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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201692 páginasCódigo CVM 16748Versão 1Recebida em 27/03/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de COMPANHIA RIOGRANDENSE DE SANEAMENTO - CORSAN

COMPANHIA RIOGRANDENSE DE SANEAMENTO - CORSAN · CNPJ 92.802.784/0001-90

COMPANHIA RIOGRANDENSE DE SANEAMENTO - CORSAN
CNPJ 92.802.784/0001-90
DFP 2016
Exercício 2016
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Metadados

Empresa
COMPANHIA RIOGRANDENSE DE SANEAMENTO - CORSAN
CNPJ
92.802.784/0001-90
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
92
Ano de referência
2016*
Publicado em
27/03/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total4.271.2943.913.1189,2%
1.01Ativo Circulante564.378486.03516,1%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa30.58621.15244,6%
1.01.02Aplicações Financeiras13.08331.809−58,9%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo13.08331.809−58,9%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.01.03Aplicações Financeiras13.08331.809−58,9%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber299.631272.11010,1%
1.01.03.01Clientes299.631272.11010,1%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques95.11566.42743,2%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar10.26312.187−15,8%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar10.26312.187−15,8%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes115.70082.35040,5%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros115.70082.35040,5%
1.01.08.03.01Depósitos Judiciais108.68672.81549,3%
1.01.08.03.02Outros Créditos7.0149.535−26,4%
1.02Ativo Não Circulante3.706.9163.427.0838,2%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo920.290810.26313,6%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber4.4994.716−4,6%
1.02.01.03.01Clientes4.4994.716−4,6%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos284.409277.2962,6%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos284.409277.2962,6%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.02Créditos com Controladas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes631.382528.25119,5%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Depósitos Judiciais163.556149.0259,8%
1.02.01.09.04Aplicações no Caixa Único do Estado157729−78,5%
1.02.01.09.05Ativos Financeiros - Contratos de Concessão402.336322.81924,6%
1.02.01.09.06Outros Créditos6.8816.6094,1%
1.02.01.09.07Depósitos em Garantia3.1093.0123,2%
1.02.01.09.08Aplicações Financeiras55.34346.05720,2%
1.02.02Investimentos9239141,0%
1.02.02.01Participações Societárias9239141,0%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.02Participações em Controladas00—
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias9239141,0%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado92.40088.3604,6%
1.02.03.01Imobilizado em Operação92.40088.3604,6%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível2.693.3032.527.5466,6%
1.02.04.01Intangíveis2.693.3032.527.5466,6%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão2.693.3032.527.5466,6%
1.02.05Diferido00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕESCONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2016.Ilmos. Srs.Conselheiros, Diretores e Acionistas daCOMPANHIA RIOGRANDENSE DE SANEAMENTO - CORSANPorto Alegre - RSOpiniãoExaminamos as demonstrações contábeis da COMPANHIA RIOGRANDENSE DESANEAMENTO - CORSAN, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutaçõesdo patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como ascorrespondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente,em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da COMPANHIARIOGRANDENSE DE SANEAMENTO - CORSAN em 31 de dezembro de 2016, odesempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data,de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais derelatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board -(IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais deauditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas naseção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstraçõescontábeis". Somos independentes em relação à Companhia, de acordo com os princípioséticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normasprofissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demaisresponsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência deauditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.ÊnfaseConforme mencionado na nota 13, a Companhia adota a política de não contratar coberturade apólice de seguro que garanta indenização em caso de eventual sinistro. Nossa opiniãonão contém ressalva relacionada a esse assunto.Outros assuntosInformação suplementar - Demonstração do Valor AdicionadoA demonstração do valor adicionado (DVA) referente ao exercício findo em 31 dedezembro de 2016, elaborada sob a responsabilidade da administração da Companhia, eapresentada como informação suplementar para fins de IFRS, foi submetida aprocedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstraçõescontábeis da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essa demonstraçãoestá conciliada com as demonstrações contábeis e registros contábeis, conforme aplicável,e se a sua forma e conteúdo está de acordo com os critérios definidos no PronunciamentoTécnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essa demonstraçãodo valor adicionado foi adequadamente elaborada, em todos os aspectos relevantes,segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relaçãoàs demonstrações contábeis tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações quecompreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis não abrange o Relatório da Administraçãoe não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis, nossa responsabilidade é a deler o relatório da administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de formarelevante, inconsistente com as demonstrações contábeis ou com nosso conhecimentoobtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se,com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no relatório daadministração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidade da administração e da governança pelas demonstrações contábeisA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação dasdemonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com asnormas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo InternationalAccounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou comonecessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorçãorelevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações contábeis, a administração é responsável pela avaliaçãoda capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntosrelacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboraçãodas demonstrações contábeis.Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pelasupervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeisNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis,tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causadapor fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurançarazoável é um alto nível de segurança, mas, não, uma garantia de que a auditoria realizadade acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam aseventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes defraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto,possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dosusuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais deauditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo daauditoria. Além disso: Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstraçõescontábeis, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamosprocedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência deauditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de nãodetecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente deerro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio,falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria paraplanejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com oobjetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia. Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade dasestimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil decontinuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existeincerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvidasignificativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Nossasconclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nossorelatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais semanter em continui dade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis,inclusive as divulgações e se as demonstrações contábeis representam ascorrespondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo deapresentação adequada.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, doalcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria,inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamosdurante nossos trabalhos.Eldorado do Sul, 13 de março de 2017.AudiLink & Cia. AuditoresCRC-RS 003688/F-0Roberto Caldas BianchessiContador CRC/RS 040078/O-7 S-RS

