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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201685 páginasCódigo CVM 22586Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 03/04/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de MLOG S.A.

MLOG S.A. · CNPJ 13.444.994/0001-87

Versões deste exercício: v1 (29/03/2017) · v2 (03/04/2017), esta

MLOG S.A.
CNPJ 13.444.994/0001-87
DFP 2016 (V2)
Exercício 2016
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Metadados

Empresa
MLOG S.A.
CNPJ
13.444.994/0001-87
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
85
Ano de referência
2016*
Publicado em
03/04/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total1.187.028191.152521,0%
1.01Ativo Circulante149.13356.030166,2%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa19915627,6%
1.01.02Aplicações Financeiras042.472−100,0%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado042.472−100,0%
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento042.472−100,0%
1.01.03Contas a Receber9.7210—
1.01.03.01Clientes9.7210—
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques3440—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar16.75310.32362,3%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar16.75310.32362,3%
1.01.07Despesas Antecipadas2.4720—
1.01.07.01Adiantamento a Fornecedores2.4720—
1.01.08Outros Ativos Circulantes119.6443.0793.785,8%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda115.9400—
1.01.08.01.01AFRMM para Liberação22.9780—
1.01.08.01.02Depósito de AFRMM em Conta Vinculada90.5810—
1.01.08.01.03Despesas Antecipadas2.3810—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas1.3201.892−30,2%
1.01.08.02.01Partes relacionadas1.3201.892−30,2%
1.01.08.03Outros2.3841.187100,8%
1.02Ativo Não Circulante1.037.895135.122668,1%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo29.4815589.520,0%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes29.4815589.520,0%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Depositos judiciais1.484529.580,0%
1.02.01.09.04AFRMM a receber21.7880—
1.02.01.09.05Importos a Recuperar6.2090—
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado228.680134.59169,9%
1.02.03.01Imobilizado em Operação228.680134.59169,9%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível779.734526148.138,4%
1.02.04.01Intangíveis779.734526148.138,4%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeirasAos Conselheiros e Diretores,MLOG S.A.Rio de Janeiro - RJOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da MLOG S.A. (Companhia), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas.Em nossa opinião as demonstrações financeiras individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira individual e consolidada da MLOG S.A. em 31 de dezembro de 2016, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB.Base para OpiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Incerteza significativa relacionada à continuidade operacionalChamamos a atenção para a Nota Explicativa n.º 1 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, na qual indica que a Companhia apresenta prejuízos acumulados em 31 dezembro de 2016 de R$ 308.222 mil (R$ 1.001722 mil em 2015), além do resultado operacional da Companhia que ainda não é suficiente para que suas atividades sejam lucrativas. Adicionalmente, a referida nota descreve que o plano de negócios da Administração, voltado para o desenvolvimento da mina e para a prestação de serviços de apoio à indústria de petróleo e gás, prevê novos investimentos no incremento de suas operações. A recuperação dos valores registrados no ativo não circulante depende do sucesso desse plano. Essas condições, juntamente com outras questões descritas na Nota Explicativa nº 1, indicam a existência de incerteza significativa que pode levantar dúvida quanto à capacidade operacional da Companhia. Nossa opinião não contém ressalva em função deste assunto.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Além do assunto descrito na seção "Incerteza significativa relacionada à continuidade operacional", determinamos que os assuntos descritos abaixo são os principais assuntos de auditoria a serem comunicados em nosso relatório.Subvenção Governamental - Controladora e Consolidado Nota explicativa 6A MLOG possui através de sua controlada indireta (Companhia de Navegação da Amazônia - "CNA") recursos provenientes de subvenção governamental. O Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM) é uma subvenção governamental, que incide sobre o frete que é remuneração do transporte aquaviário da carga de qualquer natureza descarregada em porto brasileiro. Devido às incertezas relacionadas ao cronograma de liberação e disponibilização dos recursos do benefício do AFRMM, das características relacionadas à aplicação destes recursos conforme definido na Lei 10.893/04 e do momento de reconhecimento desta subvenção governamental como receita no resultado do exercício, consideramos esse assunto como significativo para as demonstrações financeiras consolidadas.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoRealizamos a avaliação do desenho e implementação dos controles internos relacionados a identificação, avaliação, mensuração e divulgação. Avaliamos a existência dos valores apontados como subvenção e a adequação da mensuração dos recursos do AFRMM registrados na Companhia, dentre outros por meio de confirmações externas. Confrontamos a utilização dos recursos do AFRMM com o permitido na respectiva lei do AFRMM (Lei 10.893/04). No que tange o reconhecimento da receita de subvenção no resultado do exercício, confrontamos a mesma com a depreciação do ativo relacionado visando assegurar a competência destes registros. Avaliamos também a adequação das divulgações efetuadas.Valor recuperável de ativo imobilizado e intangível - Controladora e ConsolidadoNota explicativa 10 (imobilizado) e 11 (intangível)A Companhia avaliou a existência de indicadores de redução ao valor recuperável em relação às suas unidades geradoras de caixa ("UGCs") e para o cálculo do valor recuperável de cada segmento de negócio, utilizou-se do método de fluxo de caixa descontado, com base em projeções econômico-financeiras de cada segmento. Devido às incertezas inerentes às projeções de fluxo de caixa e suas estimativas para determinar a capacidade de recuperação do ativo imobilizado e intangível, como a taxa de desconto utilizada na determinação do valor em uso dos ativos, bem como a complexidade do processo, o qual requer um grau significativo de julgamento por parte da Companhia para determinação da estimativa contábil, consideramos esse assunto significativo para nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoRealizamos a avaliação do desenho e implementação dos controles internos relacionados com a preparação e revisão do plano de negócios, orçamentos e análises ao valor recuperável disponibilizadas pela Companhia. Avaliamos a adequação da estimativa preparada pela Companhia, a determinação da Unidade Geradora de Caixa - UGC e a metodologia utilizada para o teste de redução ao valor recuperável. Com o auxílio de nossos especialistas em finanças corporativas, avaliamos as premissas e as metodologias utilizadas na preparação do modelo e comparamos, quando disponível, com dados obtidos de fontes externas, tais como, o preço futuro do minério, a expectativa futura do preço do frete e da taxa diária do aluguel das embarcações, o crescimento econômico projetado, a inflação de custos e as taxas de desconto, assim como a valíamos as análises de sensibilidade sobre essas premissas. Comparamos a soma dos fluxos de caixa descontados com o valor registrado no ativo imobilizado e intangível da Companhia para determinação do valor em uso. Avaliamos também a adequação das divulgações efetuadas quanto à recuperação dos ativos registrados pela Companhia.Combinação de negócios - Aquisição da Companhia de Navegação da Amazônia ("CNA")- Controladora e ConsolidadaNota explica tiva 1Devido às incertezas relacionadas ao reconhecimento e à mensuração dos ativos identificáveis adquiridos e dos passivos assumidos, das participações societárias de não controladores na adquirida, do ágio por expectativa de rentabilidade futura (goodwill) ou do ganho proveniente de compra vantajosa e da determinação das informações que devem ser divulgadas para possibilitar que os usuários das demonstrações financeiras avaliem a natureza e os efeitos financeiros provenientes da combinação de negócios, consideramos esse assunto significativo para nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoAvaliamos os ajustes relacionados ao balanço de abertura da empresa adquirida e os contratos que formalizaram a combinação de negócios e analisamos a documentação suporte para consideração transferida e para consideração contingente. Com o auxílio de nossos especialistas em finanças corporativas, avaliamos as premissas e as metodologias utilizadas pela Companhia para determinação do valor justo dos ativos adquiridos e passivos assumidos, mensuração do ágio por rentabilidade futura (goodwill) e do valor alocado como mais valia. Adicionalmente, com o auxílio de nossos especialistas em impostos, avaliamos a natureza das diferenças temporárias, bem como dos tributos diretos e indiretos e do prejuízo fiscal e base negativa de contribuição social que compõem a base tributável da empresa adquirida. Analisamos ainda as divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas relacionadas à referida combinação de negócios. Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Auditoria das demonstrações financeiras do exercício anteriorOs valores correspondentes relativos aos balanços patrimoniais, individual e consolidado, em 31 de dezembro de 2016 e as demonstrações, individuais e consolidadas, do resultado, do resultado abrangente, as mutações do patrimônio líquido, dos fluxos de caixa e do valor adicionado para o exercício findo em 31 de dezembro de 2016 foram anteriormente auditados por outros auditores independentes que emitiram relatório datado em 29 de março de 2016, sem modificação.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidade da administração e da governança pelas demonstrações financeirasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras individuais e consolidadas livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a companhia continuar operando, divulgando, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeirasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectarão as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional, e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, inclusive as divulgações, e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relev ante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe uma incerteza significativa em relação a eventos ou condições que possam causar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar consideravelmente nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas do exercício corrente, e que, dessa maneira, constituem os Principais Assuntos de Auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso Relatório de Auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação poderiam, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Rio de Janeiro, 28 de março de 2017KPMG Auditores IndependentesCRC SP-014428/O-6 F-RJAnderson C. V. DutraContador CRC RJ-093231/O-6

