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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017Código CVM 24546Versão 1Recebida em 21/08/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de PRÁTICA PRODUTOS S.A.

PRÁTICA PRODUTOS S.A. · CNPJ 08.574.411/0001-00

PRÁTICA PRODUTOS S.A.
CNPJ 08.574.411/0001-00
DFP 2017
Exercício 2017
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
PRÁTICA PRODUTOS S.A.
CNPJ
08.574.411/0001-00
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2017*
Publicado em
21/08/2018 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total93.04275.94422,5%
1.01Ativo Circulante50.31741.87320,2%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa4.1186.465−36,3%
1.01.02Aplicações Financeiras00
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.01.03Contas a Receber26.08318.88238,1%
1.01.03.01Clientes26.08318.88238,1%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.01.04Estoques16.54712.94927,8%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar1.04663764,2%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar1.04663764,2%
1.01.07Despesas Antecipadas345645−46,5%
1.01.08Outros Ativos Circulantes2.1782.295−5,1%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda2.1152.295−7,8%
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros630
1.01.08.03.01Dividendos a Receber630
1.02Ativo Não Circulante42.72534.07125,4%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo3.1483.910−19,5%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.02.01.03Contas a Receber00
1.02.01.03.01Clientes00
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.04Estoques00
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos2.9503.820−22,8%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00
1.02.01.06.02Ativo Fiscal Diferido2.9503.820−22,8%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes19890120,0%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda19890120,0%
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.02Investimentos3320
1.02.02.01Participações Societárias3320
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado30.10228.5825,3%
1.02.03.01Imobilizado em Operação30.10228.5825,3%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível9.1431.579479,0%
1.02.04.01Intangíveis9.1431.579479,0%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

PRÁTICA KLIMAQUIP INDÚSTRIA E COMÉRCIO S.A.Relatório do auditor independenteDemonstrações contábeis individuais e consolidadas Em 31 de dezembro de 2017 PRÁTICA KLIMAQUIP INDÚSTRIA E COMÉRCIO S.A.Demonstrações contábeis individuais e consolidadasEm 31 de dezembro de 2017ConteúdoRelatório da AdministraçãoRelatório do auditor independente sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadasBalanços patrimoniaisDemonstrações do resultadoDemonstrações do resultado abrangenteDemonstrações das mutações do patrimônio líquidoDemonstrações dos fluxos de caixaDemonstrações do valor adicionadoNotas explicativas da Administração às demonstrações contábeis RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAosAcionistas, Conselheiros e Administradores daPrática Klimaquip Indústria e Comércio S.A.Pouso Alegre - MG OpiniãoExaminamos as demonstrações contábeis individuais e consolidadas da Prática Klimaquip Indústria e Comércio S.A. ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial individual e consolidado em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações individuais e consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis. Em nossa opinião, as demonstrações contábeis individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Prática Klimaquip Indústria e Comércio S.A. em 31 de dezembro de 2017, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB). Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Prática Klimaquip Indústria e Comércio S.A. e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações contábeis individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Avaliação de perda por impairment - ÁgioDe acordo com a Nota Explicativa às demonstrações contábeis nº 10.a), a Companhia mantém registrado, em 31 de dezembro de 2017, ágio baseado em expectativa de rentabilidade futura alocado à UGC da Prática Klimaquip e Embtech em montante de R$ 10.251 mil. A Administração avalia anualmente o risco de impairment dessa unidade geradora de caixa, baseada em projeções de fluxo de caixa futuro, em que qualquer ajuste nas premissas utilizadas pode gerar efeitos significativos no resultado da