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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2013160 páginasCódigo CVM 17639Versão 1Recebida em 13/02/2014valores em R$ mil

DFP 2013 de TIM PARTICIPACOES S.A

TIM PARTICIPACOES S.A · CNPJ 02.558.115/0001-21

TIM PARTICIPACOES S.A
CNPJ 02.558.115/0001-21
DFP 2013
Exercício 2013
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Metadados

Empresa
TIM PARTICIPACOES S.A
CNPJ
02.558.115/0001-21
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
160
Ano de referência
2013*
Publicado em
13/02/2014 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:50

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201331/12/2012Var.
1Ativo Total28.138.16726.108.9777,8%
1.01Ativo Circulante10.740.8049.967.7177,8%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa5.287.6424.429.78019,4%
1.01.02Aplicações Financeiras0810−100,0%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo0810−100,0%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação0810−100,0%
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber3.513.0293.650.871−3,8%
1.01.03.01Clientes3.513.0293.650.871−3,8%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques296.829269.14510,3%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar1.283.8411.237.3263,8%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar1.283.8411.237.3263,8%
1.01.06.01.01Impostos Indiretos a Recuperar913.215906.1010,8%
1.01.06.01.02Impostos Diretos a Recuperar370.626331.22511,9%
1.01.07Despesas Antecipadas206.354180.37114,4%
1.01.08Outros Ativos Circulantes153.109199.414−23,2%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros153.109199.414−23,2%
1.01.08.03.01Operações com Derivativos11.969104.712−88,6%
1.01.08.03.02Outros Ativos141.14094.70249,0%
1.02Ativo Não Circulante17.397.36316.141.2607,8%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo2.753.9402.585.5616,5%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo28.68121.83431,4%
1.02.01.01.01Títulos para Negociação28.68121.83431,4%
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber35.95961.305−41,3%
1.02.01.03.01Clientes35.95961.305−41,3%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos1.064.7211.252.018−15,0%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos1.064.7211.252.018−15,0%
1.02.01.07Despesas Antecipadas96.90694.0383,0%
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes1.527.6731.156.36632,1%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Operações com Derivativos234.89484.095179,3%
1.02.01.09.04Outros Ativos Não-Circulantes13.22414.040−5,8%
1.02.01.09.05Depósitos Judiciais720.261821.312−12,3%
1.02.01.09.06Impostos Indiretos a Recuperar536.757215.261149,4%
1.02.01.09.07Impostos diretos a Recuperar22.53721.6584,1%
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado8.207.2427.566.5108,5%
1.02.03.01Imobilizado em Operação7.491.0916.912.0828,4%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento716.151654.4289,4%
1.02.04Intangível6.436.1815.989.1897,5%
1.02.04.01Intangíveis4.908.9624.461.97010,0%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão1.698.5451.872.945−9,3%
1.02.04.01.02Licença de uso de Softwares2.694.0702.469.6569,1%
1.02.04.01.03Outros Intangíveis516.347119.369332,6%
1.02.04.02Goodwill1.527.2191.527.2190,0%

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasAos Administradores e AcionistasTIM Participações S.A.Examinamos as demonstrações financeiras individuais da TIM Participações S.A. (a "Companhia" ou "Controladora") que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2013 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como o resumo das principais políticas contábeis e as demais notas explicativas. Examinamos também as demonstrações financeiras consolidadas da TIM Participações S.A. e suas controladas ("Consolidado") que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2013 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como o resumo das principais políticas contábeis e as demais notas explicativas.Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeirasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e dessas demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou por erro.Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelo auditor e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou por erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião sobre as demonstrações financeiras individuaisEm nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da TIM Participações S.A. em 31 de dezembro de 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadasEm nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da TIM Participações S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2013, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e as práticas contábeis adotadas no Brasil.ÊnfaseConforme descrito na Nota 3, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da TIM Participações S.A., essas práticas diferem das IFRS, aplicáveis às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas pelo método de equivalência patrimonial, uma vez que para fins de IFRS seria custo ou valor justo. Nossa opinião não está ressalvada em função desse assunto. Outros assuntosInformação suplementar - demonstrações do valor adicionadoExaminamos também as demonstrações do valor adicionado (DVA), individuais e consolidadas, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013, preparadas sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Rio de Janeiro, 13 de fevereiro de 2014PricewaterhouseCoopersAuditores IndependentesCRC 2SP000160/O-5 "F" RJSérgio Eduardo ZamoraContador CRC 1SP168728/O-4 "S" RJ

