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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017Código CVM 14524Versão 1Recebida em 19/02/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de COMPANHIA DE ELETRICIDADE DO ESTADO DA BAHIA COELBA

COMPANHIA DE ELETRICIDADE DO ESTADO DA BAHIA COELBA · CNPJ 15.139.629/0001-94

COMPANHIA DE ELETRICIDADE DO ESTADO DA BAHIA COELBA
CNPJ 15.139.629/0001-94
DFP 2017
Exercício 2017
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
COMPANHIA DE ELETRICIDADE DO ESTADO DA BAHIA COELBA
CNPJ
15.139.629/0001-94
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2017*
Publicado em
19/02/2018 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total12.553.67610.529.88419,2%
1.01Ativo Circulante3.014.4312.161.17439,5%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa583.79375.531672,9%
1.01.02Aplicações Financeiras0195.119−100,0%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado0195.119−100,0%
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento0195.119−100,0%
1.01.03Contas a Receber1.554.3371.280.68721,4%
1.01.03.01Clientes1.554.3371.280.68721,4%
1.01.03.01.01Contas a receber de clientes e outros1.554.3371.280.68721,4%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.01.04Estoques17.86110.03778,0%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar195.276191.0652,2%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar195.276191.0652,2%
1.01.06.01.01Imposto de renda - IR52.03748.3277,7%
1.01.06.01.02Contribuição social sobre o lucro líquido - CSLL11.25319.265−41,6%
1.01.06.01.03Imposto sobre circulação de mercadorias - ICMS77.82355.64639,9%
1.01.06.01.04Programa de integração social - PIS9.11511.774−22,6%
1.01.06.01.05Contribuição para o financiamento da seguridade social - COFINS44.11054.409−18,9%
1.01.06.01.06Instituto Nacional de Seguridade Social - INSS9381.644−42,9%
1.01.06.01.07Outros00
1.01.07Despesas Antecipadas39.35215.085160,9%
1.01.08Outros Ativos Circulantes623.812393.65058,5%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros623.812393.65058,5%
1.01.08.03.01Benefícios pós-emprego e outros benefícios15.99616.705−4,2%
1.01.08.03.02Serviços em curso24.01916.47845,8%
1.01.08.03.03Valores a receber da parcela A e outros itens financeiros151.09462.104143,3%
1.01.08.03.04Instrumentos financeiros derivativos379.508248.80352,5%
1.01.08.03.05Outros ativos circulantes53.19549.5607,3%
1.02Ativo Não Circulante9.539.2458.368.71014,0%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo5.154.6964.360.80418,2%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado2.96316.275−81,8%
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento2.96316.275−81,8%
1.02.01.03Contas a Receber63.26340.84054,9%
1.02.01.03.01Clientes63.26340.84054,9%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.04Estoques00
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos302.804285.8485,9%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos302.804285.8485,9%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.08.02Créditos com Controladas00
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes4.785.6664.017.84119,1%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.09.03Impostos e contribuições a recuperar125.06073.98069,0%
1.02.01.09.04Beneficio fiscal - Ágio incorporado a controladora00
1.02.01.09.05Depósitos judiciais410.881410.0420,2%
1.02.01.09.06Benefícios pós-emprego e outros benefícios14.70915.562−5,5%
1.02.01.09.07Valores a receber da parcela A e outros itens financeiros42.82225.51767,8%
1.02.01.09.08Concessão do serviço público (ativo financeiro)4.057.2743.143.69829,1%
1.02.01.09.09Instrumentos financeiros derivativos133.414347.535−61,6%
1.02.01.09.10Outros ativos não circulantes1.5061.507−0,1%
1.02.02Investimentos5.1485.311−3,1%
1.02.02.01Participações Societárias00
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.02Participações em Controladas00
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto00
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.02.02.01Outros investimentos00
1.02.03Imobilizado00
1.02.03.01Imobilizado em Operação00
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível4.379.4014.002.5959,4%
1.02.04.01Intangíveis00
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.01.02Intangível00
1.02.04.01.03Intangível00
1.02.05Diferido00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeirasAos Conselheiros e Diretores daCompanhia de Eletricidade do Estado da Bahia - COELBASalvador- BAOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras da Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia - COELBA ("Companhia") que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia - COELBA em 31 de dezembro de 2017, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras". Somos independentes em relação à Companhia, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. (a) Valorização e Realização dos Ativos Financeiros da Concessão e do Intangível (Consulte a nota explicativa 10 das demonstrações financeiras)A Interpretação Técnica ICPC 01(R1) - Contratos de Concessão determina que a Companhia deve atender às características determinadas no contrato de construção de distribuição de energia considerando que os investimentos realizados e não amortizados até o final do contrato de concessão devem ser classificados como ativos financeiros por ser um direito incondicional de receber caixa ou