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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2025137 páginasCódigo CVM 9067Versão 1Recebida em 18/03/2026valores em R$ mil

DFP 2025 de SUZANO HOLDING S.A.

SUZANO HOLDING S.A. · CNPJ 60.651.809/0001-05

SUZANO HOLDING S.A.
CNPJ 60.651.809/0001-05
DFP 2025
Exercício 2025
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Metadados

Empresa
SUZANO HOLDING S.A.
CNPJ
60.651.809/0001-05
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
137
Ano de referência
2025*
Publicado em
18/03/2026 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:57:09

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/202531/12/2024Var.
1Ativo Total167.979.969166.106.7231,1%
1.01Ativo Circulante43.904.58042.346.1723,7%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa15.206.8549.067.79667,7%
1.01.02Aplicações Financeiras9.932.77412.971.547−23,4%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado9.932.77412.971.547−23,4%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo9.932.77412.971.547−23,4%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.03Contas a Receber6.560.6079.132.860−28,2%
1.01.03.01Clientes6.560.6079.132.860−28,2%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques8.155.8477.962.3242,4%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar1.556.4661.223.27127,2%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar1.556.4661.223.27127,2%
1.01.06.01.01Imposto de Renda e Contribuição Social a Recuperar669.381294.270127,5%
1.01.06.01.02Demais Impostos a Recuperar887.085929.001−4,5%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes2.492.0321.988.37425,3%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros2.492.0321.988.37425,3%
1.01.08.03.01Ganhos Não Realizados em Operações com Derivativos1.556.9781.006.42754,7%
1.01.08.03.02Outras Contas a Receber858.236889.814−3,5%
1.01.08.03.03Adiantamentos a Fornecedores76.81892.133−16,6%
1.01.08.03.04Ativos Mantidos para Venda00—
1.01.08.03.05Dividendos a Receber00—
1.02Ativo Não Circulante124.075.389123.760.5510,3%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo40.276.76537.868.6156,4%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado319.680391.964−18,4%
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo319.680391.964−18,4%
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.04Contas a Receber00—
1.02.01.04.01Clientes00—
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04.03Partes Relacionadas00—
1.02.01.05Estoques00—
1.02.01.06Ativos Biológicos26.097.16422.283.00117,1%
1.02.01.07Tributos Diferidos1.505.3037.985.402−81,1%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos1.505.3037.985.402−81,1%
1.02.01.08Despesas Antecipadas00—
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas335132.476,9%
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas335132.476,9%
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes12.354.2837.208.23571,4%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.10.03Demais Impostos a Recuperar945.6991.179.125−19,8%
1.02.01.10.04Ganhos em Operações com Derivativos8.014.6832.880.673178,2%
1.02.01.10.05Créditos a Receber de Precatório Indenizatório00—
1.02.01.10.06Adiantamentos a Fornecedores2.788.2622.503.53711,4%
1.02.01.10.07Depósitos Judiciais418.328488.020−14,3%
1.02.01.10.08Outras Contas a Receber187.311156.88019,4%
1.02.01.10.09Contas a receber clientes00—
1.02.02Investimentos1.196.5561.818.610−34,2%
1.02.02.01Participações Societárias1.196.5561.818.610−34,2%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas293.696680.544−56,8%
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.05Outros Investimentos902.8601.138.066−20,7%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado69.631.37670.171.023−0,8%
1.02.03.01Imobilizado em Operação61.531.85561.476.0210,1%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento5.334.7225.184.4672,9%
1.02.03.03Imobilizado em Andamento2.764.7993.510.535−21,2%
1.02.04Intangível12.970.69213.902.303−6,7%
1.02.04.01Intangíveis12.970.69213.902.303−6,7%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Ágio8.187.2428.187.2420,0%
1.02.04.01.03Demais Ativos Intangíveis4.783.4505.715.061−16,3%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independentesobre as demonstrações financeirasindividuais e consolidadas Aos Administradores e AcionistasSuzano Holding S.A. Opinião Examinamos as demonstrações financeiras individuais da Suzano Holding S.A. ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2025 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como as demonstrações financeiras consolidadas da Companhia e suas controladas ("Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2025 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo as políticas contábeis materiais e outras informações elucidativas. Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia e da Companhia e suas controladas em 31 de dezembro de 2025, o desempenho de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa, bem como o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB). Base para opinião Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, aplicáveis a auditorias de demonstrações financeiras de entidades de interesse público no Brasil, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais Assuntos de Auditoria Principais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Porque é um PAA Valor justo dos ativos biológicos (Notas 3.2.8 e 13) Os ativos biológicos da controlada Suzano S.A. correspondem a florestas de eucalipto e são mensurados ao valor justo, menos as despesas de venda necessárias para colocar o ativo em condições de uso ou venda, aplicando-se a metodologia de fluxo de caixa descontado. Em 31 de dezembro de 2025, esses valores eram de R$ 26.097.164 mil (Consolidado). Esse método faz uso de dados e premissas que envolvem julgamento significativo por parte da administração, incluindo, principalmente, o incremento médio anual (IMA) das florestas e o preço bruto médio de venda da madeira em pé em diferentes regiões.Este é um assunto que permanece sob atenção da nossa auditoria, considerando especialmente os riscos inerentes à subjetividade de determinadas premissas que requerem o exercício de julgamento da administração e podem ter impacto relevante na determinação do valor justo e, por consequência, no resultado do exercício.