Pular para o conteúdo
CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017Código CVM 10456Versão 1Recebida em 09/02/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de ALPARGATAS S.A.

ALPARGATAS S.A. · CNPJ 61.079.117/0001-05

ALPARGATAS S.A.
CNPJ 61.079.117/0001-05
DFP 2017
Exercício 2017
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
ALPARGATAS S.A.
CNPJ
61.079.117/0001-05
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2017*
Publicado em
09/02/2018 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Outros documentos da empresa

Ver todos os documentos →

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total3.853.4543.782.0521,9%
1.01Ativo Circulante2.439.9132.262.0057,9%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa629.238391.34760,8%
1.01.02Aplicações Financeiras77.115110.771−30,4%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo77.115110.771−30,4%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação77.115110.771−30,4%
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.01.03Contas a Receber911.541931.300−2,1%
1.01.03.01Clientes911.541931.300−2,1%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.01.04Estoques698.761652.4087,1%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar85.15863.47634,2%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar85.15863.47634,2%
1.01.07Despesas Antecipadas11.26211.684−3,6%
1.01.07.01Despesas Antecipadas11.26211.523−2,3%
1.01.07.02Despesas Antecipadas com Propaganda0161−100,0%
1.01.08Outros Ativos Circulantes26.838101.019−73,4%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas065.453−100,0%
1.01.08.03Outros26.83835.566−24,5%
1.01.08.03.01Adiantamento Fornecedores9.47312.312−23,1%
1.01.08.03.02Contas a Receber Funcionários6.0227.477−19,5%
1.01.08.03.03Ganhos não Realizados em Operações com Derivativos0632−100,0%
1.01.08.03.04PIS e COFINS Diferidos1530
1.01.08.03.05Outros Ativos11.19015.145−26,1%
1.02Ativo Não Circulante1.413.5411.520.047−7,0%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo196.742148.60132,4%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.02.01.03Contas a Receber00
1.02.01.03.01Clientes00
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.04Estoques00
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos107.04176.68939,6%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos106.40676.68938,8%
1.02.01.06.02PIS e COFINS Diferidos6350
1.02.01.07Despesas Antecipadas00
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes89.70171.91224,7%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.09.03Depósitos Compulsórios73730,0%
1.02.01.09.04Depósitos Judiciais23.25522.2644,5%
1.02.01.09.05Tributos a Recuperar16.56419.523−15,2%
1.02.01.09.06Outras Contas a Receber49.80930.05265,7%
1.02.02Investimentos1.3202.206−40,2%
1.02.02.01Participações Societárias1.3202.206−40,2%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias1.3202.206−40,2%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado721.645722.083−0,1%
1.02.03.01Imobilizado em Operação666.613661.0970,8%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento55.03260.986−9,8%
1.02.04Intangível493.834647.157−23,7%
1.02.04.01Intangíveis493.834647.157−23,7%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.01.02Intangíveis493.834647.157−23,7%
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

