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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2013147 páginasCódigo CVM 16373Versão 1Recebida em 31/03/2014valores em R$ mil

DFP 2013 de COMPANHIA ESTADUAL DE AGUAS E ESGOTOS CEDAE

COMPANHIA ESTADUAL DE AGUAS E ESGOTOS CEDAE · CNPJ 33.352.394/0001-04

COMPANHIA ESTADUAL DE AGUAS E ESGOTOS CEDAE
CNPJ 33.352.394/0001-04
DFP 2013
Exercício 2013
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Metadados

Empresa
COMPANHIA ESTADUAL DE AGUAS E ESGOTOS CEDAE
CNPJ
33.352.394/0001-04
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
147
Ano de referência
2013*
Publicado em
31/03/2014 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:50

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201331/12/2012Var.
1Ativo Total12.694.18012.805.602−0,9%
1.01Ativo Circulante1.066.9761.072.489−0,5%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa22.13390.986−75,7%
1.01.01.01Bens Numerários00—
1.01.01.02Depósitos Bancários22.08526.376−16,3%
1.01.01.03Aplicações Financeiras4864.610−99,9%
1.01.02Aplicações Financeiras121.9370—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo121.9370—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação121.9370—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber915.207973.537−6,0%
1.01.03.01Clientes896.867932.896−3,9%
1.01.03.01.01Contas a Receber de Usuários896.867932.896−3,9%
1.01.03.02Outras Contas a Receber18.34040.641−54,9%
1.01.03.02.01Outros Créditos3.03113.613−77,7%
1.01.03.02.02Impostos Recuperáveis15.30927.028−43,4%
1.01.04Estoques7.6997.966−3,4%
1.01.04.01Materiais para Operação7.6997.966−3,4%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar00—
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00—
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes00—
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros00—
1.02Ativo Não Circulante11.627.20411.733.113−0,9%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo1.470.1411.311.58012,1%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber6.4157.351−12,7%
1.02.01.03.01Clientes6.4157.351−12,7%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.02Créditos com Controladas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes1.463.7261.304.22912,2%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Depósitos Judiciais920.924703.55430,9%
1.02.01.09.04Bloqueio de Processos Judiciais00—
1.02.01.09.05Títulos e Valores Mobiliários111.430114.361−2,6%
1.02.01.09.06Outros Créditos14.31242.032−65,9%
1.02.01.09.07Contas a Receber de Partes Relacionadas417.060444.282−6,1%
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.02Participações em Controladas00—
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado77.11287.305−11,7%
1.02.03.01Imobilizado em Operação77.11287.305−11,7%
1.02.03.01.01Bens de Uso Geral8.5588.2733,4%
1.02.03.01.02Bens de Uso Geral Reavaliado68.55479.032−13,3%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível10.079.95110.334.228−2,5%
1.02.04.01Intangíveis10.079.95110.334.228−2,5%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Bens Afetos1.042.5881.119.696−6,9%
1.02.04.01.03Bens Afetos Reavaliados4.666.2814.784.921−2,5%
1.02.04.01.04Bens não Afetos61.14463.764−4,1%
1.02.04.01.05Bens não Afetos Reavaliados3.914.1284.016.039−2,5%
1.02.04.01.06Projetos e Obras em Andamento395.810349.80813,2%
1.02.05Diferido00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relat?rio dos auditores independentes sobre as demonstra??es financeirasAos Acionistas, Conselheiros e Diretores daCompanhia Estadual de ?guas e Esgotos - CEDAERio de Janeiro - RJExaminamos as demonstra??es financeiras da Companhia Estadual de ?guas e Esgotos - CEDAE (?Companhia?), que compreendem o balan?o patrimonial em 31 de dezembro de 2013 e as respectivas demonstra??es do resultado, do resultado abrangente, das muta??es do patrim?nio l?quido e dos fluxos de caixa, para o exerc?cio findo naquela data, assim como o resumo das principais pr?ticas cont?beis e demais notas explicativas.Responsabilidade da administra??o sobre as demonstra??es financeirasA administra??o da Companhia ? respons?vel pela elabora??o e adequada apresenta??o das demonstra??es financeiras de acordo com as normas internacionais de relat?rio financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board ? IASB, e de acordo com as pr?ticas cont?beis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necess?rios para permitir a elabora??o dessas demonstra??es cont?beis livres de distor??o relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade ? a de expressar uma opini?o sobre essas demonstra??es financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exig?ncias ?ticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter seguran?a razo?vel de que as demonstra??es cont?beis est?o livres de distor??o relevante.Uma auditoria envolve a execu??o de procedimentos selecionados para obten??o de evid?ncia a respeito dos valores e divulga??es apresentados nas demonstra??es financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avalia??o dos riscos de distor??o relevante nas demonstra??es financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avalia??o de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elabora??o e adequada apresenta??o das demonstra??es financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que s?o apropriados nas circunst?ncias, mas n?o para fins de expressar uma opini?o sobre a efic?cia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, tamb?m, a avalia??o da adequa??o das pr?ticas cont?beis utilizadas e a razoabilidade das estimativas cont?beis feitas pela administra??o, bem como a avalia??o da apresenta??o das demonstra??es financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evid?ncia de auditoria obtida ? suficiente e apropriada para fundamentar nossa opini?o.Opini?oEm nossa opini?o, as demonstra??es financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posi??o patrimonial e financeira da Companhia Estadual de ?guas e Esgotos - CEDAE em 31 de dezembro de 2013, o desempenho de suas opera??es e os seus fluxos de caixa para o exerc?cio findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relat?rio financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board ? IASB e as pr?ticas cont?beis adotadas no Brasil.?nfaseChamamos a aten??o para a nota explicativa no?20 das demonstra??es financeiras, a qual descreve que, em decorr?ncia da aprova??o pela Superintend?ncia Nacional de Previd?ncia Complementar - PREVIC de um novo regulamento para o seu plano de aposentadoria na modalidade de benef?cio definido, para fins de equacionamento do d?ficit atuarial at? ent?o existente, a Companhia vem utilizando de forma consistente, desde 31 de dezembro de 2010, a contribui??o dos participantes e da patrocinadora aumentada em 4,3 vezes em rela??o ? contribui??o anterior para fins de c?lculo do seu passivo atuarial. No entanto, em julho de 2011, a Justi?a do Trabalho suspendeu os descontos e majora??es destas contribui??es extraordin?rias, e em 2012 a PREVIC, como resultado da fiscaliza??o das contas da PRECE, determinou que a entidade efetuasse a provis?o das contribui??es extraordin?rias n?o recebidas dos participantes e da patrocinadora. A Companhia manteve no passivo n?o circulante o valor de R$ 56.345 mil, que corresponde a parcela sob sua responsabilidade com rela??o ?s contribui??es extraordin?rias e aguarda o julgamento do recurso contestando a suspens?o dessa majora??o, considerando, com base na opini?o de seus advogados, que as chances de perda s?o avaliadas como poss?vel, e que as modifica??es efetuadas atendem aos requisitos legais e respeitam a Legisla??o Previdenci?ria que regulamenta as atividades das entidades de Previd?ncia Complementar. As demonstra??es financeiras n?o incluem quaisquer ajustes em virtude dessa incerteza. Nossa opini?o n?o est? ressalvada em fun??o desse assunto. Outros assuntosDemonstra??o do valor adicionadoExaminamos, tamb?m, a demonstra??o do valor adicionado (DVA), referente ao exerc?cio findo em 31 de dezembro de 2013, preparada sob a responsabilidade da Administra??o da Companhia, cuja apresenta??o ? requerida pela legisla??o societ?ria brasileira para companhias abertas, e como informa??o suplementar pelas IFRS que n?o requerem a apresenta??o da DVA. Essa demonstra??o foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opini?o, est? adequadamente apresentada, em todos os seus aspectos relevantes, em rela??o ?s demonstra??es financeiras tomadas em conjunto.Outros assuntos--Continua??oAuditoria das demonstra??es financeiras do exerc?cio anteriorAs demonstra??es financeiras para o exerc?cio findo em 31 de dezembro de 2012, apresentadas para fins de compara??o, foram auditadas por outros auditores independentes que emitiram relat?rio datado de 10 de abril de 2013, que conteve as seguintes modifica??es: (i) limita??o de escopo sobre a eventual necessidade de se constituir provis?o, total ou parcial, sobre um auto de infra??o lavrado em 30 de novembro de 2012, cujo objeto principal era a tomada de cr?ditos de PASEP e COFINS, decorrentes de lan?amentos de despesas de presta??o de servi?os e outras despesas n?o operacionais, referentes aos anos-calend?rios de 2008 a 2010, no montante de R$?239.515 mil e (ii) ?nfase semelhante ?quela descrita anteriormente. Rio de Janeiro, 27 de mar?o de 2014ERNST & YOUNGAuditores Independentes S.S.CRC - 2SP 015.199/O-6 - F - RJM?rcio F. OstwaldContador CRC - 1RJ 086.202/O-4