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoria Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, o entendimento e testes dos controles internos estabelecidos pela administração para mensurar o valor justo, bem como a metodologia de avaliação, premissas e a totalidade e acuracidade dos dados utilizados no cálculo.Com apoio de nossos especialistas em valorização de ativos biológicos, avaliamos a aderência do modelo do fluxo de caixa descontado, bem como sua coerência lógica e aritmética.Definimos como principais premissas na perspectiva da auditoria, o preço bruto médio de venda da madeira em pé em diferentes regiões e o incremento médio anual (IMA) das florestas. Efetuamos comparações com publicação externa especializada, bem como avaliamos o comportamento histórico, respectivas tendências e os dados utilizados.Avaliamos a competência, objetividade e capacidade de especialistas externos e internos contratados pela administração para elaboração do cálculo do valor justo.Avaliamos se as informações divulgadas nas notas explicativas estavam consistentes com os requisitos da norma contábil e com as premissas utilizadas nos cálculos.Com base no resultado dos procedimentos realizados, consideramos que o modelo de avaliação do valor justo está consistente com as práticas de mercado e que as premissas e dados utilizados estão devidamente suportados, bem como com os requisitos de divulgação estabelecidos pela norma contábil. Porque é um PAAPassivos judiciais tributários, previdenciários e incertezas sobre tratamento de tributos sobre o lucro (Notas 3.2.12, 3.2.13 e 20) As controladas da Companhia são parte passiva em processos judiciais decorrentes do curso normal de suas operações.Especialmente nos casos de natureza tributária, previdenciária e incertezas sobre tratamento de tributos sobre o lucro, tratam-se de divergências na interpretação de leis, autos de infração, entre outros.A administração, com o apoio de seus assessores jurídicos internos e externos, estima os desfechos para esses diversos assuntos, provisiona aqueles considerados como de perda provável, líquido dos depósitos judiciais, e divulga aqueles considerados como incertos, com risco de materialização não provável. Em 31 de dezembro de 2025, a provisão para passivos judicias correspondia a R$ 2.270.733 mil (Consolidado), e as contingências possíveis e incertezas sobre o tratamento de tributos sobre o lucro, totalizavam a R$ 10.433.658 mil (Consolidado).A determinação das chances de perda, assim como dos valores objetos das disputas, envolve julgamento da administração, considerando aspectos subjetivos e evoluções jurisprudenciais, que podem mudar ao longo do processo e que não estão sob o controle da administração. Por essa razão, mantivemos esse tema como uma área de foco de nossa auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, o entendimento e testes dos controles internos estabelecidos pela administração para identificar e constituir provisões, monitorar o andamento e as jurisprudências dos processos judiciais tributários e previdenciários e das incertezas sobre tratamento de tributos sobre o lucro, bem como as respectivas divulgações em notas explicativas.Em conjunto com os nossos especialistas da área tributária, entendemos o objeto dos principais processos em andamento, obtivemos a documentação suporte da avaliação da administração, incluindo a determinação de valores e a opinião de especialistas jurídicos externos contratados, bem como avaliamos e discutimos a razoabilidade das conclusões da administração e o prognóstico de perda determinado pela Companhia e suas controladas.Obtivemos confirmação direta dos assessores jurídicos externos responsáveis pelas defesas da Companhia e suas controladas nos tribunais.Para prognósticos onde as expectativas de perdas são avaliadas como possíveis e, especificamente para o imposto de renda e a contribuição social sobre o lucro, confrontamos com as respostas dos assessores jurídicos e analisamos as divulga ções.Testamos, por amostragem, os cálculos dos valores utilizados para o provisionamento e os prognósticos de perda determinados, bem como avaliamos se as divulgações realizadas estão alinhadas com as normas contábeis relevantes e documentações suporte.Observamos que as conclusões da administração e as documentações suporte, incluindo as posições dos assessores jurídicos internos e externos, estão consistentes entre si e com nosso entendimento sobre os objetos das disputas judiciais, bem como com os valores e as divulgações incluídas nas notas explicativas. Outros assuntos Demonstrações do Valor Adicionado As Demonstrações do Valor Adicionado (DVA), individuais e consolidadas, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards), foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditor A administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadas A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia e suas controladas, em seu conjunto, continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas, em seu conjunto, ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações. Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e?consolidadas Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras. Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas. Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas, em seu conjunto. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas, em seu conjunto, a não mais se manter em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, inclusive as divulgações e se essas demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Planejamos e executamos a auditoria do grupo para obter evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou unidades de negócio do grupo como base para formar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e revisão do trabalho de auditoria realizado para os propósitos da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance e da época dos trabalhos de auditoria planejados e das constatações significativas de auditoria, inclusive as deficiênc ias significativas nos controles internos que, eventualmente, tenham sido identificadas durante nossos trabalhos. Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as ações tomadas para eliminar ameaças à nossa independência ou salvaguardas aplicadas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os Principais Assuntos de Auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. São Paulo, 18 de março de 2026PricewaterhouseCoopersAuditores Independentes Ltda.CRC 2SP000160/O-5 Daniel Vinícius FumoContador CRC 1SP256197/O-9