KPMG Auditores IndependentesRua Arquiteto Olavo Redig de Campos, 105, 6º andar - Torre A04711-904 - São Paulo/SP - Brasil Caixa Postal 79518 - CEP 04707-970 - São Paulo/SP - BrasilTelefone +55 (11) 3940-1500, Fax +55 (11) 3940-1501www.kpmg.com.brRelatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasAos administradores e acionistas da Alpargatas S.A São Paulo - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Alpargatas S.A (Companhia), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Alpargatas S.A em 31 de dezembro de 2017, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Reconhecimento de receita - controladora e consolidado Veja a Nota 26 das demonstrações financeiras individuais e consolidadasPrincipais assuntos de auditoriaParte substancial das receitas de vendas da Companhia são provenientes da venda de produtos para o atacado e para rede de franquias, cuja entrega do produto não ocorre necessariamente na mesma data da emissão da fatura. A norma contábil CPC 30 (R1) / (ISA 18) Receitas determina que as receitas de vendas somente devem ser reconhecidas quando os riscos e benefícios inerentes à propriedade dos produtos vendidos tiverem sido substancialmente transferidos para o comprador.Esse assunto foi considerado significativo em nossa auditoria, tendo em vista a relevância dos montantes envolvidos e o volume das transações efetuadas no final de cada período, e necessidade de manutenção de rotinas de controles internos que suportem a identificação do momento do reconhecimento das receitas de produtos faturados e não entregues no final do exercício. Como auditoria endereçou esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, o entendimento do desenho dos controles internos relevantes relacionados ao processo de corte da receita. Para uma amostra das receitas, analisamos os contratos e acordos comerciais, bem como os documentos de venda visando confirmar a data de entrega dos produtos. Avaliamos também a análise do reconhecimento de receita preparada pela Companhia e as devoluções e cancelamentos ocorridos subsequentemente a 31 de dezembro de 2017. Adicionalmente, verificamos a adequação das divulgações da Companhia, as quais estão incluídas na nota explicativa 26.As deficiências que chegaram ao nosso conhecimento no desenho dos controles internos relativos à identificação do momento do reconhecimento das receitas de produtos faturados e não entregues no final do exercício alteraram nossa avaliação quanto à natureza do nosso trabalho e ampliaram a extensão de nossos procedimentos substantivos de auditoria inicialmente planejados para obtermos evidências suficientes e apropriadas. No decorrer da nossa auditoria identificamos ajustes imateriais que afetaram a mensuração das receitas reconhecidas, os quais foram substancialmente registrados pela administração. Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima descritos, consideramos que o reconhecimento de receita do exercício é aceitável no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Avaliação de perda do valor recuperável de ativos com vida útil indefinida - controladora e consolidado Veja a Nota 15 das demonstrações financeiras individuais e consolidadas Principais assuntos de auditoriaConforme divulgado na nota explicativa 15, em 31 de dezembro de 2017, a Companhia mantém em suas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ágio pago por expectativa de rentabilidade futura e outros intangíveis de vida útil indefinida, relativos às aquisições da CBS S.A - Companhia Brasileira de Sandálias, da Terra de Aventura Indústria de Artigos Esportivos S.A (Osklen) e da Alpargatas S.A.I.C. - Argentina. Anualmente, a Companhia realiza o teste da redução ao valor recuperável (teste de impairment) desses ativos, conforme requerido pelo CPC 01 (R1) - Redução ao Valor Recuperável de Ativos. O processo de avaliação do valor recuperável desses ativos é complexo e envolve um alto grau de subjetividade, bem como é baseado em diversas premissas, tais como a determinação das unidades geradoras de caixa, taxas de desconto, projeção de inflação, percentuais de crescimento, cotação de moedas estrangeiras e rentabilidade dos negócios da Companhia e de suas controladas para os próximos anos, entre outros. Em função do referido e pelo fato das variações dessas premissas poderem impactar significativamente as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, consideramos esse assunto significativo para a nossa auditoria.Como auditoria endereçou esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram a revisão do plano de negócios, orçamentos, e análises de valor recuperável disponibilizados pela Companhia. Com o auxílio de nossos especialistas em finanças corporativas avaliamos o modelo utilizado para mensurar o valor recuperável, a metodologia e as premissas mais significativas utilizadas pela Companhia, incluindo, taxas de crescimento e de desconto utilizadas nos fluxos de caixa descontados e a margem de lucro das unidades geradoras de caixa nas quais os ágios e ativos intangíveis de vida útil indefinida foram alocados. Avaliamos também a adequação das divulgações requeridas nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima descritos, consideramos que são acei táveis as premissas e metodologias utilizadas para estimativa do valor recuperável dos ativos intangíveis de vida útil indefinida e dos ágios no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Contingências fiscais, trabalhistas e cíveis - controladora e consolidado Veja a Nota 22 das demonstrações financeiras individuais e consolidadasPrincipais assuntos de auditoriaConforme mencionado na nota explicativa no 22, a Companhia é parte em diversos processos judiciais e administrativos de natureza fiscal, trabalhista e cível originados no curso normal de seus negócios. A determinação do valor das provisões e das demais divulgações requeridas, bem como a avaliação da existência de obrigação presente e das probabilidades de desembolso, exigem julgamento significativo da Companhia e suas controladas. Devido a esse fato e à complexidade e às incertezas relacionadas aos aspectos legais envolvidos em temas fiscais, cíveis e trabalhistas, consideramos esse tema como um assunto significativo em nossos trabalhos de auditoria.Como auditoria endereçou esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram o entendimento do desenho dos controles internos chave relacionados a identificação, avaliação, mensuração e divulgação das Provisões e Ativos e Passivos Contingentes. Obtivemos a lista de consultores legais internos e externos que representam a Companhia nos processos judiciais e administrativos, e nas posições fiscais tomadas pela Companhia e analisamos a documentação e as respostas às cartas de confirmação, em especial as informações sobre os montantes envolvidos e avaliação de risco de perda. Para os valores mais significativos e/ou críticos, com o auxílio de nossos especialistas de impostos, avaliamos a documentação que suporta as opiniões legais emitidas e os aspectos legais e tributários da legislação brasileira, para entendimento do mérito e argumentação que orientou a Companhia e suas controladas sobre a classificação das perdas e a mensuração dos valores, os quais foram por nós recalculados. Os nossos procedimentos incluíram também a avaliação das divulgações efetuadas pela Companhia nas demonstrações financeiras descritas na nota explicativa nº 22. Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima descritos, consideramos que as provisões e passivos e ativos contingentes registrados e divulgados são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Valores correspondentesOs valores correspondentes relativos aos balanços patrimoniais, do resultado e do resultado abrangente e das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, individual e consolidado em 31 de dezembro de 2016 foram anteriormente auditados por outros auditores independentes que emitiram relatório datado em 10 de março de 2017 sem modificações. Os valores correspondentes relativos às Demonstrações do valor adicionado (DVA), individuais e consolidadas, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, foram submetidos aos mesmos procedimentos de revisão por aqueles auditores independentes e, com base em sua auditoria, aqueles auditores emitiram relatório reportando que não tiveram conhecimento de nenhum fato que os levasse a acreditar que a DVA não foi elaborada, em todos os seus aspectos relevantes, de forma consistente com as informações contábeis intermediárias individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório dos auditoresA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma pe rspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 09 de fevereiro de 2018KPMG Auditores IndependentesCRC 2SP014428/O-6Marcelo Pereira GonçalvesContador CRC 1SP220026/O-3

