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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2025119 páginasCódigo CVM 26506Versão 1Recebida em 23/03/2026valores em R$ mil

DFP 2025 de LUPO S.A.

LUPO S.A. · CNPJ 43.948.405/0001-69

LUPO S.A.
CNPJ 43.948.405/0001-69
DFP 2025
Exercício 2025
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Metadados

Empresa
LUPO S.A.
CNPJ
43.948.405/0001-69
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
119
Ano de referência
2025*
Publicado em
23/03/2026 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:57:09

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/202531/12/2024Var.
1Ativo Total1.782.3361.698.0915,0%
1.01Ativo Circulante1.238.0181.123.15210,2%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa316.071306.6113,1%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00—
1.01.02.01.03Títulos e valores mobiliários00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.03Contas a Receber373.695377.463−1,0%
1.01.03.01Clientes373.695377.463−1,0%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques407.197357.04914,0%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar96.57548.69998,3%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar96.57548.69998,3%
1.01.06.01.01Impostos a recuperar54.98113.637303,2%
1.01.06.01.02Imposto de renda e contribuição social a recuperar41.59435.06218,6%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes44.48033.33033,5%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros44.48033.33033,5%
1.01.08.03.02Outras contas a receber00—
1.01.08.03.03Adiantamento a fornecedores00—
1.01.08.03.04Imposto de renda e contribuição social a recuperar00—
1.01.08.03.05Adiantamento a fornecedores27.68922.96320,6%
1.01.08.03.06Outras contas a receber16.79110.36762,0%
1.02Ativo Não Circulante544.318574.939−5,3%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo28.62366.319−56,8%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.04Contas a Receber548688−20,3%
1.02.01.04.01Clientes548688−20,3%
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.05Estoques00—
1.02.01.06Ativos Biológicos00—
1.02.01.07Tributos Diferidos17.98412.97938,6%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos17.98412.97938,6%
1.02.01.08Despesas Antecipadas00—
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes10.09152.652−80,8%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.10.03Impostos a recuperar00—
1.02.01.10.04Depósitos judiciais00—
1.02.01.10.05Ativo fiscal diferido00—
1.02.01.10.10Impostos a recuperar3.60045.203−92,0%
1.02.01.10.11Depósitos judiciais6.4917.449−12,9%
1.02.02Investimentos1421420,0%
1.02.02.01Participações Societárias1421420,0%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.05Outros Investimentos1421420,0%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado412.235410.3650,5%
1.02.03.01Imobilizado em Operação338.597303.97711,4%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento68.30188.376−22,7%
1.02.03.03Imobilizado em Andamento5.33718.012−70,4%
1.02.04Intangível103.31898.1135,3%
1.02.04.01Intangíveis103.31898.1135,3%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras consolidadas e individuaisAos Acionistas e Diretores da Lupo S.A.Araraquara - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras consolidadas e individuais da Lupo S.A. (Companhia), e suas controladas, que compreendem o balanço patrimonial consolidado e individual em 31 de dezembro de 2025 e as respectivas demonstrações consolidadas e individuais do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo as políticas contábeis materiais e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas e individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada e individual da Lupo S.A. em 31 de dezembro de 2025, o desempenho consolidado e individual de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa consolidados e individuais para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras consolidadas e individuais". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, aplicáveis a auditorias de demonstrações financeiras de entidades de interesse público no Brasil. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras consolidadas e individuais como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras consolidadas e individuais e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Redução ao valor recuperável de unidades geradoras de caixa que contém ágio por expectativa de rentabilidade futuraVeja as Notas 5.b, 8.m, 8.p e 17 das demonstrações financeiras consolidadas e individuaisPrincipal assunto de auditoriaA Companhia e suas controladas possuem em suas demonstrações financeiras de 31 de dezembro de 2025, valores relevantes de investimentos referente a ágio por expectativa de rentabilidade futura decorrentes das combinações de negócios das entidades Scalina Ltda. e Pacatuba Têxtil Ltda. (atual Lupo Nordeste Ltda.).Conforme o CPC 