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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2012Código CVM 3115Versão 1Recebida em 28/02/2013valores em R$ mil

DFP 2012 de COMPANHIA DE SEGUROS ALIANCA DA BAHIA

COMPANHIA DE SEGUROS ALIANCA DA BAHIA · CNPJ 15.144.017/0001-90

COMPANHIA DE SEGUROS ALIANCA DA BAHIA
CNPJ 15.144.017/0001-90
DFP 2012
Exercício 2012
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
COMPANHIA DE SEGUROS ALIANCA DA BAHIA
CNPJ
15.144.017/0001-90
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2012*
Publicado em
28/02/2013 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:46

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201231/12/2011Var.
1Ativo Total425.988414.2352,8%
1.01Ativo Circulante195.822191.2662,4%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa3.7045.888−37,1%
1.01.01.01Caixa e Bancos3.7045.888−37,1%
1.01.02Aplicações Financeiras163.864137.52819,1%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.01.03Créditos das Operações26.81733.665−20,3%
1.01.03.01Seguros e Resseguros26.81733.665−20,3%
1.01.03.01.01Prêmios a Receber1.24375265,3%
1.01.03.01.02Operações com Seguradoras25685−96,4%
1.01.03.01.03Operações com Resseguradoras2.4156.393−62,2%
1.01.03.01.04Outros Créditos Operacionais1.01084519,5%
1.01.03.01.05Ativos de Reseguros - Provisões Técnicas22.12424.990−11,5%
1.01.03.02Previdência Complementar00
1.01.03.03Capitalização00
1.01.03.04Outras Operações00
1.01.04Títulos e Créditos a Receber1.30314.065−90,7%
1.01.05Outros Valores e Bens775735,1%
1.01.06Empréstimos e Depósitos Compulsórios00
1.01.07Despesas Antecipadas56560,0%
1.01.08Despesas de Comercialização Diferidas17−85,7%
1.01.08.01Custos de Aquisição Diferidos - Seguros17−85,7%
1.01.09Outros Ativos Circulantes00
1.01.09.01Ativos Não Correntes a Venda00
1.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.09.03Outros00
1.02Ativo Não Circulante230.166222.9693,2%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo131.417119.7909,7%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.02.01.03Créditos das Operações72.92664.34813,3%
1.02.01.03.01Operações com Resseguradoras1011010,0%
1.02.01.03.02Ativos de Resseguros - Provisões Técnicas72.82564.24713,4%
1.02.01.04Títulos e Créditos a Receber58.49155.4425,5%
1.02.01.04.01Créditos Tributários e Previdenciários3.3193.2203,1%
1.02.01.04.02Depósitos Judiciais e Fiscais54.18851.2385,8%
1.02.01.04.03Outros Créditos a Receber9849840,0%
1.02.01.04.04Direito resultante da venda de imóveis00
1.02.01.04.05Créditos a Receber00
1.02.01.05Outros Valores e Bens00
1.02.01.06Empréstimos e Depósitos Compulsórios00
1.02.01.07Despesas Antecipadas00
1.02.01.08Despesas de Comercialização Diferidas00
1.02.01.09Tributos Diferidos00
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes00
1.02.01.10.01Ativos Não Correntes a Venda00
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.02Investimentos91.16795.133−4,2%
1.02.02.01Participações Societárias71.32374.990−4,9%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas no País71.24274.909−4,9%
1.02.02.01.02Participações em Coligadas no Exterior00
1.02.02.01.05Outras Participações Societárias81810,0%
1.02.02.02Propriedades para Investimento19.84420.143−1,5%
1.02.02.02.01Imóveis Urbanos não Destinados a Uso Próprio19.84420.143−1,5%
1.02.03Imobilizado7.4327.836−5,2%
1.02.03.01Imobilizado em Operação7.4327.836−5,2%
1.02.03.01.01Imóveis de uso Próprio6.5346.761−3,4%
1.02.03.01.02Bens Móveis de Uso Próprio715868−17,6%
1.02.03.01.03Outras Imobilizações183207−11,6%
1.02.03.01.04Provisão para Desvalorização00
1.02.03.01.05Depreciação00
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível150210−28,6%
1.02.04.01Intangíveis00
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEISAos Administradores e Acionistas daCOMPANHIA DE SEGUROS ALIANÇA DA BAHIAExaminamos as demonstrações contábeis individuais e consolidadas da Companhia de Seguros Aliança da Bahia (Companhia) identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração pelas Demonstrações ContábeisA Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às entidades supervisionadas pela Superintendência de Seguros Privados - SUSEP, e das demonstrações contábeis consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standard Board (IASB), e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como, pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidades dos Auditores Independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis (individuais e consolidadas) com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento das exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração das demonstrações contábeis da Companhia para planejar procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião sobre as demonstrações contábeis individuaisEm nossa opinião, as demonstrações contábeis individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia de Seguros Aliança da Bahia em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às entidades supervisionadas pela Superintendência de Seguros Privados - SUSEP.Opinião sobre as demonstrações contábeis consolidadasEm nossa opinião, as demonstrações contábeis consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Companhia de Seguros Aliança da Bahia em 31 de dezembro de 2012, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as IFRS's emitidas pelo IASB.Ênfase Conforme descrito na nota explicativa n° 02, as demonstrações contábeis individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Companhia de Seguros Aliança da Bahia essas práticas diferem das IFRS's, aplicável às demonstrações contábeis separadas, somente no que se refere à avaliação do investimento em controlada pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo. Nossa opinião não esta ressalvada em função desse assunto.Outros assuntosDemonstração do valor adicionado Examinamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado - DVA referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS's que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Salvador, 18 de fevereiro de 2013PERFORMANCEAUDITORIA E CONSULTORIA EMPRESARIAL S/SCRC-2BA - 00710/OJOSÉ RENATO MENDONÇACONTADOR - CRC-1BA 9.749/O-9

