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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2025147 páginasCódigo CVM 25682Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 02/04/2026valores em R$ mil

DFP 2025 de CM HOSPITALAR S.A.

CM HOSPITALAR S.A. · CNPJ 12.420.164/0001-57

Versões deste exercício: v1 (05/03/2026) · v2 (02/04/2026), esta

CM HOSPITALAR S.A.
CNPJ 12.420.164/0001-57
DFP 2025 (V2)
Exercício 2025
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Metadados

Empresa
CM HOSPITALAR S.A.
CNPJ
12.420.164/0001-57
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
147
Ano de referência
2025*
Publicado em
02/04/2026 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:57:09

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/202531/12/2024Var.
1Ativo Total8.983.7589.545.108−5,9%
1.01Ativo Circulante4.653.6275.261.680−11,6%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa573.643543.6665,5%
1.01.01.01Caixa e Bancos144.923130.42311,1%
1.01.01.02Aplicações Financeiras428.720413.2433,7%
1.01.02Aplicações Financeiras84.920586.495−85,5%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado84.920586.495−85,5%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo84.920586.495−85,5%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.03Contas a Receber2.007.8352.075.703−3,3%
1.01.03.01Clientes2.007.8352.075.703−3,3%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques1.656.8261.719.147−3,6%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar271.020241.63212,2%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar271.020241.63212,2%
1.01.06.01.01Imposto de Renda e Contribuição Social a Recuperar66.57261.2788,6%
1.01.06.01.02Imposto de Renda e Contribuição Social a Recuperar - Indébitos Tributários6414.819−86,7%
1.01.06.01.03Outros Tributos a Recuperar203.807175.53516,1%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes59.38395.037−37,5%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros59.38395.037−37,5%
1.01.08.03.01Outros Ativos57.22493.181−38,6%
1.01.08.03.02Direito de reembolso00—
1.01.08.03.03Dividendos a receber00—
1.01.08.03.04Instrumentos financeiros derivativos00—
1.01.08.03.05Transação com Partes Relacionadas2.1591.85616,3%
1.01.08.03.06Ativos mantidos para venda00—
1.02Ativo Não Circulante4.330.1314.283.4281,1%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo1.297.4011.189.1299,1%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.04Contas a Receber17.77116.4308,2%
1.02.01.04.01Clientes17.77116.4308,2%
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.05Estoques00—
1.02.01.06Ativos Biológicos00—
1.02.01.07Tributos Diferidos695.776699.480−0,5%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos695.776699.480−0,5%
1.02.01.08Despesas Antecipadas00—
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes583.854473.21923,4%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.10.03Outros Ativos26.89827.980−3,9%
1.02.01.10.04Tributos a Recuperar127.22781.48056,1%
1.02.01.10.05Depósitos Judiciais53.87972.978−26,2%
1.02.01.10.06Instrumentos Financeiros Derivativos1.7738.953−80,2%
1.02.01.10.07Direito de Uso em Arrendamento374.077281.82832,7%
1.02.01.10.08Transação com partes relacionadas00—
1.02.02Investimentos1801.184−84,8%
1.02.02.01Participações Societárias1801.184−84,8%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas1801.184−84,8%
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.05Outros Investimentos00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado485.230536.286−9,5%
1.02.03.01Imobilizado em Operação485.230536.286−9,5%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível2.547.3202.556.829−0,4%
1.02.04.01Intangíveis2.547.3202.556.829−0,4%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Outros2.547.3202.556.829−0,4%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAos Acionistas, Diretoria e Conselheiros da CM Hospitalar S.A.São Paulo - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da CM Hospitalar S.A. ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2025 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo as políticas contábeis materiais.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da CM Hospitalar S.A. em 31 de dezembro de 2025, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e a suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade - CFC, aplicáveis a auditorias de demonstrações financeiras de entidades de interesse público no Brasil. Nós também cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Avaliação de perdas pela redução ao valor recuperável de ativosPor que é um PAA? Conforme divulgado nas notas explicativas nº 13 e nº 14, a Companhia possui registrados no ativo imobilizado os montantes de R$285.784 mil e R$485.230 mil na controladora e consolidado, respectivamente, e no ativo intangível os montantes de R$1.359.257 mil e R$2.547.320 mil na controladora e consolidado, respectivamente. O pronunciamento técnico CPC 01 (R1) e a norma internacional IAS 36 - "Redução ao Valor