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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2019137 páginasCódigo CVM 23230Versão 1Recebida em 17/05/2019valores em R$ mil

DFP 2019 de RAIZEN ENERGIA S.A

RAIZEN ENERGIA S.A · CNPJ 08.070.508/0001-78

RAIZEN ENERGIA S.A
CNPJ 08.070.508/0001-78
DFP 2019
Exercício 2019
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Metadados

Empresa
RAIZEN ENERGIA S.A
CNPJ
08.070.508/0001-78
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
137
Ano de referência
2019*
Publicado em
17/05/2019 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:27

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/03/201931/03/2018Var.
1Ativo Total28.631.58524.530.29616,7%
1.01Ativo Circulante10.369.1358.217.51926,2%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa3.189.8593.321.777−4,0%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.03Contas a Receber974.024602.36561,7%
1.01.03.01Clientes00—
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques789.371752.5624,9%
1.01.05Ativos Biológicos813.995947.815−14,1%
1.01.06Tributos a Recuperar221.494206.8897,1%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00—
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes4.380.3922.386.11183,6%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros4.380.3922.386.11183,6%
1.01.08.03.01Caixa restrito134.96691.10948,1%
1.01.08.03.02Instrumentos financeiros derivativos788.279243.538223,7%
1.01.08.03.03Outros ativos financeiros306.457408.379−25,0%
1.01.08.03.04Creditos com Partes Relacionadas2.413.896750.419221,7%
1.01.08.03.05Dividendos a receber00—
1.01.08.03.06Imposto sobre a renda e contribuição social a recuperar418.302584.435−28,4%
1.01.08.03.07Outros créditos318.492308.2313,3%
1.02Ativo Não Circulante18.262.45016.312.77712,0%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo6.001.5504.723.15127,1%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.04Contas a Receber00—
1.02.01.04.01Clientes00—
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.05Estoques00—
1.02.01.06Ativos Biológicos00—
1.02.01.07Tributos Diferidos390.40082.766371,7%
1.02.01.07.01Imposto sobre a renda e contribuição social diferidos390.40082.766371,7%
1.02.01.08Despesas Antecipadas00—
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas3.416.8583.019.80413,1%
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09.05Depósitos judiciais00—
1.02.01.09.06Outros ativos financeiros00—
1.02.01.09.07Imposto sobre a renda e contribuição social a recuperar00—
1.02.01.09.08Outros créditos00—
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes2.194.2921.620.58135,4%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.10.03Impostos a recuperar77.36955.63439,1%
1.02.01.10.04Instrumentos financeiros derivativos562.684242.541132,0%
1.02.01.10.05Depósitos judiciais381.020349.5869,0%
1.02.01.10.06Outros ativos financeiros526.969502.4334,9%
1.02.01.10.07Imposto sobre a renda e contribuição social a recuperar414.230300.93037,6%
1.02.01.10.08Outros créditos232.020169.45736,9%
1.02.02Investimentos572.918346.46165,4%
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.05Outros Investimentos00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado9.846.2719.432.3244,4%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível1.841.7111.810.8411,7%
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Ao Conselho de Administração e Acionistas da Raízen Energia S.A.São Paulo - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Raízen Energia S.A. ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de março de 2019 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Raízen Energia S.A. em 31 de março de 2019, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Avaliação do valor recuperável de ágios por expectativa de rentabilidade futura originados em combinações de negóciosVeja as Nota 2.3(k) e 12 das demonstrações financeiras individuais e consolidadasPrincipal assunto de auditoriaA Companhia realizou combinações de negócios que resultaram em reconhecimento de ágios por expectativa de rentabilidade futura, os quais devem ser avaliados anualmente em relação ao seu valor recuperável. A avaliação do valor recuperável leva em consideração as unidades geradoras de caixa da Companhia e envolve julgamentos significativos na determinação das premissas utilizadas nas projeções de fluxos de caixa, incluindo os preços de vendas das commodities como o açúcar, taxas de câmbio, de crescimento e de desconto, e pode resultar em impacto relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Por essas razões, consideramos esse assunto significativo em nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNossos procedimentos incluíram:A avaliação do desenho dos