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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2025154 páginasCódigo CVM 25003Versão 1Recebida em 30/03/2026valores em R$ mil

DFP 2025 de SIMPAR S.A.

SIMPAR S.A. · CNPJ 07.415.333/0001-20

SIMPAR S.A.
CNPJ 07.415.333/0001-20
DFP 2025
Exercício 2025
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Metadados

Empresa
SIMPAR S.A.
CNPJ
07.415.333/0001-20
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
154
Ano de referência
2025*
Publicado em
30/03/2026 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:57:09

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/202531/12/2024Var.
1Ativo Total88.642.12284.025.7915,5%
1.01Ativo Circulante28.898.09027.220.9646,2%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa3.029.9531.903.85059,1%
1.01.01.01Caixa e equivalentes de caixa3.029.9531.903.85059,1%
1.01.02Aplicações Financeiras11.221.71912.100.891−7,3%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado11.221.71912.100.891−7,3%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00—
1.01.02.01.03Títulos, valores mobiliários e aplicações financeiras11.074.65211.067.2850,1%
1.01.02.01.04Instrumentos financeiros derivativos147.0671.033.606−85,8%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.03Contas a Receber7.700.6086.176.22524,7%
1.01.03.01Clientes7.700.6086.176.22524,7%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.03.02.01Contas a receber00—
1.01.04Estoques2.831.9143.200.318−11,5%
1.01.04.01Estoques2.831.9143.200.318−11,5%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar1.662.4321.407.32118,1%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar1.662.4321.407.32118,1%
1.01.06.01.01Tributos a recuperar527.016465.14513,3%
1.01.06.01.02Imposto de renda e contribuição social a recuperar1.135.416942.17620,5%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.07.01Despesas antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes2.451.4642.432.3590,8%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda1.337.6631.575.614−15,1%
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.02.01Ativos mantidos para distribuição aos proprietários00—
1.01.08.03Outros1.113.801856.74530,0%
1.01.08.03.01Adiantamentos a terceiros00—
1.01.08.03.02Outros créditos1.113.186856.40230,0%
1.01.08.03.03Dividendos a receber435163166,9%
1.01.08.03.04Partes relacionadas1801800,0%
1.01.08.03.05Despesas antecipadas00—
1.02Ativo Não Circulante59.744.03256.804.8275,2%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo7.191.2816.219.26515,6%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes3.585.4332.431.69447,4%
1.02.01.02.02Instrumentos financeiros derivativos594.4402.244.453−73,5%
1.02.01.02.03Títulos, valores mobiliários e aplicações financeiras2.990.993187.2411.497,4%
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.04Contas a Receber328.075473.345−30,7%
1.02.01.04.01Clientes328.075473.345−30,7%
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.05Estoques00—
1.02.01.06Ativos Biológicos00—
1.02.01.07Tributos Diferidos2.478.1122.374.2594,4%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos1.507.3481.666.091−9,5%
1.02.01.07.02Tributos a recuperar681.223510.09933,5%
1.02.01.07.03Imposto de renda e contribuição social a recuperar289.541198.06946,2%
1.02.01.08Despesas Antecipadas00—
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas9420—
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas9420—
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes798.719939.967−15,0%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.10.03Depósitos judiciais144.655153.370−5,7%
1.02.01.10.04Ativo de indenização por combinação de negócios381.873519.956−26,6%
1.02.01.10.05Outros créditos272.191266.6412,1%
1.02.02Investimentos43.41942.4752,2%
1.02.02.01Participações Societárias43.41942.4752,2%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.05Outros Investimentos43.41942.4752,2%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado47.944.35046.262.4993,6%
1.02.03.01Imobilizado em Operação47.944.35046.262.4993,6%
1.02.03.01.01Imobilizado47.944.35046.262.4993,6%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível4.564.9824.280.5886,6%
1.02.04.01Intangíveis4.564.9824.280.5886,6%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Intangível4.564.9824.280.5886,6%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasAos Administradores e AcionistasSimpar S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais da Simpar S.A. ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2025 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como as demonstrações financeiras consolidadas da Companhia e suas controladas ("Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2025 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo as políticas contábeis materiais e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia e da Companhia e suas controladas em 31 de dezembro de 2025, o desempenho de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa, bem como o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, aplicáveis a auditorias de demonstrações financeiras de entidades de interesse público no Brasil, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Porque é um PAAComo o assunto foi conduzido em nossa auditoriaEstimativa do valor residual e vida útil dos veículos (Notas 10 e 13)As controladas da Companhia revisam, no mínimo, anualmente, as premissas utilizadas para determinar a vida útil econômica estimada, o valor residual, e consequentemente, a taxa de depreciação da sua frota. Essa estimativa foi considerada uma área de foco de auditoria porque a aplicação dela implica no uso de premissas que exigem julgamento e avaliação por parte da diretoria, principalmente a determinação do valor residual, sendo que quaisquer mudanças nessas premissas podem implicar em ajustes nesses ativos, com impacto relevante no resultado do exercício, especialmente na despesa de depreciação e no resultado de sua alienação no futuro.Nossos procedimentos de auditoria consideraram, entre outros, o entendimento dos critérios estabelecidos pela diretoria das controladas da Companhia para a determinação do valor residual e da vida útil dos veículos.Realizamos também testes, com base em amostragem, dos valores estimados de venda, considerando transações históricas das controladas da Companhia, e quando aplicável, comparação com o preço de venda de veículos similares divulgados no mercado, para validação do valor residual.Testamos, com base em amostragem, a vida útil da frota, considerando a base histórica, determinada pelo tempo entre a data de aquisição do veículo e a data de venda.Realizamos o recálculo da depreciação reconhecida no exercício considerando a taxa de depreciação, vida útil estimada e valor residual estimado sobre total da frota de controladas da Companhia. Consideramos que os critérios e premissas adotados pela diretoria das controladas da Companhia para determinação da taxa de depreciação dos veículos, bem como as divulgações feitas nas notas explicativas, são consistentes e adequadas com as informações analisadas em nossa auditoria.Instrumentos financeiros designados como hedge accounting (Nota 5)A Companhia e suas controladas operam com instrumentos financeiros derivativos com o objetivo de minimizar a volatilidade de índices e taxas em seus fluxos de caixa. Para atingir seus objetivos, a Companhia e suas controladas contratam instrumentos financeiros derivativos e passivos financeiros não derivativos e designa como instrumentos de hedge na aplicação da política de contabilidade de proteção (hedge accounting), realizando periodicamente, testes de efetividade sobre as relações de hedge designadas.A designação desses instrumentos financeiros como hedge accounting, assim como a mensuração de sua efetividade, requerem o cumprimento de certas obrigações formais, julgamentos em relação à proteção efetiva do risco de variação cambial e ao alinhamento dos objetivos de proteção à sua estratégia de gestão de riscos do negócio. Dada à complexidade envolvida na designação e periódica mensuração da efetividade das relações de contabilidade de proteção mantidas pela Companhia e suas controladas, mantivemos esse assunto como sendo significativo em nossa auditoria.Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, o entendimento do processo de gerenciamento de riscos da Companhia e suas controladas da política de proteção e estrutura da contabilidade de hedge. Avaliamos a aplicação da contabilidade de hedge pela Companhia vis-à-vis os requisitos estabelecidos pelo CPC 48/IFRS 9.Analisamos a metodologia utilizada pela Companhia e suas controladas para a valorização dos instrumentos financeiros derivativos, e, com o auxílio de nossos especialistas em instrumentos financeiros, recalculamos, em bases amostrais, a valorização do valor justo desses derivativos. Inspecionamos a documentação-suporte da designação dos instrumentos financeiros e analisamos os testes de efetividade preparados pela diretoria da Companhia e suas controladas.Por fim, efetuamos leitura das divulgações efetuadas nas notas explicativas da diretoria da Companhia e suas controladas. Consideramos que as premissas e julgamentos adotados pela diretoria na aplicação da contabilidade de hedge são consistentes com as divulgações efetuadas e estão adequadas com os dados e informações obtidas em nossa auditoria.Avaliação do valor recuperável do ágio (Notas 14.1 e 14.2)Em 31 de dezembro de 2025, a Companhia e suas controladas apresentam registrado no ativo intangível, ágios fundamentados em expectativa de rentabilidade futura decorrente de combinações de negócios, no montante de R$ 1.103.231 mil.A Companhia e suas controladas efetuaram, com o apoio de especialistas externos, teste do valor recuperável dos ágios, utilizando o modelo de valor presente de fluxos de caixa futuros dos ativos da unidade geradora de caixa (valor em uso).Mantivemos esta área como sendo de foco em nossa auditoria tendo em vista que, além da relevância dos saldos, se trata de uma área que envolve estimativas críticas e julgamentos por parte da diretoria na determinação dos dados, premissas e projeções efetuadas que, se alteradas, podem modificar significativamente as perspectivas de realização da u nidade geradora de caixa (UGC), com consequente impacto nas demonstrações financeiras.Nossos procedimentos de auditoria em