01/IAS 36 - Redução ao valor recuperável de ativos, o ágio por expectativa de rentabilidade futura deve ser testado anualmente. Consequentemente, a Companhia e suas controladas estimaram o valor recuperável das respectivas unidades geradora de caixa ("UGC"), a qual esses ativos estão alocados, com base no valor em uso. A determinação do valor em uso considera os fluxos de caixa futuros estimados, descontados a valor presente, e envolve o uso de premissas, sendo as principais: (i) período projetivo (5 anos) (ii) perpetuidade (iii) a taxa de desconto baseada no custo médio ponderado de capital (WAAC) (iv) sensibilização do crescimento da receita líquida de acordo com o ajuste inflacionário.Devido a relevância dos saldos dos ágios por expectativa de rentabilidade futura e o nível de incerteza inerente às premissas significativas, utilizadas na determinação das estimativas para estimar o valor em uso das unidades geradoras de caixa, que se alteradas podem impactar relevantemente os saldos do ativo intangível nas demonstrações financeiras consolidadas e individuais, consideramos esse tema como um assunto significativo para nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, mas não se limitaram a:-Avaliação dos desenhos dos controles internos chaves relacionados com a determinação dos valores recuperáveis da UGC que contêm ágio por expectativa de rentabilidade futura originado em combinação de negócio-Avaliação, com o auxílio dos nossos especialistas em finanças corporativas: (i)se a estimativa do valor em uso foi elaborada de forma consistente com as práticas e metodologias de avaliação normalmente utilizadas no mercado e em conformidade com o CPC 01/IAS 36 (ii)se as principais premissas consideradas na projeção do fluxo de caixa estão fundamentadas em dados históricos e dados de mercado e são condizentes com orçamento preparado pela Administração da Companhia(iii)da sensibilização dessas principais premissas (iv)do recálculo da taxa de desconto com base na metodologia WACC e (v)se os cálculos matemáticos estão adequados. -Avaliação se as divulgações nas demonstrações financeiras consolidadas e individuais consideram as informações relevantes. Com base, nas evidências obtidas por meio dos procedimentos de auditoria acima resumidos, consideramos aceitável o saldo dos ágios por expectativa de rentabilidade futura, bem como as respectivas divulgações, no contexto das demonstrações financeiras consolidadas e individuais tomadas em conjunto, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025.Outros assuntos - Demonstrações do valor adicionadoAs demonstrações consolidada e individual do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS Accounting Standards , foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras consolidadas e individuais tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras consolidadas e individuais e o relatório dos auditoresA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas e individuais não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras consolidadas e individuais, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras consolidadas e individuais ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras consolidadas e individuais A administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações fin anceiras consolidadas e individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras consolidadas e individuais , a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras consolidadas e individuaisNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras consolidadas e individuais , tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:-Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras consolidadas e individuais, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.-Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.-Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.-Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras consolidadas e individuais ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.-Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras consolidadas e individuais representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.-Planejamos e executamos a auditoria do grupo para obter evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou unidades de negócios do grupo como base para formar uma opinião sobre as demonstrações financeiras do grupo. Somos responsáveis pela direção, supervisão e revisão do trabalho de auditoria executado para os propósitos da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com os requisitos éticos pertinentes, de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as ações tomadas para eliminar as ameaças ou as salvaguardas aplicadas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Ribeirão Preto, 20 de março de 2026KPMG Auditores Independentes Ltda.CRC 2SP-027666/O-5 F SPGiovani Ricardo PigattoContador CRC 1SP263189/O-7

