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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2016140 páginasCódigo CVM 19100Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 17/03/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de CONTAX PARTICIPACOES S.A.EM RECUPERACAO JUDICIAL EM RECUPERACAO JUDICIAL

CONTAX PARTICIPACOES S.A.EM RECUPERACAO JUDICIAL EM RECUPERACAO JUDICIAL · CNPJ 04.032.433/0001-80

Versões deste exercício: v1 (15/03/2017) · v2 (17/03/2017), esta

CONTAX PARTICIPACOES S.A.EM RECUPERACAO JUDICIAL EM RECUPERACAO JUDICIAL
CNPJ 04.032.433/0001-80
DFP 2016 (V2)
Exercício 2016
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Metadados

Empresa
CONTAX PARTICIPACOES S.A.EM RECUPERACAO JUDICIAL EM RECUPERACAO JUDICIAL
CNPJ
04.032.433/0001-80
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
140
Ano de referência
2016*
Publicado em
17/03/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total2.142.6562.621.368−18,3%
1.01Ativo Circulante847.931863.895−1,8%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa323.923369.517−12,3%
1.01.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa323.923369.517−12,3%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.01.03Caixa Restrito00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber386.776328.49617,7%
1.01.03.01Clientes386.776328.49617,7%
1.01.03.01.01Contas a receber de clientes386.776328.49617,7%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques00—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar110.543116.115−4,8%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar110.543116.115−4,8%
1.01.06.01.01Tributos a recuperar66.37559.23512,1%
1.01.06.01.02IR e CS a recuperar44.16856.880−22,3%
1.01.07Despesas Antecipadas12.2129.76625,0%
1.01.07.01Despesas Antecipadas12.2129.76625,0%
1.01.08Outros Ativos Circulantes14.47740.001−63,8%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros14.47740.001−63,8%
1.01.08.03.01Depósitos Judiciais023.111−100,0%
1.01.08.03.02Demais Ativos14.47716.890−14,3%
1.02Ativo Não Circulante1.294.7251.757.473−26,3%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo731.309628.32716,4%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.01.03Caixa Restrito00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos337.260311.3728,3%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos337.260311.3728,3%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes394.049316.95524,3%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Tributos a Recuperar2.774487469,6%
1.02.01.09.04Depósitos Judiciais359.509286.03125,7%
1.02.01.09.05Demais Ativos31.76630.1885,2%
1.02.01.09.06IR e CS a recuperar0249−100,0%
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado150.529373.298−59,7%
1.02.03.01Imobilizado em Operação150.529363.436−58,6%
1.02.03.01.01Imobilizado em Operação150.529363.436−58,6%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento09.862−100,0%
1.02.03.03.01Imobilizado em Andamento09.862−100,0%
1.02.04Intangível412.887755.848−45,4%
1.02.04.01Intangíveis412.887755.848−45,4%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Ágio sobre Investimentos176.096378.171−53,4%
1.02.04.01.03Outros Ativos Intangíveis236.791377.677−37,3%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAo Conselho de Administração e aos Acionistas da Contax Participações S.A. São Paulo - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, da Contax Participações S.A ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas. Em nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira individual e consolidada da Contax Participações S.A. em 31 de dezembro de 2016, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os respectivos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB.Base para OpiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional e nas Normas Profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade - CFC e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Incerteza relevante relacionada com a continuidade operacionalChamamos a atenção para a Nota 1 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, que indica que a Companhia incorreu em prejuízos em 2016 e 2015 de, R$ 73.935 mil e R$ 226.778 mil, respectivamente, e apresenta patrimônio líquido de R$ 12.831 mil em 31 de dezembro de 2016, bem como divulga certas ações que estão sendo implementadas pela Companhia para a reversão desse cenário. A continuidade operacional da Companhia depende da capacidade da Administração executar os planos de negócio aprovados pelo Conselho de Administração. Esses eventos ou condições, associados ao fato de as projeções de fluxos de caixa de longo prazo da Companhia considerarem a dependência de recursos de terceiros, indicam a existência de incerteza relevante que pode levantar dúvida significativa quanto à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Nossa opinião não está ressalvada em relação a esse assunto. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que em nosso julgamento profissional foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Além do assunto descrito na seção "Incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional", determinamos que os assuntos descritos abaixo são os principais assuntos de auditoria a serem comunicados em nosso relatório.Reconhecimento da receita - Controladora e ConsolidadoConforme mencionado na nota explicativa 26, as receitas de prestação de serviço compreendem o valor justo da contraprestação recebida ou a receber pela prestação de serviço executados de acordo com os diferentes contratos firmados junto aos clientes. Os serviços são faturados e/ ou estimados de acordo com a sua natureza e de acordo com o contrato estabelecido com cada cliente. Como este procedimento envolve certa complexidade pela diversidade de tipos de contratos existentes que pode impactar o valor das contas a receber, receitas e impostos relacionados nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o valor do investimento registrado pelo método da equivalência patrimonial nas demonstrações financeiras da controladora, consideramos este assunto significativo para a nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoObtivemos o entendimento dos processos de reconhecimento de receita, avaliando a aplicação das normas contábeis relevantes, os contratos e a documentação suporte para medição dos