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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201976 páginasCódigo CVM 22608Versão 4 · reapresentaçãoRecebida em 27/07/2020valores em R$ mil

DFP 2019 de EMPREENDIMENTOS PAGUE MENOS S/A

EMPREENDIMENTOS PAGUE MENOS S/A · CNPJ 06.626.253/0001-51

Versões deste exercício: v1 (21/02/2020) · v2 (26/02/2020) · v3 (24/06/2020) · v4 (27/07/2020), esta

EMPREENDIMENTOS PAGUE MENOS S/A
CNPJ 06.626.253/0001-51
DFP 2019 (V4)
Exercício 2019
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Metadados

Empresa
EMPREENDIMENTOS PAGUE MENOS S/A
CNPJ
06.626.253/0001-51
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
76
Ano de referência
2019*
Publicado em
27/07/2020 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:27

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201931/12/2018Var.
1Ativo Total4.807.6863.376.88542,4%
1.01Ativo Circulante2.197.8672.184.1870,6%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa121.040118.1972,4%
1.01.02Aplicações Financeiras3.5001.135208,4%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado3.5001.135208,4%
1.01.03Contas a Receber391.941469.579−16,5%
1.01.03.01Clientes288.453315.465−8,6%
1.01.03.01.01Contas a receber de clientes - Cartões de créditos276.703302.226−8,4%
1.01.03.01.02Convenios a receber15.40015.0982,0%
1.01.03.01.03Comissoes a receber469114311,4%
1.01.03.01.04Programa de Beneficios de Medicamentos - PBM4.2766.886−37,9%
1.01.03.01.05Provisão para créditos de liquidação duvidosa−5.604−6.0717,7%
1.01.03.01.06Ajuste a valor presente−2.791−2.788−0,1%
1.01.03.02Outras Contas a Receber103.488154.114−32,8%
1.01.03.02.01Acordos Comerciais79.29391.752−13,6%
1.01.03.02.02Despesas antecipadas4.3842.59069,3%
1.01.03.02.03Outras19.81159.772−66,9%
1.01.04Estoques1.466.3711.506.448−2,7%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar204.15370.187190,9%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar204.15370.187190,9%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes10.86218.641−41,7%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros10.86218.641−41,7%
1.01.08.03.01Operações com Derivativos10.86218.641−41,7%
1.02Ativo Não Circulante2.609.8191.192.698118,8%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo471.546367.52228,3%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado6.76914.209−52,4%
1.02.01.04Contas a Receber00—
1.02.01.04.01Clientes00—
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.05Estoques00—
1.02.01.06Ativos Biológicos00—
1.02.01.07Tributos Diferidos165.162142.08316,2%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos165.162142.08316,2%
1.02.01.08Despesas Antecipadas00—
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.09.02Créditos com Controladas00—
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes299.615211.23041,8%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.10.03Impostos e Contribuições a Recuperar273.194188.28645,1%
1.02.01.10.04Depósitos Judiciais25.32813.33789,9%
1.02.01.10.05Outros créditos00—
1.02.01.10.06Operações com derivativos1.0939.607−88,6%
1.02.02Investimentos70.29070.645−0,5%
1.02.02.01Participações Societárias70.29070.645−0,5%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.02Participações em Controladas00—
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.04Outros Investimentos70.29070.645−0,5%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado2.032.836717.536183,3%
1.02.03.01Imobilizado em Operação582.154717.536−18,9%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento1.450.6820—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível35.14736.995−5,0%
1.02.04.01Intangíveis35.14736.995−5,0%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEISAosAdministradores e Acionistas da Empreendimentos Pague Menos S.A. Fortaleza - CEOpiniãoExaminamos as demonstrações contábeis da Empreendimentos Pague Menos S.A. ("Companhia") que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2019 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia em 31 de dezembro de 2019, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis". Somos independentes em relação à Companhia, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações contábeis como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações contábeis e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Para cada assunto abaixo, a descrição de como nossa auditoria tratou o assunto, incluindo quaisquer comentários sobre os resultados de nossos procedimentos, é apresentado no contexto das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Nós cumprimos as responsabilidades descritas na seção intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis", incluindo aquelas em relação a esses principais assuntos de auditoria. Dessa forma, nossa auditoria incluiu a condução de procedimentos planejados para responder a nossa avaliação de riscos de distorções significativas nas demonstrações contábeis. Os resultados de nossos procedimentos, incluindo aqueles executados para tratar os assuntos abaixo, fornecem a base para nossa opinião de auditoria sobre as demonstrações contábeis da Companhia.Controles internos e controles gerais de tecnologia de informação A Companhia, impactada pelo seu elevado número de transações e dispersão geográfica, utiliza-se de uma complexa estrutura de controles internos, sejam eles manuais, automatizados e dependentes dos sistemas integrados de gestão. Dessa forma, a eficácia no desenho e na operação destes controles é de suma importância para que os registros contábeis e, por consequência, as demonstrações contábeis estejam livres de erros significativos. Essa estrutura complexa, que envolve diversas lojas em todos os Estados da federação e cinco centros de distribuição, encontra-se com diferentes níveis de maturação e os riscos relacionados aos processos de tecnologia da informação relevantes para as transações processadas nos diferentes sistemas podem resultar em informações críticas incorretas, inclusive as utilizadas na elaboração das demonstrações contábeis. Devido à importância da estrutura de controle interno para a Companhia, consideramos essa área como relevante para a nossa auditoria. Como nossa auditoria conduziu esse assunto Nossos procedimentos incluíram, entre outros, o envolvimento de especialistas em tecnologia da informação para nos auxiliar no entendimento relacionado aos ambientes dos sistemas de informação, assim como os controles manuais, dependentes de sistema e automatizados e que afetam toda a estrutura de negócios da Companhia. As deficiências no desenho e na operação dos controles gerais