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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201661 páginasCódigo CVM 13471Versão 1Recebida em 09/03/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de PLASCAR PARTICIPACOES INDUSTRIAIS S/A

PLASCAR PARTICIPACOES INDUSTRIAIS S/A · CNPJ 51.928.174/0001-50

PLASCAR PARTICIPACOES INDUSTRIAIS S/A
CNPJ 51.928.174/0001-50
DFP 2016
Exercício 2016
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Metadados

Empresa
PLASCAR PARTICIPACOES INDUSTRIAIS S/A
CNPJ
51.928.174/0001-50
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
61
Ano de referência
2016*
Publicado em
09/03/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total581.418638.763−9,0%
1.01Ativo Circulante84.692101.985−17,0%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa45931545,7%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber30.28041.071−26,3%
1.01.03.01Clientes25.54537.465−31,8%
1.01.03.02Outras Contas a Receber4.7353.60631,3%
1.01.03.02.01Outras Contas a Receber4.7353.32942,2%
1.01.03.02.02Partes relacionadas0277−100,0%
1.01.04Estoques52.09456.388−7,6%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar1.8594.211−55,9%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar1.8594.211−55,9%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes00—
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.01.01Bens destinados a venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros00—
1.02Ativo Não Circulante496.726536.778−7,5%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo19.95221.240−6,1%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber3.8343.7582,0%
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber3.8343.7582,0%
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes16.11817.482−7,8%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Tributos a recuperar2.8263.707−23,8%
1.02.01.09.04Depósitos Judiciais4.1604.177−0,4%
1.02.01.09.05Ativo Atuarial a realizar0421−100,0%
1.02.01.09.06Outros ativos não circulantes9.1329.177−0,5%
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado476.774515.538−7,5%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível00—
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasAos Administradores e AcionistasPlascar Participações Industriais S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais da Plascar Participações Industriais S.A. ("Companhia") que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como as demonstrações financeiras consolidadas da Plascar Participações Industriais S.A. e suas controladas ("Consolidado") que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais práticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Plascar Participações Industriais S.A. e da Plascar Participações Industriais S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2016, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa, bem como o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Incerteza relevante relacionada com a continuidade operacionalChamamos atenção para a Nota 1 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, que descreve que a Companhia tem apurado prejuízos repetitivos em suas operações e apresentou excesso de passivos sobre ativos circulantes no encerramento do exercício no montante de R$ 631.205 mil. Essa situação, entre outras descritas na Nota 1, indicam a existência de incerteza relevante que pode levantar dúvida significativa sobre sua continuidade operacional. Nossa opinião não está ressalvada em relação a esse assunto.Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria ("PAA") são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Além do assunto descrito na seção "Incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional",determinamos que os assuntos descritos abaixo são os principais assuntos de auditoria a serem comunicados em nosso relatório.Porque é um PAAAvaliação do valor recuperável do ativo imobilizado (Notas 2.11 e 12(f))A situação verificada em 2016 de desaceleração na produção de veículos afetou diretamente as atividades da Companhia, que atua no setor de peças automotivas, levando-a a apresentar prejuízo bruto e operacional de R$35.499 mil e R$ 113.507 mil, respectivamente. A mensuração do valor recuperável das contas "Máquinas e Equipamentos" e "instalações" do ativo imobilizado se deu por meio do valor justo, líquido das despesas de vendas. Esse cálculo foi efetuado por avaliadores externos contratados pela Companhia, e demonstrou que o valor justo é superior ao valor contábil do ativo imobilizado em 31 de dezembro de 2016 e, por esse motivo, nenhuma perda por redução ao valor recuperável foi registrada nesse ano. Focamos nossos trabalhos nessa área, pois a avaliação realizada pela administração da Companhia sobre o valor recuperável do ativo imobilizado é sensível às imprecisões inerentes ao processo e aos julgamentos efetuados e premissas utilizadas, principalmente as relacionadas ao valor de reposição, coeficientes de depreciação e vidas úteis que, se alterados, poderão resultar em valores relevantemente diferentes dos apurados pela Companhia. Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria incluíram, dentre outros, a avaliação da competência, habilidade e objetividade dos avaliadores externos contratados pela Companhia, para a avaliação dos bens do ativo imobilizado das três principais UGCs da Companhia: Jundiaí, Varginha e Betim. Testamos a integridade e totalidade dos dados dos bens do ativo imobilizado fornecidos pela administração aos avaliadores externos e, com o apoio de nossos especialistas internos, checamos se as metodologias e premissas definidas pela administração da Companhia para as avaliações dos ativos por UGCs, foram apropriadamente aplicadas pelos avaliadores externos contratados quando do cálculo do valor justo dos bens do ativo imobilizado. Em base amostral, confrontamos a lista de bens avaliados contendo seus respectivos valores novos de reposição, vidas úteis, vidas úteis remanescentes, valores de mercado, as fontes utilizadas para atribuição das vidas úteis, com as respectivas cotações externas de preço. Consideramos que as premissas utilizadas pela administração para a apuração do valor justo menos as despesas de venda são razoáveis e consistentes com dados e informações observáveis externos, quando aplicável. Porque é um PAAReconhecimento dos juros, multas e demais penalidades pelo atraso no pagamento das dívidas em aberto (Notas 13 e 23) A Companhia tem apresentado dificuldades financeiras e, como resultado, não vem cumprindo com os pagamentos das suas obrigações com as instituições financeiras, fornecedores, encargos sociais e tributos. Assim, vem postergando os pagamentos e/ou renegociando os termos das dívidas com as instituições financeiras. Além disso, existem obrigações a cumprir no caso de parcelamento de tributos para que a Companhia se mantenha elegível ao benefício do parcelamento. Focamos nossos trabalhos nessa área por ser tema sensível em função da situação financeira e operacional da Companhia e da necessidade de divulgações em notas explicativas. Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaDentre outros procedimentos de auditoria, testamos a consistência das informações dos relatórios auxiliares com as informações contábeis relacionadas aos saldos de fornecedores, tributos e encargos sociais vencidos. Adicionalmente, em base amostral, testamos o cálculo dos juros provisionados de fornecedores e de empréstimos e financiamentos conforme informações dos documentos suportes de cada transação selecionada, bem como realizamos o recálculo das atualizações monetárias, multas e juros dos valores a pagar de empréstimos e financiamentos, tributos e encargos sociais, quando aplicável.Para os empréstimos e financiamentos, obtivemos confirmação dos saldos em aberto em 31 de dezembro de 2016.Para os parcelamentos de tributos confrontamos os saldos contábeis com as informações obtidas junto à Receita Federal.Na aplicação dos procedimentos, não identificamos inconsistências relevantes, no contexto das Demonstrações Financeiras, entre as informações por nós checadas e as obrigações a pagar no balanço e nas divulgações correspondentes. Outros assuntosDemonstrações do Valor AdicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, inclusive as divulgações, e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio da Companhia para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria da Companhia e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Campinas, 07 de março de 2017PricewaterhouseCoopers Maurício ColombariAuditores Independentes Contador CRC 1SP195838/O-3CRC 2SP000160/O-5 "F"

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Os Diretores qualificados, declaram que:Reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Os Diretores qualificados, declaram que:Reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes.

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal da PLASCAR PARTICIPAÇÕES INDUSTRIAIS S/A, em reunião realizada no dia 14 de fevereiro de 2017, no exercício de suas funções legais e estatutárias, examinou, relativamente ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2016, o relatório anual da administração e as demonstrações contábeis da Companhia, compreendendo Balanço Patrimonial, Demonstrações de Resultados, Demonstrações das Mutações do Patrimônio Liquido, Demonstrações de Fluxo de Caixa de Valor Adicionado, Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras e Parecer dos Auditores Independentes. O Conselho Fiscal, baseado nos exames efetuados e no parecer da PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes S.S., recomenda que o relatório anual da administração e as demonstrações contábeis referidas acima sejam submetidas à aprovação dos Senhores Acionistas, na Assembleia Geral Ordinária a ser oportunamente realizada.Jundiaí, 14 de fevereiro de 2017.MAURO CESAR LESCHZINERJOSÉ ANTONIO VERTOANCHARLES DIMETRIUS POPOFF

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.