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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2025288 páginasCódigo CVM 19348Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 12/02/2026valores em R$ mil

DFP 2025 de ITAU UNIBANCO HOLDING S.A.

ITAU UNIBANCO HOLDING S.A. · CNPJ 60.872.504/0001-23

Versões deste exercício: v1 (04/02/2026) · v2 (12/02/2026), esta

ITAU UNIBANCO HOLDING S.A.
CNPJ 60.872.504/0001-23
DFP 2025 (V2)
Exercício 2025
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Metadados

Empresa
ITAU UNIBANCO HOLDING S.A.
CNPJ
60.872.504/0001-23
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
288
Ano de referência
2025*
Publicado em
12/02/2026 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:57:09

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/202531/12/2024Var.
1Ativo Total3.066.169.0002.854.475.0007,4%
1.01Caixa e Equivalentes de Caixa37.144.00036.127.0002,8%
1.02Ativos Financeiros2.880.511.0002.673.301.0007,8%
1.02.01Ativos Financeiros Avaliados a Valor Justo através do Resultado705.250.000654.194.0007,8%
1.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00—
1.02.01.03Depósitos no Banco Central do Brasil00—
1.02.01.04Títulos e Valores Mobiliários628.774.000560.143.00012,3%
1.02.01.05Derivativos73.384.00092.439.000−20,6%
1.02.01.06Outros Ativos Financeiros3.092.0001.612.00091,8%
1.02.02Ativos Financeiros Avaliados a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes132.473.000106.303.00024,6%
1.02.02.01Títulos e Valores Mobiliários132.473.000106.303.00024,6%
1.02.03Ativos Financeiros Avaliados ao Custo Amortizado2.042.788.0001.912.804.0006,8%
1.02.03.01Depósitos no Banco Central do Brasil167.275.000160.698.0004,1%
1.02.03.02Aplicações em Depósitos Interfinanceiros66.195.00066.931.000−1,1%
1.02.03.03Aplicações no Mercado Aberto280.595.000243.220.00015,4%
1.02.03.04Títulos e Valores Mobiliários329.965.000327.507.0000,8%
1.02.03.05Operações de Crédito e Arrendamento Mercantil Financeiro1.083.798.0001.025.493.0005,7%
1.02.03.06Outros Ativos Financeiros164.029.000136.713.00020,0%
1.02.03.07(-) Provisão para Perda Esperada−49.069.000−47.758.000−2,7%
1.02.03.08Aplicações Voluntárias no Banco Central do Brasil00—
1.03Tributos Diferidos79.103.00072.653.0008,9%
1.03.01Imposto de Renda e Contribuição Social - A Compensar3.027.0002.576.00017,5%
1.03.02Imposto de Renda e Contribuição Social - Diferidos63.486.00058.859.0007,9%
1.03.03Outros12.590.00011.218.00012,2%
1.04Outros Ativos21.837.00025.060.000−12,9%
1.04.01Ativos Não Correntes a Venda00—
1.04.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.04.03Outros21.625.00024.994.000−13,5%
1.04.04Contratos de Seguro212.00066.000221,2%
1.05Investimentos10.840.00010.074.0007,6%
1.05.01Participações em Coligadas00—
1.05.02Participações em Controladas em Conjunto00—
1.05.03Propriedades para Investimento00—
1.05.04Outros Investimentos00—
1.06Imobilizado12.635.00013.263.000−4,7%
1.06.01Imobilizado de Uso00—
1.06.02Direito de Uso em Arrendamento00—
1.07Intangível24.099.00023.997.0000,4%
1.07.01Intangíveis00—
1.07.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadasAo Conselho de Administração e Acionistas Itaú Unibanco Holding S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações contábeis individuais do Itaú Unibanco Holding S.A. ("Banco"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2025 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre e exercício findos nessa data, assim como as demonstrações contábeis consolidadas do Itaú Unibanco Holding S.A. e suas controladas ("Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2025 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre e exercício findos nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil (BCB). Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas". Somos independentes em relação ao Banco e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, aplicáveis a auditorias de demonstrações contábeis de entidades de interesse público no Brasil, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Ênfase - Informações comparativasChamamos a atenção para a Nota 2 (a) às demonstrações contábeis individuais e consolidadas que descreve que as referidas demonstrações foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, considerando a dispensa de apresentação das cifras comparativas nas demonstrações contábeis do exercício findo em 31 de dezembro de 2025, conforme previsto na Resolução no 4.966 do Conselho Monetário Nacional (CMN) e na Resolução no 352 do Banco Central do Brasil (BCB). Nossa opinião não está ressalvada em relação a esse assunto. Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do semestre e exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações contábeis individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Porque é um PAAAdoção inicial Resolução CMN no 4.966/21 - provisão para perda de crédito esperada (Notas 2(b)I, 2(c)IV.III e 8) O Itaú Unibanco Holding S.A. adotou em 1o de janeiro de 2025 a Resolução CMN no 4.966/21("Resolução"), que altera os critérios contábeis aplicáveis aos instrumentos financeiros, de forma prospectiva.A adoção dessa nova norma contábil trouxe mudanças relevantes para o Banco e suas controladas, sendo a principal, a alteração no critério de reconhecimento e mensuração da provisão para perda de crédito esperada.A provisão para perda de crédito esperada foi definida como área de foco em nossa auditoria, uma vez que a mensuração envolve julgamento da administração para avaliação de informações prospectivas e critérios para determinação de aumento ou redução significativa no risco de crédito, entre outros aspectos.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaRealizamos o entendimento do processo desenvolvido pela administração para o reconhecimento e mensuração da provisão para perda de crédito esperada conforme a Resolução CMN no 4.966/21, bem como realizamos determinados procedimentos de auditoria, com o auxílio de nossos especialistas, relacionados a aderência aos requisitos da referida norma.Em relação à metodologia da provisão para perda de crédito esperada, aplicamos determinados procedimentos de auditoria, substancialmente relacionados a:(i)análise das políticas contábeis da administração em comparação com os requisitos da Resolução.(ii)entendimento e testes sobre os controles relacionados à mensuração da provisão, que consideram base de dados, modelos, premissas e julgamentos adotados pela administração.(iii)testes dos modelos, incluindo o seu processo de aprovação e de validação de premissas adotadas para determinação das estimativas de perdas e de recuperação. Adicionalmente, realizamos testes sobre a documentação da administração relacionada às garantias, renegociações de crédito, avaliação de risco da contraparte, atrasos e outros aspectos que possam resultar em aumento significativo no risco de crédito, bem como a alocação das operações nos seus respectivos estágios conforme requisitos da Resolução.(iv)teste das entradas de dados para os modelos e, quando disponíveis, comparação de determinados dados e premissas com informações de mercado.