de TI relacionados a acesso lógico e gestão de mudanças, alteraram a nossa avaliação da natureza, época e extensão de nossos procedimentos substantivos planejados para obtermos evidências suficientes e adequadas de auditoria. Nossos procedimentos adicionais incluíram testes para controles compensatórios quando da identificação de inconsistências em relação aos controles gerais de tecnologia testados e avaliamos substantivamente a integridade dos relatórios produzidos pelos sistemas relacionados e utilizados em nossos procedimentos de auditoria. Com base nos resultados dos procedimentos acima, consideramos aceitáveis as informações extraídas dos sistemas da Companhia para planejamento e execução dos nossos testes no contexto das demonstrações contábeis tomadas em conjunto.Reconhecimento da receita de bonificação de fornecedores As bonificações de fornecedores e as contribuições promocionais são práticas comerciais regulares no setor de varejo. A Companhia recebe vários tipos de bonificações, as quais são um componente significativo na determinação do custo das mercadorias vendidas. Consideramos este assunto significativo para a nossa auditoria em virtude dos volumes envolvidos, do reconhecimento do benefício e seu consequente registro em estoques requererem julgamentos por parte da Administração da Companhia em relação à natureza, o cumprimento das obrigações descritas nos acordos comerciais com fornecedores, as estimativas utilizadas para apurar os valores e ao período do reconhecimento da bonificação como redução do custo das mercadorias vendidas, no resultado do exercício. Como nossa auditoria conduziu esse assunto Nossos procedimentos incluíram, entre outros: (i) a avaliação e entendimento das rotinas contábeis para a determinação e contabilização das bonificações (ii) seleção de uma amostra de acordos comerciais para exames de seus termos, recálculo dos valores das bonificações e confronto com os registros contábeis (iii) análise das premissas utilizadas para determinação do cumprimento das obrigações com os fornecedores e do respectivo período de competência para o reconhecimento das bonificações no resultado do exercício e (iv) exames de recebimentos subsequentes. No decorrer da nossa auditoria também identificamos ajustes que foram considerados imateriais para a mensuração e a divulgação dos acordos comerciais e, por tal motivo, não foram ajustados pela Administração. Com base nos resultados dos procedimentos de auditoria efetuados, que estão consistentes com a avaliação da Administração, consideramos que os critérios e premissas adotados para o reconhecimento e divulgação das receitas de bonificação concedidas pelos fornecedores são aceitáveis, no contexto das demonstrações contábeis tomadas em conjunto.Recuperabilidade dos ativos com vida útil definida Em 31 de dezembro de 2019, os ativos com vida útil definida incluem edificações, benfeitoria em imóveis de terceiros, direito de uso de arrendamento mercantil, dentre outros. De acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, a C ompanhia é requerida a proceder pelo menos anualmente um teste de recuperabilidade (teste de "impairment") dos valores registrados desses ativos.O monitoramento desse assunto foi considerado significativo para a nossa auditoria, por que o processo de avaliação da recuperabilidade desses ativos é complexo e envolve um alto grau de subjetividade, bem como, é baseado em diversas premissas tais como determinação das unidades geradoras de caixa, taxas de descontos, percentuais de crescimento e rentabilidade dos negócios da Companhia para vários anos futuros. Como nossa auditoria conduziu esse assunto Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, utilização de profissionais especializados para nos auxiliar na avaliação das premissas e metodologia usadas pela Companhia, em particular relacionadas às estimativas de vendas futuras, taxa de crescimento, taxa de desconto utilizada nos fluxos de caixa descontados. Também efetuamos testes sobre a adequação das divulgações efetuadas pela Companhia sobre as premissas utilizadas nos cálculos de recuperabilidade dos referidos ativos, as quais estão incluídas nas notas explicativas nº 11 e 12.Com base nos resultados dos procedimentos de auditoria efetuados, que estão consistentes com a avaliação da Administração, consideramos que os critérios e premissas adotados para o reconhecimento e divulgação da provisão para recuperabilidade de ativos tangíveis com vida útil definida, são aceitáveis, no contexto das demonstrações contábeis tomadas em conjunto.Outros assuntos Demonstração do valor adicionadoA demonstração do valor adicionado (DVA) referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2019, elaborada sob a responsabilidade da Administração da Companhia, e apresentada como informação suplementar para fins de IFRS, foi submetida a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações contábeis da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essa demonstração está conciliada com as demonstrações contábeis e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo está de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico NBC TG 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essa demonstração do valor adicionado foi adequadamente elaborada, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e é consistente em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis e o relatório do auditor A Administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações contábeis ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações contábeisA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações contábeis, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeisNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detecta as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtivemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtivemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis, inclusive as divulgações e se as demonstrações contábeis representam as correspondentes transações e os evento s de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance e da época dos trabalhos de auditoria planejados e das constatações significativas de auditoria, inclusive as deficiências significativas nos controles internos que eventualmente tenham sido identificadas durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações contábeis do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. Fortaleza, 21 de fevereiro de 2020 ERNST & YOUNG Auditores Independentes S.S. CRC 2SP015199/O-6 Carlos Santos Mota Filho Contador CRC - PE020728/O-7-T-CE