avaliação e eventuais impactos nas demonstrações contábeis da Companhia. Resposta da auditoria ao assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros:?Avaliamos e questionamos as projeções de fluxo de caixa futuro das unidades geradoras de caixa (UGCs) preparadas pela Administração e o processo usado na sua elaboração, inclusive a comparação com os seus planos mais recentes de negócios e realizamos o teste do valor em uso. Questionamos as principais premissas da Administração para as taxas de crescimento de longo prazo nas previsões, por meio da comparação com previsões econômicas e setoriais, e a taxa de desconto, avaliando o custo de capital para a Companhia, bem como a adequação das divulgações realizadas na Nota Explicativa nº 10.a) às demonstrações contábeis. Baseados nos procedimentos de auditoria efetuados sobre o teste de valor recuperável sobre o ágio, com base nas previsões dos fluxos de caixa futuro e nas premissas preparadas pela administração da Companhia são razoáveis, assim como as respectivas divulgações na nota explicativa n° 10.a), são apropriadas, no contexto das demonstrações contábeis, tomadas em conjunto. Estimativa de realização do ativo fiscal diferidoEm 31 de dezembro de 2017, o saldo de imposto de renda e da contribuição social diferidos ativos registrados pela Companhia e suas controladas totalizava R$ 2.344 mil, consolidado, os quais encontram-se divulgados na nota explicativa 7 às demonstrações contábeis consolidadas, juntamente com a informação de que a Administração da Companhia considera que essa estimativa envolve a necessidade de julgamento contábil crítico em relação ao reconhecimento contábil desses ativos e suas futuras realizações.Esse item foi considerado como um principal assunto de auditoria, tendo em vista que o processo de estimativa de realização desses tributos é complexo e envolve a utilização de diversas premissas para se estimar o montante e o correspondente ano fiscal no qual os referidos tributos diferidos serão realizados no curso normal das operações das suas controladas. Essas estimativas estão apoiadas na realização de estudos de projeção de rentabilidade futura, preparados pela Administração, os quais incluem previsões de condições futuras de mercado e de negócios, relacionados ao ambiente de negócios em que as suas controladas atuam, que possibilitarão a realização desses tributos diferidos nos próximos exercícios. Resposta da auditoria ao assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros:?A revisão das projeções de rentabilidade futura preparadas pela Administração ?A consistência das projeções de rentabilidade futura preparadas pela Administração com os dados históricos de estimativas passadas e, também, com as efetivas realizações das mesmas. Adicionalmente, avaliação das premissas e metodologia usadas pela Companhia quando da preparação dessas estimativas de rentabilidade futura?Avaliamos a adequação das divulgações efetuadas pela Companhia sobre a estimativa de realização dos tributos diferidos incluídas na nota explicativa 7 às demonstrações contábeis.Baseados nos procedimentos de auditoria efetuados sobre as estimativas de realização dos tributos diferidos mediante disponibilidade de lucros tributáveis futuros, que está razoável com a avaliação da Administração, consideramos que os critérios e premissas de realização dos tributos diferidos, assim como as divulgações na nota explicativa 7, são razoáveis, no contex to das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Outros assuntosDemonstrações do Valor Adicionado (DVA)As Demonstrações individual e consolidada do Valor Adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações contábeis da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações contábeis e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações contábeis individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis individuais e consolidadas e o relatório do auditorA Administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações contábeis ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações contábeis individuais e consolidadasA Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accouting Standards Board (IASB) e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Na elaboração das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações. Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis. Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: ?Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais?Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas?Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração?Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manter em continuidade operacional?Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis, inclusive as divulgações e se as demonstrações contábeis individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada?Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio da Companhia para expressar uma opinião sobre as demonstrações contábeis consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do Companhia e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos. Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, q uando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações contábeis do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São José dos Campos, 18 de Abril 2018. BDO RCS Auditores Independentes SSCRC 2 SP 027006/O-4FMauro de Almeida Ambrósio Contador CRC 1 SP 199692/O-5

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DA DIRETORIASR. ANDRÉ LUIZ ROSA REZENDE, brasileiro, casado, engenheiro, portador da carteira de identidade RG nº 9.560.555, expedida pela Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo ("SSP/SP") e inscrito no CPF/MF sob nº 377.220.856-87, residente e domiciliado na cidade de Pouso Alegre, Estado de Minas Gerais, na Rod. BR 459, KM 101, s/nº, Loteamento Ipiranga, CEP 37.550-000, na qualidade de Diretor Presidente e de Relações com Investidores (ii) SR. LUIZ EDUARDO ROSA REZENDE, brasileiro, casado, engenheiro, portdor da carteira de identidade RG nº 17.031.676 SSP-SP e inscrito no CPF sob nº 675.854.426-53, residente e domiciliado na cidade de Pouso Alegre, Estado de Minas Gerais, na Rod. BR 459, KM 101, s/nº, Loteamento Ipiranga, CEP 37.550-000, na qualidade de Diretor Industrial (iii) SR. RAFAEL FORTUNA ARENZANO, brasileiro, casado, administrador de empresa, portador da carteira de identidade RG 12.433.781 SSP-SP e inscrito no CPF sob nº 101.337.598-06, residente e domiciliado na cidade de Pouso Alegre, Estado de Minas Gerais, na Rod. BR 459, Km101, s/nº, Loteamento Ipiranga, CEP 37.550-000, na qualidade de Diretor Administrativo (iv) SR. MILTON DE AQUINO MACHADO FILHO, brasileiro, casado, engenheiro, portador da cédula de identidade RG nº 4.431.009, expedida pela SSP/SP e inscrito no CPF/MF sob o nº 050.245.508-03, residente e domiciliado na cidade de Pouso Alegre, Estado de Minas Gerais, na Rodovia BR 459, km 101, s/nº, Loteamento Ipiranga, CEP 37.550-000, na qualidade de Diretor Comercial (v) SR. RENATO PATRÍCIO, brasileiro, casado, administrador, portador da cédula de identidade RG nº 13.792.600-5, expedida pela SSP/SP e inscrito no CPF/MF sob o nº 060.636.718-70, residente e domiciliado na cidade de Pouso Alegre, Estado de Minas Gerais, na Rodovia BR 459, km 101, s/nº, Loteamento Ipiranga, CEP 37.550-000, na qualidade de Diretor Comercial da Divisão Technicook (vi) SR. JOSÉ ANGELO DE SOUZA JÚNIOR, brasileiro, casado, engenheiro, portador da cédula de identidade RG nº 6.860.700-3, expedida pela SSP/SP e inscrito no CPF/MF sob o nº 656.198.388-20, residente e domiciliado na cidade de Pouso Alegre, Estado de Minas Gerais, na Rodovia BR 459, km 101, s/nº, Loteamento Ipiranga, CEP 37.550-000, na qualidade de Diretor Comercial da Divisão Technipan (vii) SR. WILLIAN HARLEY GARCIA, brasileiro, casado, design industrial, portador da carteira de identidade RG 15.386.512 SSP-SP e inscrito no CPF sob nº 039.486.538-36, residente e domiciliado na cidade de Pouso Alegre, Estado de Minas Gerais, na Rod. BR 459, Km101, s/nº, Loteamento Ipiranga, CEP 37.550-000, na qualidade de Diretor de Pesquisa e Desenvolvimento e (viii) SR. MARCELIO VIEIRA, brasileiro, casado, contador, inscrito no CRC sob o nº065.525, portador da carteira de identidade RG M7.369.187 SSP-MG e inscrito no CPF sob nº 832.947.246-91, residente e domiciliado na cidade de Pouso Alegre, Estado de Minas Gerais, na Rod. BR 459, Km101, s/nº, Loteamento Ipiranga, CEP 37.550-000, na qualidade de Diretor Financeiro, doravante denominada "Companhia", declaram, nos termos dos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM n° 480, de 7 de dezembro de 2009, conforme alterada ("Instrução CVM 480") que: reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2017.Pouso Alegre, 18 de abril de 2018. [Página de Assinatura Declaração Da Diretoria nos termos dos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, para fins de registro de