conjunto com nossos especialistas internos consideraram, entre outros, a análise da razoabilidade, precisão matemática e consistência do modelo de cálculo utilizado pela diretoria da Companhia e suas controladas, e por seus consultores externos, para preparar as projeções, bem como os dados e premissas utilizados na preparação dos fluxos de caixa, tais como taxas de crescimento, por meio da comparação com previsões econômicas e setoriais, e taxas de desconto, considerando na avaliação, o custo de capital para a Companhia e suas controladas e de organizações comparáveis.Efetuamos a revisão do cálculo de sensibilidade utilizados nos fluxos de caixa elaborados pela diretoria em conjunto com seus consultores externos, considerando diferentes cenários de taxa de descontos.Avaliamos a competência e a objetividade dos especialistas externos contratados, bem como a metodologia utilizada na identificação do valor em uso.Consideramos que as informações apresentadas nas demonstrações financeiras estão consistentes e alinhadas com as informações analisadas em nossa auditoria. Realização do imposto de renda e contribuição social diferidos ativos (Nota 24.1)Em 31 de dezembro de 2025, o balanço patrimonial apresenta imposto de renda e contribuição social diferidos registrados no ativo não circulante, no montante de R$ 325.111 mil na controladora e R$ 1.507.348 mil no consolidado, provenientes, substancialmente, de diferenças temporárias, prejuízos fiscais e bases negativas de contribuição social apurados pela Companhia e suas controladas, considerados recuperáveis com base em projeção de geração de lucros tributáveis futuros. A estimativa de lucros tributáveis futuros requer julgamento e interpretação de leis tributárias.O valor de realização dos ativos fiscais diferidos reconhecidos pode variar significativamente se forem aplicadas diferentes premissas de projeção dos lucros tributáveis futuros, o que pode impactar o valor do ativo fiscal diferido reconhecido nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Por esse motivo, consideramos este assunto significativo para a nossa auditoria.Nossos procedimentos de auditoria consideraram, entre outros, o entendimento do processo de revisão do plano de negócios que é utilizado para a análise da realização do imposto de renda e contribuição social diferidos.Realizamos a avaliação da razoabilidade das principais premissas utilizadas para suportar a projeção de lucros tributáveis futuros, incluindo expectativa de crescimento, taxa de inflação e comparação com dados históricos.Testamos a coerência lógica e aritmética dos cálculos apresentados nas projeções.Realizamos a análise de sensibilidade sobre as projeções elaboradas pelas diretorias da Companhia e suas controladas.Nossos procedimentos de auditoria demonstraram que os julgamentos e premissas utilizados pela Companhia e suas controladas são razoáveis e as divulgações consistentes com dados e informações obtidas. Outros assuntos - Demonstrações do Valor AdicionadoAs Demonstrações do Valor Adicionado (DVA), individuais e consolidadas, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, elaboradas sob a responsabilidade da diretoria da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards), foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA diretoria da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da diretoria e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA diretoria da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a diretoria é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia e suas controladas, em seu conjunto, continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a diretoria pretenda liquidar a Companhia e suas controladas, em seu conjunto, ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção rel evante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela diretoria.Concluímos sobre a adequação do uso, pela diretoria, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas, em seu conjunto. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas, em seu conjunto, a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, inclusive as divulgações e se essas demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Planejamos e executamos a auditoria do grupo para obter evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou unidades de negócio do grupo como base para formar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e revisão do trabalho de auditoria realizado para os propósitos da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance e da época dos trabalhos de auditoria planejados e das constatações significativas de auditoria, inclusive as deficiências significativas nos controles internos que, eventualmente, tenham sido identificadas durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as ações tomadas para eliminar ameaças à nossa independência ou salvaguardas aplicadas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os Principais Assuntos de Auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Barueri, 30 de março de 2026PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes Ltda. CRC 2SP027083/F-3Carlos Eduardo Guaraná MendonçaContador CRC 1SP196994/O-2