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Em conformidade com o artigo 25, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Instrução Normativa CVM nº 480/09, os Diretores da Companhia declaram que reviram, discutiram e concordam com a apresentação das demonstrações financeiras.Fortaleza, 21 de fevereiro de 2020._______________________________Mário Henrique Alves de QueirósDiretor-presidente_______________________________Josué Ubiranilson AlvesDiretor Vice-presidente de Gente e Jurídico_______________________________Patriciana Maria de Queirós RodriguesDiretor Vice-presidente Comercial_______________________________Carlos Henrique Alves de QueirósDiretor Vice-presidente de Expansão e Novos Negócios_______________________________José Carlos Rafael de Assis VasquezDiretor Vice-presidente de Operações e Digital_______________________________Luiz Renato NovaisDiretor Vice-presidente Administrativo, Financeiro e de Relações com Investidores_______________________________Pedro Ronaldo de Carvalho PraxedesDiretor Vice-presidente de Tecnologia e Supply_______________________________Jorge Alexandre Jubilato AraújoDiretor de Gente e Gestão_______________________________Marcos Ricardo ColaresDiretor de Compras_______________________________Geraldo de Lima Gadêlha FilhoDiretor Jurídico_______________________________Rosilândia Maria Alves de Queirós LimaDiretora de Marca Própria_______________________________Cesar Heiki TanakaDiretor de Expansão e Novo Negócios_______________________________Aline Couto Alves GirãoDiretora de Relacionamento com Clientes_______________________________Thiago da Cunha Peixoto LadeiraDiretor de Gerenciamento de Categorias, Pricing, Digital e Inteligência de Mercado_______________________________Francilene Couto AlvesDiretora Executiva da Farmácia de Manipulação_______________________________Afro José Campos de VasconcelosDiretor de Tecnologia_______________________________Marcos Antônio Almeida SilvaDiretor de Aplicações