(v)análise das divulgações realizadas pela administração nas demonstrações contábeis em atendimento aos requisitos da Resolução.Consideramos que os critérios e premissas adotados pela administração na mensuração do valor justo desses instrumentos financeiros, conforme divulgado em notas explicativas, são consistentes com as informações analisadas em nossa auditoria.Mensuração do valor justo dos instrumentos financeiros com pouca liquidez e/ou sem mercado ativo (Notas 2(c)IV.III e 17)A mensuração do valor justo de instrumentos financeiros com pouca liquidez e/ou sem mercado ativo é uma área que inclui subjetividade, uma vez que depende de técnicas de avaliação realizadas com base em modelos internos e que envolvem premissas da administração para sua valorização.Adicionalmente, a obtenção de dados de mercado pode ser complexa, especialmente em momentos de alta volatilidade, bem como em situações em que os preços observáveis ou parâmetros de mercado não estão disponíveis. Esses instrumentos financeiros são substancialmente compostos por aplicações em títulos emitidos por empresas e por contratos de derivativos.Essa é uma área que permanece como foco em nossa auditoria, uma vez que o uso de diferentes técnicas de avaliação e premissas poderiam produzir estimativas de valor justo significativamente diferentes.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria consideraram, entre outros:Teste do desenho e da efetividade dos principais controles estabelecidos para valorização desses instrumentos financeiros, bem como da aprovação dos modelos e divulgações requeridas.Com o apoio de nossos especialistas, analisamos as principais metodologias de valorização desses instrumentos financeiros e as premissas significativas adotadas pela administração mediante a comparação com metodologias e premissas independentes.Executamos, em base amostral, recálculo da valorização de determinadas operações, bem como comparamos as premissas e metodologias utilizadas pela administração com nosso conhecimento sobre práticas de valorização usualmente adotadas e analisamos a consistência dessas metodologias com as aplicadas em períodos anteriores.Consideramos que os critérios e premissas adotados pela administração na mensuração do valor justo desses instrumentos financeiros são consistentes com as divulgações em notas explicativas.Ambiente de Tecnologia da InformaçãoO Banco e suas controladas são dependentes da sua estrutura de tecnologia para processamento de suas operações e consequente elaboração das demonstrações contábeis individuais e consolidadas. A tecnologia representa aspecto fundamental na evolução dos negócios do Banco e suas controladas e, nos últimos anos, foram feitos investimentos significativos de curto e longo prazos em sistemas e processos de Tecnologia da Informação.A estrutura de tecnologia, portanto, é composta por mais de um ambiente com processos distintos e controles segregados.A não adequação do ambiente de controles gerais de tecnologia e de seus controles dependentes poderia acarretar processamento incorreto de informações críticas utilizadas para a elaboração das demonstrações contábeis, bem como ocasionar riscos relacionados à segurança da informação e cybersecurity. Dessa forma, essa área continuou como foco de nossos trabalhos de auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaComo parte de nossos procedimentos de auditoria, com o auxílio de nossos especialistas, atualizamos nossa avaliação do ambiente de Tecnologia da Informação, incluindo os controles automatizados dos sistemas aplicativos relevantes para a elaboração das demonstrações contábeis individuais e consolidadas.Adicionalmente, executamos procedimentos que envolveram a combinação de testes do desenho e da efetividade dos principais controles relevantes, bem como testes relacionados com a segurança da informação, incluindo gestão de acesso, gestão de mudanças sistêmicas e monitoramento da capacidade de operação da infraestrutura de tecnologia.Os procedimentos de auditoria aplicados resultaram em evidências apropriadas que foram consideradas na determinação da natureza, época e extensão dos demais procedimentos de auditoria.Provisões e passivos contingentes (Notas 2(c)XII e 11)O Banco e suas controladas registram e/ou divulgam provisões e passivos contingentes decorrentes, principalmente, de processos judiciais e administrativos, inerentes ao curso normal dos seus negócios, movidos por terceiros, ex-empregados e órgãos públicos em ações cíveis, trabalhistas e de natureza fiscal e previdenciária. Normalmente os referidos processos são encerrados após um longo tempo e envolvem não só discussões acerca do mérito, mas também aspectos processuais complexos, de acordo com a legislação vigente.Além dos aspectos subjetivos na determinação da possibilidade de perda atribuída a cada processo, a evolução da jurisprudência sobre determinadas causas nem sempre é uniforme. Considerando a relevância dos valores e as incertezas e julgamentos envolvidos, como descrito acima, para a determinação e constituição da provisão e divulgações requeridas das provisões e dos passivos contingentes, continuamos considerando essa uma área de foco de auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaConfirmamos nosso entendimento e testamos o desenho e efetividade dos principais controles para identificação, avaliação, monitoramento, mensuração, registro e divulgação das provisões dos passivos contingentes, incluindo a totalidade e integridade da base de dados.Testamos os modelos utilizados para quantificação dos processos judiciais massificados de natureza cível e trabalhista. Em nossos testes da avaliação do risco dos processos judiciais individualizados, para uma amostra de itens, de natureza tributária, cível e trabalhista, utilizamos o apoio de nossos especialistas nas respectivas áreas, quando aplicável, de acordo com a natureza dos processos. Também, realizamos procedimentos de confirmação, em base de testes, junto aos advogados internos e externos responsáveis pelos processos. Consideramos que os critérios e premissas adotados pela administração para a determinação e constituição da provisão para processos judiciais e administrativos divulgados nas demonstrações contábeis são consistentes com as informações analisadas em nossa auditoria.Outros assuntos - Informações suplementares de 1o de janeiro de 2025Como apresentado nas Notas 2(a) e (b) às demonstrações contábeis individuais e consolidadas, foram incluídas informações suplementares de 1o de janeiro de 2025, não auditadas, no Balanço Patrimonial Consolidado e na Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido individuais e consolidadas.Outros assuntos - Demonstrações do Valor AdicionadoAs Demonstrações do Valor Adicionado (DVA), individuais e consolidadas, referentes ao semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2025, elaboradas sob a responsabilidade da administração do Banco e apresentadas como informação suplementar, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações contábeis do Banco. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações contábeis e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações contábeis individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração do Banco é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração e a Análise Gerencial da Operação.Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e a Análise Gerencial da Operação e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e a Análise Gerencial da Operação, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações contábeis ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração e a Análise Gerencial da Operação, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações contábeis individuais e consolidadasA administração do Banco é responsável pela elaboração das demonstrações contábeis individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil (BCB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade do Banco e suas controladas, em seu conjunto, continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a administração pretenda liquidar o Banco e suas controladas, em seu conjunto, ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança do Banco são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, indepe ndentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis. Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos do banco e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional do Banco e suas controladas, em seu conjunto. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar o Banco e suas controladas, em seu conjunto, a não mais se manter em continuidade operacional.Planejamos e executamos a auditoria do grupo para obter evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou unidades de negócio do grupo como base para formar uma opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e revisão do trabalho de auditoria realizado para os propósitos da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance e da época dos trabalhos de auditoria planejados e das constatações significativas de auditoria, inclusive as deficiências significativas nos controles internos que, eventualmente, tenham sido identificadas durante nossos trabalhos. Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as ações tomadas para eliminar ameaças à nossa independência ou salvaguardas aplicadas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações contábeis do semestre e exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os Principais Assuntos de Auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 4 de fevereiro de 2026PricewaterhouseCoopersAuditores Independentes Ltda.CRC 2SP000160/O-5Tatiana Fernandes Kagohara GueorguievContadora CRC 1SP245281/O-6Relatório do auditor independente sobre as demonstrações contábeis consolidadasAos Administradores e AcionistasItaú Unibanco Holding S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações contábeis consolidadas do Itaú Unibanco Holding S.A. ("Banco") e suas controladas, que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2025 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo as políticas contábeis materiais e outras informações elucidativas. Em nossa opinião, as demonstrações contábeis consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Banco e suas controladas em 31 de dezembro de 2025, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opinião Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis consolidadas". Somos independentes em relação ao Banco e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, aplicáveis a auditorias de demonstrações contábeis de entidades de interesse público no Brasil, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações contábeis consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações contábeis consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Porque é um PAAMensuração de ativos e passivos financeiros e provisão para perda esperada em conformidade com o IFRS 9 - Instrumentos Financeiros (Notas 2(c) IV.III, 10 e 28) A provisão para perda esperada continuou como área de foco em nossa auditoria, uma vez que envolve julgamento da administração na determinação da provisão necessária, mediante a aplicação de metodologia e processos que utilizam certas premissas, incluindo, entre outros, informações prospectivas e critérios para determinação de aumento ou redução significativa no risco de crédito. Ademais, a administração revisa regularmente os julgamentos e estimativas utilizados na determinação da provisão para perda esperada. Os instrumentos financeiros mensurados ao valor justo incluem determinadas operações com pouca liquidez e/ou sem merca do ativo, substancialmente compostos por aplicações em títulos emitidos por empresas e por contratos de derivativos. A mensuração do valor justo desses instrumentos financeiros é sujeita a subjetividade, uma vez que depende de técnicas de avaliação baseadas em modelos internos e que envolvem premissas da administração para sua valorização. Adicionalmente, a obtenção de dados de mercado pode ser complexa, especialmente em momentos de alta volatilidade, bem como em situações em que os preços observáveis ou parâmetros de mercado não estão disponíveis. Esses assuntos continuaram como foco de nossa auditoria do exercício findo em 31 de dezembro de 2025 em função da relevância e do grau de subjetividade, como mencionado acima. Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaConfirmamos nosso entendimento do processo de mensuração da provisão para perda esperada e dos ativos e passivos financeiros em conformidade com a norma contábil internacional IFRS 9 - Financial Instruments ("IFRS9").Em relação à metodologia de provisão para perda esperada, aplicamos determinados procedimentos de auditoria, substancialmente relacionados a: (i)análise das políticas contábeis da administração em comparação com os requisitos do IFRS 9 (ii)testes sobre os controles relacionados à mensuração da provisão para perda esperada que consideram base de dados, modelos e premissas adotadas pela administração (iii)testes dos modelos, incluindo o seu processo de aprovação e de validação de premissas adotadas para determinação das estimativas de perdas e de recuperação. Adicionalmente, realizamos testes sobre a documentação da administração relacionada às garantias, renegociações de crédito, avaliação de risco da contraparte, atrasos e outros aspectos que possam resultar em aumento significativo no risco de crédito, bem como a alocação das operações nos seus respectivos estágios conforme requisitos do IFRS 9 (iv)testes das entradas de dados para os modelos e, quando disponíveis, comparação de determinados dados e premissas com informações de mercado e (v)análise das divulgações realizadas pela administração nas demonstrações contábeis em atendimento aos requisitos das normas contábeis internacionais IFRS 7 - Financial Instruments: Disclosures e IFRS 9. Consideramos que os critérios e premissas adotados pela administração na determinação e registro da provisão para perda esperada divulgadas em notas explicativas são consistentes com as informações analisadas em nossa auditoria. Em relação a mensuração dos ativos e passivos financeiros, aplicamos os seguintes principais procedimentos de auditoria: (i) análise das políticas contábeis da administração em comparação com os requerimentos do IFRS 9 (ii) atualização do nosso entendimento sobre a metodologia de valorização desses instrumentos financeiros e as principais premissas adotadas pela administração, bem como a realização de comparação com metodologias e premissas independentes. Executamos, em base amostral, recálculo da valorização de determinadas operações e analisamos a consistência dessas?metodologias com as aplicadas em períodos anteriores. Consideramos que os critérios e premissas adotados pela administração na mensuração desses instrumentos financeiros divulgadas em notas explicativas são consistentes