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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201651 páginasCódigo CVM 17850Versão 1Recebida em 17/03/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de RUMO MALHA OESTE S.A.

RUMO MALHA OESTE S.A. · CNPJ 39.115.514/0001-28

RUMO MALHA OESTE S.A.
CNPJ 39.115.514/0001-28
DFP 2016
Exercício 2016
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Metadados

Empresa
RUMO MALHA OESTE S.A.
CNPJ
39.115.514/0001-28
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
51
Ano de referência
2016*
Publicado em
17/03/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total617.293702.777−12,2%
1.01Ativo Circulante397.290224.68576,8%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa5911436,4%
1.01.02Aplicações Financeiras4.1001.094274,8%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo4.1001.094274,8%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.01.03Títulos e valores mobiliarios4.1001.094274,8%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber9.90424.029−58,8%
1.01.03.01Clientes9.90424.029−58,8%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.03.02.01Adiantamentos e outras contras a receber00—
1.01.04Estoques1.1989.758−87,7%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar3.4605.444−36,4%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar3.4605.444−36,4%
1.01.06.01.01Impostos e contribuições a recuperar3.4605.444−36,4%
1.01.06.01.02Imposto de renda e contribuição social a recuperar00—
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes378.569184.349105,4%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros378.569184.349105,4%
1.01.08.03.01Partes relacionadas00—
1.01.08.03.02Debêntures privadas175.435151.52815,8%
1.01.08.03.03Outros2.1816.927−68,5%
1.01.08.03.04Adiantamento a fornecedores200.95325.894676,1%
1.02Ativo Não Circulante220.003478.092−54,0%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo86.039330.332−74,0%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo1.64234.685−95,3%
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.01.03Caixa restrito1.64234.685−95,3%
1.02.01.01.04Debêntures00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas0203.671−100,0%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.02Créditos com Controladas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes84.39791.976−8,2%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Antecipações de arrendamento00—
1.02.01.09.04Impostos e Contribuições a Recuperar29.74134.392−13,5%
1.02.01.09.05Imposto de renda e contribuição social a recuperar23.86726.589−10,2%
1.02.01.09.06Depósitos Judiciais27.06128.276−4,3%
1.02.01.09.07Outros3.7282.71937,1%
1.02.01.09.08Debêntures privadas00—
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.02Participações em Controladas00—
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado133.964147.760−9,3%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível00—
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.05Diferido00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASAos Administradores e Acionistas daALL América Latina Logística Malha Oeste S.A.São Paulo - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras da ALL América Latina Logística Malha Oeste S.A. (Companhia), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da ALL América Latina Logística Malha Oeste S.A. em 31 de dezembro de 2016, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras". Somos independentes em relação à Companhia, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Avaliação do valor recuperável de ativos classificados no imobilizado (Nota explicativa 10)A Companhia possui investimentos significativos em ativos classificados no imobilizado necessários para condução de suas operações. Em decorrência dos prejuízos apurados nos últimos anos, passivo a descoberto, retração econômica, o aumento da taxa básica de juros, aliado à geração de resultados abaixo do projetado, existe um risco de não recuperação do valor total desses ativos. Com a identificação desses indicadores, a Companhia considerou o valor justo líquido da despesa de venda para o cálculo do valor recuperável desses ativos, e utilizou relatório de avaliação patrimonial dos ativos que inclui os critérios de avaliação, metodologia específica e procedimentos de avaliação para calcular o valor de mercado dos ativos.Devido às incertezas inerentes relacionadas com os critérios de avaliação, metodologia específica, procedimentos de avaliação para calcular o valor de mercado dos ativos, e à complexidade do processo, o qual requer um grau significativo de julgamento na determinação da estimativa contábil que pode impactar o valor desses ativos nas demonstrações financeiras, consideramos esse assunto significativo para nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoAvaliamos as premissas utilizadas pela Companhia para determinar a existência de indicadores de que os ativos da Companhia possam ter sofrido desvalorização, bem como avaliamos os controles internos chave relativos a identificação e mensuração do seu valor recuperável. Com o auxílio de nossos especialistas em avaliações patrimoniais, avaliamos o relatório de avaliação patrimonial do ativo imobilizado que suporta o valor justo líquido de despesas de venda do ativo imobilizado da Companhia. Adicionalmente, comparamos o valor recuperável apurado com