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Em conformidade com o artigo 25, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Instrução Normativa CVM 480/09, os Diretores da Companhia declaram que reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no Relatório dos auditores independentes relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2019.Fortaleza, 21 de fevereiro de 2020._______________________________Mário Henrique Alves de QueirósDiretor-presidente_______________________________Josué Ubiranilson AlvesDiretor Vice-presidente de Gente e Jurídico_______________________________Patriciana Maria de Queirós RodriguesDiretor Vice-presidente Comercial_______________________________Carlos Henrique Alves de QueirósDiretor Vice-presidente de Expansão e Novos Negócios_______________________________José Carlos Rafael de Assis VasquezDiretor Vice-presidente de Operações e Digital_______________________________Luiz Renato NovaisDiretor Vice-presidente Administrativo, Financeiro e de Relações com Investidores_______________________________Pedro Ronaldo de Carvalho PraxedesDiretor Vice-presidente de Tecnologia e Supply_______________________________Jorge Alexandre Jubilato AraújoDiretor de Gente e Gestão_______________________________Marcos Ricardo ColaresDiretor de Compras_______________________________Geraldo de Lima Gadêlha FilhoDiretor Jurídico_______________________________Rosilândia Maria Alves de Queirós LimaDiretora de Marca Própria_______________________________Cesar Heiki TanakaDiretor de Expansão e Novo Negócios_______________________________Aline Couto Alves GirãoDiretora de Relacionamento com Clientes_______________________________Thiago da Cunha Peixoto LadeiraDiretor de Gerenciamento de Categorias, Pricing, Digital e Inteligência de Mercado_______________________________Francilene Couto AlvesDiretora Executiva da Farmácia de Manipulação_______________________________Afro José Campos de VasconcelosDiretor de Tecnologia_______________________________Marcos Antônio Almeida SilvaDiretor de Aplicações

