Pular para o conteúdo
BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201682 páginasCódigo CVM 17485Versão 1Recebida em 17/02/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de ELEKTRO REDES S.A.

ELEKTRO REDES S.A. · CNPJ 02.328.280/0001-97

ELEKTRO REDES S.A.
CNPJ 02.328.280/0001-97
DFP 2016
Exercício 2016
Carregando…

Preparando pré-visualização do PDF…

Documentos maiores podem levar alguns segundos.

Metadados

Empresa
ELEKTRO REDES S.A.
CNPJ
02.328.280/0001-97
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
82
Ano de referência
2016*
Publicado em
17/02/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Outros documentos da empresa

Ver todos os documentos →

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total6.676.1337.402.363−9,8%
1.01Ativo Circulante2.512.0193.033.999−17,2%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa899.313785.14614,5%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber1.204.2241.897.896−36,5%
1.01.03.01Clientes958.4391.138.256−15,8%
1.01.03.01.01Consumidores, parcelamentos de débitos e supridores1.057.3631.218.637−13,2%
1.01.03.01.02Provisão para créditos de liquidação duvidosa−98.924−80.381−23,1%
1.01.03.02Outras Contas a Receber245.785759.640−67,6%
1.01.03.02.01Valores a receber de Parcela A e outros itens financeiros226.768625.146−63,7%
1.01.03.02.02Instrumentos financeiros derivativos19.017134.494−85,9%
1.01.04Estoques00—
1.01.04.01Almoxarifado00—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar87.64581.2577,9%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar87.64581.2577,9%
1.01.06.01.01Tributos a compensar31.84239.247−18,9%
1.01.06.01.02Imposto de Renda e Contribuição Social a compensar55.80342.01032,8%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes320.837269.70019,0%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros320.837269.70019,0%
1.01.08.03.01Caução de fundos e depósitos vinculados00—
1.01.08.03.02Recuperação das perdas de receita e energia livre00—
1.01.08.03.03TUSD-G00—
1.01.08.03.04Outros créditos51.85937.16539,5%
1.01.08.03.05Contas a Receber CDE - Decreto nº 7.945/201300—
1.01.08.03.06Subsídios Tarifários268.978232.53515,7%
1.02Ativo Não Circulante4.164.1144.368.364−4,7%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo2.282.7802.571.574−11,2%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber209.632338.921−38,1%
1.02.01.03.01Clientes43.71715.862175,6%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber165.915323.059−48,6%
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos601.560707.771−15,0%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos601.560707.771−15,0%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.02Créditos com Controladas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes1.471.5881.524.882−3,5%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Recuperação das perdas de receita e energia livre00—
1.02.01.09.04TUSD-G00—
1.02.01.09.05Tributos a compensar83.54184.060−0,6%
1.02.01.09.06Caução de fundos e depósitos vinculados00—
1.02.01.09.07Depósitos judiciais127.360111.26014,5%
1.02.01.09.08Ativo Indenizável (concessão)1.074.026907.12318,4%
1.02.01.09.09Outros créditos42.66548.631−12,3%
1.02.01.09.10Instrumentos financeiros derivativos143.996373.808−61,5%
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.02Participações em Controladas00—
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado9.59613.494−28,9%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado9.59613.494−28,9%
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível1.871.7381.783.2965,0%
1.02.04.01Intangíveis1.871.7381.783.2965,0%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão1.871.7381.783.2965,0%
1.02.05Diferido00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Aos Administradores e Acionistas da Elektro Redes S.A.Campinas - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras da Elektro Redes S.A. ("Companhia") que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Elektro Redes S.A. em 31 de dezembro de 2016, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras". Somos independentes em relação à Companhia, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. a) Valor recuperável ("Impairment") dos ativos não financeiros (Consulte a nota explicativa 12 às demonstrações financeiras)A Companhia possui um montante de R$ 1.871.738 mil nas demonstrações financeiras de 31 de dezembro de 2016 relativo ao ativo intangível da concessão cuja realização está suportada por estimativas de rentabilidade futura baseadas no plano de negócios. A Companhia avaliou a existência de indicadores de redução ao valor recuperável em relação às suas unidades geradoras de caixa ("UGCs") e para o cálculo do valor recuperável utilizou-se do método de fluxo de caixa descontado, com base em projeções econômico-financeiras de cada segmento. Devido às incertezas inerentes ao processo de determinação das estimativas de fluxos de caixa futuros, e as premissas como a taxa de desconto, crescimento econômico projetado, a