I) reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no Relatório de Auditoria da BDO RCS Auditores Independentes SS, relativamente às demonstrações financeiras da CEB referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2014 e, (II) reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da CEB relativas ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2014.Brasília, 25 de Março de 2015.FRANCISCO AURÉLIO SAMPAIO SANTIAGODiretor-PresidentePAULO AFONSO TEIXEIRA MACHADODiretor TécnicoARI JOAQUIM DA SILVADiretor Administrativo-Financeiro e de Relações com InvestidoresFERNANDO OLIVEIRA FONSECA Diretor de Geração e Negócios

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCAL O Conselho Fiscal da Companhia Energética de Brasília - CEB, no âmbito das suas atribuições legais e estatutárias, conheceu o Relatório Anual da Administração referente ao exercício de 2014, e examinou o Balanço Patrimonial Individual e Consolidado da Companhia Energética de Brasília - CEB, levantados em 31 de dezembro de 2014, as respectivas Demonstrações de Resultados, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa. As peças foram apresentadas de forma comparativa àquelas encerradas no exercício findo em 31 de dezembro de 2013, todas elaboradas de acordo com a Lei das Sociedades Anônimas, instruções da CVM, normas reguladoras do Tribunal de Contas do Distrito Federal e Normas Internacionais de Relatório Financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accouting Standards Board (IASB). O Colegiado tomou conhecimento do parecer da BDO Auditores Independentes, emitido sem ressalvas. Com base nos documentos apresentados e no relatório dos auditores inde-pendentes sobre as demonstrações financeiras, o Conselho Fiscal concluiu, por maioria, à exceção dos Conselheiros Luis Antonio Esteves Noel e Marcello Joaquim Pacheco, que apresentaram votos apartados, que as peças estão em ordem e adequadas, em seus aspectos relevantes, sendo de opinião que se encontram em condições de serem submetidas à deliberação final da Assembleia Geral Ordinária da Companhia Energética de Brasília - CEB.Em cumprimento ao disposto na Resolução nº 38/1990-TCDF, o Conselho Fiscal, por maioria, à exceção dos Conselheiros Luis Antonio Esteves Noel e Marcello Joaquim Pacheco, que apresentaram votos apartados, verificou não existirem nos regis-tros contábeis da Companhia, irregularidades apuradas no exame realizado, encontrando-se normal a situação dos dirigentes responsáveis perante os cofres da empresa, até a presente data. Brasília, 25 de março de 2015.DELMAR CARNEIRO DE AGUIARHOMERO OLIVEIRA NETOJOSÉ DA SILVA MOURA FILHOLUIS ANTONIO ESTEVES NOEL MARCELLO JOAQUIM PACHECO

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.