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

Empreendimentos Pague Menos S.A.RELATÓRIO ANUAL RESUMIDO DO COMITÊ DE AUDITORIA ESTATUTÁRIO - 2019 Aos Conselheiros de Administração da Empreendimentos Pague Menos S.A.1. APRESENTAÇÃO O Comitê de Auditoria Estatutário ("Comitê") da Empreendimentos Pague Menos S.A. ("Companhia"), cuja criação foi deliberada na reunião do Conselho de Administração do dia 27 de dezembro de 2016, é composto por um membro independente do Conselho de Administração e dois membros independentes com experiência em assuntos de contabilidade societária, e seus respectivos suplentes. O Comitê reporta-se ao Conselho de Administração e atua com autonomia e independência no exercício de suas funções, funcionando como órgão auxiliar, consultivo e de assessoramento, sem poder decisório ou atribuições executivas. As funções e responsabilidades do Comitê são desempenhadas em cumprimento às atribuições legais e regulamentares aplicáveis, estatutárias e definidas no seu Regimento Interno. A responsabilidade do Comitê está relacionada com a revisão e o monitoramento, dentro de sua capacidade de supervisão, dos processos de elaboração e publicação de relatórios financeiros e de auditoria. As avaliações do Comitê baseiam-se nas informações recebidas da Administração, principalmente das áreas financeiras, contábil, jurídica, além dos auditores independentes e da auditoria interna, bem como nas suas próprias análises decorrentes de sua atuação de supervisão e monitoramento. Na presente data, o Comitê é composto pelos seguintes membros: Sr. Frederico Seabra Carvalho, Sr. Paulo Sérgio Cruz Dortas Matos, eleitos na reunião do Conselho de Administração realizada em 20 de dezembro de 2018 e Sra. Manuela Vaz Artigas, eleita na reunião do Conselho de Administração realizada em 06 de novembro de 2019. Ao Sr. Frederico Seabra Carvalho foi atribuída a coordenação do Comitê. 2. ATIVIDADES REALIZADAS NO PERÍODO No período de 01 de abril 2018 a 19 de fevereiro de 2019, o Comitê reuniu-se 6 (seis) vezes. As atas das reuniões do Comitê são distribuídas nas reuniões do Conselho de Administração, ocasião em que o Coordenador do Comitê relata e enfatiza aos demais Conselheiros, quando julgado apropriado, os assuntos relevantes e pertinentes, identificados nas atividades do Comitê. As principais atividades realizadas foram:  Revisão, aprovação e supervisão do plano de trabalho da Auditoria Interna  Supervisão da atuação dos auditores independentes quanto a sua independência, qualidade e adequação dos serviços prestados  Monitoramento da implantação dos planos de ação, decorrentes das recomendações feitas pela Auditoria Interna e Auditoria Independente  Monitoramento dos mecanismos de controles internos  Acompanhamento das atividades do Comitê de Ética e Conduta  Acompanhamento das averiguações e das denúncias recebidas via Canal de Denúncias  Identificação e recomendação para melhorias nos processos, durante as discussões com as diversas áreas convocadas, bem como acompanhamento e monitoramento das implantações dessas recomendações  Acompanhamento do processo de elaboração das demonstrações financeiras, em conformidade com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro International Financial Reporting Standards - IFRS emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB e  Revisão das Informações Trimestrais - ITRs, das Demonstrações Financeiras - DFPs e do Formulário de Referência. 3. RECOMENDAÇÕES PARA MELHORIAS NOS PROCESSOS DE NEGÓCIOS Nos debates estabelecidos nas reuniões, realizadas no período em questão, foram propostas recomendações de ações corretivas para processos de controles e gestão dos negócios. As pendências e os respectivos atendimentos às ações corretivas são devidamente registrados em atas e controladas pela gerente de Auditoria Interna. O Comitê monitora periodicamente a implantação dessas melhorias e das adequações sugeridas. 4. AVALIAÇÃO DA EFETIVIDADE DOS SISTEMAS DE CONTROLES INTERNOS A Administração da Companhia é responsável pelo desenho e pela implantação de políticas, procedimentos, processos e práticas de controles internos que propiciem a salvaguarda de ativos, o tempestivo reconhecimento de passivos, a aderência às regras e a integridade e precisão das informações. A Auditoria Interna é responsável por aferir o grau de atendimento ou observância, por todos dos departamentos da Companhia, dos procedimentos e das práticas de controles internos e que estes se encontrem em efetiva aplicação. 