serviços. Adicionalmente, fizemos análise do saldo de receita e testamos, em base amostral, as variações das receitas, através da realização de testes documentais, que incluíram a avaliação sobre a existência e contabilização das receitas no período adequado. Realizamos ainda, em base amostral, testes documentais sobre os critérios de reconhecimento de receita referentes às prestações de serviços realizadas próximas da data de encerramento do exercício social (teste de "corte" da receita), através do confronto entre as notas emitidas, aceite do cliente e provisão de faturamento. Também consideramos a adequação das divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras.Realização do imposto de renda e contribuição social diferidos ativos (ativos fiscais diferidos) - Controladora e ConsolidadoConforme mencionado na nota explicativa 11, os ativos fiscais diferidos da Companhia foram constituídos sobre diferenças temporárias, essencialmente decorrentes de provisões, e prejuízos fiscais acumulados ao longo dos últimos anos. A Companhia utiliza-se de certas premissas e julgamentos na apuração do lucro tributável futuro, tais como crescimento das vendas, diminuição dos custos e despesas, bem como na determinação do prazo de utilização, que fundamentam as expectativas de realização dos ativos fiscais diferidos. Devido ao grau de julgamento utilizado nas projeções de lucros tributáveis futuros, suas estimativas e premissas, e do impacto que eventuais alterações nessas premissas e estimativas poderiam trazer nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e no valor do investimento registrado pelo método da equivalência patrimonial nas demonstrações financeiras da controladora, consideramos esse assunto significativo para a nossa auditoria. Como nossa auditoria conduziu esse assuntoCom o auxílio de nossos especialistas em finanças corporativas, avaliamos as principais premissas utilizadas pela Companhia nas projeções dos lucros tributáveis futuros, tais como crescimento das vendas, diminuição dos custos e despesas, bem como comparamos certos dados, quando disponíveis, com outras fontes externas e avaliamos a consistência dessas premissas com os planos de negócio aprovados pelo Conselho de Administração. Adicionalmente, com o auxílio de nossos especialistas tributários, consideramos a adequação da aplicação das leis tributárias e das deduções fiscais na determinação da base de prejuízos fiscais e diferenças temporárias. Analisamos à data das demonstrações financeiras, as evidências que indicam a probabilidade de recuperação dos ativos fiscais diferidos, bem como aquelas que fundamentam os prazos estimados pela Companhia para sua utilização. Avaliamos ainda se as projeções da Companhia indicavam, para a parcela dos prejuízos fiscais não utilizados e as diferenças temporárias dedutíveis reconhecidos como ativos fiscais diferidos, a existência de lucros tributáveis futuros, suficientes para permitir sua realização, bem como avaliamos a adequação das divulgações incluídas nas notas explicativas da Companhia.Provisão e passivos contingentes - trabalhistas - ConsolidadoConforme mencionado na nota explicativa 24, a Companhia constitui provisão para demandas trabalhistas que surgem no curso normal de suas operações. As estimativas do desfecho e do efeito financeiro são determinadas pela natureza das ações e pelo julgamento da Companhia, com base nos elementos do processo, complementadas pela experiência de demandas semelhantes, utilizando dados históricos dos processos antecedentes a 31 de dezembro de 2016. Devido à relevância, complexidade e julgamento envolvidos na avaliação, mensuração, definição do momento para o reconhecimento e divulgações relacionadas às Provisões e Passivos Contingentes, que pode impactar o valor reconhecido e divulgado nas demonstrações financeiras consolidadas e o valor do investimento registrado pelo método da equivalência patrimonial nas demonstrações financeiras da controladora, consideramos esse assunto significativo para a nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, a avaliação das políticas contábeis aplicadas pela Companhia para a classificação de perdas, incluindo a avaliação do julgamento sobre a mensuração dos montantes a serem registrados como provisão para riscos trabalhistas. Efetuamos testes documentais com base em amostragem para avaliar se os controles mantidos pela Companhia para o cálculo da provisão para contingencia com base no histórico dos processos está adequado. Efetuamos confirmação dos processos com os advogados externos da Companhia e confrontamos com os controles do departamento Jurídico interno da Companhia para certificarmos sobre a existência, valorização e integridade dos dados constantes nestes controles. Os nossos procedimentos incluíram também a avaliação das divulgações efetuadas pela Companhia.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionado As demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditor A administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há uma distorção relevante no Relatório da Administração somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadas A administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras individuais e consolidadas livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião.Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectarão as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional, e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados nas circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administraç ão.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe uma incerteza significativa em relação a eventos ou circunstâncias que possa causar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe uma incerteza significativa devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar consideravelmente nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas do exercício corrente, e que, dessa maneira constituem os Principais Assuntos de Auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública de um assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deveria ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação poderiam, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 15 de março de 2017KPMG Auditores IndependentesCRC 2SP014428/O-6Leslie Nares LaurentiContadora CRC 1SP215906/O-9

