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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2025153 páginasCódigo CVM 18465Versão 1Recebida em 04/03/2026valores em R$ mil

DFP 2025 de ULTRAPAR PARTICIPACOES S/A

ULTRAPAR PARTICIPACOES S/A · CNPJ 33.256.439/0001-39

ULTRAPAR PARTICIPACOES S/A
CNPJ 33.256.439/0001-39
DFP 2025
Exercício 2025
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Metadados

Empresa
ULTRAPAR PARTICIPACOES S/A
CNPJ
33.256.439/0001-39
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
153
Ano de referência
2025*
Publicado em
04/03/2026 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:57:09

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/202531/12/2024Var.
1Ativo Total49.348.99439.558.07424,8%
1.01Ativo Circulante19.176.47016.047.72119,5%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa3.175.1252.071.59353,3%
1.01.02Aplicações Financeiras3.851.7582.306.92767,0%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado3.851.7582.306.92767,0%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00—
1.01.02.01.03Títulos mensurados ao valor justo por meio do resultado00—
1.01.02.01.04Títulos mensurados ao valor justo por outros resultados abrangentes00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.03Contas a Receber4.572.0384.350.4295,1%
1.01.03.01Clientes4.277.0474.052.2455,5%
1.01.03.01.01Contas a Receber de Clientes3.703.9543.540.2664,6%
1.01.03.01.02Financiamentos a Clientes573.093511.97911,9%
1.01.03.02Outras Contas a Receber294.991298.184−1,1%
1.01.03.02.01Demais Contas a Receber e outros ativos294.068294.769−0,2%
1.01.03.02.02Dividendos a Receber9233.415−73,0%
1.01.03.02.03Contas a receber - venda de controladas00—
1.01.04Estoques4.244.1643.917.0768,4%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar2.003.3892.191.938−8,6%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar2.003.3892.191.938−8,6%
1.01.06.01.01Imposto de Renda e Contribuição Social Correntes a Recuperar317.963151.930109,3%
1.01.06.01.02Tributos a recuperar1.685.4262.040.008−17,4%
1.01.07Despesas Antecipadas165.392163.8460,9%
1.01.08Outros Ativos Circulantes1.164.6041.045.91211,3%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros1.164.6041.045.91211,3%
1.01.08.03.01Ativos de contratos com clientes - direitos de exclusividade666.109658.5711,1%
1.01.08.03.02Ativo não circulante mantido para venda00—
1.01.08.03.03Contratos futuros de comercialização de energia371.241141.257162,8%
1.01.08.03.04Instrumentos financeiros derivativos127.254246.084−48,3%
1.02Ativo Não Circulante30.172.52423.510.35328,3%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo12.238.87410.646.10015,0%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado2.381.5972.819.179−15,5%
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.04Contas a Receber1.019.935910.12412,1%
1.02.01.04.01Contas a receber de clientes33.28227.00323,3%
1.02.01.04.02Finaciamentos a Clientes800.927766.0454,6%
1.02.01.04.03Demais contas a receber e outros ativos185.726117.07658,6%
1.02.01.04.04Contas a receber - venda de controladas00—
1.02.01.05Estoques00—
1.02.01.06Ativos Biológicos00—
1.02.01.07Tributos Diferidos1.007.291936.9417,5%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos1.007.291936.9417,5%
1.02.01.08Despesas Antecipadas80.64340.90497,2%
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas105.19648.309117,8%
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.09.04Sociedades Relacionadas105.19648.309117,8%
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes7.644.2125.890.64329,8%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.10.03Tributos a Recuperar3.717.8152.650.26940,3%
1.02.01.10.04Depósitos Judiciais471.609446.0765,7%
1.02.01.10.05Ativo de indenização - combinação de negócios92.524126.098−26,6%
1.02.01.10.06Ativos de contratos com clientes - direitos de exclusividade1.518.9871.473.3313,1%
1.02.01.10.07Imposto de renda e contribuição social a recuperar346.093346.137−0,0%
1.02.01.10.08Contratos futuros de comercialização de energia724.121263.438174,9%
1.02.01.10.09Instrumentos financeiros derivativos773.063585.29432,1%
1.02.02Investimentos521.3812.148.633−75,7%
1.02.02.01Participações Societárias521.3812.148.633−75,7%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas417.8141.784.212−76,6%
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto4.092274.380−98,5%
1.02.02.01.05Outros Investimentos99.47590.04110,5%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado14.095.7918.807.29060,0%
1.02.03.01Imobilizado em Operação12.167.0977.135.96670,5%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento1.928.6941.671.32415,4%
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível3.316.4781.908.33073,8%
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAos Acionistas, Conselheiros e Administradores daUltrapar Participações S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Ultrapar Participações S.A. ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial individual e consolidado em 31 de dezembro de 2025 e as respectivas demonstrações individuais e consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo as políticas contábeis materiais.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Ultrapar Participações S.A. em 31 de dezembro de 2025, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as "IFRS Accounting Standards" emitidas pelo "International Accounting Standards Board - IASB".Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e as normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, aplicáveis a auditorias de demonstrações financeiras de entidades de interesse público no Brasil. Nós também cumprimos com as demais responsabilidades éticas, de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria ("PAA") são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Combinação de Negócios - HidroviasPor que é um PAA?Conforme divulgado na nota explicativa nº 28 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, em maio de 2025, a Companhia adquiriu o controle da Hidrovias do Brasil S.A., passando a deter 50,15% do seu capital. Essa operação requer, de acordo com as normas contábeis aplicáveis, o reconhecimento pela Companhia da combinação de negócios, incluindo a mensuração, a valor justo, dos ativos adquiridos e passivos assumidos, bem como a apuração e reconhecimento do ágio contábil. A determinação desses valores envolve técnicas de avaliação (valuation) e estimativas subjetivas - tais como projeções de fluxos de caixa, taxas de desconto, vidas úteis e premissas operacionais - que demandam julgamentos significativos por parte da Diretoria.Este tema foi considerado um principal assunto de auditoria em função: (i) da materialidade dos saldos envolvidos (ii) da complexidade das estimativas requeridas (iii) do julgamento relevante pela Diretoria ao concluir que se tratava de uma combinação de negócios em etapas, considerando que a Controladora já detinha influência significativa sobre a Hidrovias antes da aquisição do controle e (iv) do elevado grau de subjetividade inerente às premissas utilizadas na mensuração a valor justo e na apuração do ágio (goodwill).Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (i) avaliação do desenho e implementação das atividades de controles internos relacionados aos métodos, premissas e dados utilizados na combinação de negócios (ii) análise da política contábil aplicada à combinação de negócios e a identificação das classes de ativos e passivos registradas a valor justo (iii) entendimento e leitura dos documentos, e contratos das transações de aquisição (iv) envolvimento dos nossos especialistas de avaliação (valuation) na avaliação das metodologias utilizadas, (v) avaliação dos dados e premissas relevantes usadas pela Diretoria (vi) recalculo da revalorização do investimento na Controladora (vii) envolvimento dos nossos especialistas em normas contábeis para a avaliação quanto a combinação de negócios em etapa e (v) revisão e avaliação das divulgações incluídas nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Com base nas evidências obtidas por meio de nossos procedimentos anteriormente descritos, consideramos que o tratamento contábil adotado pela Diretoria para a combinação de negócios da controlada Hidrovias e as respectivas divulgações apresentadas em notas explicativas são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Realização dos Créditos de PIS e COFINSPor que é um PAA?Conforme divulgado na nota explicativa nº 7.a.2, em 31 de dezembro de 2025 o saldo dos créditos de PIS e COFINS, que totalizaram R$3.863.682, pode ser utilizado para compensação com outros tributos federais ou podem ser restituídos pela Receita Federal através de pedido de ressarcimento, desde que dentro dos prazos legais.O registro e a mensuração dos créditos de PIS e COFINS da Controlada Ipiranga Produtos de Petróleo S.A. envolvem elevado grau de julgamento pela Diretoria, tendo em vista a complexidade nas interpretações da legislação tributária aplicável, bem como as incertezas que envolvem expectativa de realização dos valores e elevado esforço da Diretoria para preparar os cálculos usados para mensurar e registrar esses créditos.Este tema foi considerado um principal assunto de auditoria em função: (i) da relevância dos valores (ii) da complexidade e do elevado grau de julgamento envolvido para avaliar e desafiar as premissas e julgamentos da Diretoria sobre a perspectiva de sua realização.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (i) a avaliação do desenho e implementação das atividades de controles internos sobre os métodos, premissas e dados utilizados nas projeções que suportam a realização dos créditos tributários (ii) a análise, os desafios e os testes sobre a metodologia e premissas utilizadas para as projeções que suportam a realização dos créditos, incluindo a realização de indagações às áreas de negócios, tesouraria e controladoria acerca das premissas e projeções que suportam os resultados projetados e do desempenho histórico, análise retrospectiva de resultados, histórico de compensações e restituições dos impostos, incluindo a avaliação de evidências contraditórias (iii) indagações à Diretoria e (iv) a análise e avaliação das divulgações realizadas nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Com base nas evidências obtidas por meio de nossos procedimentos anteriormente descritos, consideramos que o tratamento contábil adotado na transação descrita anteriormente e as respectivas divulgações em notas explicativas são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individuais e consolidadas do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, elaboradas sob a responsabilidade da Diretoria da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS Accounting Standards, foram submetidas a procedimentos de a uditoria executados com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão reconciliadas com as demais demonstrações financeiras e os registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e o seu conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no pronunciamento técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse pronunciamento técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA Diretoria da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração, e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a esse respeito.Responsabilidades da Diretoria e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA Diretoria é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as "IFRS Accounting Standards", emitidas pelo IASB, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Diretoria é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando e divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a Diretoria pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e de suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detecta as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e de suas controladas. Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Diretoria. Concluímos sobre a adequação do uso, pela Diretoria, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e de suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar a atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Planejamos e executamos uma auditoria de Grupo para obter evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou unidades de negócio do Grupo como base para formar a opinião sobre as demonstrações financeiras do Grupo. Somos responsáveis pela direção, supervisão e revisão dos trabalhos de auditoria executados para os propósitos da auditoria do Grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 4 de março de 2026DELOITTE TOUCHE TOHMAT SU Daniel Corrêa de SáAuditores Independentes Ltda. ContadorCRC nº 2 SP 011609/O-8 CRC nº 1 SP 248616/O-3