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Em conformidade com o artigo 27 da Resolução CVM 80, de 29 de março de 2022, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com as demonstrações financeiras, controladora e consolidado da SIMPAR S.A. referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, emitido nesta data.São Paulo, 30 de março de 2026.Fernando Antonio Simões Diretor PresidenteDenys Marc Ferrez Diretor Vice-Presidente Executivo de Finanças Corporativo e Diretor de Relações com InvestidoresSamir Moises Gilio FerreiraDiretor Executivo Corporativo de Controladora

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Em conformidade com o artigo 27 da Resolução CVM 80, de 29 de março de 2022, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com as conclusões expressas no Relatório de Revisão dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras, controladora e consolidado da SIMPAR S.A., referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, emitido nesta data.São Paulo, 30 de março de 2026.Fernando Antonio Simões Diretor PresidenteDenys Marc Ferrez Diretor Vice-Presidente Executivo de Finanças Corporativo e Diretor de Relações com InvestidoresSamir Moises Gilio FerreiraDiretor Executivo Corporativo de Controladora

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

Os membros do Comitê de Auditoria da SIMPAR S.A. ("Companhia"), órgão assessor estatutário do Conselho de Administração, no intuito de cumprir suas atribuições legais e estatutárias, em reunião iniciada em 23 de março de 2026 e concluída nesta data, após apresentadas as informações relevantes sobre o desempenho da Companhia, examinaram as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia e suas respectivas notas explicativas, todas referentes ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2025, acompanhadas do relatório de revisão da PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes Ltda., sem ressalvas, e, tendo encontrado tais documentos em conformidade com as prescrições legais aplicáveis, opinaram favoravelmente à sua aprovação.São Paulo, 30 de março de 2026.Valmir Pedro RossiMaria Fernanda dos Santos Teixeira