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DE REVISÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASEm conformidade com o inciso VI do artigo 25 da Instrução CVM Nº 480, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com as Demonstrações Financeiras da Companhia referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2016.Porto Alegre, 13 de março de 2017.Flavio Ferreira PresserDiretor PresidenteMarcus Vinicius Vieira de Almeida Diretor Administrativo Jorge Luiz Costa MeloDiretor Financeiro e de Relações com InvestidoresAntonio Gomes Diretor Técnico Eduardo Barbosa CarvalhoDiretor de Operações Marcus Vinicius Caberlon Diretor de Expansão Luciano Eli Martin Diretor Comercial

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DE REVISÃO DO PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTESEm conformidade com o inciso V do artigo 25 da Instrução CVM Nº 480, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com o conteúdo e opinião expressos no parecer dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras da Companhia do exercício findo em 31 de dezembro de 2016.Porto Alegre, 13 de março de 2017.Flavio Ferreira PresserDiretor PresidenteMarcus Vinicius Vieira de Almeida Diretor Administrativo Jorge Luiz Costa Melo Diretor Financeiro e de Relações com InvestidoresAntonio Gomes Diretor Técnico Eduardo Barbosa CarvalhoDiretor de Operações Marcus Vinicius Caberlon Diretor de Expansão Luciano Eli MartinDiretor Comercial

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALOs membros do Conselho Fiscal da Companhia Riograndense de Saneamento - CORSAN, Rogério Alves Rios, Paulo Marques dos Reis e Felipe Henrique Giaretta, abaixo firmados, no exercício de suas funções legais e estatutárias, em reunião realizada nesta data, examinaram o Relatório Anual da Administração e as Demonstrações Contábeis comparativas, compreendendo: Balanço Patrimonial, Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido, Demonstração do Resultado, Demonstração dos Fluxos de Caixa, Demonstração do Valor Adicionado, Demonstração do Resultado Abrangente, Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis, Parecer dos Auditores Independentes relativos ao Exercício Social findo em 31 de dezembro de 2016, e Proposta de Destinação do Lucro Líquido do Exercício. Foi verificada que a proposta do dividendo total relativo ao exercício de 2016, que está sendo encaminhada pela Administração da Companhia Riograndense de Saneamento - CORSAN à aprovação dos Acionistas na Assembleia Geral Ordinária a ser realizada em Abril de 2016, contempla o pagamento sob a forma de Dividendos e Juros sobre o Capital Próprio. Os dividendos obrigatórios apurados (25% sobre o lucro) atingiram a cifra de R$ 49.385 mil, sendo que a Companhia registrou, no decorrer do exercício de 2016 o valor de R$ 111.821 mil, correspondente ao valor de juros sobre o Capital Próprio, já líquido de Imposto de Renda Retido na Fonte não restando, portanto, nenhum valor a ser creditado, a título de Dividendos, relativos ao Exercício de 2016. Com base nos exames efetuados pelos Auditores Independentes da empresa AUDILINK & CIA. AUDITORES e à vista do Parecer, o Conselho Fiscal declara que os documentos estão aptos à aprovação pela Assembleia Geral Ordinária da CORSAN. Porto Alegre, 15 de março de 2017. Rogério Alves RiosPaulo Marques dos ReisFelipe Henrique Giaretta

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.