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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2014226 páginasCódigo CVM 21199Versão 3 · reapresentaçãoRecebida em 29/05/2015valores em R$ mil

DFP 2014 de BANCO PAN S.A.

BANCO PAN S.A. · CNPJ 59.285.411/0001-13

Versões deste exercício: v1 (09/02/2015) · v2 (30/03/2015) · v3 (29/05/2015), esta

BANCO PAN S.A.
CNPJ 59.285.411/0001-13
DFP 2014 (V3)
Exercício 2014
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Metadados

Empresa
BANCO PAN S.A.
CNPJ
59.285.411/0001-13
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
226
Ano de referência
2014*
Publicado em
29/05/2015 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:54

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201431/12/2013Var.
1Ativo Total25.579.36221.922.81816,7%
1.01Caixa e Equivalentes de Caixa47.29847.864−1,2%
1.01.01Disponibilidades47.29847.864−1,2%
1.02Aplicações Financeiras2.765.4881.882.91546,9%
1.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo2.372.9421.425.31266,5%
1.02.01.01Títulos para Negociação657.135299.336119,5%
1.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda1.371.486925.01448,3%
1.02.01.03Outros Ativos Financeiros ao Valor Justo por meio do Resultado341.404198.61771,9%
1.02.01.04Depósitos Compulsórios no Banco Central2.9172.34524,4%
1.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado392.546457.603−14,2%
1.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento392.546457.603−14,2%
1.03Empréstimos e Recebíveis18.268.31415.776.31315,8%
1.03.01Empréstimos e adiantamentos de instituições financeiras957.5371.230.697−22,2%
1.03.02Empréstimos e adiantamentos a clientes17.260.42614.472.10119,3%
1.03.03Outros empréstimos e recebíveis6.5848.006−17,8%
1.03.04Instrumentos de dívida33.55652.351−35,9%
1.03.05Benefício residual em operações securitizadas10.21113.158−22,4%
1.04Tributos Diferidos00—
1.04.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.05Outros Ativos4.188.3233.900.6167,4%
1.05.01Ativos Não Correntes a Venda101.72374.56436,4%
1.05.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.05.03Outros4.086.6003.826.0526,8%
1.05.03.01Impostos a compensar353.118380.045−7,1%
1.05.03.02Impostos Diferidos2.846.7682.843.6030,1%
1.05.03.03Outros ativos886.714602.40447,2%
1.06Investimentos00—
1.06.01Participações em Coligadas00—
1.06.02Outros00—
1.07Imobilizado55.36965.431−15,4%
1.07.01Imobilizado de Uso55.36965.431−15,4%
1.07.02Imobilizado de Arrendamento00—
1.08Intangível254.570249.6792,0%
1.08.01Intangíveis254.570249.6792,0%
1.08.01.01Ágio218.727218.7270,0%
1.08.01.02Outros ativos intangíveis35.84330.95215,8%
1.08.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Aos Administradores Banco Pan S.A. (nova denominação do Banco Panamericano S.A.)Examinamos as demonstrações financeiras consolidadas do Banco Pan S.A. e suas controladas ("Instituição") que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2014 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e as demais notas explicativas.Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras consolidadasA administração da Instituição é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras consolidadas, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras consolidadas livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou por erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras consolidadascom base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelo auditor e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras consolidadas estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações financeiras consolidadas. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras consolidadas, independentemente se causada por fraude ou por erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras consolidadas da Instituição para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Instituição. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras consolidadas tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.OpiniãoEm nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada do Banco Pan S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2014, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).ÊnfaseCréditos tributários diferidosConforme descrito na nota 15, existem em 31 de dezembro de 2014 créditos tributários reconhecidos no ativo, no valor de R$ 2,8 bilhões no Banco Pan S.A. e empresas controladas, reconhecidos com base em projeção para a realização de créditos tributários de longo prazo. Essa projeção de realização do crédito tributário foi revisada pela administração do Banco com base em estudo do cenário atual e futuro e aprovada pelo Conselho de Administração em 9 de fevereiro de 2015, cujas premissas principais utilizadas foram os indicadores macroeconômicos, de produção e custo de captação. A realização desses créditos tributários, no período estimado de realização, depende da materialização dessas projeções e do plano de negócios na forma como aprovados pelos órgãos da Administração. Nossa opinião não está ressalvada em função deste assuntoSão Paulo, 30 de março de 2015PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes CRC 2SP000160/O-5Edison Arisa PereiraContador CRC 1SP127241/O-0AosAdministradores e AcionistasBanco Pan S.A. Examinamos as demonstrações financeiras individuais do Banco Pan S.A. ("Instituição") que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2014, e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício e semestre findos nessa data, bem como as demonstrações financeiras consolidadas do Banco Pan S.A. e de suas controladas ("Consolidado") que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2014, e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e as demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras A administração da Instituição é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil - BACEN e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e a adequada apresentação das demonstrações financeiras da Instituição para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia dos controles internos da Instituição. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.OpiniãoEm nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Banco Pan S.A. e do Banco Pan S.A. e suas controladas ("Consolidado") em 31 de dezembro de 2014, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício e semestre findos nessa data, bem como o desempenho consolidado de suas o perações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa mesma data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.ÊnfaseCréditos tributários diferidosConforme descrito na nota 34, existem em 31 de dezembro de 2014 créditos tributários reconhecidos no ativo, no valor de R$ 2,9 bilhões no Banco Pan S.A. e empresas controladas, reconhecidos com base em projeção para a realização de créditos tributários de longo prazo. Essa projeção de realização do crédito tributário foi revisada pela administração do Banco com base em estudo do cenário atual e futuro e aprovada pelo Conselho de Administração em 9 de fevereiro de 2015, cujas premissas principais utilizadas foram os indicadores macroeconômicos, de produção e custo de captação. A realização desses créditos tributários, no período estimado de realização, depende da materialização dessas projeções e do plano de negócios na forma como aprovados pelos órgãos da Administração. Nossa opinião não está ressalvada em função deste assunto.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoExaminamos também as demonstrações individuais do valor adicionado (DVA) para o exercício e semestre findos em 31 de dezembro de 2014 e consolidadas para o exercício findo nessa mesma data, preparadas sob a responsabilidade da administração da Instituição, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.São Paulo, 09 de fevereiro de 2015 PricewaterhouseCoopersAuditores IndependentesCRC 2SP000160/O-5 Edison Arisa PereiraContador CRC 1SP127241/O-0