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DOS DIRETORESRodrigo Modesto de Abreu (Diretor Presidente), Claudio Zezza (Chief Financial Officer), Lorenzo Federico Zanotti Lindner (Chief Operations Officer), Daniel Junqueira Pinto Hermeto (Purchasing & Supply Chain Officer), Mario Girasole (Regulatory and Institutional Affairs Officer), Roger Sole Rafols (Chief Marketing Officer), Rogério Tostes Lima (Diretor de Relações com Investidores) e Jaques Horn (Diretor Jurídico), na qualidade de Diretores Estatutários da TIM Participações S.A., declaram, nos termos do inciso VI do parágrafo 1º do artigo 25 da Instrução CVM nº 480 de 07 de dezembro de 2009, que: reviram, discutiram e concordaram com as Demonstrações Financeiras da Companhia referentes ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2013.Rio de Janeiro, 13 de fevereiro de 2014.RODRIGO MODESTO DE ABREUDiretor PresidenteCLAUDIO ZEZZAChief Financial OfficerMARIO GIRASOLERegulatory and Institutional Affairs OfficerLORENZO FEDERICO ZANOTTI LINDNERChief Operations Officer ROGER SOLE RAFOLSChief Marketing OfficerDANIEL JUNQUEIRA PINTO HERMETOPurchasing & Supply Chain Officer ROGÉRIO TOSTES LIMADiretor de Relações com Investidores JAQUES HORNDiretor Jurídico

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DOS DIRETORESRodrigo Modesto de Abreu (Diretor Presidente), Claudio Zezza (Chief Financial Officer), Lorenzo Federico Zanotti Lindner (Chief Operations Officer), Daniel Junqueira Pinto Hermeto (Purchasing & Supply Chain Officer), Mario Girasole (Regulatory and Institutional Affairs Officer), Roger Sole Rafols (Chief Marketing Officer), Rogério Tostes Lima (Diretor de Relações com Investidores) e Jaques Horn (Diretor Jurídico), na qualidade de Diretores Estatutários da TIM Participações S.A., declaram, nos termos do inciso V do parágrafo 1º do artigo 25 da Instrução CVM nº 480 de 07 de dezembro de 2009, que: reviram, discutiram e concordaram com as opiniões expressas no Relatório dos Auditores Independentes da Companhia referente às Demonstrações Financeiras da Companhia relativas ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2013.Rio de Janeiro, 13 de fevereiro de 2014.RODRIGO MODESTO DE ABREUDiretor PresidenteCLAUDIO ZEZZAChief Financial OfficerMARIO GIRASOLERegulatory and Institutional Affairs OfficerLORENZO FEDERICO ZANOTTI LINDNERChief Operations Officer ROGER SOLE RAFOLSChief Marketing OfficerDANIEL JUNQUEIRA PINTO HERMETOPurchasing & Supply Chain Officer ROGÉRIO TOSTES LIMADiretor de Relações com Investidores JAQUES HORNDiretor Jurídico

