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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201029 páginasCódigo CVM 21695Versão 1Recebida em 31/03/2011valores em R$ mil

DFP 2010 de NPF CONSULTORIA S.A

NPF CONSULTORIA S.A · CNPJ 10.337.440/0001-92

NPF CONSULTORIA S.A
CNPJ 10.337.440/0001-92
DFP 2010
Exercício 2010
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Metadados

Empresa
NPF CONSULTORIA S.A
CNPJ
10.337.440/0001-92
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
29
Ano de referência
2010*
Publicado em
31/03/2011 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:36

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201031/12/2009Var.
1Ativo Total4.4211.649168,1%
1.01Ativo Circulante1.481324357,1%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa13292−95,5%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber00—
1.01.03.01Clientes00—
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques00—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar200—
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar200—
1.01.07Despesas Antecipadas214−85,7%
1.01.08Outros Ativos Circulantes1.446187.933,3%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros1.446187.933,3%
1.01.08.03.01Adiantamento a Fornecedores1.4010—
1.01.08.03.02Contrato de Mútuo450—
1.02Ativo Não Circulante2.9401.325121,9%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo2.0130—
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.02Créditos com Controladas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes2.0130—
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Direitos Creditórios Adquiridos2.0130—
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.02Participações em Controladas00—
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado9271.325−30,0%
1.02.03.01Imobilizado em Operação9271.325−30,0%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível00—
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.05Diferido00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeirasAos Acionistas e AdministradoresNSG Capital Securitizadora S.A.Rio de Janeiro - RJExaminamos as demonstrações financeiras da NSG Capital Securitizadora S.A. ("Companhia") que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2010 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido, e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeirasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. OpiniãoEm nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da NSG Capital Securitizadora S.A. em 31 de dezembro de 2010, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.ÊnfaseA Companhia tem apresentado prejuízos recorrentes nas operações, que resultam na incapacidade de geração de caixa e, consequentemente, situação de deficiência de capital de giro, fatores estes que geram dúvidas quanto à possibilidade de que a Companhia continue em operação sem o aporte de recursos por parte de seus acionistas. Os planos da Administração com relação a estes assuntos, bem como acerca da retomada das operações em um nível que possibilite o atingimento de rentabilidade em um patamar suficiente para a geração de caixa, encontram-se apresentados na nota explicativa 1. As demonstrações financeiras não incluem quaisquer ajustes relativos à realização e classificação dos valores de ativos ou quanto aos valores e a classificação de passivos que seriam requeridos na impossibilidade da Companhia continuar em oeração.utros assuntosDemonstração do valor adicionadoExaminamos, também, as demonstrações do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2010, cula apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, mas não é requerida pelas IFRS. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos da auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras preparadas de acordo com as praticas contábeis adotadas no Brasil tomadas em conjunto.Auditoria dos valores correspondentes ao exercício anterior As demonstrações financeiras referentes ao período de 20 de agosto (data do início das operações) a 31 de dezembro de 2008 (1º de janeiro de 2009), foram examinadas por outros auditores independentes que emitiram relatório, datado de 6 de março de 2009, que não conteve qualquer modificação.Rio de Janeiro, 30 de março de 2011.ERNST & YOUNG TERCOAuditores Independentes S.S.CRC-2SP015199/O-6- F - RJFlávio Serpejante PeppeContador CRC - 1SP 172.167/O-6 - S - RJGuilherme Portella CunhaContador CRC - 1RJ 106.036/O-5 - RJ

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃODeclaramos, na qualidade de diretores da NSG CAPITAL SECURITIZADORA S.A., sociedade por ação, com sede na Praia de Botafogo, 440 6º andar, Botafogo, Rio de Janeiro/RJ, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 10.337.440/0001-92, nos termos do inciso V do parágrafo 1º do artigo 25 da Instrução CVM nº 480 de 7 de dezembro de 2009, que revimos, discutimos e concordamos com as demonstrações financeiras da Companhia para o exercício social findo em 31 de dezembro de 2010. Rio de Janeiro, 29 de Março de 2011.Aline Souto Galant Luiz Eduardo Franco de AbreuDiretor de Relações com Investidores Diretor Econômico-Financeiro

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃODeclaramos, na qualidade de diretores da NSG CAPITAL SECURITIZADORA S.A., sociedade por ação, com sede na Praia de Botafogo, 440 6º andar, Botafogo, Rio de Janeiro/RJ, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 10.337.440/0001-92, nos termos do inciso V do parágrafo 1º do artigo 25 da Instrução CVM nº 480 de 7 de dezembro de 2009, que revimos, discutimos e concordamos com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes da Companhia ERNEST & YOUNG TERCO AUDITORES INDEPENDENTES S/S , referentes às demonstrações financeiras da Companhia para o exercício social findo em 31 de dezembro de 2010. Rio de Janeiro, 29 de Março de 2011.Aline Souto Galant Luiz Eduardo Franco de AbreuDiretor de Relações com Investidores Diretor Econômico-Financeiro

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

Sem texto na entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.