Recuperável de Ativos" determinam que, independentemente de existir, ou não, qualquer indicação de redução ao valor recuperável, a entidade deve testar anualmente ou no mínimo anualmente, a redução ao valor recuperável de um ativo intangível com vida útil indefinida, comparando o seu valor contábil com seu valor recuperável. O valor recuperável deve ser determinado por ativo individual ou unidade geradora de caixa e, caso ele seja interior ao valor contábil, deve ser reconhecida uma perda por desvalorização do ativo no resultado do exercício. A identificação das unidades geradoras de caixa e a avaliação das perdas pela redução ao valor recuperável de ativos envolve complexidade e elevado grau de julgamento pela Diretoria da Companhia, em função da necessidade de alocação dos ativos às unidades geradoras de caixa, bem como da determinação do modelo e das premissas de negócio e de avaliação econômica utilizadas na estimativa do valor recuperável dos ativos.A avaliação do valor recuperável das unidades geradoras de caixa "Distribuição", "Indústria" e "Insuma" foi considerado um principal assunto de auditoria em função: (i) da relevância dos valores (ii) do grau de julgamento pela Diretoria na identificação e alocação dos ativos às unidades geradoras de caixa (iii) do elevado grau de complexidade e julgamento aplicado pela Diretoria na estimativa do valor recuperável, incluindo a definição do modelo e das premissas de negócio e de avaliação econômica. A auditoria deste assunto requer um elevado grau de julgamento e esforço, incluindo o envolvimento de nossos especialistas de avaliação econômica. Como o assunto foi conduzido em nossa auditoria Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (i) a avaliação do desenho e implementação das atividades de controles internos relevantes relacionadas à identificação e alocação de ativos às unidades geradoras de caixa e à determinação do modelo e premissas da Diretoria aplicados na avaliação da estimativa para o valor recuperável dos ativos (ii) a análise, os desafios e os testes sobre as principais premissas de negócio e dados macro econômicos e financeiros utilizados para a determinação do valor recuperável, incluindo a realização de indagações às áreas de negócios e controladoria acerca das premissas e projeções que suportam os fluxos de caixa projetados e do desempenho histórico, a análise retrospectiva de resultados e a avaliação de evidências contraditórias (iii) o envolvimento de nossos especialistas de avaliação econômica na realização de indagações à Diretoria e ao avaliador externo da Companhia e de testes sobre a metodologia, o cálculo matemático e as principais premissas de avaliação econômica aplicados na avaliação do valor recuperável (iv) a avaliação de dados e informações financeiras comparáveis de empresas da indústria na qual a Companhia e as unidades geradoras de caixa atuam, quando aplicável e (v) a análise e avaliação da adequação das divulgações realizadas nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Com base nas evidências obtidas por meio de nossos procedimentos anteriormente descritos, consideramos que avaliação de perdas pela redução ao valor recuperável de ativos acima descrita e as respectivas divulgações em notas explicativas são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Reconhecimento e realização de ativo de imposto de renda e contribuição social diferidosPor que é um PAA? Conforme divulgado na nota explicativa nº 20.a, a Companhia possui registrados no ativo de imposto de renda e contribuição social diferidos os montantes de R$636.602 mil e R$695.776 mil na controladora e consolidado, respectivamente. O pronunciamento técnico CPC 32 e a norma internacional IAS 12 - "Tributos sobre o lucro" determinam que, na medida em que não for provável que estará disponível lucro tributável contra o qual prejuízos fiscais e diferenças temporárias não utilizados sejam utilizados, o ativo fiscal diferido não deve ser reconhecido. A avaliação da disponibilidade de lucro tributável deve ser realizada por entidade tributável.A avaliação do reconhecimento e realização de ativo de imposto de renda e contribuição social diferidos envolve complexidade e elevado grau de julgamento pela Diretoria da Companhia, em função das incertezas relativas aos resultados tributáveis futuros, bem como da necessidade de determinação das premissas de negócio e financeiras utilizadas na projeção dos resultados tributáveis futuros considerado como provável de recuperação e, que desta forma, suportam o reconhecimento do ativo de imposto de renda e contribuição social diferidos.O reconhecimento e realização de ativo de imposto de renda e contribuição social diferidos da entidade tributável e controladora C.M. Hospitalar S.A. foi considerado um princip al assunto de auditoria em função: (i) da relevância dos valores (ii) da existência de prejuízos fiscais em exercícios recentes e (iii) elevado grau de complexidade e julgamento aplicado pela Diretoria na determinação das projeções