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DeclaraçãoEm atendimento ao artigo 27, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Resolução CVM nº 80/2022, os Diretores da Ultrapar Participações S.A. ("Ultrapar"), abaixo assinados, declaram que:(i) reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no relatório sobre a revisão das demonstrações financeiras da Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes Ltda. relativo ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2025 e(ii) reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da Ultrapar referentes ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2025.São Paulo, 04 de março de 2026.Rodrigo de Almeida Pizzinatto - Diretor PresidenteAlexandre Mendes Palhares - Diretor Financeiro e de Relações com InvestidoresManuella Carvalho Campos de Oliveira - DiretoraMarina Guimarães Moreira Mascarenhas - Diretora

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DeclaraçãoEm atendimento ao artigo 27, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Resolução CVM nº 80/2022, os Diretores da Ultrapar Participações S.A. ("Ultrapar"), abaixo assinados, declaram que:(i) reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no relatório sobre a revisão das demonstrações financeiras da Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes Ltda. relativo ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2025 e(ii) reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da Ultrapar referentes ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2025.São Paulo, 04 de março de 2026.Rodrigo de Almeida Pizzinatto - Diretor PresidenteAlexandre Mendes Palhares - Diretor Financeiro e de Relações com InvestidoresManuella Carvalho Campos de Oliveira - DiretoraMarina Guimarães Moreira Mascarenhas - Diretora