Companhia Aberta da Prática Klimaquip Indústria e Comércio S.A.]PRÁTICA KLIMAQUIP INDÚSTRIA E COMÉRCIO S.A._______________________________________________________ ANDRÉ LUIZ ROSA REZENDE Diretor Presidente e de Relações com Investidores [Página de Assinatura Declaração Da Diretoria nos termos dos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, para fins de registro de Companhia Aberta da Prática Klimaquip Indústria e Comércio S.A.]PRÁTICA KLIMAQUIP INDÚSTRIA E COMÉRCIO S.A._______________________________________________________ LUIZ EDUARDO ROSA REZENDE Diretor Industrial [Página de Assinatura Declaração Da Diretoria nos termos dos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, para fins de registro de Companhia Aberta da Prática Klimaquip Indústria e Comércio S.A.]PRÁTICA KLIMAQUIP INDÚSTRIA E COMÉRCIO S.A._______________________________________________________ RAFAEL FORTUNA ARENZANO Diretor Administrativo [Página de Assinatura Declaração Da Diretoria nos termos dos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, para fins de registro de Companhia Aberta da Prática Klimaquip Indústria e Comércio S.A.]PRÁTICA KLIMAQUIP INDÚSTRIA E COMÉRCIO S.A._______________________________________________________ MILTON DE AQUINO MACHADO FILHO Diretor Comercial [Página de Assinatura Declaração Da Diretoria nos termos dos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, para fins de registro de Companhia Aberta da Prática Klimaquip Indústria e Comércio S.A.]PRÁTICA KLIMAQUIP INDÚSTRIA E COMÉRCIO S.A._______________________________________________________ RENATO PATRÍCIODiretor Comercial da Divisão Technicook [Página de Assinatura Declaração Da Diretoria nos termos dos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, para fins de registro de Companhia Aberta da Prática Klimaquip Indústria e Comércio S.A.]PRÁTICA KLIMAQUIP INDÚSTRIA E COMÉRCIO S.A._______________________________________________________ JOSÉ ANGELO DE SOUZA JÚNIORDiretor Comercial da Divisão Technipan [Página de Assinatura Declaração Da Diretoria nos termos dos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, para fins de registro de Companhia Aberta da Prática Klimaquip Indústria e Comércio S.A.]PRÁTICA KLIMAQUIP INDÚSTRIA E COMÉRCIO S.A._______________________________________________________ WILLIAN HARLEY GARCIA Diretor Pesquisa e Desenvolvimento [Página de Assinatura Declaração Da Diretoria nos termos dos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, para fins de registro de Companhia Aberta da Prática Klimaquip Indústria e Comércio S.A.]PRÁTICA KLIMAQUIP INDÚSTRIA E COMÉRCIO S.A._______________________________________________________ MARCELIO VIEIRA Diretor Financeiro

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DA DIRETORIASR. ANDRÉ LUIZ ROSA REZENDE, brasileiro, casado, engenheiro, portador da carteira de identidade RG nº 9.560.555, expedida pela Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo ("SSP/SP") e inscrito no CPF/MF sob nº 377.220.856-87, residente e domiciliado na cidade de Pouso Alegre, Estado de Minas Gerais, na Rod. BR 459, KM 101, s/nº, Loteamento Ipiranga, CEP 37.550-000, na qualidade de Diretor Presidente e de Relações com Investidores (ii) SR. LUIZ EDUARDO ROSA REZENDE, brasileiro, casado, engenheiro, portdor da carteira de identidade RG nº 17.031.676 SSP-SP e inscrito no CPF sob nº 675.854.426-53, residente e domiciliado na cidade de Pouso Alegre, Estado de Minas Gerais, na Rod. BR 459, KM 101, s/nº, Loteamento Ipiranga, CEP 37.550-000, na qualidade de Diretor Industrial (iii) SR. RAFAEL FORTUNA ARENZANO, brasileiro, casado, administrador de empresa, portador da carteira de identidade RG 12.433.781 SSP-SP e inscrito no CPF sob nº 101.337.598-06, residente e domiciliado na cidade de Pouso Alegre, Estado de Minas Gerais, na Rod. BR 459, Km101, s/nº, Loteamento Ipiranga, CEP 37.550-000, na qualidade de Diretor Administrativo (iv) SR. MILTON DE AQUINO MACHADO FILHO, brasileiro, casado, engenheiro, portador da cédula de identidade RG nº 4.431.009, expedida pela SSP/SP e inscrito no CPF/MF sob o nº 050.245.508-03, residente e domiciliado na cidade de Pouso Alegre, Estado de Minas Gerais, na Rodovia BR 459, km 101, s/nº, Loteamento Ipiranga, CEP 37.550-000, na qualidade de Diretor Comercial (v) SR. RENATO PATRÍCIO, brasileiro, casado, administrador, portador da cédula de identidade RG nº 13.792.600-5, expedida pela SSP/SP e inscrito no CPF/MF sob o nº 060.636.718-70, residente e domiciliado