de resultados tributáveis futuros, incluindo a definição das premissas de negócio, premissas financeiras e macro econômicas e dos exercícios em que serão utilizados os prejuízos fiscais e diferenças temporárias. Como o assunto foi conduzido em nossa auditoria Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (i) a avaliação do desenho e implementação das atividades de controles internos relevantes relacionadas ao reconhecimento e realização do ativo de imposto de renda e contribuição social diferidos (ii) a leitura e análise do memorando técnico preparado pela Diretoria que suporta o reconhecimento e realização do ativo de imposto de renda e contribuição social diferidos (iii) a análise retrospectiva de resultados tributáveis históricos e a avaliação de evidências contraditórias (iv) a análise do estudo técnico preparado pelo especialista da Diretoria (v) a análise, os desafios e os testes sobre as principais premissas de negócio, financeiras e macro econômicas e do período de projeções utilizados para a determinação das projeções de resultados tributáveis, incluindo a realização de indagações às áreas de negócios, tesouraria e controladoria acerca das premissas e projeções que suportam os resultados tributáveis projetados e (vi) a análise e avaliação das divulgações realizadas nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas.No decorrer da nossa auditoria, identificamos uma deficiência no controle relativo à avaliação do reconhecimento e realização de ativo de imposto de renda e contribuição social diferidos, que nos levou a alterar a nossa abordagem de auditoria e ampliar a extensão de nossos procedimentos substantivos planejados para obtermos evidências de auditoria suficientes e apropriadas.Com base nas evidências obtidas por meio de nossos procedimentos anteriormente descritos, consideramos que o reconhecimento e realização de ativo de imposto de renda e contribuição social diferidos acima descritos e as respectivas divulgações em notas explicativas são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, elaboradas sob a responsabilidade da Diretoria da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS Accounting Standards, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e os registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e o seu conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no pronunciamento técnico CPC 09 (R1) - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nessa norma e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Auditoria dos valores correspondentesO exame das demonstrações financeiras individuais e consolidadas referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2024, apresentados para fins de comparação nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas do exercício corrente, foi conduzido sob a responsabilidade de outro auditor independente, que emitiu relatório de auditoria sem modificação, com data de 27 de março de 2025. Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA Diretoria da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração, e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a esse respeito.Responsabilidades da Diretoria e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA Diretoria é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as IFRS Accounting Standards, emitidas pelo IASB, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Diretoria é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando e divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a Diretoria pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e de suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detecta as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e de suas controladas. Avali amos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Diretoria. Concluímos sobre a adequação do uso, pela Diretoria, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar a atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Planejamos e executamos a auditoria do grupo para obter evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou unidades de negócio do grupo como base para formar uma opinião sobre as demonstrações financeiras do grupo. Somos responsáveis pela direção, supervisão e revisão do trabalho de auditoria executado para os propósitos da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance e da época dos trabalhos de auditoria planejados e das constatações significativas de auditoria, inclusive as deficiências significativas nos controles internos que eventualmente tenham sido identificadas durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com os requisitos éticos pertinentes de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as ações tomadas para eliminar as ameaças ou as respectivas salvaguardas aplicadas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 5 de março de 2026DELOITTE TOUCHE TOHMATSUAuditores Independentes Ltda.CRC nº 2 SP 011609/O-8Guilherme Jorge Dagli JúniorContadorCRC nº 1 SP 223225/O-0