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

SIMPAR S.A.Companhia AbertaCNPJ nº 07.415.333/0001-20NIRE 35.300.323.416RELATÓRIO ANUAL DO COMITÊ DE AUDITORIA ESTATUTÁRIOPARA O EXECÍCIO SOCIAL DE 2025A.INTRODUÇÃO.O comitê de auditoria da Simpar S.A. ("SIMPAR" ou "Companhia") foi instituído pelo Conselho de Administração em 5 de agosto de 2020 e passou a ser um comitê de auditoria estatutário em 27 de abril de 2023, conforme aprovação da Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária ("Comitê de Auditoria"). Possui caráter permanente de assessoramento ao Conselho de Administração cujas competências previstas no "Regimento Interno do Comitê de Auditoria Estatutário" ("Regimento Interno") incluem, entre outras, supervisionar a qualidade e integridade dos relatórios financeiros, a aderência às normas legais, estatutárias e regulatórias, a adequação dos processos relativos à gestão de riscos e as atividades dos auditores independentes e da auditoria interna. O Comitê de Auditoria exerce suas funções em conformidade com as disposições do Estatuto Social, de seu Regimento Interno, e com as regulamentações aplicáveis da Comissão de Valores Mobiliários ("CVM") e B3 S.A. - Brasil, Bolsa, Balcão ("B3"), e suas deliberações constituem recomendações, não vinculadas àquelas do Conselho de Administração. O Comitê de Auditoria responde e reporta suas atividades ao Conselho de Administração, por intermédio de seu Coordenador.B.RESPONSABILIDADES.Dentre outras atribuições, a Administração da Companhia é responsável (i) pela correta elaboração de suas demonstrações financeiras (ii) pela implementação, aperfeiçoamento e manutenção de sistemas de controles internos e de gerenciamento de riscos condizentes com o porte e a estrutura da Companhia e (iii) por estabelecer procedimentos que garantam a qualidade dos processos que geram suas informações financeiras. A Companhia possui áreas próprias responsáveis pelos controles internos, riscos e conformidade e de auditoria interna, com estruturas independentes e que, quando necessário, atuam com apoio de empresa terceira para o desempenho de suas funções. As atividades de controles internos, riscos e conformidade e de auditoria interna compreendem: (i) o monitoramento da qualidade e da efetividade dos processos de gerenciamento de riscos e de governança, bem como dos controles internos da Companhia e do cumprimento das normas e regulamentos associados às suas operações (ii) a apresentação e o fornecimento ao Comitê de Auditoria de avaliações independentes, imparciais e tempestivas (iii) a consolidação, avaliação, monitoramento e a comunicação sobre os riscos da Companhia ao Comitê de Auditoria (iv) o aferimento da qualidade e da efetividade dos processos de gerenciamento de riscos, controle e governança da Companhia.Os trabalhos atribuídos à auditoria independente para o exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025 foram desempenhados pela PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes ("Auditoria Independente" ou "PWC") e consistiram na análise e auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia e confirmação de que elas representam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia em 31 de dezembro de 2025, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e Normas Internacionais de Relatório Financeiro, emitidas pelo International Accounting Standard Board.No cumprimento das atribuições previstas na regulamentação da CVM, no Regulamento do "Novo Mercado" da B3, no Estatuto Social da Companhia e no Regimento Interno, as análises e avaliações procedidas pelo Comitê de Auditoria, Atribuições baseiam-se em informações recebidas da Administração, das áreas de controles internos, riscos e conformidade e de auditoria interna, da Auditoria Independente e dos executivos responsáveis pela gestão de riscos e controles internos nos diversos segmentos da Companhia, sendo respeitadas também as trocas de opiniões e ideias entre os membros do Comitê de Auditoria e da Auditoria Independente. C.ATIVIDADES DO COMITÊ DE AUDITORIA.A atual composição do Comitê de Auditoria, eleita em 31 de maio de 2024 e com mandato de 5 anos, é formada pelo Sr. Valmir Pedro Rossi, na qualidade de Coordenador, e pela Sra. Maria Fernanda dos Santos Teixeira. Atualmente, encontra-se com um cargo vago em razão da renúncia apresentada pelo Sr. Álvaro Pereira Novis por motivos pessoais, cuja vacância é de ciência da B3 e está permitida até 15 de maio de 2026. Por meio das apresentações realizadas por seu Coordenador, o Comitê de Auditoria reportou seus