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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201540 páginasCódigo CVM 18554Versão 1Recebida em 05/02/2016valores em R$ mil

DFP 2015 de PAN FINANCEIRA S.A. - SOCIEDADE DE CREDITO FINANCIAMENTO E INVESTIMENTOS

PAN FINANCEIRA S.A. - SOCIEDADE DE CREDITO FINANCIAMENTO E INVESTIMENTOS · CNPJ 02.682.287/0001-02

PAN FINANCEIRA S.A. - SOCIEDADE DE CREDITO FINANCIAMENTO E INVESTIMENTOS
CNPJ 02.682.287/0001-02
DFP 2015
Exercício 2015
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Metadados

Empresa
PAN FINANCEIRA S.A. - SOCIEDADE DE CREDITO FINANCIAMENTO E INVESTIMENTOS
CNPJ
02.682.287/0001-02
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
40
Ano de referência
2015*
Publicado em
05/02/2016 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:58

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201531/12/2014Var.
1Ativo Total258.086390.948−34,0%
1.01Ativo Circulante4.05610.045−59,6%
1.01.01Disponibilidades147348−57,8%
1.01.02Aplicações Interfinanceiras de Liquidez00—
1.01.03Títulos e Valores Mobiliários00—
1.01.04Relações Interfinanceiras00—
1.01.05Relações Interdependências00—
1.01.06Operações de Crédito00—
1.01.07Operações de Arrendamento Mercantil−1.321−3.60563,4%
1.01.07.01Arrendamento a Receber - Setor Privado3.45322.120−84,4%
1.01.07.02Rendas a Apropriar de Arrendamento a Receber−2.962−20.73985,7%
1.01.07.03Provisão p/ Créd. Arrend. Merc. Liquidação Duvidosa−1.812−4.98663,7%
1.01.08Outros Créditos4.53612.249−63,0%
1.01.08.01Rendas a Receber00—
1.01.08.02Diversos4.53612.249−63,0%
1.01.09Outros Valores e Bens6941.053−34,1%
1.01.09.01Outros Valores e Bens1.9281.8076,7%
1.01.09.02Provisão p/ Desvalorização de Outros Valores e Bens−1.302−1.44710,0%
1.01.09.03Despesas Antecipadas68693−90,2%
1.02Ativo Realizável a Longo Prazo215.126220.374−2,4%
1.02.01Aplicações Interfinanceiras de Liquidez00—
1.02.02Títulos e Valores Mobiliários00—
1.02.03Relações Interfinanceiras00—
1.02.04Relações Interdependências00—
1.02.05Operações de Crédito00—
1.02.06Operações de Arrendamento Mercantil−412−1.43471,3%
1.02.06.01Arrendamento a Receber - Setor Privado2.8326.359−55,5%
1.02.06.02Rendas a Apropriar de Arrendamento a Receber−2.832−6.35955,5%
1.02.06.03Provisão para Cred. de arrend. Merc. Liquid. Duvidosa−412−1.43471,3%
1.02.07Outros Créditos215.535221.609−2,7%
1.02.07.01Renda a receber00—
1.02.07.02Diversos215.535221.609−2,7%
1.02.08Outros Valores e Bens3199−98,5%
1.02.08.01Despesas Antecipadas3199−98,5%
1.03Ativo Permanente38.904160.529−75,8%
1.03.01Investimentos03.589−100,0%
1.03.01.01Dependências no Exterior00—
1.03.01.02Participações em Controladas00—
1.03.01.03Participações em Coligadas e Equiparadas03.589−100,0%
1.03.01.04Outros Investimentos00—
1.03.01.05Provisão para Perdas00—
1.03.02Imobilizado de Uso00—
1.03.03Imobilizado de Arrendamento38.904156.940−75,2%
1.03.03.01Bens Arrendados48.681192.822−74,8%
1.03.03.02Superveniência de Depreciação31.888134.266−76,3%
1.03.03.03Depreciação Acumulada−41.665−170.14875,5%
1.03.04Intangível00—
1.03.05Diferido00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Com Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes Aos Administradores e AcionistasPan Arrendamento Mercantil S.A.Examinamos as demonstrações financeiras individuais da Pan Arrendamento Mercantil S.A. ("Instituição"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2015 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre e exercício findos nessa data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeirasA administração da Instituição é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil - BACEN e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e a adequada apresentação das demonstrações financeiras da Instituição para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia dos controles internos da Instituição. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião com ressalva. Base para opinião com ressalvaA Instituição registra as suas operações e elabora as suas demonstrações financeiras com a observância das diretrizes estabelecidas pelo Banco Central do Brasil e pela Comissão de Valores Mobiliários para as sociedades de arrendamento mercantil, que requerem o ajuste ao valor presente da carteira de arrendamento mercantil como superveniência ou insuficiência de depreciação, classificada no ativo permanente (nota 3 (d)). Essas diretrizes não requerem a reclassificação das operações para as rubricas do ativo circulante e realizável a longo prazo e das receitas e despesas de arrendamento mercantil, que permanecem registradas de acordo com a Lei nº 6.099/74, mas propiciam a apuração do lucro líquido e a apresentação do patrimônio líquido de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião com ressalvaEm nossa opinião, exceto quanto a não-reclassificação descrita no parágrafo base para opinião com ressalva, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Pan Arrendamento Mercantil S.A. em 31 de dezembro de 2015, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre e exercício findos nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.ÊnfaseCréditos tributários diferidosConforme descrito na nota 22, existem em 31 de dezembro de 2015 créditos tributários reconhecidos no ativo, no valor de R$ 192 mil na Instituição, reconhecidos com base em projeção para a realização de créditos tributários de longo prazo. Essa projeção de realização do crédito tributário foi revisada pela administração do Banco com base em estudo do cenário atual e futuro e aprovada pelo Conselho de Administração em 1 de fevereiro de 2016, cujas premissas principais utilizadas foram os indicadores macroeconômicos, de produção e custo de captação. A realização desses créditos tributários, no período estimado de realização, depende da materialização dessas projeções e do plano de negócios na forma como aprovados pelos órgãos da Administração. Nossa opinião não está ressalvada em função deste assunto.Outros assuntosDemonstração do valor adicionadoExaminamos também a demonstração do valor adicionado (DVA) para o semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2015, preparada sob a responsabilidade da administração da Instituição, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, exceto quanto ao descrito no parágrafo base para opinião com ressalva, está adequadamente apresentada, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.São Paulo, 5 de fevereiro de 2016PricewaterhouseCoopersAuditores IndependentesCRC 2SP000160/O-5 Edison Arisa PereiraContador CRC 1SP127241/O-0

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Em observância às disposições constantes da Instrução CVM nº 480/09, a Diretoria da Pan Arrendamento Mercantil S.A. declara que discutiu, reviu e concordou com as demonstrações financeiras relativas ao exercício findo em 31/12/2015.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Em observância às disposições constantes da Instrução CVM nº 480/09, a Diretoria da Pan Arrendamento Mercantil S.A. declara que discutiu, reviu e concordou com a conclusão expressa no relatório dos auditores independentes referente às demonstrações financeiras relativas ao exercício findo em 31/12/2015.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.