base no valor justo líquido de despesas de venda, com o valor contábil dos ativos e avaliamos a adequação das divulgações feitas nas demonstrações financeiras.Avaliação sobre a utilização do pressuposto de continuidade operacional (Nota explicativa no 1)As demonstrações financeiras foram preparadas utilizando-se o pressuposto da continuidade operacional. A nota explicativa no 1 detalha como a Companhia concluiu que há uma expectativa razoável quanto a sua continuidade operacional para suportar a preparação das demonstrações financeiras com o uso deste pressuposto. A Companhia possui capital circulante negativo, passivo a descoberto, geração de caixa de atividades operacionais negativa e apurou prejuízos nos últimos anos. Por outro lado, a Companhia efetuou investimentos em modernização de sua frota e melhoria da malha ferroviária em linha com o seu plano de negócios. A gestão de caixa da Companhia é feita de forma centralizada e numa visão consolidada na controladora Rumo S.A., sendo que eventuais necessidades de caixa são supridas pelo controlador quando necessário. A avaliação sobre a utilização do pressuposto de continuidade operacional na elaboração das demonstrações financeiras da Companhia envolve exercer julgamento sobre resultados futuros inerentemente incertos, e portanto, existe um risco que o julgamento não tenha sido apropriado e que exista eventual incerteza material, cenário que exigiria divulgações adicionais nas demonstrações financeiras. Por essas razões esse assunto foi considerado significativo para a nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoAvaliamos e discutimos com a Companhia sobre a existência de eventos ou condições que, individual ou coletivamente, possam levantar dúvida significativa quando à capacidade de continuidade operacional da Companhia pelo menos nos próximos doze meses. Obtivemos e analisamos a avaliação da Companhia sobre a adequada aplicação do pressuposto de continuidade operacional na elaboração das demonstrações financeiras da Companhia, incluindo a previsão de fluxo de caixa para, ao menos, os próximos doze meses a partir da data das demonstrações financeiras, cuja gestão de caixa da Companhia é feita de forma centralizada e numa visão consolidada na controladora Rumo S.A.. Avaliamos o cumprimento das cláusulas restritivas (covenants) dos contratos de empréstimos, que poderiam resultar em impactos relevantes sobre as demonstrações financeiras. Com o auxílio de nossos especialistas em finanças corporativas, avaliamos as premissas utilizadas para as projeções de lucros operacionais e fluxos de caixa futuros preparadas pela Companhia e considerando resultados realizados, dados externos e condições do mercado. Confirmamos a existência de um compromisso do controlador em suprir eventuais necessidades de caixa da Companhia, quando necessário. Consideramos se o julgamento da Companhia sobre a inexistência de incerteza significativa sobre a capacidade de continuidade operacional é razoável com base nas premissas avaliadas acima. Finalmente, avaliamos a adequação das divulgações feitas nas demonstrações financeiras quanto ao uso do pressuposto da continuidade operacional em sua preparação.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoA demonstração do valor adicionado (DVA) referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaborada sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentada como informação suplementar para fins de IFRS, foi submetida a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essa demonstração está conciliada com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essa demonstração do valor adicionado foi adequadamente elaborada, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos no Pronunciamento Técnico acima referido e são consistentes em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidade da administração e da governança pelas demonstrações financeirasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Na elaboração das demonstrações financeiras, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeirasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas, não, uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados nas circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe uma incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe uma incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações, e se as demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Curitiba, 17 de março de 2017KPMG Auditores IndependentesCRC 2SP014428/O-6 F-PRJoão Alberto Dias PanceriContador CRC PR-048555/O-2

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DA DIRETORIA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASNos termos do artigo 25, parágrafo 1º, inciso 6º da Instrução CVM nº 480/09, a Diretoria declara que reviu discutiu e concorda com as Demonstrações Financeiras, referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2016.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DA DIRETORIA SOBRE O PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTESNos termos do artigo 25, parágrafo 1º, inciso 5º da Instrução CVM nº 480/09, a Diretoria declara que reviu discutiu e concorda com opiniões expressas no parecer dos auditores independentes emitido em 17 de março de 2017 pela KPMG Auditores Independentes, CRC 2SP014428/O-6.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.