com as informações analisadas em nossa auditoria.Ambiente de tecnologia da informação O Banco e suas controladas são dependentes da sua estrutura de tecnologia para processamento de suas operações e consequente elaboração das demonstrações contábeis. A tecnologia representa aspecto fundamental na evolução dos negócios do Banco e suas controladas e nos últimos anos, foram feitos investimentos significativos de curto e longo prazos em sistemas e processos de Tecnologia da Informação. A estrutura de tecnologia, portanto, é composta por mais de um ambiente com processos distintos e controles segregados. A não adequação do ambiente de controles gerais de tecnologia e de seus controles dependentes poderia acarretar processamento incorreto de informações críticas utilizadas para a elaboração das demonstrações contábeis, bem como ocasionar riscos relacionados à segurança da informação e cybersecurity. Dessa forma, essa área continuou como foco de nossos trabalhos de?auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaComo parte de nossos procedimentos de auditoria, com o auxílio de nossos especialistas, atualizamos nossa avaliação do ambiente de Tecnologia da Informação, incluindo os controles automatizados dos sistemas aplicativos relevantes para a elaboração das demonstrações contábeis. Adicionalmente, executamos procedimentos que envolveram a combinação de testes do desenho e da efetividade dos principais controles relevantes, bem como testes relacionados com a segurança da informação, incluindo gestão de acesso, gestão de mudanças sistêmicas e monitoramento da capacidade de operação da infraestrutura de?tecnologia. Os procedimentos de auditoria aplicados, resultaram em evidências apropriadas que foram consideradas na determinação da natureza, época?e extensão dos demais procedimentos de?auditoria.Provisões ? passivos contingentes (Notas 2(c)XII ? 29)O Banco e suas controladas registram e/ou divulgam provisões e passivos contingentes decorrentes principalmente de processos judiciais e administrativos, inerentes ao curso normal dos seus negócios, movidos por terceiros, ex-empregados e órgãos públicos em ações cíveis, trabalhistas e de natureza fiscal e previdenciária. Normalmente os referidos processos são encerrados após um longo tempo e envolvem não só discussões acerca do mérito, mas também aspectos processuais complexos, de acordo com a legislação vigente. Além dos aspectos subjetivos na determinação da possibilidade de perda atribuída a cada processo, a evolução da jurisprudência sobre determinadas causas nem sempre é uniforme. Considerando a relevância dos valores e as incertezas e julgamentos envolvidos, como descrito acima, para a determinação e constituição da provisão e divulgações requeridas dos passivos contingentes, continuamos considerando essa uma área de foco de auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaConfirmamos nosso entendimento e testamos o desenho e efetividade dos principais controles para identificação, avaliação, monitoramento, mensuração, registro das provisões e divulgação dos passivos contingentes, incluindo a totalidade e integridade da base de dados. Testamos os modelos utilizados para quantificação dos processos judiciais massificados de natureza cível e trabalhista. Em nossos testes da avaliação do risco de processos judiciais individualizados, para uma amostra de itens, de natureza tributária, cível e trabalhista, utilizamos o apoio de nossos especialistas nas respectivas áreas, quando aplicável, de acordo com a natureza dos processos. Também, realizamos procedimentos de confirmação, em base de testes, junto aos advogados internos e externos responsáveis pelos processos. Consideramos que os critérios e premissas adotados pela administração para a determinação e constituição da provisão para processos judiciais e administrativos, bem como informações divulgadas em notas explicativas são consistentes com as informações analisadas em nossa auditoria.Outros assuntos - Demonstração do Valor AdicionadoA Demonstração do Valor Adicionado (DVA) consolidada referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, elaborada sob a responsabilidade da administração do Banco e apresentada como informação suplementar para fins de normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards), foi submetida a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações contábeis consolidadas do Banco. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essa demonstração está conciliada com as demonstrações contábeis e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critér ios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essa demonstração do valor adicionado foi adequadamente elaborada, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e é consistente em relação às demonstrações contábeis consolidadas tomadas em conjunto.Conciliação do lucro líquido e do patrimônio líquido (Nota 33(a))A conciliação do lucro líquido e do patrimônio líquido das demonstrações contábeis individuais preparadas de acordo com as práticas contábeis aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil (BACEN) e das demonstrações contábeis consolidadas preparadas de acordo com as normas internacionais de contabilidade ("conciliação BACEN GAAP e IFRS Accounting Standards"), referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, elaborada sob a responsabilidade da administração do Banco, conforme descrito na Nota 33(a), em atendimento às normas do BACEN, é apresentada como informação suplementar para fins do IFRS Accounting Standards. Essa informação foi submetida a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações contábeis consolidadas do Banco com o objetivo de expressarmos opinião se ela está conciliada com as demonstrações contábeis consolidadas e registros contábeis, conforme aplicável. Em nossa opinião, essa conciliação BACEN GAAP e IFRS Accounting Standards foi adequadamente elaborada, em todos os aspectos relevantes e de forma consistente em relação às demonstrações contábeis consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis consolidadas e o relatório do auditorA administração do Banco é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações contábeis ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações contábeis consolidadasA administração do Banco é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis consolidadas de acordo com as normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações contábeis consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade do Banco e suas controladas, em seu conjunto, continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a administração pretenda liquidar o Banco e suas controladas, em seu conjunto, ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança do Banco são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banco e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional do Banco e suas controladas, em seu conjunto. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar o Banco e suas controladas, em seu conjunto, a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis consolidadas, inclusive as divulgações e se essas demonstrações contábeis representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Planejamos e executamos a auditoria do grupo para obter evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou unidades de negócio do grupo como base para formar uma opinião sobre as demonstrações contábeis consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e revisão do trabalho de auditoria realizado para os propósitos da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance e da época dos trabalhos de auditoria planejados e das constatações significativas de auditoria, inclusive as deficiências significativas nos controles internos que, eventualmente, tenham sido identificadas durante nossos trabalhos. Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as ações tomadas para eliminar ameaças à nossa independência ou salvaguardas aplicadas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações contábeis do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os Principais Assuntos de Auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 4 de fevereiro de 2026PricewaterhouseCoopersAuditores Independentes Ltda.CRC 2SP000160/O-5Tatiana Fernandes Kagohara Gueorguiev Contadora CRC 1SP245281/O-6