controles internos chave relacionados com a preparação e revisão do plano de negócios, orçamento, estudos técnicos e análises do valor recuperável disponibilizados pela Companhia.Com o auxílio dos nossos especialistas em finanças corporativas, avaliamos a razoabilidade das premissas chaves adotadas na determinação dos fluxos de caixa descontados e, efetuamos a análise de sensibilidade acerca das principais premissas utilizadas pela Companhia.Comparamos os orçamentos aprovados para o exercício findo em 31 de março de 2019 com os valores reais apurados de forma a verificar a habilidade da Companhia em projetar resultados futuros.A comparação entre o valor recuperável apurado com base nos fluxos de caixa descontados com os saldos contábeis, por unidade geradora de caixa.Avaliamos também a adequação das divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, principalmente as relativas às premissas adotadas no cálculo do valor recuperável das unidades geradoras de caixa. Como resultado das evidências obtidas por meio dos procedimentos acima resumidos, consideramos que, o saldo dos ágios por expectativa de rentabilidade futura originados em combinações de negócios, no tocante à sua recuperabilidade, assim como as respectivas divulgações, são aceitáveis, no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto, referentes ao exercício findo em 31 de março de 2019.Mensuração dos ativos biológicosVeja as Notas 2.3(g) e 7 das demonstrações financeiras individuais e consolidadasPrincipal assunto de auditoriaA Companhia mensura seus ativos biológicos a valor justo e essa mensuração requer julgamento crítico na determinação de premissas, que incluem, entre outras, preço futuro do açúcar, produtividade dos canaviais, área estimada e taxa de desconto. Devido à relevância das estimativas efetuadas para mensurar o valor justo dos ativos biológicos da Companhia e do impacto que eventuais mudanças nas premissas e estimativas usadas na mensuração desse valor teriam nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, consideramos esse assunto significativo em nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNossos procedimentos incluíram:A avaliação do desenho e a efetividade operacional dos controles internos chave da Companhia relacionados a mensuração do valor justo dos ativos biológicos.Com o auxílio dos nossos especialistas em finanças corporativas, avaliação da razoabilidade das principais premissas utilizadas pela Companhia para mensurar o valor justo dos ativos biológicos e comparamos com informações históricas disponíveis e com dados observáveis de mercado, bem como, efetuamos a análise de sensibilidade das premissas significativas utilizadas.Avaliamos também as divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, especificamente em relação às premissas utilizadas.Como resultado das evidências obtidas por meio dos procedimentos acima resumidos, consideramos que, no tocante à sua mensuração, o saldo dos ativos biológicos, assim como as respectivas divulgações, são aceitáveis, no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto, referentes ao exercício findo em 31 de março de 2019.Valorização dos instrumentos financeiros derivativos e designação de contabilidade de proteção ("hedge accounting")Veja as Notas 2.3(c) e 24 das demonstrações financeiras individuais e consolidadasPrincipal assunto de auditoriaDevido à relevância das operações com instrumentos financeiros derivativos utilizados pela Companhia para proteção de riscos de flutuações de preços das commodities, de moeda e de juros, com base na complexidade e julgamentos envolvidos na mensuração do valor justo dos derivativos bem como na determinação de uma relação de hedge e sua efetividade e, impactos significativos que alterações nas designações de hedge poderiam causar, consideramos esse assunto significativo em nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assunto Nossos procedimentos incluíram:A avaliação do desenho e efetividade dos controles internos chave da Companhia relacionados ao cálculo do valor justo dos instrumentos financeiros derivativos e a documentação preparada para designação do hedge accounting.Com o auxílio dos nossos especialistas em instrumentos financeiros, avaliação da adequação da documentação suporte das relações de hedge bem como a razoabilidade das principais premissas utilizadas pela Companhia para calcular o valor justo dos instrumentos financeiros derivativos, utilizando informações de transações recentes de mercado, análise de fluxo de caixa descontado e risco de crédito da Companhia e das contrapartes.Avaliamos também se as divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas consideram as informações relevantes Como resultado das evidências