outro ativo financeiro diretamente do poder concedente e o investimento remanescente do ativo financeiro deve ser classificado como um ativo intangível em virtude da sua recuperação estar condicionada à utilização do serviço público, através do consumo de energia pelos consumidores. O órgão regulador (ANEEL - Agência Nacional de Energia Elétrica) considera a infraestrutura de distribuição também como base para determinação da tarifa para cada ciclo tarifário e representa a indenização a ser paga pelo Poder Concedente ao final da concessão para o concessionário. A avaliação da bifurcação entre ativo financeiro e ativo intangível envolve complexidade e julgamento por parte da Companhia que pode impactar o valor desses ativos nas demonstrações financeiras. Devido a esse fato, bem como à relevância dos valores envolvidos, consideramos a valorização e realização dos Ativos Financeiros da Concessão e do Intangível como um assunto significativo para a nossa auditoria. Como nossa auditoria conduziu esse assuntoAvaliamos o desenho, implementação e efetividade operacional dos controles internos chave relacionados à bifurcação do ativo financeiro da concessão considerando a parcela dos investimentos realizados e o montante dos ativos que não serão amortizados até o final do prazo da concessão. Avaliamos as premissas utilizadas na bifurcação entre ativo financeiro e ativo intangível e revisamos se os cálculos da atualização da base de remuneração associada aos ativos existentes em operação estão consistentes e de acordo com o último ciclo tarifário da Companhia e com o Manual de Procedimentos de Regulação Tarifária aprovado pela ANEEL. Realizamos inspeção documental, em base amostral, das adições ocorridas durante o exercício. Também avaliamos se as divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras estão de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Com base nos resultados dos procedimentos executados e nas evidências obtidas, consideramos que a mensuração e divulgação dos Ativos Financeiros da Concessão e do Intangível são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. (b) Provisões para riscos fiscais, trabalhistas e cíveis (Consulte a nota explicativa 16 das demonstrações financeiras)A Companhia é parte passiva em processos judiciais de natureza trabalhista, civil e fiscal. Ao determinar os montantes a serem reconhecidos e divulgados nas demonstrações financeiras, a Companhia considera a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos anteriores, a complexidade e o posicionamento dos tribunais. Essa determinação envolve julgamento na avaliação da expectativa da existência de obrigação presente resultante de evento passado e da probabilidade de desembolso, já que requer a utilização de conhecimento técnico e histórico da Companhia, bem como análise individualizada dos processos e da jurisprudência subjacente. Devido à relevância, complexidade e julgamento envolvidos na avaliação, mensuração, definição do momento para o reconhecimento e divulgações relacionadas às Provisões para riscos fiscais, trabalhistas e cíveis consideramos esse assunto significativo para a nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoObtivemos entendimento sobre a avaliação do desenho e a implementação dos controles internos chaves relacionados a identificação, avaliação, mensuração e divulgação das Provisões para riscos fiscais, trabalhistas e cíveis. Obtivemos confirmações externas dos consultores legais que representam a Companhia nos processos judiciais e administrativos, contendo informação sobre os montantes envolvidos e avaliação de risco de perda e comparamos com os registros contábeis. Comparamos as respostas das cartas enviadas com os registros contábeis, avaliamos a razoabilidade das contingências registradas pela Companhia, bem como, procedemos, quando aplicável, a comparação com jurisprudência existente. Avaliamos a determinação do risco de perda e do valor estimado para as causas com valores julgados relevantes com expectativa de perda remota ou possível. Analisamos também se as divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras estão de acordo com as regras aplicáveis e fornecem informações sobre a natureza, exposição e valores provisionados ou divulgados relativas aos principais assuntos fiscais, trabalhistas e cíveis em que a Companhia está envolvida. Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima sintetizados, consideramos que a mensuração das provisões e as divulgações correlatas são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. (c) Reconhecimento da receita não faturada (Consulte a no ta explicativa 20 das demonstrações financeiras)A receita não faturada reconhecida pela Companhia corresponde à energia elétrica distribuída, mas não faturada para os consumidores. O seu faturamento é efetuado tomando como base os ciclos de leitura que em alguns casos ocorrem após o período de encerramento contábil. O reconhecimento da receita não faturada envolve premissas complexas além de julgamentos por parte da Companhia acerca da estimativa de consumo por parte dos consumidores. Devido à relevância das premissas e do julgamento envolvido que podem impactar o valor das receitas não faturadas e de contas a receber, consideramos esse assunto significativo para a nossa auditoria. Como nossa auditoria conduziu esse assuntoAvaliamos o desenho, implementação e efetividade