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS E O RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTESPARA FINS DO ARTIGO 27 DA RESOLUÇÃO CVM nº 80/22Declaramos, na qualidade de diretores da Suzano Holding S.A., sociedade por ações com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Brigadeiro Faria Lima, 1355 - 21º andar, Pinheiros, CEP 01452-919, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 60.651.809/0001-05 ("Companhia"), nos termos dos incisos V e VI do parágrafo 1º do artigo 27 da Resolução CVM nº 80, de 29 de março de 2022, que (i) revimos, discutimos e concordamos com as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025 e (ii) revimos, discutimos e concordamos com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes da Companhia, referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025.São Paulo, 18 de março de 2026.DAVID FEFFERDiretor PresidenteMARIA CECILIA CASTRO NEVES IPIÑADiretora e Diretora de Relações com InvestidoresGABRIELA FEFFER MOLLDiretora

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS E O RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTESPARA FINS DO ARTIGO 27 DA RESOLUÇÃO CVM nº 80/22Declaramos, na qualidade de diretores da Suzano Holding S.A., sociedade por ações com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Brigadeiro Faria Lima, 1355 - 21º andar, Pinheiros, CEP 01452-919, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 60.651.809/0001-05 ("Companhia"), nos termos dos incisos V e VI do parágrafo 1º do artigo 27 da Resolução CVM nº 80, de 29 de março de 2022, que (i) revimos, discutimos e concordamos com as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025 e (ii) revimos, discutimos e concordamos com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes da Companhia, referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025.São Paulo, 18 de março de 2026.DAVID FEFFERDiretor PresidenteMARIA CECILIA CASTRO NEVES IPIÑADiretora e Diretora de Relações com InvestidoresGABRIELA FEFFER MOLLDiretora

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

PARECER DO COMITÊ DE AUDITORIA ESTATUTÁRIOO Comitê de Auditoria Estatutário ("CAE") da Suzano Holding S.A. ("Companhia"), no exercício de suas atribuições legais e estatutárias, em atendimento ao disposto no § 1º, inciso VII do artigo 27 da Resolução CVM nº 80/22, examinou as demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, o Relatório da Administração, e o relatório emitido sem ressalvas pela PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes Ltda. Com base nos documentos examinados e nos esclarecimentos prestados, os membros do CAE, abaixo assinados, opinam que as demonstrações financeiras se encontram em condições de serem aprovadas. São Paulo, 18 de março de 2026.Marcos Sampaio de Almeida Prado CoordenadorJosé Carlos GarbesEspecialista financeiroOrlando de Souza DiasMembro