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A.CNPJ 60.872.504/0001-23Companhia AbertaNIRE 35300010230Carta de Apresentação das Demonstrações Contábeis em BRGAAP relativas a 31/12/2025.Os Diretores responsáveis pela elaboração das demonstrações contábeis consolidadas e individuais, em conformidade com as disposições do artigo 27, §1º, da Instrução CVM Nº 80/2022 e no artigo 45, §3º, inciso V, da Resolução BCB nº 2/2020, declaram que: a) são responsáveis pelas informações contidas neste arquivo b) reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes sobre essas demonstrações contábeis c) reviram, discutiram e concordam com as demonstrações contábeis da Companhia e d) são responsáveis pelo estabelecimento e a manutenção da adequada estrutura de controles internos e avaliação da efetividade dessas estruturas para a elaboração das demonstrações contábeis.As demonstrações referidas foram divulgadas em 04/02/2026 no sítio eletrônico da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e de Relações com Investidores desta instituição (https://www.itau.com.br/relacoes-com-investidores).Este arquivo contém:. Relatório da Administração. Balanço Patrimonial. Demonstração do Resultado. Demonstração do Resultado Abrangente. Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido. Demonstração dos Fluxos de Caixa. Demonstração do Valor Adicionado. Notas Explicativas. Resumo do Relatório do Comitê de Auditoria. Relatório do Auditor Independente. Parecer do Conselho Fiscal.Milton Maluhy FilhoDiretor Presidente Gabriel Amado de MouraDiretorMaria Helena dos Santos Fernandes de SantanaPresidente do Comitê de AuditoriaFabiana Palazzo Barbosa ContadoraITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A.CNPJ 60.872.504/0001-23Companhia AbertaNIRE 35300010230Carta de Apresentação das Demonstrações Contábeis em IFRS relativas a 31/12/2025.Os Diretores responsáveis pela elaboração das demonstrações contábeis consolidadas e individuais, em conformidade com as disposições do artigo 27, §1º, da Instrução CVM Nº 80/2022 e no artigo 45, §3º, inciso V, da Resolução BCB nº 2/2020, declaram que: a) são responsáveis pelas informações contidas neste arquivo b) reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes sobre essas demonstrações contábeis c) reviram, discutiram e concordam com as demonstrações contábeis da Companhia e d) são responsáveis pelo estabelecimento e a manutenção da adequada estrutura de controles internos e avaliação da efetividade dessas estruturas para a elaboração das demonstrações contábeis.As demonstrações referidas foram divulgadas em 04/02/2026 no sítio eletrônico da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e de Relações com Investidores desta instituição (https://www.itau.com.br/relacoes-com-investidores).Este arquivo contém:. Relatório do Auditor Independente. Relatório da Administração. Balanço Patrimonial. Demonstração do Resultado. Demonstração do Resultado Abrangente. Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido. Demonstração dos Fluxos de Caixa. Demonstração do Valor Adicionado. Notas Explicativas.Milton Maluhy Filho Diretor PresidenteGabriel Amado de MouraDiretorMaria Helena dos Santos Fernandes de SantanaPresidente do Comitê de AuditoriaFabiana Palazzo BarbosaContadora

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A.CNPJ 60.872.504/0001-23Companhia AbertaNIRE 35300010230Carta de Apresentação das Demonstrações Contábeis em BRGAAP relativas a 31/12/2025.Os Diretores responsáveis pela elaboração das demonstrações contábeis consolidadas e individuais, em conformidade com as disposições do artigo 27, §1º, da Instrução CVM Nº 80/2022 e no artigo 45, §3º, inciso V, da Resolução BCB nº 2/2020, declaram que: a) são responsáveis pelas informações contidas neste arquivo b) reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes sobre essas demonstrações contábeis c) reviram, discutiram e concordam com as demonstrações contábeis da Companhia e d) são responsáveis pelo estabelecimento e a manutenção da adequada estrutura de controles internos e avaliação da efetividade dessas estruturas para a elaboração das demonstrações contábeis.As demonstrações referidas foram divulgadas em 04/02/2026 no sítio eletrônico da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e de Relações com Investidores desta instituição (https://www.itau.com.br/relacoes-com-investidores).Este arquivo contém:. Relatório da Administração. Balanço Patrimonial. Demonstração do Resultado. Demonstração do Resultado Abrangente. Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido. Demonstração dos Fluxos de Caixa. Demonstração do Valor Adicionado. Notas Explicativas. Resumo do Relatório do Comitê de Auditoria. Relatório do Auditor Independente. Parecer do Conselho Fiscal.Milton Maluhy FilhoDiretor Presidente Gabriel Amado de MouraDiretorMaria Helena dos Santos Fernandes de SantanaPresidente do Comitê de AuditoriaFabiana Palazzo Barbosa ContadoraITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A.CNPJ 60.872.504/0001-23Companhia AbertaNIRE 35300010230Carta de Apresentação das Demonstrações Contábeis em IFRS relativas a 31/12/2025.Os Diretores responsáveis pela elaboração das demonstrações contábeis consolidadas e individuais, em conformidade com as disposições do artigo 27, §1º, da Instrução CVM Nº 80/2022 e no artigo 45, §3º, inciso V, da Resolução BCB nº 2/2020, declaram que: a) são responsáveis pelas informações contidas neste arquivo b) reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes sobre essas demonstrações contábeis c) reviram, discutiram e concordam com as demonstrações contábeis da Companhia e d) são responsáveis pelo estabelecimento e a manutenção da adequada estrutura de controles internos e avaliação da efetividade dessas estruturas para a elaboração das demonstrações contábeis.As demonstrações referidas foram divulgadas em 04/02/2026 no sítio eletrônico da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e de Relações com Investidores desta instituição (https://www.itau.com.br/relacoes-com-investidores).Este arquivo contém:. Relatório do Auditor Independente. Relatório da Administração. Balanço Patrimonial. Demonstração do Resultado. Demonstração do Resultado Abrangente. Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido. Demonstração dos Fluxos de Caixa. Demonstração do Valor Adicionado. Notas Explicativas.Milton Maluhy Filho Diretor PresidenteGabriel Amado de MouraDiretorMaria Helena dos Santos Fernandes de SantanaPresidente do Comitê de AuditoriaFabiana Palazzo BarbosaContadora