dos controles internos chaves relacionados com a determinação do montante da receita de energia distribuída, mas não faturada. Envolvemos nossos especialistas em tecnologia da informação para nos auxiliarem na avaliação dos sistemas e do ambiente informatizado utilizados para testar a razoabilidade dos dados utilizados no cálculo da estimativa efetuada pela Companhia. Com base em amostragem, efetuamos o teste de valorização da receita de energia distribuída e não faturada, por meio do cálculo da estimativa considerando o ciclo e consumo médio para verificar se representavam receitas válidas e condizentes com o curso normal dos negócios da Companhia. Também avaliamos se as divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras estão de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.Como resultado das evidências obtidas por meio dos procedimentos acima resumidos consideramos que o reconhecimento da receita não faturada e das contas a receber é aceitável no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. (d) Instrumentos financeiros derivativos(Consulte a nota explicativa 24 das demonstrações financeiras)A Companhia mantém operações significativas com instrumentos financeiros derivativos para proteger certos riscos originários de seus empréstimos e financiamentos. Alguns contratos de dívida são em moeda estrangeira e para mitigar o risco de flutuações da taxa de câmbio contrata operação de derivativos (Swap). A valorização, a designação desses instrumentos financeiros como contabilidade de hedge e a mensuração de sua efetividade requerem o cumprimento de certas obrigações formais, e incluem a necessidade de que a Companhia faça julgamentos significativos em relação à proteção efetiva dos riscos de variação cambial e de preço. Devido à relevância, julgamento envolvido na mensuração da efetividade desses instrumentos financeiros derivativos e à avaliação e mensuração do valor justo de tais instrumentos financeiros derivativos ser complexa, consideramos esse assunto significativo para a nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNossos procedimentos incluíram o entendimento do desenho e implementação dos controles internos chaves referentes ao processo de gerenciamento dos instrumentos financeiros. Envolvemos nossos especialistas em instrumentos financeiros para nos auxiliar na avaliação da determinação do valor justo dos instrumentos financeiros derivativos, cálculo da efetividade das relações de hedge, utilizando dados observáveis, como fluxos descontados com base em curvas de mercado. Com base em uma amostra de transações, avaliamos se a suficiência da documentação dessas operações preparada para demonstrar designação do instrumento como contabilidade de hedge e avaliamos o cálculo da efetividade das relações de hedge e suas respectivas contabilizações. Adicionalmente, efetuamos a confirmação externa com instituições financeiras para corroborar sobre a existência de financiamentos em moeda estrangeira e seus fluxos de caixa contratuais. Avaliamos também a adequação das divulgações feitas nas demonstrações financeiras, em especial em relação às análises de sensibilidade e classificação dos instrumentos financeiros. Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima sumarizados, consideramos que são aceitáveis as premissas e metodologias utilizadas para mensuração do valor justo de instrumentos financeiros derivativos e contabilização dos hedges no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. No decorrer da nossa auditoria, identificamos ajustes que afetariam a mensuração e a divulgação do valor justo dos instrumentos financeiros derivativos, os quais não foram registrados e divulgados pela Companhia, por terem sido considerados imateriais. (e) Planos de benefícios pós emprego (Consulte a nota explicativa 26 das demonstrações financeiras)A Companhia possui planos de complementação de aposentadoria e pensão na modalidade BD (benefício definido) e plano Misto de Benefícios Previdenciários e plano de assistência médica e odontológica (Plano Assistencial) para seus empregados ativos, aposentados e pensionistas e seus dependentes legais. A Companhia deve determinar para cada um dos planos de benefício definido e plano de assistência médica e odontológica (Plano Assistencial), com base na estimativa do valor do benefício futuro, o montante que os empregados receberão como retorno pelos serviços prestados no exercício atual e em exercícios anteriores. Essas obrigações são calculadas com referência a uma série de premissas atuariais, incluindo taxa de desconto, inflação, de crescimento salarial e taxa de mortalidade. Devido à complexidade e julgamento envolvidos no tratamento e mensuração dessas premissas e ao impacto que eventuais mudanças de premissas teriam sobre as demonstrações contábeis, consideramos esse assunto significativo para a nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoOs nossos procedimentos de auditoria incluíram, a avaliação, efetuada em base amostral, da razoabilidade das bases de dados utilizadas nos cálculos das obrigações. Com auxílio de nossos especialistas atuariais, analisamos a razoabilidade das principais premissas utilizadas, efetuamos a revisão do cálculo das obrigações atuarias e comparamos com as expectativas e informações de mercado existentes na data-base das demonstrações financeiras. Avaliamos também a adequação das divulgações em relação às premissas e metodologias atuariais utilizadas. Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima consideramos que são aceitáveis as premissas e metodologias utilizadas na determinação das obrigações com benefícios pós empregos no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto e as respectivas divulgações. Outros assuntosDemonstração do valor adicionado A demonstração do valor adicionado (DVA) referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaborada sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentada como informação suplementar para fins de IFRS, foi submetida a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essa demonstração está conciliada com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo está de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essa demonstração do valor adicionado foi adequadamente elaborada, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e é consistente em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Auditoria dos valore s correspondentes ao exercício comparativoOs valores correspondentes relativos ao balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as demonstrações financeiras relativas às demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido, dos fluxos de caixa e do valor adicionado (informação suplementar), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, apresentados para fins de comparação, foram auditados por outros auditores independentes que emitiram relatório sem modificação, datado de 25 de julho de 2017.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras e o relatório do auditor A administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras A administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas, não, uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia. Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe uma incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manterem em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações, e se as demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. Salvador, 16 de fevereiro de 2018KPMG Auditores IndependentesCRC SP-014428/F-7Marcelo Nogueira de AndradeContador CRC RJ-086312/O-6

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASO Diretor Presidente e os demais Diretores da COMPANHIA DE ELETRICIDADE DO ESTADO DA BAHIA - COELBA, sociedade por ações de capital aberto, com sede na Avenida Edgard Santos nº 300, Narandiba, CEP: 41181-900, Salvador-BA, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 15.139.629/0001-94, para fins do disposto nos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07.12.2009, declaram que: (I) reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no relatório da KPMG relativamente às demonstrações financeiras da COELBA alusivas ao exercício social findo em 31.12.2017 e (II) reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da COELBA relativas ao exercício social findo em 31.12.2017.Rio de Janeiro, 02 de fevereiro de 2018.André Augusto Telles MoreiraDiretor PresidenteSandro Kohler MarcondesDiretor Financeiro e de Relações com InvestidoresEunice Rios Guimarães BatistaDiretora de Gestão de PessoasEduardo Capelastegui SaizDiretor de Planejamento e ControleJosé Eduardo Pinheiro Santos TanureDiretor de Regulação

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASO Diretor Presidente e os demais Diretores da COMPANHIA DE ELETRICIDADE DO ESTADO DA BAHIA - COELBA, sociedade por ações de capital aberto, com sede na Avenida Edgard Santos nº 300, Narandiba, CEP: 41181-900, Salvador-BA, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 15.139.629/0001-94, para fins do disposto nos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07.12.2009, declaram que: (I) reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no relatório da KPMG relativamente às demonstrações financeiras da COELBA alusivas ao exercício social findo em 31.12.2017 e (II) reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da COELBA relativas ao exercício social findo em 31.12.2017.Rio de Janeiro, 02 de fevereiro de 2018.André Augusto Telles MoreiraDiretor PresidenteSandro Kohler MarcondesDiretor Financeiro e de Relações com InvestidoresEunice Rios Guimarães BatistaDiretora de Gestão de PessoasEduardo Capelastegui SaizDiretor de Planejamento e ControleJosé Eduardo Pinheiro Santos TanureDiretor de Regulação

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal da Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia - Coelba, dando cumprimento ao que dispõe o artigo 163 da Lei nº 6404/76, e suas posteriores alterações, examinou o relatório da administração e demonstrações financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2017, compreendendo: balanço patrimonial, demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido, dos fluxos de caixa e do valor adicionado, complementadas por notas explicativas.Com fundamento nas análises realizadas e no Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras, este Conselho opina no sentido de que as Demonstrações Financeiras, acima referidas, estão em condições de serem submetidas à apreciação e aprovação dos Senhores Acionistas. Rio de Janeiro, 16 de fevereiro de 2018.Francesco GaudioLuiz Carlos F. RibeiroPaulo Odair Pointevim Frazão (suplente)Rodolfo RochaWagner dos Reis (suplente)

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.