inflação de custos, utilizados na determinação do valor em uso dos ativos, e à complexidade do processo, o qual requer um grau significativo de julgamento por parte da Companhia para determinação da estimativa contábil, consideramos esse assunto significativo para a nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoAvaliamos o desenho, implementação e efetividade operacional dos controles internos relacionados com a preparação e revisão do plano de negócios, orçamento, estudos técnicos e análises do valor recuperável disponibilizados pela Companhia. Adicionalmente avaliamos, com auxílio de nossos especialistas em finanças corporativas, a razoabilidade e consistência das premissas e das metodologias utilizadas (comparando-as, quando aplicável, com dados obtidos de fontes externas), como o crescimento econômico projetado, volume e preço de venda de energia, continuidade das operações, gastos para reparação dos equipamentos, a inflação de custos e as taxas de desconto. Avaliamos também as divulgações efetuadas pela Companhia, principalmente as relativas à análise de sensibilidade que demonstram o impacto sobre o valor recuperável resultante de possíveis mudanças nas premissas-chave usadas pela Companhia.b) Valor recuperável dos ativos fiscais diferidos(Consulte a nota explicativa 27 às demonstrações financeiras)As demonstrações financeiras incluem um montante de R$ 601.560 mil em 31 de dezembro de 2016 relativo a créditos tributários sobre diferenças temporárias e benefícios fiscais de ágio por incorporação, cuja realização está suportada por estimativas de rentabilidade futura preparadas pela Companhia com base em seu julgamento e suportadas em seu plano de negócios. Devido às incertezas inerentes ao processo de determinação das estimativas dos lucros tributáveis futuros, que são a base para a avaliação do valor recuperável dos créditos tributários e ao fato de qualquer mudança nas estimativas poder impactar de forma relevante o valor desses ativos e, consequentemente, as demonstrações financeiras como um todo, consideramos esse assunto significativo para a nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoAvaliamos o desenho, implementação e efetividade operacional dos controles internos relacionados com a preparação e revisão do plano de negócios, orçamento, estudos técnicos e análises quanto à probabilidade da existência de lucros tributáveis futuros ou outras evidências suficientes para propiciar a recuperação pela Companhia do imposto de renda e da contribuição social diferidos. Adicionalmente analisamos, com o suporte técnico de nossos especialistas em finanças corporativas, a razoabilidade e consistência dos dados e premissas e das metodologias utilizadas pela Companhia, especialmente as relativas à projeção das margens de lucro tributável futuro. Isso incluiu, quando disponível, a comparação dessas premissas com dados obtidos de fontes externas, como o crescimento econômico projetado, volume e preço de venda de energia, continuidade das operações, gastos para reparação dos equipamentos, a inflação de custos e as taxas de desconto. Com o apoio dos nossos especialistas da área tributária, avaliamos as bases de apuração em que são aplicadas as alíquotas vigentes dos tributos e o estudo de capacidade de realização dos ativos fiscais diferidos. Também avaliamos as divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras de acordo com as normas aplicáveis.c) Risco no reconhecimento dos valores a receber e a devolver de Parcela A devido a sobrecontratação(Consulte as notas explicativas 5 e 8 às demonstrações financeiras)Para o exercício encerrado em 31 de dezembro de 2016, um dos principais assuntos em discussão no mercado entre as distribuidoras de energia elétrica, associações de classe e o agente regulador, foi a sobrecontratação voluntária ou involuntária dos contratos de compra de energia.Conforme determinado pelo agente regulador, toda energia excedente contratada que estiver dentro do limite de até 5% acima da necessidade total da distribuidora, terá repasse integral às tarifas de energia, sendo registrado na conta de valores a receber e a devolver de Parcela A. A queda no consumo em 2016 face a demanda prevista orginalmente, fez com que a Companhia focasse seus esforços em controlar e analisar todo excedente do limite de 5%, buscando adequá-lo utilizando mecanismos adicionais propostos pelo agente regulador para atender essa exposição causada pelo mercado. Devido à complexi dade de aplicação do conceito de exposição voluntária ou involuntária, consideramos esse assunto como significativo na nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoAvaliamos o desenho, implementação e efetividade operacional dos controles internos relacionados com o processo de acompanhamento pela Companhia para avaliar as exposições de sobrecontratação de energia e enquadramento entre voluntária e involuntária. Comparamos as informações relacionadas a sobrecontratação com os contratos vigentes, analisando o volume de energia consumida em