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASNos termos da instrução CVM 480/09, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com as demonstrações financeiras relativas ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2025.DIRETORIAAndré Clark Juliano - Diretor PresidenteArtur de Barros Avancine - Vice-Presidente de Capital Humano e ESGFrederico de Aguiar Oldani - Vice-Presidente Administrativo e FinanceiroLuiz Augusto de Lima e Silva Filho - Vice-Presidente de OperaçõesFlávia de Lima Carvalho - Diretora de Relações com Investidores e M&ARenan de Almeida Hervelha - Diretor Comercial

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE O RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTENos termos da instrução CVM 480/09, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com a opinião expressa no Relatório dos Auditores Independentes sobre as demonstrações financeiras relativas ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2025.DIRETORIAAndré Clark Juliano - Diretor PresidenteArtur de Barros Avancine - Vice-Presidente de Capital Humano e ESGFrederico de Aguiar Oldani - Vice-Presidente Administrativo e FinanceiroLuiz Augusto de Lima e Silva Filho - Vice-Presidente de OperaçõesFlávia de Lima Carvalho - Diretora de Relações com Investidores e M&ARenan de Almeida Hervelha - Diretor Comercial

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal da CM Hospitalar S.A. ("Companhia"), em conformidade com as atribuições dispostas no Artigo 163 da Lei nº 6.404/1976, em cumprimento às normas estatutárias e ao Regimento Interno do referido órgão, examinou previamente as Demonstrações Financeiras e as Notas Explicativas, o Relatório da Administração e os demais demonstrativos elaborados pela Companhia relativos ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2025. Debateu e participou de reuniões com a Administração, com o Comitê de Auditoria da Companhia e com os Auditores Independentes, Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes Ltda., no decorrer do exercício. Os membros do Conselho Fiscal, abaixo-firmados, no uso de suas atribuições legais, concluíram, por unanimidade, que as Demonstrações Financeiras do exercício social findo em 31 de dezembro de 2025, objeto de deliberação do Conselho de Administração em reunião realizada a`s 13h30m desta mesma data, assim como o respectivo Parecer dos Auditores Independentes Deloitte, datado de 05 de março de 2026, e os demais documentos acima, estão adequadamente apresentados em seus aspectos relevantes, e opinam que estão em condições de serem submetidos e apreciados pelos Acionistas em Assembleia Geral Ordinária da Companhia a ser oportunamente convocada pela Administração da Companhia. Adicionalmente, o Conselho Fiscal avaliou e discutiu a proposta da administração sobre a destinação do resultado da Companhia: "destinação do resultado do exercício social 2025: o lucro total apurado, no valor de R$ 18.240.164,71 (dezoito milhões, duzentos e quarenta mil, cento e sessenta e quatro reais e setenta e um centavos), seja integralmente absorvido pela conta de prejuízos acumulados". Considerando os prejuízos acumulados no exercício social findo em 31 de dezembro de 2025, o Conselho Fiscal recomenda o encaminhamento desta proposta para deliberação e aprovação pelos Acionistas em Assembleia Geral.São Paulo, 05 de março de 2026.CONRADO LAMASTRA PACHECO Presidente do Conselho FiscalMARCELO FREITAS PEREIRAVice-Presidente do Conselho FiscalLEDA MARIA DEIRO HAHNConselheira Fiscal

