Pular para o conteúdo
BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017113 páginasCódigo CVM 20842Versão 3 · reapresentaçãoRecebida em 27/04/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de MAGNESITA REFRATARIOS S.A

MAGNESITA REFRATARIOS S.A · CNPJ 08.684.547/0001-65

Versões deste exercício: v1 (20/03/2018) · v2 (03/04/2018) · v3 (27/04/2018), esta

MAGNESITA REFRATARIOS S.A
CNPJ 08.684.547/0001-65
DFP 2017 (V3)
Exercício 2017
Carregando…

Preparando pré-visualização do PDF…

Documentos maiores podem levar alguns segundos.

Metadados

Empresa
MAGNESITA REFRATARIOS S.A
CNPJ
08.684.547/0001-65
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
113
Ano de referência
2017*
Publicado em
27/04/2018 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total6.342.9426.145.6803,2%
1.01Ativo Circulante2.544.4782.450.7683,8%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa894.262960.342−6,9%
1.01.02Aplicações Financeiras126.41738.315229,9%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo126.41738.315229,9%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação126.41738.315229,9%
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber528.535482.5459,5%
1.01.03.01Clientes525.721480.5929,4%
1.01.03.01.01Clientes Nacionais88.911133.480−33,4%
1.01.03.01.02Clientes Estrangeiros455.017340.80133,5%
1.01.03.01.03Provisão para riscos de crédito−65.872−42.414−55,3%
1.01.03.01.04Medições a faturar47.66548.725−2,2%
1.01.03.02Outras Contas a Receber2.8141.95344,1%
1.01.03.02.01Crédito por venda de imóvel2.8141.95344,1%
1.01.03.02.02Valores a receber-Eletrobrás00—
1.01.03.02.03Outros00—
1.01.04Estoques858.005826.4893,8%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar95.866109.560−12,5%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar95.866109.560−12,5%
1.01.06.01.01Tributos sobre lucros a recuperar27.04735.456−23,7%
1.01.06.01.02Outros tributos a recuperar68.81974.104−7,1%
1.01.07Despesas Antecipadas8.7930—
1.01.08Outros Ativos Circulantes32.60033.517−2,7%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros32.60033.517−2,7%
1.02Ativo Não Circulante3.798.4643.694.9122,8%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo175.307129.11535,8%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo10.3020—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação10.3020—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber87.69723.294276,5%
1.02.01.03.01Clientes87.11717.223405,8%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber5806.071−90,4%
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos23.57633.498−29,6%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos23.57633.498−29,6%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes53.73272.323−25,7%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Ágio na incorporação acionista, líquido de provisão00—
1.02.01.09.04Depósitos judiciais15.57316.917−7,9%
1.02.01.09.05Outros38.15955.406−31,1%
1.02.02Investimentos99.63847.211111,0%
1.02.02.01Participações Societárias61.7699.342561,2%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias61.7699.342561,2%
1.02.02.02Propriedades para Investimento37.86937.8690,0%
1.02.03Imobilizado1.339.3721.413.375−5,2%
1.02.03.01Imobilizado em Operação1.137.7221.232.732−7,7%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento201.650180.64311,6%
1.02.04Intangível2.184.1472.105.2113,7%
1.02.04.01Intangíveis106.798124.070−13,9%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill2.077.3491.981.1414,9%