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A.CNPJ 60.872.504/0001-23Companhia AbertaNIRE 35300010230PARECER DO CONSELHO FISCALConcluído o exame das Demonstrações Financeiras referentes ao exercício social de 2025 e considerando o relatório sem ressalvas da PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, os membros efetivos do Conselho Fiscal do ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A. são da opinião de que esses documentos refletem adequadamente a situação patrimonial, a posição financeira e as atividades desenvolvidas pela sociedade no período e reúnem condições de serem submetidos à apreciação e aprovação dos Senhores Acionistas.São Paulo (SP), 04 de fevereiro de 2026.GILBERTO FRUSSAPresidenteEDUARDO HIROYUKI MIYAKIConselheiroMARCELO MAIA TAVARES DE ARAUJOConselheiro

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A.CNPJ 60.872.504/0001-23Companhia AbertaNIRE 35300010230RESUMO DO RELATÓRIO DO COMITÊ DE AUDITORIADO SEGUNDO SEMESTRE DE 2025Regulamento, atribuições e responsabilidades do ComitêO Comitê de Auditoria ("Comitê") é um órgão estatutário que reporta ao Conselho de Administração ("Conselho") e atua de acordo com o estabelecido em seu Regulamento (disponível no site de Relações com Investidores). Atualmente, é composto por seis membros efetivos e independentes, sendo um integrante do Conselho, eleitos observados os critérios constantes da regulamentação do Conselho Monetário Nacional ("CMN"), do Conselho Nacional de Seguros Privados ("CNSP"), da Lei Sarbanes-Oxley ("SOX") e das normas da New York Stock Exchange ("NYSE"), nesses dois últimos casos no que for aplicável aos emissores estrangeiros, Foreign Private Issuers ("FPIs").O Comitê é único para as instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil ("BACEN") e para as sociedades supervisionadas pela Superintendência de Seguros Privados ("SUSEP"), que fazem parte do Conglomerado Financeiro Itaú Unibanco, abrangendo o Itaú Unibanco e suas controladas, diretas ou indiretas ("Conglomerado"). O Comitê na sua atuação segue as exigências aplicáveis das normativas do CMN, CNSP, Comissão de Valores Mobiliários ("CVM"), BACEN e SUSEP, assim como normativa para FPIs e atribuições incluídas nos regulamentos e políticas do Conglomerado, sendo responsável, previamente à divulgação das demonstrações financeiras, pela supervisão dos processos de controles internos e de gestão de riscos, das atividades da Auditoria Interna ("AI") e das empresas de auditoria independente do Conglomerado. A elaboração das demonstrações contábeis do Conglomerado é de responsabilidade da Administração, cabendo-lhe estabelecer os procedimentos necessários para assegurar a qualidade dos processos dos quais se originam as informações utilizadas na preparação das demonstrações e na geração dos relatórios. A administração também é responsável pelas atividades de controle e monitoramento de riscos, pela supervisão das atividades corporativas de controles internos e por zelar pela conformidade com as normas legais e regulamentares.A AI tem como missão aferir a qualidade e a aderência dos sistemas de controles internos, de gerenciamento de riscos e de capital e o cumprimento das políticas e procedimentos definidos, inclusive aqueles adotados na elaboração dos relatórios contábeis e financeiros.A PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes ("PwC") é a responsável pela auditoria independente das demonstrações contábeis individuais e consolidadas do Itaú Unibanco Holding S.A., devendo atestar se elas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira individual e consolidada do Conglomerado, e o desempenho individual e consolidado das operações, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas contábeis internacionais emitidas pelo International Accounting Standards Board ("IASB"), sendo também de sua responsabilidade auditar as demonstrações contábeis do Conglomerado Prudencial. Os mesmos auditores devem, ainda, emitir anualmente opinião sobre a qualidade e a eficácia dos controles internos vinculados aos relatórios financeiros, conforme norma da Securities and Exchange Commission ("SEC").A Ernst & Young Auditores Independentes ("EY") é responsável pela auditoria das demonstrações contábeis das empresas de Consórcio do Conglomerado e das empresas supervisionadas pela SUSEP (Seguros, Previdência, Capitalização e Corretoras de Seguros), todas preparadas de acordo com práticas contábeis adotadas no Brasil.No período não houve divergências significativas entre a Administração, Auditoria Independente e o Comitê de Auditoria relacionadas às demonstrações contábeis.Atividades do ComitêO planejamento anual de trabalhos do Comitê é realizado ao final do exercício do ano anterior ao vigente, considerando os principais produtos e processos referentes aos negócios e áreas de suporte do Conglomerado, bem como seus possíveis impactos nas demonstrações contábeis e no sistema de controles internos e de administração de riscos, sendo revisado periodicamente à medida da evolução de suas atividades.O processo de supervisão efetuado pelo Comitê baseia-se nas informações recebidas da Administração, nas apresentações efetuadas pelas diversas diretorias das unidades de negócios no Brasil e Internacionais e das áreas de suporte, na apresentação do resultado dos trabalhos dos auditores independentes, dos auditores internos e dos responsáveis pelo gerenciamento de riscos e de capital, pelos controles internos, risco operacional e compliance.Como parte de suas atribuições, o Comitê aprovou o planejamento dos trabalhos da AI para 2026, e realizou a avaliação relativa ao período de 2025 dos serviços executados pela AI, Diretoria de Compliance & Op Risk ("DCOR"), Diretoria de Prevenção a Lavagem de Dinheiro ("DPLD") e Diretoria de Prevenção a Crimes Financeiros ("DPCF").Também realizou relatos trimestrais das atividades do Comitê ao Conselho manteve reuniões periódicas com os Copresidentes do Conselho e com o Diretor Presidente do Itaú Unibanco Holding S.A. para apresentação de suas recomendações sobre os sistemas de controles internos, a política de conformidade (compliance) e as estruturas de gerenciamento de riscos e de capital, e outros temas abrangidos no escopo de sua atuação.O Comitê manteve ainda reuniões trimestrais com os membros do Conselho Fiscal revisou determinadas Políticas Corporativas e efetuou reuniões semestrais com supervisores do Departamento de Supervisão Bancária do Banco Central ("DESUP") e do Departamento de Supervisão de Conduta do Banco Central ("DECON"), quando foram discutidas as preocupações trazidas pelos reguladores e os principais assuntos em acompanhamento pelo Comitê.O Comitê emitiu recomendações à Administração e à Auditoria Interna envolvendo os principais temas relacionados às suas atividades. As recomendações, após discutidas, foram acatadas e suas implementações acompanhadas pelo Comitê.O Comitê foi informado, pela Diretoria de Prevenção a Fraudes ("DPF"), que não houve casos de erros e fraudes praticados por membros do Conselho, de comitês estatutários, da diretoria, por funcionários ou por terceiros que sejam enquadráveis no critério de materialidade definido na política