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

MLog S.A.CNPJ: 13.444.994/0001-87NIRE: 33.3.0029745-6DECLARAÇÃO PARA FINS DO ARTIGO 25 DA INSTRUÇÃO CVM Nº 480/2009 (parágrafo primeiro, inciso VI)Declaramos, na qualidade de diretores da MLog S.A., sociedade por ações com sede na Rua Lauro Muller, 116, sala 2601 e 2608 parte, Botafogo, CEP 22.290-906, na cidade e Estado do Rio de Janeiro, que revisamos, discutimos e concordamos com as informações contidas nas demonstrações financeiras do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016, nos termos e para fins do parágrafo primeiro, inciso VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009.Rio de Janeiro, 28 de março de 2016 Patrícia Tendrich Pires Coelho Diretora PresidenteJulia Souza de Paiva Diretora Administrativa e Financeira

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

MLog S.A.CNPJ: 13.444.994/0001-87NIRE: 33.3.0029745-6DECLARAÇÃO PARA FINS DO ARTIGO 25 DA INSTRUÇÃO CVM Nº 480/2009 (parágrafo primeiro, inciso V)Declaramos, na qualidade de diretores da MLog S.A., sociedade por ações com sede na Rua Lauro Muller, 116, sala 2601 e 2608 parte, Botafogo, CEP 22.290-906, na cidade e Estado do Rio de Janeiro, que revisamos, discutimos e concordamos com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes referentes às demonstrações financeiras do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016, nos termos e para fins do parágrafo primeiro, inciso V do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009.Rio de Janeiro, 28 de março de 2016 Patrícia Tendrich Pires Coelho Diretora PresidenteJulia Souza de PaivaDiretora Administrativa e Financeira

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.