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCAL O Conselho Fiscal, em cumprimento às disposições legais e estatutárias, examinou o Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras individuais e consolidadas da TIM Participações S.A. ("Companhia"), referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2013.Nossos exames foram conduzidos de acordo com as disposições legais e compreenderam: (i) a análise dos relatórios financeiros elaborados periodicamente pela Companhia (ii) a Proposta de Orçamento de Capital (iii) a Proposta da Administração de destinação do resultado do exercício de 2013 e de distribuição de dividendos da Companhia (iv) o acompanhamento dos trabalhos realizados pelos auditores externos e internos e (v) as indagações sobre atos e transações relevantes efetuadas pelos Administradores.Com base nos nossos exames, nas informações prestadas e nos esclarecimentos recebidos e, também, considerando o Relatório dos Auditores Independentes da Companhia, PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes ("PwC"), sem ressalvas, emitido no dia 13 de fevereiro de 2014, o Conselho Fiscal é de parecer favorável de que: (i) o Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras acima mencionadas refletem adequadamente as informações nelas contidas (ii) a Proposta de Orçamento de Capital (iii) a Proposta da Administração de destinação do resultado do exercício de 2013 e de distribuição de dividendos da Companhia, estão todas em condições de serem submetidas à apreciação pela Assembleia Geral Ordinária dos Acionistas.Rio de Janeiro (RJ), 13 de fevereiro de 2014.OSWALDO ORSOLINPresidente do Conselho FiscalJOSINO DE ALMEIDA FONSECAMembro do Conselho FiscalCARLOS ALBERTO CASERMembro do Conselho FiscalJOÃO VERNER JUENEMANNMembro do Conselho FiscalRELATÓRIO ANUAL DO COMITÊ DE AUDITORIA ESTATUTÁRIOSobre o ComitêO Comitê de Auditoria Estatutário ("CAE") da TIM Participações S.A. ("Companhia") é um órgão estatutário de funcionamento permanente, que foi criado pela Assembleia Geral Extraordinária, ocorrida no dia 12 dezembro de 2013, buscando as melhores práticas de Governança Corporativa, e em 23 de dezembro de 2013, o Conselho de Administração da Companhia aprovou o Regimento Interno do CAE.Atualmente, o CAE é composto por 3 (três) membros, eleitos em 12 de dezembro de 2013, com mandato até a Assembleia Geral Ordinária da Companhia do ano de 2015, sendo permitida a reeleição por um período máximo de 10 (dez) anos. Todos são membros independentes, sendo o Sr. Maílson Ferreira da Nóbrega também membro do Conselho de Administração e o Sr. Samuel de Paula Matos o especialista financeiro.Compete ao CAE, de acordo com seu Regimento Interno: (i) opinar previamente sobre a contratação e a destituição do auditor independente para prestação dos serviços de auditoria externa das demonstrações financeiras, bem como de quaisquer outros serviços, sejam ou não de auditoria (ii) analisar o plano anual de trabalho, discutir o resultado das atividades desempenhadas, as revisões efetuadas e avaliar o desempenho dos auditores independentes (iii) supervisionar as atividades dos auditores independentes com o objetivo de avaliar a sua independência, a qualidade e a adequação dos serviços prestados à Companhia, incluindo, na extensão permitida pela legislação, o auxílio na solução de eventuais divergências entre a administração e os auditores independentes no que concerne à apresentação das demonstrações financeiras (iv) supervisionar as atividades desempenhadas pela auditoria interna, devendo, para tanto, analisar o plano anual de trabalho, discutir o resultado das atividades desempenhadas, das revisões efetuadas e avaliar o desempenho dos auditores internos (v) supervisionar e analisar a eficácia, qualidade e integridade dos mecanismos de controles internos, a fim de, entre outros, monitorar o cumprimento das disposições relacionadas: (a) à apresentação das demonstrações financeiras, incluindo as informações financeiras trimestrais e outras demonstrações intermediárias e (b) as informações e medições divulgadas com base em dados contábeis ajustados e em dados não contábeis, que acrescentem elementos não previstos na estrutura dos relatórios usuais das demonstrações financeiras (vi) analisar as denúncias, anônimas ou não, relativas a quaisquer assuntos contábeis, de controles internos ou de auditoria, recebidas pela Companhia, bem como sugerir as medidas que poderão ser tomadas (vii) examinar, avaliar e opinar, previamente, se os contratos a serem celebrados entre a Companhia ou suas controladas, de um lado, e o acionista controlador ou suas sociedades controladas, coligadas, sujeitas a controle comum ou