interna. O Comitê também não tomou conhecimento sobre a ocorrência de quaisquer fraudes ou de descumprimento de normas legais e regulamentares ou de erros de controles internos, contabilidade e auditoria que pudessem colocar em risco a continuidade do Conglomerado.Para realização das atividades e dos procedimentos acima descritos, o Comitê reuniu-se 32 dias no período de 18 de agosto de 2025 a 27 de janeiro de 2026, totalizando 133 reuniões, com a participação de auditores independentes, auditoria interna, gestores responsáveis pelos riscos corporativos e Compliance Corporativo e de executivos das áreas administrativas, financeiras, tecnologia da informação e de negócios do Conglomerado.Nessas reuniões, realizadas principalmente com periodicidade trimestral e semestral, com diversas diretorias e áreas de risco do Conglomerado são discutidos aspectos relevantes relacionados a: qualidade e efetividade dos controles internos, gestão de riscos, gestão dos negócios, risco de capital / mercado / liquidez, monitoramento do apetite de risco, risco operacional, contencioso, risco de crédito, risco de modelos, segurança da informação / cyber, prevenção à fraude, prevenção a lavagem de dinheiro, compliance, atuação da Ouvidoria, riscos socioambientais e climáticos, além de temas regulatórios e tecnológicos. Entre as atividades destacam-se o monitoramento de projetos estratégicos (candidaturas IRB e Programa de Resiliência Organizacional), de iniciativas regulatórias (reforma tributária), do uso de inteligência artificial, e do s trabalhos das auditorias, bem como a participação em fóruns de governança.No mesmo período, ocorreram 11 reuniões com participação exclusiva dos membros do Comitê, que objetivaram o tratamento de assuntos como: planejamento dos trabalhos, tratamento de temas emergentes, preparação dos relatórios requeridos pelos órgãos reguladores, revisões e aprovações de Políticas Corporativas, discussão de temas relevantes e outras atividades administrativas. ConclusõesPonderadas devidamente as suas responsabilidades e as limitações naturais decorrentes do alcance da sua atuação, e com base nas atividades que desenvolveu no período, o Comitê conclui que durante o ano e semestre findo em 31/12/2025:os sistemas de controles internos, a política de conformidade (compliance) e as estruturas de gerenciamento de riscos e de capital são adequados ao porte e complexidade do Conglomerado e ao apetite de riscos aprovado, tendo sido acompanhado o cumprimento do disposto na regulamentação vigente, com evidenciação das deficiências detectadas e das ações adotadas para sua remediaçãoa cobertura e a qualidade dos trabalhos da AI são satisfatórias, inclusive quanto à verificação do cumprimento de dispositivos legais e regulamentares e dos regulamentos e códigos internos, com evidenciação das deficiências detectadas, e atuando com adequada independênciaas práticas contábeis relevantes adotadas pelo Conglomerado estão alinhadas com as adotadas no Brasil, incluindo o cumprimento das normas emanadas do CMN e do BACEN, bem como com as normas contábeis internacionais emitidas pelo IASB eas informações fornecidas pela PwC são adequadas, inclusive quanto à verificação do cumprimento de dispositivos legais e regulamentares e dos regulamentos e códigos internos, com evidenciação das deficiências detectadas, nas quais o Comitê apoia sua recomendação sobre as demonstrações contábeis, não sendo identificada qualquer situação que pudesse prejudicar a objetividade e independência do Auditor Independente.Com base nos trabalhos e avaliações realizadas e considerando o contexto e a limitação de suas atribuições, o Comitê recomenda a aprovação pelo Conselho de Administração, das demonstrações contábeis consolidadas do Itaú Unibanco Holding S.A., para o semestre e ano findo em 31/12/2025.São Paulo, 04 de fevereiro de 2026.Comitê de Auditoria Itaú Unibanco HoldingMaria Helena dos Santos Fernandes de Santana - Presidente Alexandre de BarrosFernando Barçante Tostes MaltaLuciana Pires Dias Maria Elena Cardoso Figueira - Especialista FinanceiraRogério Carvalho Braga

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A.CNPJ 60.872.504/0001-23Companhia AbertaNIRE 35300010230RESUMO DO RELATÓRIO DO COMITÊ DE AUDITORIADO SEGUNDO SEMESTRE DE 2025Regulamento, atribuições e responsabilidades do ComitêO Comitê de Auditoria ("Comitê") é um órgão estatutário que reporta ao Conselho de Administração ("Conselho") e atua de acordo com o estabelecido em seu Regulamento (disponível no site de Relações com Investidores). Atualmente, é composto por seis membros efetivos e independentes, sendo um integrante do Conselho, eleitos observados os critérios constantes da regulamentação do Conselho Monetário Nacional ("CMN"), do Conselho Nacional de Seguros Privados ("CNSP"), da Lei Sarbanes-Oxley ("SOX") e das normas da New York Stock Exchange ("NYSE"), nesses dois últimos casos no que for aplicável aos emissores estrangeiros, Foreign Private Issuers ("FPIs").O Comitê é único para as instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil ("BACEN") e para as sociedades supervisionadas pela Superintendência de Seguros Privados ("SUSEP"), que fazem parte do Conglomerado Financeiro Itaú Unibanco, abrangendo o Itaú Unibanco e suas controladas, diretas ou indiretas ("Conglomerado"). O Comitê na sua atuação segue as exigências aplicáveis das normativas do CMN, CNSP, Comissão de Valores Mobiliários ("CVM"), BACEN e SUSEP, assim como normativa para FPIs e atribuições incluídas nos regulamentos e políticas do Conglomerado, sendo responsável, previamente à divulgação das demonstrações financeiras, pela supervisão dos processos de controles internos e de gestão de riscos, das atividades da Auditoria Interna ("AI") e das empresas de auditoria independente do Conglomerado. A elaboração das demonstrações contábeis do Conglomerado é de responsabilidade da Administração, cabendo-lhe estabelecer os procedimentos necessários para assegurar a qualidade dos processos dos quais se originam as informações utilizadas na preparação das demonstrações e na geração dos relatórios. A administração também é responsável pelas atividades de controle e monitoramento de riscos, pela supervisão das atividades corporativas de controles internos e por zelar pela conformidade com as normas legais e regulamentares.A AI tem como missão aferir a qualidade e a aderência dos sistemas de controles internos, de gerenciamento de riscos e de capital e o cumprimento das políticas e procedimentos definidos, inclusive aqueles adotados na elaboração dos relatórios contábeis e financeiros.A PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes ("PwC") é a responsável pela auditoria independente das demonstrações contábeis individuais e consolidadas do Itaú Unibanco Holding S.A., devendo atestar se elas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira individual e consolidada do Conglomerado, e o desempenho individual e consolidado das operações, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas contábeis internacionais emitidas pelo International Accounting Standards Board ("IASB"), sendo também de sua responsabilidade auditar as demonstrações contábeis do Conglomerado Prudencial. Os mesmos auditores devem, ainda, emitir anualmente opinião sobre a qualidade e a eficácia dos controles internos vinculados aos relatórios financeiros, conforme