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas Aos Administradores e AcionistasMagnesita Refratários S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais da Magnesita Refratários S.A. ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como as demonstrações financeiras consolidadas da Magnesita Refratários S.A. e suas controladas ("Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Magnesita Refratários S.A. e da Magnesita Refratários S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2017, o desempenho de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa, bem como o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Porque é um PAA / Como o assunto foi conduzido em nossa auditoria Impairment de ativos não financeiros (Nota 17)A Companhia possui valores significativos de ativos intangíveis e imobilizado, para os quais uma provisão para impairment pode ser necessária sempre que eventos ou mudanças nas circunstâncias indicarem que o valor contábil pode não ser recuperável.As estimativas utilizadas na determinação do valor recuperável incluem julgamentos relevantes, mas nem sempre objetivos da administração com relação às projeções de resultados e fluxos de caixa descontados, os quais dependem de eventos econômicos futuros. Portanto, o uso de premissas diferentes pode modificar as perspectivas de realização desses ativos e gerar resultados significativamente diferentes dos apurados pela Companhia.Considerando a relevância dos ativos não financeiros da Companhia, tais como ágio, ativo imobilizado e propriedades para investimento, assim como a relevância dos julgamentos da administração na determinação do valor recuperável, consideramos esse um dos principais assuntos em nosso processo de auditoria.Em 31 de dezembro de 2017, a administração da Companhia reconheceu perdas por impairment na UGC de Dolomita, relacionadas à alienação do negócio em Oberhausen, no valor total de R$ 164 milhões, sendo R$ 16 milhões no ativo imobilizado e R$ 148 milhões no ágio alocado a essa UGC. No contexto da auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, realizamos os seguintes principais procedimentos em relação ao valor recuperável de ativos não financeiros:Com o auxílio de nossos especialistas em avaliação, verificamos a consistência lógica e aritmética das projeções de fluxo de caixa e testamos a consistência das informações e das principais premissas utilizadas pela administração na elaboração das projeções de fluxo de caixa, como aumento de receita, custos e despesas em comparação com orçamentos aprovados e dados de mercado. Analisamos também o processo de preparação das projeções da administração, comparando as projeções dos anos anteriores com os resultados efetivos subsequentes. Realizamos análise de sensibilidade e recalculamos as projeções, considerando diferentes intervalos e cenários de taxas de crescimento e de de desconto, assim como efetuamos leitura das divulgações realizadas.Nossos procedimentos de auditoria demonstraram que as premissas e os critérios utilizados pela administração são razoáveis e as divulgações são consistentes com os dados e as informações obtidos.Realização de ativo de imposto de renda e contribuição social diferido e de créditos fiscais de ICMS (Notas 11 e 12)A Companhia possui ativo de imposto de renda e contribuição social diferido consolidado, decorrente de prejuízos fiscais e provisões temporariamente indedutíveis geradas pela controladora e suas controladas em diferentes países. Esse ativo é, registrado à medida que a administração acredita ser provável que a Companhia irá gerar lucro tributável futuro para sua utilização.A Companhia também possui créditos fiscais de ICMS a serem recuperados no longo prazo, uma vez que a administração acredita que gerará débitos de ICMS em suas operações suficientes para compensar o saldo credor registrado. O histórico de pagamentos de ICMS indica que a recuperação desses créditos pode vir a ocorrer em um tempo mais longo, podendo, inclusive, ser necessário a transferência de crédito a outros contribuintes. Consideramos que esta é uma área de foco, uma vez que a avaliação efetuada pela administração da Companhia envolve julgamentos significativos e subjetivos a fim de determinar a base fiscal futura projetada e o prazo estimado para a realização desses impostos. Entre outros, realizamos os seguintes procedimentos de auditoria, com o apoio de nossos especialistas tributários:Testamos as bases de cálculo dos prejuízos fiscais e base negativa de contribuição social, bem como das diferenças temporárias, confrontando-as com as escriturações fiscais correspondentes, bem como conferimos o cálculo aritméticos dos impostos diferidos. Conferimos os cálculos da projeção de realização de créditos de imposto de renda, base negativa de contribuição social e diferenças temporárias, discutindo e reportando ajustes para a administração, considerados não relevantes no contexto das demonstrações financeiras.Obtivemos o entendimento do processo realizado pela administração para avaliar os créditos fiscais de ICMS e testamos, em base amostral, os cálculos realizados pela administração com referência ao desconto aplicado aos créditos de ICMS em caso de transferência para outros contribuintes, com base na documentação externa de negocia ções recentes com terceiros. Também testamos a consistência das informações e das principais premissas utilizadas pela administração na elaboração das projeções, incluindo o período de realização considerado nos estudos, comparando-os com os dados históricos da Companhia. Por fim, efetuamos leitura das divulgações efetuadas em relação aos ativos de impostos diferidos e créditos fiscais de ICMS.Como resultado, consideramos que os critérios e premissas adotados pela Companhia são razoáveis e as divulgações são consistentes com as informações obtidas.Provisões para demandas judiciais (Notas 3.16 e 21)A Magnesita e suas controladas são parte em processos judiciais e administrativos de natureza tributária, cível e trabalhista, no curso normal de suas atividades. A administração avalia periodicamente, com base nas opiniões dos assessores jurídicos da Companhia, o andamento dos processos, nas diversas instâncias judiciais, com o propósito de estimar os possíveis desfechos e provisionar aqueles considerados de perda provável e divulgar aqueles considerados como de perda possível.A classificação da probabilidade de êxito nos processos em que a Companhia é parte demanda julgamentos relevantes da administração sobre fatores processuais complexos, mérito da causa, jurisprudência aplicável e considerações sobre a legislação vigente, razão pela qual consideramos esta como uma área de foco em nossa auditoria.Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, o entendimento dos controles internos relevantes para identificar, avaliar e divulgar as demandas judiciais. Obtivemos confirmações dos assessores jurídicos externos que patrocinam os processos judiciais e administrativos, contemplando os prognósticos de perda e quantificação dos montantes estimados, para avaliar a adequação do valor da provisão constituída ou do valor divulgado. Avaliamos também a adequação das divulgações efetuadas nas notas explicativas.Para as causas tributárias mais significativas, em conjunto com os nossos especialistas em tributos, avaliamos a razoabilidade dos prognósticos de perda das causas.Consideramos razoáveis os critérios e as premissas adotados pela administração para a determinação da provisão para demandas judiciais, bem como as correspondentes divulgações, consistentes com as avaliações dos assessores jurídicos. Benefícios pós-emprego (Notas 3.17 e 22)A Magnesita e suas controladas patrocinam planos de benefícios pós-emprego a seus colaboradores.A administração da Companhia contrata atuário independente para elaboração dos cálculos dessas obrigações. Esses cálculos consideram informações sobre os participantes dos planos além de premissas atuariais, as quais envolvem elevado grau de julgamento.Consideramos esse assunto como um dos principais assuntos de auditoria pela relevância do valor da obrigação presente e pelo grau de julgamento da administração na determinação das premissas, que, se alteradas, poderiam impactar de forma significativa o valor da obrigação com os planos. Como parte dos nossos procedimentos realizamos, entre outros, testes detalhados sobre as informações individuais de participantes dos planos de benefícios pós-emprego cadastradas nos bancos de dados usados para o cálculo do passivo atuarial.Com o apoio de nossos especialistas atuariais, discutimos as principais premissas, tais como taxas de desconto, tábuas biométricas e rotatividade, e testamos a consistência lógica e aritmética dos cálculos da administração para estimar o valor presente das obrigações de benefícios pós-emprego. Confrontamos a conciliação preparada do laudo atuarial com os saldos apresentados nas demonstrações financeiras e nas notas explicativas.Avaliamos também a competência técnica do atuário externo independente responsável por preparar os cálculos atuariais.Consideramos que os critérios e premissas adotados pela administração para determinar o passivo dos planos de benefícios pós-emprego são razoáveis e as divulgações são consistentes com dados e informações obtidos. Outros assuntosDemonstrações do Valor AdicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Auditoria dos valores correspondentes ao exercício anteriorO exame das demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2016 foi conduzido sob a responsabilidade de outros auditores independentes, que emitiram relatório de auditoria, com data de 14 de março de 2017, sem ressalvas.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadas A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os re sponsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, inclusive as divulgações e se essas demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Belo Horizonte, 19 de março de 2018PricewaterhouseCoopersAuditores IndependentesCRC 2SP000160/O-5 Fábio Abreu de PaulaContador CRC 1MG075204/O-0