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARA??O DOS DIRETORES SOBRE AS DEMONSTRA??ES FINANCEIRASAoIlmo. Sr. Leonardo PereiraPresidenteCOMISS?O DE VALORES MOBILI?RIOS ? CVMIlustr?ssimo Senhor Presidente,Os Diretores da Companhia Estadual de ?guas e Esgotos ? CEDAE, inscrita no Minist?rio da Fazenda sob o CNPJ n.? 33.352.394/0001-04, com sede na Av. Presidente Vargas, 2655 ? Edif. Cidade Nova ? RJ declaram para os fins do disposto no ? 1?, do artigo 25, inciso VI, da Instru??o CVM n.? 480 de 07 de Dezembro de 2009, que reviram, discutiram e concordam com as Demonstra??es Financeiras do exerc?cio findo em 31 de Dezembro de 2013. Rio de Janeiro, 27 de mar?o de 2014.Eng.? Wagner Granja VicterDiretor-PresidenteRenato Prates RodriguesDiretoria Administrativo-Financeira e de Rela??es com InvestidoresMarco Ant?nio Feij? Abreu Diretoria de Projetos Estrat?gicosJair Otero Peixoto Diretoria de EngenhariaJorge Luiz Ferreira Briard Diretoria de Produ??o e Grande Opera??oHeleno Silva de Souza Diretoria de Distribui??o e Comercializa??o do InteriorMarcello Barcellos MottaDiretoria de Distribui??o e Comercializa??o Metropolitana

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARA??O DOS DIRETORES SOBRE O PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTESAoIlmo. Sr. Leonardo PereiraPresidenteCOMISS?O DE VALORES MOBILI?RIOS ? CVMIlustr?ssimo Senhor Presidente,O Diretor-Presidente e os demais Diretores da Companhia Estadual de ?guas e Esgotos ? CEDAE, sociedade de economia mista por a??es, de capital aberto, com sede na Av. Presidente Vargas, 2655 ? Edif. Cidade Nova ? RJ, CNPJ n.? 33.352.394/0001-04, declaram para os fins do disposto no ? 1?, do artigo 25, inciso V, da Instru??o CVM n.? 480 de 07 de Dezembro de 2009, que reviram, discutiram e concordam com as opini?es expressas no parecer da Ernst & Young Auditores Independentes, relativamente ?s Demonstra??es Financeiras da CEDAE, referente ao exerc?cio social findo em 31 de Dezembro de 2013.Rio de Janeiro, 27 de mar?o de 2014.Eng.? Wagner Granja VicterDiretor-PresidenteRenato Prates RodriguesDiretoria Administrativo-Financeira e de Rela??es com InvestidoresMarco Ant?nio Feij? Abreu Diretoria de Projetos Estrat?gicosJair Otero Peixoto Diretoria de EngenhariaJorge Luiz Ferreira Briard Diretoria de Produ??o e Grande Opera??oHeleno Silva de Souza Diretoria de Distribui??o e Comercializa??o do InteriorMarcello Barcellos MottaDiretoria de Distribui??o e Comercializa??o Metropolitana

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALSenhores Acionistas, 1.O Conselho Fiscal da Companhia Estadual de ?guas e Esgotos ? CEDAE, no exerc?cio de suas fun??es legais e estatut?rias, em reuni?o realizada nesta data, examinou o Relat?rio da Administra??o, as Demonstra??es Cont?beis referentes ao exerc?cio social findo em 31 de dezembro de 2013.2.Os exames foram efetuados, com base nas informa??es e esclarecimentos da auditoria externa e nos trabalhos, entrevistas e acompanhamentos realizados ao longo do exerc?cio, e ainda, no parecer da ERNST & YOUNG - Auditores Independentes, datado de 27 de mar?o de 2014. O referido Relat?rio da Administra??o e Demonstra??es Cont?beis do exerc?cio social findo em 31 de dezembro de 2013 apresentam, adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posi??o patrimonial e financeira da companhia.3.Adicionalmente, destacamos que a companhia vem utilizando de forma consistente, desde 31 de dezembro de 2010, a contribui??o dos participantes e da patrocinadora aumentada em 4,3 vezes em rela??o ? contribui??o anterior para fins de c?lculo do passivo atuarial, com vistas ao equacionamento do d?ficit atuarial. Entretanto, a Justi?a do Trabalho, em junho de 2011, suspendeu os descontos e majora??o de contribui??es extraordin?rias e em 2012 a PREVIC, como resultado da fiscaliza??o das contas da PRECE, determinou que a entidade efetuasse provis?o das contribui??es extraordin?rias n?o recebidas dos participantes e da patrocinadora. A companhia contestou a decis?o alegando que as chances de perda s?o avaliadas como poss?veis, mantendo em seu passivo circulante, provis?o de R$ 53 milh?es referente apenas ? parcela sob sua responsabilidade. As demonstra??es financeiras n?o incluem ajustes em virtude dessa incerteza.4.O Conselho Fiscal opina que o referido Relat?rio da Administra??o e as Demonstra??es Cont?beis do exerc?cio social findo em 31 de dezembro de 2013 est?o em condi??es de serem apreciados pelos acionistas na Assembleia Geral Ordin?ria. Rio de Janeiro, 27 de mar?o de 2014.Fernando Vollardi BarrosoCristina Lucia Barros ViannaRebeca Virginia Escobar VillagraJos? Yochimi Arakaki

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.