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Em observância às disposições constantes da Instrução CVM nº 480/09, a Diretoria declara que discutiu, reviu e concordou com as demonstrações financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012. Salvador, 25 de fevereiro de 2013Paulo Sérgio Freire de Carvalho Gonçalves Tourinho Diretor Presidente José Alfredo Cruz Guimarães DiretorAntônio Tavares da Câmara Diretor

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE O PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES Em observância às disposições constantes da Instrução CVM nº 480/09, a Diretoria declara que discutiu, reviu e concordou com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012. Salvador, 25 de fevereiro de 2013Paulo Sérgio Freire de Carvalho Gonçalves Tourinho Diretor Presidente José Alfredo Cruz Guimarães DiretorAntônio Tavares da Câmara Diretor

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal da Companhia de Seguros Aliança da Bahia, no uso de suas atribuições legais e estatutárias, de acordo com o disposto no artigo 163, da Lei nº 6.404/76, examinou o Relatório Anual da Administração, as Demonstrações Financeiras e a Proposta/Demonstrativo da Diretoria para a destinação do Lucro Líquido, referentes ao exercício social encerrado em 31.12.2012 e ainda com base, nos documentos examinados e analisados, nos esclarecimentos apresentados por representantes da Administração, e considerando ainda, os esclarecimentos complementares dos auditores externos - Performance Auditoria e Consultoria Empresarial S/S - e respectivo parecer sem ressalvas, emitido em 18/02/2013, o CONSELHO FISCAL opina por maioria de votos, que os referidos documentos estão em condições de serem apresentados à Assembleia Geral de Acionistas para deliberação.Salvador-Bahia, 26 de fevereiro de 2013.Raimundo Santos SilvaPresidente do Conselho FiscalManoel Mota FonsecaConselheiroRomano Guido N. Gaucho AllegroConselheiro

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.