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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201095 páginasCódigo CVM 18287Versão 1Recebida em 22/03/2011valores em R$ mil

DFP 2010 de RIZA II SECURITIZADORA S.A.

RIZA II SECURITIZADORA S.A. · CNPJ 02.105.040/0001-23

RIZA II SECURITIZADORA S.A.
CNPJ 02.105.040/0001-23
DFP 2010
Exercício 2010
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Metadados

Empresa
RIZA II SECURITIZADORA S.A.
CNPJ
02.105.040/0001-23
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
95
Ano de referência
2010*
Publicado em
22/03/2011 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:36

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201031/12/2009Var.
1Ativo Total162.474176.712−8,1%
1.01Ativo Circulante106.394100.0616,3%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa57.43155.8112,9%
1.01.01.01Caixa10—
1.01.01.02Bancos conta movimento6744.537−85,1%
1.01.01.03Títulos e valores mobiliários56.75651.27410,7%
1.01.02Aplicações Financeiras3.1153.123−0,3%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo3.1153.123−0,3%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação3.1153.123−0,3%
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber00—
1.01.03.01Clientes00—
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques00—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar4.5367.660−40,8%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar4.5367.660−40,8%
1.01.06.01.01Impostos e contribuições a compensar/recuperar1.3983.622−61,4%
1.01.06.01.02Crédito tributário3.1384.038−22,3%
1.01.07Despesas Antecipadas110—
1.01.08Outros Ativos Circulantes41.30133.46723,4%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros41.30133.46723,4%
1.01.08.03.01Recebíveis imobiliários com regime fiduciário13.01725.054−48,0%
1.01.08.03.02Recebíveis imobiliários sem regime fiduciário24.45615.95453,3%
1.01.08.03.03Ágio na aquisição de recebíveis00—
1.01.08.03.04(-) Deságio na aquisição de recebíveis−2.141−2.49114,1%
1.01.08.03.05(-) Provisão para créditos duvidosos−1.319−2.01934,7%
1.01.08.03.06Saldo de operações com regime fiduciário pleno5.586−5.399203,5%
1.01.08.03.07Dividendos a receber00—
1.01.08.03.08Adiantamentos concedidos80072610,2%
1.01.08.03.09Valores a receber de sociedade coligada00—
1.01.08.03.10Devedores diversos102825−87,6%
1.01.08.03.11Imóveis adjudicados800817−2,1%
1.02Ativo Não Circulante56.08076.651−26,8%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo53.94074.635−27,7%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes53.94074.635−27,7%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Recebíveis imobiliários com regime fiduciário36.44539.093−6,8%
1.02.01.09.04Recebíveis imobiliários sem regime fiduciário23.44642.494−44,8%
1.02.01.09.05(-) Deságio na aquisição de recebíveis−5.951−6.95214,4%
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado2.1402.0166,2%
1.02.03.01Imobilizado em Operação2.1402.0166,2%
1.02.03.01.01Imobilizado2.9312.64410,9%
1.02.03.01.02(-) Depreciação acumulada−791−628−26,0%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível00—
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações contábeisAosConselheiros e aos Acionistas daCibrasec - Companhia Brasileira de SecuritizaçãoSão Paulo - SPExaminamos as demonstrações contábeis individuais e consolidadas da Cibrasec - Companhia Brasileira de Securitização ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2010 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeisA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações contábeis consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião sobre as demonstrações contábeis individuaisEm nossa opinião, as demonstrações contábeis individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Cibrasec - Companhia Brasileira de Securitização em 31 de dezembro de 2010, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.Opinião sobre as demonstrações contábeis consolidadasEm nossa opinião as demonstrações contábeis consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Cibrasec - Companhia Brasileira de Securitização em 31 de dezembro de 2010, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionai de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB.ÊnfaseConforme descrito na nota explicativa 2.a, as demonstrações contábeis individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Cibrasec - Companhia Brasileira de Securitização essas práticas diferem do IFRS, aplicável às demonstrações contábeis separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas, coligadas e controladas em conjunto pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo. Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoExaminamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2010, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto.São Paulo, 28 de fevereiro de 2011KPMG Auditores IndependentesCRC 2SP014428/O-6Giuseppe MasiContador CRC 1SP176273/O-7

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração do Diretor Presidente Eu, Fernando Cesar Brasileiro, declaro que:1.Revisei este relatório das Demonstrações Contábeis relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2010, da CIBRASEC Cia Brasileira de Securitização e baseado nas discussões subsequentes, concordo que tais Demonstrações, refletem adequadamente todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira correspondentes aos períodos apresentados.São Paulo, SP, 28 de fevereiro de 2011.Fernando Cesar BrasileiroDiretor PresidenteDeclaração do Diretor de Relações com Investidores Eu, Onivaldo Scalco, declaro que:1.Revisei este relatório das Demonstrações Contábeis relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2010, da CIBRASEC Cia Brasileira de Securitização e baseado nas discussões subsequentes, concordo que tais Demonstrações, refletem adequadamente todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira correspondentes aos períodos apresentados.São Paulo, SP, 28 de fevereiro de 2011.Onivaldo ScalcoDiretor de Relações com Investidores

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração do Diretor Presidente Eu, Fernando Cesar Brasileiro, declaro que:1.Baseado em meu conhecimento, no planejamento apresentado pelos auditores e nas discussões subsequentes sobre os resultados de auditoria, concordo com as opiniões expressas no parecer elaborado pela KPMG Auditores Independentes não havendo qualquer discordância.São Paulo, SP, 28 de fevereiro de 2011.Fernando Cesar BrasileiroDiretor PresidenteDeclaração do Diretor de Relações com Investidores Eu, Onivaldo Scalco, declaro que:1.Baseado em meu conhecimento, no planejamento apresentado pelos auditores e nas discussões subsequentes sobre os resultados de auditoria, concordo com as opiniões expressas no parecer elaborado pela KPMG Auditores Independentes não havendo qualquer discordância.São Paulo, SP, 28 de fevereiro de 2011.Onivaldo ScalcoDiretor de Relações com Investidores

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

Sem texto na entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.