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

RELATÓRIO ANUAL DO COMITÊ DE AUDITORIA E RISCOS ATRIBUIÇÕES DO COMITÊO Comitê de Auditoria e Riscos da Ultrapar ("Comitê") é órgão estatutário de assessoramento vinculado diretamente ao Conselho de Administração, com autonomia operacional e orçamento próprio, de caráter permanente, submetido à legislação e à regulamentação aplicável, ao Regulamento do Novo Mercado da B3 S.A. - Brasil, Bolsa, Balcão, o Estatuto Social da Companhia e seu Regimento Interno ("Regimento").Conforme o Regimento, o objetivo do Comitê é assessorar o Conselho de Administração na supervisão (1) da integridade e qualidade das demonstrações financeiras da Companhia, (2) da conformidade da Companhia com requisitos legais e regulatórios, (3) das qualificações e independência do auditor independente, e (4) do desempenho das funções de auditoria interna da Companhia e dos auditores independentes, e (5) da gestão de riscos.Atualmente, o Comitê é composto por três membros independentes do Conselho de Administração, sendo um o coordenador do Comitê. O Comitê opina sobre a contratação e destituição dos auditores independentes e assessora o Conselho de Administração na supervisão de suas atividades, qualificações e independência, avaliando e aprovando previamente a prestação de serviços permitidos pela legislação que não sejam relacionados à auditoria. A Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes Ltda. ("Deloitte") é a empresa atualmente responsável pela auditoria anual das demonstrações financeiras, pelas suas revisões trimestrais e pela avaliação da estrutura de controles internos aplicáveis à elaboração das demonstrações financeiras, de forma a atender às normas da CVM - Comissão de Valores Imobiliários, B3 - Brasil, Bolsa, Balcão no Brasil e da SEC - Security Exchange Comission e NYSE - New York Stock Exchange nos Estados Unidos da América, inclusive no tocante ao cumprimento do requerido no Sarbanes-Oxley Act ("SOX"). O Comitê é responsável por revisar, em conjunto com os auditores independentes, a qualidade e a integridade das demonstrações financeiras, reportando os temas relevantes ao Conselho de Administração.Cabe ao Comitê acompanhar as atividades da Diretoria de Riscos, Integridade e Auditoria, avaliando a sua estrutura, procedimentos e efetividade da auditoria interna, revisando em conjunto com o Conselho de Administração o seu desempenho e eventuais recomendações para melhorias dos processos da Companhia.Adicionalmente, o Comitê de Auditoria e Riscos monitora as exposições de riscos identificadas pela Diretoria da Companhia, nos termos da Política Corporativa de Gerenciamento de Riscos, manifestando-se sobre revisões de seu conteúdo e assessorando o Conselho de Administração na definição dos níveis aceitáveis de riscos estratégicos. O Comitê deve, também, assegurar que a Companhia possua meios específicos para recepção e tratamento confidencial de informações e denúncias acerca do descumprimento de dispositivos legais, estatutários, Código de Ética e demais políticas e normativos internos aplicados a seus colaboradores e demais stakeholders.Anualmente, o Comitê prepara o presente relatório de atividades, que é encaminhado ao Conselho de Administração e divulgado pela Companhia ao mercado. Periodicamente, os membros do Comitê realizam sua autoavaliação e discutem os resultados e eventuais pontos de melhoria.Nos últimos doze meses, o Comitê de Auditoria e Riscos reuniu-se sete vezes. Nesse período, foi facultado ao Comitê o livre acesso a todos os órgãos de governança da Companhia, bem como a todos os seus executivos e auditores externos.ATIVIDADES DO COMITÊAuditores IndependentesVerificação da qualificação e independência da equipe de auditores externos.Análise e aprovação do planejamento anual dos trabalhos de auditoria e autorizações de serviços adicionais não conflitantes com a auditoria.Discussão e recomendação sobre os honorários dos auditores independentes. Reuniões periódicas de trabalho e sessões reservadas com os auditores independentes.Demonstrações