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Alpargatas S.A.DECLARAÇÃO DA DIRETORIA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASDe acordo com o artigo 25, parágrafo 1º, inciso VI da Instrução CVM nº 480/09, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com as informações contábeis das demonstrações financeiras individuais e consolidadas do exercício de 2017 da Alpargatas S.A.Márcio Luiz Simões Utsch - Diretor-PresidenteAdalberto Fernandes GranjoAna Marcia LopesCarla SchmitzbergerDiego MohadebEdson Rubião GonzalesFabio Leite de SouzaMarcelo FerreiraMarcelo TurriRogério Bastos Shimizu

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Alpargatas S.A.DECLARAÇÃO DA DIRETORIA SOBRE O RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTEDe acordo com o artigo 25, parágrafo 1º, inciso V da Instrução CVM nº 480/09, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com as opiniões expressas no relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas do exercício de 2017 da Alpargatas S.A.Márcio Luiz Simões Utsch - Diretor-PresidenteAdalberto Fernandes GranjoAna Marcia LopesCarla SchmitzbergerDiego MohadebEdson Rubião GonzalesFabio Leite de SouzaMarcelo FerreiraMarcelo TurriRogério Bastos Shimizu

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal da Alpargatas S.A., no uso das suas atribuições legais, em reuniões realizadas nos dias 8 e 9 de fevereiro de 2018, analisou o Relatório Anual da Administração e as Demonstrações Financeiras, compreendendo: Balanços Patrimoniais, Demonstrações do Resultado, Demonstrações do Resultado Abrangente, Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido, Demonstrações dos Fluxos de Caixa, Demonstrações do Valor Adicionado e Notas Explicativas, Distribuição de Juros sobre Capital Próprio e Destinação do Lucro Líquido relativos ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017. Foram, ainda, analisadas as propostas da Administração em relação à distribuição de dividendos e ao orçamento de capital proposto para o ano de 2018.Com base nas análises efetuadas e nos esclarecimentos prestados pela Administração e auditores independentes, considerando, ainda, a emissão do relatório sem ressalva da KPMG Auditores Independentes, datado de 9 de fevereiro de 2018, os Srs. membros do Conselho Fiscal concluem, por unanimidade, que o Relatório Anual da Administração e as Demonstrações Financeiras relativos ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, em todos os seus aspectos relevantes, estão adequadamente apresentados. Opinam, ainda, favoravelmente às propostas da Administração em relação à distribuição de dividendos e ao orçamento de capital proposto para o ano de 2018.São Paulo, 9 de fevereiro de 2018.Fernando Marques Cleto DuarteGuilherme Tadeu Pereira JúniorCarlos A. Reis de Athayde Fernandes Marcos Reinaldo Severino Peters Pedro Wagner Pereira Coelho

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.