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DeclaraçãoNa qualidade de Diretores Estatutários da Magnesita Refratários S.A., declaramos nos termos da Instrução CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009, artigo 25, parágrafo 1º, itens V e VI, que:Analisamos, discutimos e concordamos com as demonstrações financeiras (Consolidado e Controladora) relativas ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2017Analisamos, discutimos e concordamos com os termos do relatório dos auditores externos relativo às demonstrações financeiras (Consolidado e Controladora) do exercício social findo em 31 de dezembro de 2017.Contagem, 15 de março de 2018.Luís Rodolfo Mariani BittencourtDiretor-PresidenteOtávio Augusto Castro Lustosa Nogueira Diretor Financeiro e de Relações com InvestidoresDiretores sem designação específica:Gilmar Fava CarraraFrancisco José Carrara FavaResponsável Técnico:Thiago Mendes da Motta CoutoContador - CRC-MG 105385/O-0

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DeclaraçãoNa qualidade de Diretores Estatutários da Magnesita Refratários S.A., declaramos nos termos da Instrução CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009, artigo 25, parágrafo 1º, itens V e VI, que:Analisamos, discutimos e concordamos com as demonstrações financeiras (Consolidado e Controladora) relativas ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2017Analisamos, discutimos e concordamos com os termos do relatório dos auditores externos relativo às demonstrações financeiras (Consolidado e Controladora) do exercício social findo em 31 de dezembro de 2017.Contagem, 15 de março de 2018.Luís Rodolfo Mariani BittencourtDiretor-PresidenteOtávio Augusto Castro Lustosa Nogueira Diretor Financeiro e de Relações com InvestidoresDiretores sem designação específica:Gilmar Fava CarraraFrancisco José Carrara FavaResponsável Técnico:Thiago Mendes da Motta CoutoContador - CRC-MG 105385/O-0

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

Parecer do Conselho FiscalO Conselho Fiscal da Magnesita Refratários S.A. ("Companhia"), no desempenho de suas funções legais e estatutárias, examinou o Relatório da Administração, as contas dos administradores e as demonstrações financeiras auditadas da Companhia referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2017, cujo parecer, sem ressalvas, foi emitido pelos auditores da PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes com data de 15 de março de 2018, e a proposta da administração a respeito da destinação do resultado do exercício social findo em 31 de dezembro de 2017, em observância ao disposto no artigo 163, incisos II, III e VII, da Lei nº 6.404/76, e nos artigos 2º, inciso II, e 4º, ambos da Instrução CVM nº 371/02, opina favoravelmente à aprovação integral dos referidos documentos.Contagem, 15 de março de 2018.Pedro Wagner Pereira CoelhoRicardo ScalzoThiago Costa Jacinto

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.