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Em observância às disposições constantes da Instrução CVM nº 480/09, a Diretoria do Banco PAN declara que discutiu, reviu e concordou com as demonstrações financeiras individuais e consolidadas referente ao exercício findo em 31/12/2014.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Em observância às disposições constantes da Instrução CVM nº 480/09, a Diretoria do Banco PAN declara que discutiu, reviu e concordou com a conclusão expressa no relatório dos auditores independentes referente às demonstrações financeiras individuais e consolidadas referentes ao exercício findo em 31/12/2014.

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALOs membros efetivos do Conselho Fiscal do Banco Pan S.A., após procederem ao exame do relatório da administração e das demonstrações financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31.12.2014 e com base: (a) no Parecer dos Auditores Independentes - PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, datado de 09.02.2015, com ênfase em relação aos créditos ativados no valor de R$ 2,9 bilhões no Banco Pan S.A. e empresas controladas, reconhecidos com base em projeção para a realização de créditos tributários de longo prazo que, para a sua realização, dependem da materialização das premissas constantes do Estudo Técnico de Viabilidade de Realização de Créditos Tributários elaboradas pela administração da entidade, aprovadas pelo Conselho de Administração em 9 de fevereiro de 2015, conforme nota explicativa nº 34 (b) na reunião com os auditores externos e (c) no relatório do Comitê de Auditoria. Entendem que esses documentos refletem adequadamente a situação patrimonial, a posição financeira e as atividades desenvolvidas pela Companhia no exercício, e corroboram com a opinião do comitê de auditoria de que "os controles internos e de gerenciamento de riscos, embora sem comprometimento de sua efetividade quanto aos princípios fundamentais, necessitam de melhorias. Algumas ações, como: revisão/atualização de políticas voltadas à mitigação de riscos, implantação de novos sistemas tecnológicos e a definição de regras mais rígidas voltadas à agilização dacorreção dos apontamentos da autoridade supervisora e das auditorias, por parte da administração, encontram-se em curso".Os exames das demonstrações citadas foram complementados, ainda, pela análise de documentos e, substancialmente, por informações e esclarecimentos prestados aos membros do Conselho Fiscal, no decorrer do exercício, pela Administração da Companhia, essencialmente, pela Diretoria de Controladoria e Compliance.São Paulo, 09 de fevereiro de 2015.Marcelo Adilson Tavarone Torresi

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.