relação ao projetado, as diretrizes regulatórias para verificação da adequação dos mecanismos oferecidos pelo regulador, e o julgamento de enquadramento feito pela Companhia na avaliação da sobrecontratação voluntária ou involuntária. Verificamos que parte do excedente de energia foi alocado dentro do Mecanismo de Compensação de Sobras e Déficits (MCSD), realocação de degrau de cotas de energia e clientes cativos especiais que migraram para o mercado livre, assim como avaliamos a razoabilidade dessas premissas. Também avaliamos as divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras de acordo com as normas aplicáveis.d) Valorização dos instrumentos financeiros derivativos(Consulte a nota explicativa 30 das demonstrações financeiras)A Companhia capta empréstimos, cujas condições a expõem a riscos relacionados a oscilações de moeda estrangeira. De forma a mitigar tal exposição, a Companhia contrata instrumentos financeiros derivativos, swaps de câmbio. Os instrumentos financeiros derivativos, incluindo os instrumentos designados para proteção de risco (hedge de valor justo) e determinados instrumentos de dívida designados a valor justo por meio do resultado são valorizados utilizando técnicas de valorização que geralmente envolvem o exercício de julgamento, uso de premissas e estimativas. Devido a relevância, complexidade e julgamento envolvidos na avaliação e mensuração dos instrumentos financeiros, consideramos esse assunto significativo para a nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNossos procedimentos incluíram, dentre outros, testes de controles internos sobre o processo de identificação, valorização e gerenciamento desses instrumentos financeiros. Obtivemos a lista das instituições financeiras com as quais a Companhia detêm contratos de instrumentos financeiros e obtivemos cartas de confirmação sobre os saldos em aberto. Com o auxílio dos nossos especialistas em instrumentos financeiros, avaliamos os modelos desenvolvidos pela Companhia para a determinação do valor justo dos instrumentos financeiros derivativos e instrumentos de dívida designados a valor justo por meio do resultado utilizando dados observáveis, como preços cotados em mercados ativos ou fluxos descontados com base em curvas de mercado. Efetuamos avaliação quanto à adequação das divulgações feitas nas demonstrações financeiras, em especial em relação as análises de sensibilidade, risco de câmbio e a classificação dos instrumentos. Outros assuntosDemonstração do valor adicionado A demonstração do valor adicionado (DVA) referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaborada sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentada como informação suplementar para fins de IFRS, foi submetida a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essa demonstração está conciliada com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo está de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essa demonstração do valor adicionado foi adequadamente elaborada, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e é consistente em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Auditoria dos valores correspondentes ao exercício comparativoOs valores correspondentes relativos ao balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2015 e 1 de janeiro de 2015 e as demonstrações financeiras relativas às demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido, dos fluxos de caixa e do valor adicionado (informação suplementar), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2015, apresentados para fins de comparação, ora reapresentados em decorrência dos assuntos descritos na nota explicativa 2, foram auditados por outros auditores independentes que emitiram relatório sem modificação, datado de 17 de fevereiro de 2017.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras e o relatório do auditor A administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras A administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas, não, uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas r eferidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe uma incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações, e se as demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. Campinas, 17 de fevereiro de 2017KPMG Auditores IndependentesCRC 2SP014428/O-6Marcio José dos SantosContador CRC 1SP252906/O-0

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

De acordo com o artigo 25 da Instrução CVM nº 480/09, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concorda com estas Demonstrações Financeiras e com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes referente às mesmas.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

De acordo com o artigo 25 da Instrução CVM nº 480/09, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concorda com estas Demonstrações Financeiras e com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes referente às mesmas.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.