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Em atendimento ao disposto nos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480/09, a diretoria executiva da Contax Participações S.A., declara que: revisaram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da Companhia do exercício findo em 31 de dezembro de 2016 e  revisaram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no relatório da KPMG Auditores Independentes, relativamente às demonstrações financeiras da Companhia do exercício findo em 31 de dezembro de 2016.São Paulo, 15 de março de 2017. Nelson ArmbrustDiretor PresidenteCristiane Barreto SalesDiretora de Finanças e de Relações com InvestidoresCristiane Almeida de Souza CéDiretora Jurídica e ComplianceMarcelo Luiz Dias ChianelloDiretor de Operações Francisco Paulo Macambira HaickGerente Sênior de Controladoria

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Em atendimento ao disposto nos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480/09, a diretoria executiva da Contax Participações S.A., declara que: revisaram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da Companhia do exercício findo em 31 de dezembro de 2016 e  revisaram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no relatório da KPMG Auditores Independentes, relativamente às demonstrações financeiras da Companhia do exercício findo em 31 de dezembro de 2016.São Paulo, 15 de março de 2017. Nelson ArmbrustDiretor PresidenteCristiane Barreto SalesDiretora de Finanças e de Relações com InvestidoresCristiane Almeida de Souza CéDiretora Jurídica e ComplianceMarcelo Luiz Dias ChianelloDiretor de OperaçõesFrancisco Paulo Macambira HaickGerente Sênior de Controladoria

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCAL O Conselho Fiscal da Contax Participações S.A. examinou às Demonstrações Financeiras relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016 e o relatório dos Auditores Independentes, e verificou que as informações referidas estão de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis à preparação das demonstrações financeiras, de forma condizente com as normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários.São Paulo, 15 de março de 2017. Aparecido Carlos Correia GaldinoPresidente do Conselho Fiscal Marcio Magno de AbreuMembro do Conselho FiscalAdemir José ScarpinMembro do Conselho Fiscal

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.