na cidade de Pouso Alegre, Estado de Minas Gerais, na Rodovia BR 459, km 101, s/nº, Loteamento Ipiranga, CEP 37.550-000, na qualidade de Diretor Comercial da Divisão Technicook (vi) SR. JOSÉ ANGELO DE SOUZA JÚNIOR, brasileiro, casado, engenheiro, portador da cédula de identidade RG nº 6.860.700-3, expedida pela SSP/SP e inscrito no CPF/MF sob o nº 656.198.388-20, residente e domiciliado na cidade de Pouso Alegre, Estado de Minas Gerais, na Rodovia BR 459, km 101, s/nº, Loteamento Ipiranga, CEP 37.550-000, na qualidade de Diretor Comercial da Divisão Technipan (vii) SR. WILLIAN HARLEY GARCIA, brasileiro, casado, design industrial, portador da carteira de identidade RG 15.386.512 SSP-SP e inscrito no CPF sob nº 039.486.538-36, residente e domiciliado na cidade de Pouso Alegre, Estado de Minas Gerais, na Rod. BR 459, Km101, s/nº, Loteamento Ipiranga, CEP 37.550-000, na qualidade de Diretor de Pesquisa e Desenvolvimento e (viii) SR. MARCELIO VIEIRA, brasileiro, casado, contador, inscrito no CRC sob o nº065.525, portador da carteira de identidade RG M7.369.187 SSP-MG e inscrito no CPF sob nº 832.947.246-91, residente e domiciliado na cidade de Pouso Alegre, Estado de Minas Gerais, na Rod. BR 459, Km101, s/nº, Loteamento Ipiranga, CEP 37.550-000, na qualidade de Diretor Financeiro, doravante denominada "Companhia", declaram, nos termos dos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM n° 480, de 7 de dezembro de 2009, conforme alterada ("Instrução CVM 480") que: reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2017.Pouso Alegre, 18 de abril de 2018. [Página de Assinatura Declaração Da Diretoria nos termos dos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, para fins de registro de Companhia Aberta da Prática Klimaquip Indústria e Comércio S.A.]PRÁTICA KLIMAQUIP INDÚSTRIA E COMÉRCIO S.A._______________________________________________________ ANDRÉ LUIZ ROSA REZENDE Diretor Presidente e de Relações com Investidores [Página de Assinatura Declaração Da Diretoria nos termos dos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, para fins de registro de Companhia Aberta da Prática Klimaquip Indústria e Comércio S.A.]PRÁTICA KLIMAQUIP INDÚSTRIA E COMÉRCIO S.A._______________________________________________________ LUIZ EDUARDO ROSA REZENDE Diretor Industrial [Página de Assinatura Declaração Da Diretoria nos termos dos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, para fins de registro de Companhia Aberta da Prática Klimaquip Indústria e Comércio S.A.]PRÁTICA KLIMAQUIP INDÚSTRIA E COMÉRCIO S.A._______________________________________________________ RAFAEL FORTUNA ARENZANO Diretor Administrativo [Página de Assinatura Declaração Da Diretoria nos termos dos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, para fins de registro de Companhia Aberta da Prática Klimaquip Indústria e Comércio S.A.]PRÁTICA KLIMAQUIP INDÚSTRIA E COMÉRCIO S.A._______________________________________________________ MILTON DE AQUINO MACHADO FILHO Diretor Comercial [Página de Assinatura Declaração Da Diretoria nos termos dos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, para fins de registro de Companhia Aberta da Prática Klimaquip Indústria e Comércio S.A.]PRÁTICA KLIMAQUIP INDÚSTRIA E COMÉRCIO S.A._______________________________________________________ RENATO PATRÍCIODiretor Comercial da Divisão Technicook [Página de Assinatura Declaração Da Diretoria nos termos dos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, para fins de registro de Companhia Aberta da Prática Klimaquip Indústria e Comércio S.A.]PRÁTICA KLIMAQUIP INDÚSTRIA E COMÉRCIO S.A._______________________________________________________ JOSÉ ANGELO DE SOUZA JÚNIORDiretor Comercial da Divisão Technipan [Página de Assinatura Declaração Da Diretoria nos termos dos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, para fins de registro de Companhia Aberta da Prática Klimaquip Indústria e Comércio S.A.]PRÁTICA KLIMAQUIP INDÚSTRIA E COMÉRCIO S.A._______________________________________________________ WILLIAN HARLEY GARCIA Diretor Pesquisa e Desenvolvimento [Página de Assinatura Declaração Da Diretoria nos termos dos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, para fins de registro de Companhia Aberta da Prática Klimaquip Indústria e Comércio S.A.]PRÁTICA KLIMAQUIP INDÚSTRIA E COMÉRCIO S.A._______________________________________________________ MARCELIO VIEIRA Diretor Financeiro

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.