obtidas por meio dos procedimentos acima resumidos, consideramos que o saldo dos instrumentos financeiros derivativos, assim como as respectivas divulgações, são aceitáveis, no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto, referentes ao exercício findo em 31 de março de 2019.Realização do imposto de renda e contribuição social diferidos ativosVeja as Notas 2.3(n) e 15(b) das demonstrações financeiras individuais e consolidadasPrincipal assunto de auditoriaO crédito tributário oriundo de diferenças temporárias, prejuízos fiscais e base negativa da contribuição social é registrado na medida em que a Companhia considera provável que irá gerar lucro tributável futuro. A estimativa de geração de lucros tributáveis futuros requer certas premissas e julgamentos significativos e interpretação de leis tributárias, que fundamentam as expectativas de realização de ativos fiscais diferidos. O valor dos ativos fiscais diferidos reconhecidos pode variar significativamente se forem aplicadas diferentes premissas de projeção dos lucros tributáveis futuros e depende da capacidade de utilização de prejuízos fiscais, o que pode impactar materialmente as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Por essas razões, consideramos esse assunto significativo em nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNossos procedimentos incluíram: A avaliação do desenho dos controles internos chave relacionados com a preparação e revisão do plano de negócios, orçamento, estudos técnicos e análises das projeções de lucros tributáveis futuros elaborados pela Companhia.Com o auxílio dos nossos especialistas em finanças corporativas, avaliação das premissas e a metodologia utilizadas pela Companhia na elaboração das projeções de lucros tributáveis futuros, especialmente as relativas às expectativas de preço de vendas das commodities, custos operacionais e administrativos e a consistência dessas premissas com o plano de negócios da Companhia, bem como efetuamos análise de sensibilidade das premissas significativas utilizadas.Comparamos os orçamentos aprovados para o exercício findo em 31 de março de 2019 com os valores reais apurados de forma a verificar a habilidade da Companhia em projetar resultados futuros. Avaliação, com o auxílio dos nossos especialistas em tributos, sobre a adequação da base fiscal utilizada para o cálculo dos impostos diferidos, tendo como referência a legislação tributária vigente.Avaliamos ainda se as projeções indicavam lucros tributáveis futuros suficientes contra os quais os prejuízos fiscais e base negativa não utilizados e as diferenças temporárias dedutíveis reconhecidos como ativos fiscais diferidos possam ser utilizados. Avaliamos ainda se as divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, consideram as informações relevantes. Como resultado das evidências obtidas por meio dos procedimentos acima resumidos, consideramos que, os valores dos ativos fiscais diferidos, no tocante à sua recuperabilidade, assim como as respectivas divulgações, são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto, referentes ao exercício findo em 31 de março de 2019.Outros assuntos - Demonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de março de 2019, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório dos auditoresA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade da Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 17 de maio de 2019.KPMG Auditores IndependentesCRC 2SP014428/O-6Ulysses M. Duarte MagalhãesContador CRC 1RJ092095/O-8

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E O CORRESPONDENTE RELATÓRIO DE AUDITORIA Em cumprimento às disposições constantes no artigo 25, parágrafo 1º, incisos 5º e 6º da Instrução CVM 480/09 e alterações posteriores, os Diretores da Companhia declaram que discutiram, revisaram e concordaram com as Demonstrações financeiras da Companhia, relativas ao exercício findo em 31 de março de 2019, bem como a opinião expressa no relatório dos auditores da KPMG Auditores Independentes, emitido em 17 de maio de 2019, sobre essas mesmas Demonstrações financeiras nessa data.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E O CORRESPONDENTE RELATÓRIO DE AUDITORIA Em cumprimento às disposições constantes no artigo 25, parágrafo 1º, incisos 5º e 6º da Instrução CVM 480/09 e alterações posteriores, os Diretores da Companhia declaram que discutiram, revisaram e concordaram com as Demonstrações financeiras da Companhia, relativas ao exercício findo em 31 de março de 2019, bem como a opinião expressa no relatório dos auditores da KPMG Auditores Independentes, emitido em 17 de maio de 2019, sobre essas mesmas Demonstrações financeiras nessa data.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.