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO PARA FINS DO ARTIGO 27 DA RESOLUÇÃO CVM 80LILIANA AUFIERO, brasileira, solteira, engenheira, portadora da Cédula de Identidade RG nº 3.060.099-6J e inscrita no Cadastro Nacional da Pessoa Física do Ministério da Fazenda ("CPF/MF") sob nº 068.947.558-68, na qualidade de Diretora Presidente da LUPO S.A., sociedade por ações com sede na cidade de Araraquara, Estado de São Paulo, na Rodovia Washington Luís, S/N, km 276,5, CEP 14.803-900, inscrita no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica do Ministério da Fazenda ("CNPJ/MF") sob o nº 43.948.405/0001-69 ("Companhia"), declara, nos termos do artigo 27, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Resolução da Comissão de Valores Mobiliários nº 80, de 29 de março de 2022, conforme alterada ("Resolução CVM 80"), que, juntamente com os demais diretores da Companhia, reviu, discutiu e concorda com (i) as demonstrações financeiras consolidadas e individuais da Companhia referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025 e (ii) a opinião expressa no relatório dos auditores independentes, a saber a KPMG Auditores Independentes Ltda, CRC 2SP-027666/O-5 F SP, sobre as demonstrações financeiras consolidadas e individuais da Companhia mencionadas no item "i" anterior, emitido em 20 de março de 2026.Araraquara, 20 de março de 2026.LILIANA AUFIERODiretora PresidenteDECLARAÇÃO PARA FINS DO ARTIGO 27 DA RESOLUÇÃO CVM 80CARLOS ALBERTO MAZZEU, brasileiro, casado, administrador de empresas, portador da Cédula de Identidade RG nº 18.968.341-9 e inscrito no Cadastro Nacional da Pessoa Física do Ministério da Fazenda ("CPF/MF") sob o nº 078.049.378-81, na qualidade de Diretor Vice-Presidente e Diretor de Relações com Investidores da LUPO S.A., sociedade por ações, com sede na cidade de Araraquara, Estado de São Paulo, na Rodovia Washington Luís, S/N, km 276,5, CEP 14.803-900, inscrita no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica do Ministério da Fazenda ("CNPJ/MF") sob o nº 43.948.405/0001-69 ("Companhia"), declara, nos termos do artigo 27, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Resolução da Comissão de Valores Mobiliários nº 80, de 29 de março de 2022, conforme alterada ("Resolução CVM 80"), que, juntamente com os demais diretores da Companhia, reviu, discutiu e concorda com (i) as demonstrações financeiras consolidadas e individuais da Companhia referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025 e (ii) a opinião expressa no relatório dos auditores independentes, a saber a KPMG Auditores Independentes Ltda, CRC 2SP-027666/O-5 F SP, sobre as demonstrações financeiras consolidadas e individuais da Companhia mencionadas no item "i" anterior, emitido em 20 de março de 2026.Araraquara, 20 de março de 2026.CARLOS ALBERTO MAZZEUDiretor Vice-Presidente e Diretor de Relações com Investidores