trabalhos do Conselho de Administração. Após estabelecer um planejamento anual para o atendimento de suas atribuições, no decorrer do ano de 2025, foram realizadas 6 reuniões ordinárias do Comitê de Auditoria e 11 reuniões adicionais (extraordinárias), as quais tiveram duração média aproximada de 3 horas, cada. As reuniões tiveram a participação de diretores, colaboradores, auditores independentes e especialistas externos. Entre os diversos temas e assuntos acompanhados e discutidos pelo Comitê de Auditoria, destacam-se: ?Auditoria Externa: (i) análise do plano de atividades da PWC, incluindo a auditoria, discussão e revisão das demonstrações financeiras anuais e das informações financeiras trimestrais pela PWC, bem como do parecer formal para emissão das demonstrações financeiras de 2025 (ii) discussão e acompanhamento do plano de trabalho de auditoria externa em conjunto à Auditoria Interna e (iii) apresentação, encaminhamento e acompanhamento da Carta de Controles Internos - CCI e do Planejamento Anual da Auditoria Externa.?Controles Internos: (i) discussão do plano de controles internos para 2025, tendo sido cumprido ao longo de 2025, (ii) acompanhamento dos planos de ação decorrentes dos apontamentos da auditoria externa, auditoria interna e controles internos (iii) supervisão dos trabalhos da área durante o exercício social (iv) acompanhamento dos indicadores relativos ao cumprimento da Lei Geral de Proteção de Dados e (v) acompanhamento do status da carta de recomendação de controles internos emitida pela Auditoria Independente.?Gestão de Riscos: (i) análise do plano de gestão de riscos para o exercício social de 2025 (ii) discussão e definição do processo de gerenciamento de riscos, da matriz de riscos corporativas, dos fatores de riscos associados e dos planos para tratamento dos riscos (iii) discussão e aprovação da versão revisada da Política de Gerenciamento de Riscos Corporativos e (iv) acompanhamento das provisões contenciosas.?Conformidade: (i) discussão e análise do plano de trabalho de conformidade para o 2025 (ii) acompanhamento do canal de denúncias (iii) análise e acompanhamento das transações com partes relacionadas e (iv) conhecimento das atividades desempenhadas pelas áreas corporativas da Companhia.?Auditoria Interna: (i) discussão e acompanhamento do plano de trabalho de auditoria interna, tendo sido cumprido ao longo de 2025 e (ii) acompanhamento dos trabalhos da área durante o exercício social.?Segurança da Informação: (i) apresentação, discussões e acompanhamento sobre o tema de cybersegurança na Companhia, incluindo testes de vulnerabilidade, medidas e acompanhamento de testes de recuperação de desastres e o acompanhamento do uso de inteligência artificial generativa e sua governança. ?Sustentabilidade: (i) acompanhamento dos indicadores de sustentabilidade monitorados pela Companhia.?Reforma Tributária: (i) acompanhamento dos trabalhos relativos ao cumprimento da Reforma Tributária.?IFRS S1/S2: (i) acompanhamento dos trabalhos relativos à implementação das normas contábeis IFRS S1/S2 em conjunto à Deloitte.D.CONCLUSÃO.A Auditoria Independente confirmou ao Comitê de Auditoria sua avaliação de independência em relação à Companhia. Adicionalmente, não veio ao conhecimento do Comit ê de Auditoria nenhum evento ou situação que pudesse afetar a independência ou a objetividade da Auditoria Independente, tampouco de quaisquer divergências relevantes entre o posicionamento da Administração e da Auditoria Independente com respeito às demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2025.Isto posto, os membros do Comitê de Auditoria, a partir da execução de suas atribuições e responsabilidades legais no exercício de 2025, procederam ao exame e análise das demonstrações financeiras, acompanhadas do parecer da Auditoria Independente e do relatório anual da Administração relativos ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025 e, considerando as informações prestadas pela Administração da Companhia e pela Auditoria Independente, por unanimidade, recomendaram a aprovação das referidas demonstrações financeiras pelo Conselho de Administração para seu encaminhamento à Assembleia Geral Ordinária de Acionistas, nos termos da Lei das Sociedades por Ações.São Paulo, 30 de março de 2026.Membros do Comitê de Auditoria:Valmir Pedro RossiCoordenador do ComitêMaria Fernanda dos Santos Teixeira

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias873.040.53319.445.017
Preferenciais00
Total873.040.53319.445.017

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.