controladoras deste último, ou que de outra forma constituam partes relacionadas à Companhia, de outro lado, atendem aos padrões normalmente praticados no mercado em contratações da mesma natureza entre partes independentes, com base no material apresentado pela administração da Companhia, sendo facultado ao Comitê de Auditoria solicitar esclarecimentos adicionais ou opiniões de terceiros independentes, sempre que julgar necessário (viii) elaborar relatório anual resumido, conforme regra estabelecida pela CVM, a ser apresentado juntamente com as demonstrações financeiras, contendo a descrição de: (a) suas atividades, os resultados e conclusões alcançados e as recomendações feitas e (b) quaisquer situações nas quais exista divergência significativa entre a administração da Companhia, os auditores independentes e o Comitê de Auditoria Estatutário em relação às demonstrações financeiras da Companhia e (ix) avaliar e monitorar as exposições de risco da Companhia, podendo inclusive requerer informações detalhadas de políticas e procedimentos relacionados com: (a) a remuneração da administração (b) a utilização de ativos da Companhia e (c) as despesas incorridas em nome da Companhia.As avaliações do CAE baseiam-se nas informações recebidas da Administração, dos auditores externos, da auditoria interna, dos responsáveis pelo gerenciamento de riscos e de controles internos e nas suas próprias análises decorrentes de observação direta.A PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes ("PwC") é a empresa responsável pelo exame de auditoria das demonstrações contábeis, pelo planejamento e execução das auditorias, conforme normas reconhecidas, bem como, responsável pela revisão especial dos informes trimestrais (ITRs), enviados à "CVM". Seu parecer deve assegurar que as referidas demonstrações contábeis representam, adequadamente, a posição patrimonial e financeira da Companhia, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, na Legislação Societária Brasileira, nas normas da CVM e nas normas internacionais de relatórios financeiros (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standard Board ("IASB").A Auditoria Interna, diretamente subordinada ao Conselho de Administração, que também será acompanhada pelo CAE, atua de forma ampla e independente, principalmente, na cobertura das áreas e atividades que apresentam os riscos mais sensíveis à operação e estratégia da Companhia.Atividades do Comitê de Auditoria Estatutário da TIM Participações em 2013O CAE foi criado em dezembro de 2013, mas sua primeira reunião ocorreu somente em 11 de fevereiro de 2014.Nesta ocasião o CAE tratou dos seguintes assuntos: (i) tomou conhecimento e avaliou as contingências da Companhia (ii) avaliou o Relatório da Administração e das Demonstrações Financeiras da Companhia, referentes ao exercício findo em 3 1 de dezembro de 2013 (iii) tomou conhecimento da proposta de orçamento de capital, da proposta da administração de destinação do resultado do exercício de 2013 e de distribuição de dividendos da Companhia (iv) conheceu do projeto para implantação dos controles necessários para fins Lei Anticorrupção, Lei 12.846/2013 e (v) opinou sobre a contratação da auditoria independentes para a prestação de serviço diverso da auditoria financeira.ConclusãoEm que pese o fato de o CAE ter se reunido somente uma vez desde a sua criação, seus membros já desempenhavam a função de Conselheiros, Fiscais e de Administração, da Companhia há algum tempo, razão pela qual se sentiram confortáveis em emitir este relatório.Assim, no exercício de suas atribuições e responsabilidades legais, o CAE analisou as demonstrações financeiras, acompanhadas do parecer dos auditores independentes e do relatório anual da administração, relativo ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2013 ("Demonstrações Financeiras Anuais de 2013"). Considerando as informações prestadas pela Administração da Companhia e pela PwC Auditores Independentes, bem como a proposta de destinação do resultado do exercício de 2013, o CAE avaliou que essas informações e documentos refletem adequadamente, em todos os aspectos relevantes, as posições patrimonial e financeira da Companhia e suas controladas. Por essa razão, recomendam, por unanimidade, a aprovação dos documentos pelo Conselho de Administração da Companhia para o encaminhamento à Assembleia Geral Ordinária de Acionistas, nos termos da Lei das Sociedades por Ações.Rio de Janeiro (RJ), 13 de fevereiro de 2014.Alberto Emmanuel Carvalho WhitakerCoordenador do Comitê de AuditoriaSamuel de Paula MatosMembro e Especialista Financeiro do Comitê de Auditoria

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.