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO PARA FINS DO ARTIGO 27 DA RESOLUÇÃO CVM 80LILIANA AUFIERO, brasileira, solteira, engenheira, portadora da Cédula de Identidade RG nº 3.060.099-6J e inscrita no Cadastro Nacional da Pessoa Física do Ministério da Fazenda ("CPF/MF") sob nº 068.947.558-68, na qualidade de Diretora Presidente da LUPO S.A., sociedade por ações com sede na cidade de Araraquara, Estado de São Paulo, na Rodovia Washington Luís, S/N, km 276,5, CEP 14.803-900, inscrita no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica do Ministério da Fazenda ("CNPJ/MF") sob o nº 43.948.405/0001-69 ("Companhia"), declara, nos termos do artigo 27, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Resolução da Comissão de Valores Mobiliários nº 80, de 29 de março de 2022, conforme alterada ("Resolução CVM 80"), que, juntamente com os demais diretores da Companhia, reviu, discutiu e concorda com (i) as demonstrações financeiras consolidadas e individuais da Companhia referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025 e (ii) a opinião expressa no relatório dos auditores independentes, a saber a KPMG Auditores Independentes Ltda, CRC 2SP-027666/O-5 F SP, sobre as demonstrações financeiras consolidadas e individuais da Companhia mencionadas no item "i" anterior, emitido em 20 de março de 2026.Araraquara, 20 de março de 2026.LILIANA AUFIERODiretora PresidenteDECLARAÇÃO PARA FINS DO ARTIGO 27 DA RESOLUÇÃO CVM 80CARLOS ALBERTO MAZZEU, brasileiro, casado, administrador de empresas, portador da Cédula de Identidade RG nº 18.968.341-9 e inscrito no Cadastro Nacional da Pessoa Física do Ministério da Fazenda ("CPF/MF") sob o nº 078.049.378-81, na qualidade de Diretor Vice-Presidente e Diretor de Relações com Investidores da LUPO S.A., sociedade por ações, com sede na cidade de Araraquara, Estado de São Paulo, na Rodovia Washington Luís, S/N, km 276,5, CEP 14.803-900, inscrita no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica do Ministério da Fazenda ("CNPJ/MF") sob o nº 43.948.405/0001-69 ("Companhia"), declara, nos termos do artigo 27, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Resolução da Comissão de Valores Mobiliários nº 80, de 29 de março de 2022, conforme alterada ("Resolução CVM 80"), que, juntamente com os demais diretores da Companhia, reviu, discutiu e concorda com (i) as demonstrações financeiras consolidadas e individuais da Companhia referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025 e (ii) a opinião expressa no relatório dos auditores independentes, a saber a KPMG Auditores Independentes Ltda, CRC 2SP-027666/O-5 F SP, sobre as demonstrações financeiras consolidadas e individuais da Companhia mencionadas no item "i" anterior, emitido em 20 de março de 2026.Araraquara, 20 de março de 2026.CARLOS ALBERTO MAZZEUDiretor Vice-Presidente e Diretor de Relações com Investidores

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

LUPO S.A.CNPJ nº 43.948.405/0001-69 - NIRE nº 35.300.044.461PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal, no uso de suas atribuições legais e estatutárias, examinou as Demonstrações Financeiras, compreendendo o Relatório da Administração, o Balanço Patrimonial, a Demonstração da Conta de Resultado, a Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido, a Demonstração do Fluxo de Caixa, acompanhadas das Notas Explicativas, relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025, bem como, nos termos dos artigos 163, inciso III, 169, §1º e 193, §2º da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976, o aumento do capital social da Companhia, dentro do limite de capital autorizado, no valor de R$ 10.697.630,00 (dez milhões, seiscentos e noventa e sete mil, seiscentos e trinta reais), sem emissão de novas ações, independentemente de alteração estatutária. Com o aumento, o capital social passará do valor atual de R$ 1.157.453.031,00 (um bilhão, cento e cinquenta e sete milhões, quatrocentos e cinquenta e três mil e trinta e um reais), para R$ 1.168.150.661,00 (um bilhão, cento e sessenta e oito milhões, cento e cinquenta mil e seiscentos e sessenta e um reais). O aumento será realizado mediante a capitalização das seguintes parcelas constantes do Balanço Patrimonial levantado em 31 de dezembro de 2025: (1) R$ 8.850.258,27 (oito milhões, oitocentos e cinquenta mil, duzentos e cinquenta e oito reais e vinte e sete centavos) com saldo de Reserva Legal e (2) R$ 1.847.371,73 (um milhão, oitocentos e quarenta e sete mil, trezentos e setenta e um reais e setenta e três centavos) com parte do saldo de Reserva para Investimentos. Com base nos exames efetuados, considerando ainda o Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras, emitido pela KPMG Auditores Independentes, os Senhores Conselheiros abaixo assinados, por maioria, opinaram favoravelmente a respeito dos supracitados documentos e ao Aumento de Capital, informando que se encontram em condições de serem votados e aprovados pelos Senhores Acionistas na próxima Assembleia Geral Ordinária.De São Paulo para Araraquara-SP, 19 de março de 2026.Sérgio Odair PerguerConselheiro PresidenteWagner MarConselheiroRicardo Alexandre ContieriConselheiro