FinanceirasAcompanhamento do ambiente dos controles internos voltados à elaboração das demonstrações financeiras, juntamente com as auditorias externa e interna.Análise da avaliação sobre o ambiente de controles internos no último exercício com recomendações de melhorias e discussão com a administração acerca dos planos de ação para endereçamento dos pontos identificados.Avaliação da adequação das práticas contábeis e estimativas utilizadas na elaboração das demonstrações financeiras da Companhia. Análise e discussão do contencioso fiscal, cível e trabalhista da Companhia e suas controladas.Revisões trimestrais das demonstrações financeiras intermediárias em conjunto com a administração da Companhia e os auditores independentes. Revisão das demonstrações financeiras anuais auditadas, relatório da administração e relatório dos auditores independentes, com a presença dos representantes da Companhia e da Deloitte para a apresentação e discussão sobre os principais assuntos de auditoria e demais temas relevantes à qualidade e integridade das referidas demonstrações financeiras.Análise e discussão sobre os principais pontos relativos ao formulário 20-F.Auditoria InternaAvaliação e aprovação do planejamento anual dos trabalhos de auditoria interna.Acompanhamento dos resultados dos trabalhos de auditoria interna realizados e dos eventuais planos de ação visando o endereçamento das recomendações apresentadas.Acompanhamento do resultado dos testes de controles internos para fins de certificação SOX.Acompanhamento das remediações das deficiências identificadas pelas auditorias no último exercício.Gestão Integrada de RiscosAnálise das atualizações da matriz de riscos do Grupo Ultra, periodicamente elaborada pelas áreas de negócios da Companhia e monitorada pela Diretoria de Riscos, Integridade e Auditoria.ConformidadeAcompanhamento da quantidade, distribuição e tipologia dos relatos recebidos pelo Canal Aberto Ultra. Análise e discussão sobre os indicadores das apurações internas realizadas e medidas adotadas para o encaminhamento dos pontos identificados.Acompanhamento das ações do Programa de Integridade da Companhia.GovernançaReporte das atividades do Comitê de Auditoria e Riscos nas reuniões do Conselho de Administração.Elaboração do calendário e da pauta temática de atividades do Comitê. Aprovação do orçamento anual do Comitê.Elaboração e encaminhamento ao Conselho de Administração do Relatório Anual do Comitê de Auditoria e Riscos.CONCLUSÃO DO RELATÓRIOConsiderando as responsabilidades do Comitê de Auditoria e Riscos, descritas no Estatuto Social da Companhia e no Regimento Interno do Comitê, com as limitações naturais do alcance de sua atuação nas atividades desenvolvidas, o Comitê expressa a seguinte opinião:As informações fornecidas pela administração e pela Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes foram adequadas para as recomendações deste Comitê, não tendo sido identificadas divergências entre as equipes ou perda de independência dos referidos auditores.A cobertura e qualidade dos trabalhos da auditoria interna são satisfatórios e realizados com apropriada isenção.O ambiente de controles internos, as políticas de conformidade e a gestão integrada de riscos são coerentes com a estrutura, porte e complexidade da Companhia.Com base nos trabalhos e análises efetuados e no relatório sem ressalvas da Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes, o Comitê de Auditoria e Riscos recomenda ao Conselho de Administração o encaminhamento do Relatório da Administração e Demonstrações Financeiras da Ultrapar S.A. relativas ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2025 à Assembleia Geral, para a sua apreciação.São Paulo, 3 de março de 2026José Maurício Pereira CoelhoCoordenador do Comitê de Auditoria e RiscosJorge Marques de Toledo CamargoVânia Maria Lima NevesMembros do C omitê de Auditoria e Riscos

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias1.115.849.87328.542.005
Preferenciais00
Total1.115.849.87328.542.005

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.