5. AVALIAÇÃO DA EFETIVIDADE DAS AUDITORIAS INDEPENDENTES E INTERNA O Comitê mantém um canal regular de comunicação com os auditores internos e independentes, permitindo ampla discussão dos resultados de seus trabalhos, de aspectos contábeis e de controles internos relevantes e, em decorrência, avalia como plenamente satisfatório o volume e a qualidade das informações fornecidas por esses profissionais, as quais apoiam sua opinião acerca da adequação e integridade dos sistemas de controles internos e das demonstrações financeiras. Ademais, não foram identificadas situações que pudessem afetar a objetividade e a independência dos auditores independentes e/ou a autonomia dos auditores internos. A Ernst & Young Auditores Independentes S.S. ("EY") é a empresa de auditoria responsável por examinar as demonstrações financeiras e emitir opinião quanto ao seu preparo consoante às práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro International Financial Reporting Standards - IFRS, emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB. O Comitê acompanhou as atividades realizadas pela Auditoria Interna e pela Auditoria Independente, quer por meio da realização de reuniões periódicas, quer pela revisão dos relatórios emitidos. Em decorrência, o Comitê avalia positivamente a cobertura e a qualidade dos trabalhos realizados pela Auditoria Interna e pela Auditoria Independente, concernentes às demonstrações financeiras do exercício social findo em 31 de dezembro de 2019. 6. AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS A Administração é responsável pela definição e implantação de sistemas de informações que produzam as demonstrações financeiras da Companhia, em observância à legislação societária, práticas contábeis, com as normas da Comissão de Valores Mobiliários - CVM e com as normas internacionais de relatório financeiro International Financial Reporting Standards - IFRS, emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB. O Comitê reuniu-se em diversas ocasiões com os responsáveis pelas áreas de contabilidade para análise dos procedimentos que envolveram o processo de preparação das demonstrações financeiras relativas ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2019. Por fim, discutiu com os auditores independentes os resultados dos trabalhos, os principais assuntos de auditoria descritos em seu relatório e as suas conclusões sobre a auditoria das referidas demonstrações financeiras, cuja opinião se apresenta sem ressalvas. Os principais pontos discutidos também se relacionaram com as práticas contábeis adotadas para apresentação das demonstrações financeiras, e, ainda, com recomendações e demais apontamentos nos relatórios de controles internos. O Comitê verificou que as demonstrações financeiras estão apropriadas em relação às práticas contábeis e à legislação societária brasileira, bem como às normas da Comissão de Valores Mobiliários - CVM e com as norma s internacionais de relatório financeiro International Financial Reporting Standards - IFRS, emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB.7. CONCLUSÕES Durante a condução dos trabalhos, o Comitê não identificou nenhuma situação que pudesse afetar a objetividade e a independência da EY com relação à Companhia. Dessa forma, nos termos do Regimento Interno do Comitê de Auditoria, este informa ao Conselho de Administração que não tem conhecimento de nenhum tipo de relacionamento entre a EY e a Companhia que possa ter afetado sua independência na execução dos seus trabalhos referente à auditoria independente das demonstrações financeiras encerradas em 31 de dezembro de 2019. Registra-se, ainda, que não foi identificada nenhuma situação de divergência significativa entre a Administração da Companhia, os Auditores Independentes da EY e o próprio Comitê de Auditoria em relação às demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2019. As opiniões e julgamentos do Comitê dependem das informações que são apresentadas pela Companhia, em particular das áreas financeiras, contábeis e da Auditoria Interna, além dos Auditores Independentes. Neste sentido, o Comitê julga que todos os assuntos pertinentes que lhe foram prestados estão adequadamente divulgados nas demonstrações financeiras e no relatório da administração relativos ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2019 acompanhados do Relatório dos Auditores Independentes emitido sem ressalvas, e, portanto, recomenda ao Conselho de Administração a aprovação das referidas demonstrações financeiras auditadas. Fortaleza, 19 de fevereiro de 2020.Frederico Seabra CarvalhoCoordenador do Comitê de Auditoria Estatutário Manuela Vaz ArtigasMembro Independente do Comitê de Auditoria Estatutário Paulo Sérgio Cruz Dortas MatosMembro Independente do Comitê de Auditoria Estatutário

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.