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

COMITÊ DE AUDITORIA, GESTÃO DE RISCOS E COMPLIANCE ("Comitê")CNPJ: 12.420.164/0001-57NIRE: 35.300.486.854RELATÓRIO ANUAL RESUMIDO DO COMITÊ REFERENTE AO EXERCÍCIO SOCIAL DA COMPANHIA FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2025O Comitê de Auditoria, Gestão de Riscos e de Compliance é órgão estatutário de assessoramento ao Conselho de Administração e composto por três membros independentes, nomeados pelo Conselho de Administração, em data de 30 de maio de 2025, sendo suas atividades definidas pela Resolução CVM n.º 23, de 25 de fevereiro de 2021 e demais legislações vigentes, além das atribuições definidas pelo Estatuto Social da Companhia e por seu Regimento Interno. Os membros do Comitê vêm apresentar seu Relatório Anual Resumido referente ao exercício social da Companhia findo em 31 de dezembro de 2025, reafirmando manter uma postura imparcial e cética no desempenho de suas atividades, especialmente em relação às estimativas presentes nas demonstrações financeiras e à gestão da Companhia. Atividades do Comitê: O planejamento dos trabalhos foi realizado considerando as principais atribuições, sendo revisado periodicamente à medida da evolução das atividades. O Comitê acompanhou as atividades desenvolvidas pelas áreas responsáveis por realizar a auditoria externa (auditoria independente), a auditoria externa (auditoria independente), auditoria interna, o controle interno, e o gerenciamento de riscos, elaboração das demonstrações financeiras e o acompanhamento das contingências no período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2025. Nesse período realizou sete reuniões, contemplando os seguintes trabalhos desenvolvidos: a) Revisou e considerou adequado o plano de trabalho do auditor independente para elaboração de auditoria independente b) Supervisionou as atividades dos auditores independentes, a fim de avaliar (i) a sua independência (ii) a qualidade dos serviços prestados e (iii) a adequação dos serviços prestados às necessidades da Companhia c) Supervisionou as atividades da área de controles internos, bem como discutiu com a Administração e os auditores independentes a respeito da efetividade e adequação dos controles internos da Companhia d) Revisou o processo de monitoramento de riscos reportados pela área de controles internos da Companhia e) Supervisionou as atividades da área de elaboração das demonstrações financeiras da Companhia, bem como revisou as análises e premissas utilizadas pela Administração e corroboradas pelos auditores independentes para a elaboração de suas demonstrações financeiras trimestrais e anual f) Avaliou e monitorou, juntamente com a Administração e auditoria interna, a adequação das transações com partes relacionadas realizadas pela Companhia e suas respectivas divulgações g) Criou rotinas de verificação de eventuais riscos sofridos pela Companhia, em especial riscos envolvendo processos judiciais e procedimentos administrativos em geral e h) Elaborou em conjunto com a Administração o cronograma de reuniões para o exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025. Todos os trabalhos desenvolvidos pelo Comitê de Auditoria Estatutário, foram devidamente formalizados em atas. Ao longo do exercício de 2025 foram realizadas reuniões com a Auditoria Interna, Auditoria Independente, Diretor Presidente, Vice-Presidência Administrativo-Financeiro, assessoria Jurídica e gerência de Gestão de Riscos e demais áreas e órgãos que integram a governança da Companhia. Salienta-se que, previamente às divulgações das informações trimestrais (ITRs) e anual, os integrantes do Comitê reuniram-se com os Auditores Independentes para avaliar os aspectos do ambiente de controle na geração das informações e dos números divulgados e da independência dos auditores e avaliou a minuta do seu parecer, emitido sem ressalvas. Durante o curso dos trabalhos, não houve situação de divergência significativa entre a Administração da Companhia, os Auditores Independentes e o Comitê em relação a tais demonstrações financeiras. Conclusão: A análise dos apontamentos dos relatórios da Auditoria Interna, das exposições de riscos da Companhia, compliance e da Auditoria Independente, ponderadas as limitações naturais decorrentes do escopo de sua atuação, não apresentou elementos que comprometessem a efetividade do sistema de controles internos. Neste período foram examinados os relatórios de Controles Internos e da Auditoria Interna até a data base 31 de dezembro de 2025, tendo sido emitida recomendações de providências corretivas em relação aos seus apontamentos à administração, as quais se encontram em andamento. No presente exercício o comitê, considerou o ambiente de controle interno adequado, devendo sofrer aperfeiçoamentos de forma contínua. A mitigação dos pontos indicados está sendo processada e monitorada. Tendo em vista as reuniões e discussões com os representantes da DELOITTE TOUCHE TOHMATSU Auditores Independentes Ltda Auditores Independentes da Companhia, sobre o Sistema de Controles Internos e descumprimento de dispositivos legais e regulamentares referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, e que não foram identificados aspectos relevantes que pudessem comprometer a efetividade dos controles internos da Companhia e suas controladas. De acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis com observância à Lei das Sociedades por Ações e às normas da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o Comitê declara que examina regularmente as demonstrações financeiras, mantém contato frequente com a Administração, Contabilidade, Auditoria Interna e Auditoria Independente, permitindo-lhe avaliar a qualidade dessas demonstrações e entender que estão livres de distorções relevantes. Com base nas atividades desenvolvidas por este Comitê de Auditoria Estatutário, no que lhes foi dado conhecer, concluímos que as demonstrações financeiras e respectivas notas explicativas da CM HOSPITALAR S.A. e controladas foram elaboradas em conformidade com as normas legais e regulamentares, entendendo que as referidas demonstrações financeiras do Grupo Viveo, para o exercício findo em 31 de dezembro de 2025, estão adequadas para encaminhamento e apreciação, recomendando a sua aprovação pelo Conselho de Administração.Ribeirão Preto, 04 de março de 2026.Marcello Joaquim Pacheco - CoordenadorGuillermo Oscar Braunbeck - MembroMarcelo Strufaldi Castelli - Membro

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias322.820.6087.012.300
Preferenciais00
Total322.820.6087.012.300

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.