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

RELATÓRIO ANUAL DO COMITÊ DE AUDITORIA ESTATUTÁRIO ("CAE")Sobre o ComitêO CAE da Suzano Holding S.A. ("Suzano Holding") é um órgão estatutário de funcionamento permanente instituído em dezembro de 2019.O CAE é composto por 3 (três) membros com mandato de 2 (dois) anos. A maioria dos membros são independentes, sendo que ao menos um deles integra também o Conselho de Administração da Suzano Holding. Dentre os membros do CAE, o Sr. Marcos Sampaio de Almeida Prado, atua como coordenador e o Sr. José Carlos Garbes, como especialista financeiro.De acordo com o seu Regimento Interno, compete ao CAE zelar (i) pela qualidade e integridade das demonstrações contábeis da Suzano Holding, (ii) pelo cumprimento das exigências legais e regulamentares, (iii) pela atuação, independência e qualidade dos trabalhos das empresas de auditoria independente e da auditoria interna, (iv) pela qualidade e efetividade do sistema de controles internos e da administração de riscos. As avaliações do CAE baseiam-se nas informações recebidas da Administração, dos auditores independentes, da auditoria interna, dos responsáveis pelo gerenciamento de riscos e de controles internos, dos gestores dos canais de denúncia e ouvidoria e em suas próprias análises decorrentes de observação direta.A PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes Ltda. é a empresa responsável pela auditoria das demonstrações contábeis conforme práticas contábeis adotadas no Brasil, incluindo as emanadas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis ("CPC"), requisitos específicos da Comissão de Valores Mobiliários ("CVM") e as normas internacionais de relatório financeiro ("International Financial Reporting Standards - IFRS"), emitidas pelo International Accounting Standards Board ("IASB").Os auditores independentes são igualmente responsáveis pela revisão limitada dos informes trimestrais ("ITRs") arquivados junto à CVM. O relatório dos auditores independentes reflete o resultado de suas verificações e apresenta a sua opinião a respeito da fidedignidade das demonstrações contábeis do exercício em relação aos princípios descritos acima. Com relação ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, os referidos auditores independentes emitiram relatório em 18 de março de 2026, contendo opinião sem ressalvas. Os trabalhos de auditoria interna são realizados por equipe própria. O CAE é responsável pela aprovação do plano de auditoria interna, que na sua execução é acompanhado e orientado pela Diretora Jurídica. Temas discutidos pelo Comitê de Auditoria EstatutárioO CAE se reuniu 6 (seis) vezes no período de janeiro a dezembro de 2025. Dentre as atividades realizadas durante o exercício, destacamos:(i)Recomendação para aprovação pelo Conselho de Administração do Relatório da Administração, das Demonstrações Financeiras Individuais e Consolidadas referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2024(ii)Exame das informações trimestrais da companhia nos trimestres findos em 31 de março, 30 de junho e 30 de setembro de 2025(iii)Monitoramento da execução dos planos de remediação das recomendações indicadas na Carta de Recomendações dos auditores independentes(iv)Monitoramento da adequação das transações com partes relacionadas realizadas pela companhia e(v)Acompanhamento do andamento dos trabalhos aprovados no plano de auditoria, inclusive quanto à integração com as demais atividades relacionadas à gestão de riscos e compliance.ConclusãoOs membros do CAE da Companhia, no exercício de suas atribuições e responsabilidades legais, bem como daquelas previstas no seu Regimento Interno do próprio comitê, procederam ao exame e à análise das demonstrações financeiras, acompanhadas do relatório de auditoria contendo opinião sem ressalvas dos auditores independentes, do relatório anual da Administração, todos relativos ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025. Considerando as informações prestadas pela Administração da Companhia e pela PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes Ltda., recomendam, por unanimidade, a aprovação, pelo Conselho de Administração da Companhia, dos documentos acima citados.São Paulo, 18 de março de 2026.Marcos Sampaio de Almeida PradoCoordenadorJosé Carlos GarbesEspecialista financeiroOrlando de Souza DiasMembro

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias478.5270
Preferenciais624.3100
Total1.102.8370

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.