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

L U P O S. A. CNPJ/MF nº 43.948.405/0001-69 - NIRE 35.300.044.461PARECER DO COMITÊ DE AUDITORIAOs abaixo-assinados, membros do Comitê de Auditoria da LUPO S.A., tendo examinado os termos do Relatório da Administração, das contas da administradores e das demonstrações Financeiras do exercício social findo em 31 de dezembro de 2025 e recebidos os necessários esclarecimentos do representante da KPMG Auditores Independentes, Giovani Ricardo Pigatto, emitem parecer favorável, (a) em todos os seus termos e condições, à Proposta da Diretoria, a qual inclui a aprovação das demonstrações financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025 (b) a aprovação do orçamento de capital para o exercício social de 2026 (c) a Proposta da Diretoria para a destinação do lucro líquido do exercício encerrado em 31 de dezembro de 2025, no montante de R$ 177.005.164,41, sendo: (1) R$ 8.850.258,27 para a constituição de Reserva Legal, correspondente a 5% do lucro líquido contábil (2) R$ 80.913.534,00 para aumento de capital social, aumento esse aprovado em Assembleia Geral Extraordinária realizada em 29 de dezembro de 2025 e (3) R$ 43.000.000,00 equivalentes a R$ 0,217618289 por ação, cujo valor, após a dedução do imposto de renda na fonte, corresponde a R$ 36.550.000,00, equivalentes a R$ 0,184975546 por ação, a título de juros sobre capital próprio, em conformidade com o disposto no art. 9º da Lei nº 9.249, de 26/12/1995, sendo tais valores imputados ao valor do dividendo obrigatório de que trata o artigo 202 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976, cujo pagamento foi aprovado através de deliberação da diretoria da Companhia tomada em Reunião realizada em 19 de dezembro de 2025 e (4) R$ 42.394.000,00, sendo R$ 5.489.000,00, a título de complemento dos dividendos mínimos obrigatórios, e R$ 36.905.000,00 referentes a dividendos adicionais, conforme submetido à Assembleia Geral Extraordinária da Companhia realizada em 29 de dezembro de 2025 (c) o aumento do capital social, dentro do limite de capital autorizado, no valor de R$ 10.697.630,00, sem emissão de novas ações, independentemente de alteração estatutária. Aprovado o aumento, o capital Social passará do valor atual de R$ 1.157.453.031,00 para R$ 1.168.150.661,00, mediante a capitalização das seguintes parcelas constantes do Balanço Patrimonial levantado em 31 de dezembro de 2025: (1) R$ 8.850.258,27, saldo de Reserva Legal e (2) R$ 1.847.371,73, parte do saldo de Reserva para Investimentos e (d) à vista das deliberações acima, caso aprovado, pelo Conselho de Administração da Companhia, o aumento do capital social aqui proposto, o "caput" do artigo 5º do Estatuto Social deverá ser alterado em sede de Assembleia Geral para vigorar com a seguinte redação: "ARTIGO 5º - O capital social, totalmente integralizado, é de R$ 1.168.150.661,00 (um bilhão, cento e sessenta e oito milhões, cento e cinquenta mil, seiscentos e sessenta e um reais) dividido em 197.593.686 (cento e noventa e sete milhões, quinhentas e noventa e três mil, seiscentas e oitenta e seis) ações ordinárias, nominativas, sem valor nominal" Araraquara-SP 18 de março de 2026. ALTAMIRO BOSCOLIALCIR ANTIQUERA MAZZOLAMONCLAIR MARCONATO

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias197.593.6860
Preferenciais00
Total197.593.6860

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.