norma da Securities and Exchange Commission ("SEC").A Ernst & Young Auditores Independentes ("EY") é responsável pela auditoria das demonstrações contábeis das empresas de Consórcio do Conglomerado e das empresas supervisionadas pela SUSEP (Seguros, Previdência, Capitalização e Corretoras de Seguros), todas preparadas de acordo com práticas contábeis adotadas no Brasil.No período não houve divergências significativas entre a Administração, Auditoria Independente e o Comitê de Auditoria relacionadas às demonstrações contábeis.Atividades do ComitêO planejamento anual de trabalhos do Comitê é realizado ao final do exercício do ano anterior ao vigente, considerando os principais produtos e processos referentes aos negócios e áreas de suporte do Conglomerado, bem como seus possíveis impactos nas demonstrações contábeis e no sistema de controles internos e de administração de riscos, sendo revisado periodicamente à medida da evolução de suas atividades.O processo de supervisão efetuado pelo Comitê baseia-se nas informações recebidas da Administração, nas apresentações efetuadas pelas diversas diretorias das unidades de negócios no Brasil e Internacionais e das áreas de suporte, na apresentação do resultado dos trabalhos dos auditores independentes, dos auditores internos e dos responsáveis pelo gerenciamento de riscos e de capital, pelos controles internos, risco operacional e compliance.Como parte de suas atribuições, o Comitê aprovou o planejamento dos trabalhos da AI para 2026, e realizou a avaliação relativa ao período de 2025 dos serviços executados pela AI, Diretoria de Compliance & Op Risk ("DCOR"), Diretoria de Prevenção a Lavagem de Dinheiro ("DPLD") e Diretoria de Prevenção a Crimes Financeiros ("DPCF").Também realizou relatos trimestrais das atividades do Comitê ao Conselho manteve reuniões periódicas com os Copresidentes do Conselho e com o Diretor Presidente do Itaú Unibanco Holding S.A. para apresentação de suas recomendações sobre os sistemas de controles internos, a política de conformidade (compliance) e as estruturas de gerenciamento de riscos e de capital, e outros temas abrangidos no escopo de sua atuação.O Comitê manteve ainda reuniões trimestrais com os membros do Conselho Fiscal revisou determinadas Políticas Corporativas e efetuou reuniões semestrais com supervisores do Departamento de Supervisão Bancária do Banco Central ("DESUP") e do Departamento de Supervisão de Conduta do Banco Central ("DECON"), quando foram discutidas as preocupações trazidas pelos reguladores e os principais assuntos em acompanhamento pelo Comitê.O Comitê emitiu recomendações à Administração e à Auditoria Interna envolvendo os principais temas relacionados às suas atividades. As recomendações, após discutidas, foram acatadas e suas implementações acompanhadas pelo Comitê.O Comitê foi informado, pela Diretoria de Prevenção a Fraudes ("DPF"), que não houve casos de erros e fraudes praticados por membros do Conselho, de comitês estatutários, da diretoria, por funcionários ou por terceiros que sejam enquadráveis no critério de materialidade definido na política interna. O Comitê também não tomou conhecimento sobre a ocorrência de quaisquer fraudes ou de descumprimento de normas legais e regulamentares ou de erros de controles internos, contabilidade e auditoria que pudessem colocar em risco a continuidade do Conglomerado.Para realização das atividades e dos procedimentos acima descritos, o Comitê reuniu-se 32 dias no período de 18 de agosto de 2025 a 27 de janeiro de 2026, totalizando 133 reuniões, com a participação de auditores independentes, auditoria interna, gestores responsáveis pelos riscos corporativos e Compliance Corporativo e de executivos das áreas administrativas, financeiras, tecnologia da informação e de negócios do Conglomerado.Nessas reuniões, realizadas principalmente com periodicidade trimestral e semestral, com diversas diretorias e áreas de risco do Conglomerado são discutidos aspectos relevantes relacionados a: qualidade e efetividade dos controles internos, gestão de riscos, gestão dos negócios, risco de capital / mercado / liquidez, monitoramento do apetite de risco, risco operacional, contencioso, risco de crédito, risco de modelos, segurança da informação / cyber, prevenção à fraude, prevenção a lavagem de dinheiro, compliance, atuação da Ouvidoria, riscos socioambientais e climáticos, além de temas regulatórios e tecnológicos. Entre as atividades destacam-se o monitoramento de projetos estratégicos (candidaturas IRB e Programa de Resiliência Organizacional), de iniciativas regulatórias (reforma tributária), do uso de inteligência artificial, e do s trabalhos das auditorias, bem como a participação em fóruns de governança.No mesmo período, ocorreram 11 reuniões com participação exclusiva dos membros do Comitê, que objetivaram o tratamento de assuntos como: planejamento dos trabalhos, tratamento de temas emergentes, preparação dos relatórios requeridos pelos órgãos reguladores, revisões e aprovações de Políticas Corporativas, discussão de temas relevantes e outras atividades administrativas. ConclusõesPonderadas devidamente as suas responsabilidades e as limitações naturais decorrentes do alcance da sua atuação, e com base nas atividades que desenvolveu no período, o Comitê conclui que durante o ano e semestre findo em 31/12/2025:os sistemas de controles internos, a política de conformidade (compliance) e as estruturas de gerenciamento de riscos e de capital são adequados ao porte e complexidade do Conglomerado e ao apetite de riscos aprovado, tendo sido acompanhado o cumprimento do disposto na regulamentação vigente, com evidenciação das deficiências detectadas e das ações adotadas para sua remediaçãoa cobertura e a qualidade dos trabalhos da AI são satisfatórias, inclusive quanto à verificação do cumprimento de dispositivos legais e regulamentares e dos regulamentos e códigos internos, com evidenciação das deficiências detectadas, e atuando com adequada independênciaas práticas contábeis relevantes adotadas pelo Conglomerado estão alinhadas com as adotadas no Brasil, incluindo o cumprimento das normas emanadas do CMN e do BACEN, bem como com as normas contábeis internacionais emitidas pelo IASB eas informações fornecidas pela PwC são adequadas, inclusive quanto à verificação do cumprimento de dispositivos legais e regulamentares e dos regulamentos e códigos internos, com evidenciação das deficiências detectadas, nas quais o Comitê apoia sua recomendação sobre as demonstrações contábeis, não sendo identificada qualquer situação que pudesse prejudicar a objetividade e independência do Auditor Independente.Com base nos trabalhos e avaliações realizadas e considerando o contexto e a limitação de suas atribuições, o Comitê recomenda a aprovação pelo Conselho de Administração, das demonstrações contábeis consolidadas do Itaú Unibanco Holding S.A., para o semestre e ano findo em 31/12/2025.São Paulo, 04 de fevereiro de 2026.Comitê de Auditoria Itaú Unibanco HoldingMaria Helena dos Santos Fernandes de Santana - Presidente Alexandre de BarrosFernando Barçante Tostes MaltaLuciana Pires Dias Maria Elena Cardoso Figueira - Especialista FinanceiraRogério Carvalho Braga

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias5.617.7430
Preferenciais5.409.126345
Total11.026.869345

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.