Pular para o conteúdo
BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2016191 páginasCódigo CVM 17671Versão 1Recebida em 21/02/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de TELEFONICA BRASIL S.A.

TELEFONICA BRASIL S.A. · CNPJ 02.558.157/0001-62

TELEFONICA BRASIL S.A.
CNPJ 02.558.157/0001-62
DFP 2016
Exercício 2016
Carregando…

Preparando pré-visualização do PDF…

Documentos maiores podem levar alguns segundos.

Metadados

Empresa
TELEFONICA BRASIL S.A.
CNPJ
02.558.157/0001-62
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
191
Ano de referência
2016*
Publicado em
21/02/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Outros documentos da empresa

Ver todos os documentos →

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total102.066.259101.685.0640,4%
1.01Ativo Circulante18.398.99517.909.3032,7%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa5.105.1105.336.845−4,3%
1.01.01.01Caixa e Contas Bancárias198.369233.742−15,1%
1.01.01.02Aplicações Financeiras4.906.7415.103.103−3,8%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber8.701.6888.285.3195,0%
1.01.03.01Clientes00—
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques410.413603.631−32,0%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar3.027.2302.521.29220,1%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00—
1.01.07Despesas Antecipadas343.092356.446−3,7%
1.01.08Outros Ativos Circulantes811.462805.7700,7%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros811.462805.7700,7%
1.01.08.03.01Créditos com Partes Relacionadas247.863157.38957,5%
1.01.08.03.02Operações com Derivativos68.94381.306−15,2%
1.01.08.03.03Depósitos e Bloqueios Judiciais302.424235.34328,5%
1.01.08.03.04Dividendos e Juros Sobre o Capital Próprio0489−100,0%
1.01.08.03.05Outros Ativos192.232331.243−42,0%
1.02Ativo Não Circulante83.667.26483.775.761−0,1%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo7.173.1057.590.644−5,5%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber305.411330.451−7,6%
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos27.497711.590−96,1%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas36.43030.60919,0%
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas2.8164.919−42,8%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes6.800.9516.513.0754,4%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Tributos a Recuperar476.844409.65316,4%
1.02.01.09.04Depósitos e Bloqueios Judiciais6.049.1425.518.1209,6%
1.02.01.09.05Aplicações Financeiras em Garantia78.166109.864−28,9%
1.02.01.09.06Operações com Derivativos144.050417.558−65,5%
1.02.01.09.07Outros Ativos52.74957.880−8,9%
1.02.02Investimentos85.745101.161−15,2%
1.02.02.01Participações Societárias85.745101.161−15,2%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias85.745101.161−15,2%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado31.924.91830.476.7654,8%
1.02.03.01Imobilizado em Operação29.194.88828.626.0312,0%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento2.730.0301.850.73447,5%
1.02.04Intangível44.483.49645.607.191−2,5%
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Aos Acionistas, Conselheiros e Diretores da Telefônica Brasil S.A.São Paulo, SPOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Telefônica Brasil S.A. ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Telefônica Brasil S.A. em 31 de dezembro de 2016, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiros (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Recuperabilidade de ágioDe acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil a Companhia é requerida a proceder anualmente ao teste de recuperabilidade (teste de impairment) dos valores registrados como ágio ("goodwill") para determinar se houve perda no seu valor recuperável. Em 31 de dezembro de 2016 o saldo consolidado desta conta é R$ 23.062.421 mil, e está divulgado nas notas explicativas 3i e 14 das demonstrações financeiras.O monitoramento desse assunto foi considerado significativo para a nossa auditoria, tendo em vista que o processo de avaliação da recuperabilidade desses ativos intangíveis é complexo e envolve um alto grau de subjetividade, bem como é baseado em diversas premissas tais como: crescimento de receita, evolução da margem operacional, volume de investimentos em bens de capital, taxa de desconto e taxa de crescimento da Companhia para anos futuros. Tais premissas poderão ser afetadas, de forma relevante, pelas condições de mercado ou cenários econômicos futuros do Brasil, os quais ainda não podem ser estimados com precisão.Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, utilização de profissionais especializados para nos auxiliar na avaliação das premissas e metodologia usadas pela Companhia e suas controladas, em particular relacionadas às premissas mais significativas do modelo, bem como na análise de sensibilidade e avaliação se uma variação razoável nas premissas mais significativas poderiam determinar perda no valor recuperável. Além disso, os procedimentos incluíram teste dos controles internos mantidos pela Companhia no processo de preparação e revisão do teste de recuperabilidade. Também focamos na adequação das divulgações efetuadas pela Companhia sobre as premissas utilizadas nos cálculos de recuperabilidade dos referidos ativos intangíveis, as quais estão incluídas nas notas explicativas anteriormente mencionadas. Reconhecimento de Receita Pela natureza de suas operações, o reconhecimento de receita da Companhia é extremamente dependente do adequado funcionamento dos sistemas de tecnologia da informação e de seus respectivos controles internos para se assegurar de que todos os serviços prestados foram devidamente registrados dentro do período contábil adequado, incluindo as receitas correspondentes a serviços prestados ainda a serem faturadas. As receitas auferidas pela Companhia e suas controladas e seus critérios de reconhecimento no resultado, encontram-se divulgados nas notas explicativas 3b, 3u e 24 às demonstrações financeiras. O monitoramento desse assunto foi considerado significativo para a nossa auditoria, tendo em vista a asseguração da integridade dos relatórios extraídos dos sistemas de faturamento e utilizados como elementos essenciais nos cálculos da apuração da estimativa da receita a faturar, os quais incluem estimativa pro-rata do período remanescente entre a receita faturada e a receita a faturar até o final do mês correspondente, além da alta dependência do funcionamento do ambiente de controles internos, como descrito anteriormente. Nossos procedimentos de auditoria relacionados ao reconhecimento da receita, incluíram, entre outros: Teste de controles internos relacionados ao ambiente geral de controles de tecnologia da informação desenhados pela Companhia, incluindo os controles sobre a gestão de acesso e alterações aos sistemas e seus dados, exatidão dos cálculos efetuados, além dos controles implementados para assegurar a integridade dos relatórios extraídos que são utilizados para realização dos cálculos de receita a faturar  Recálculo da estimativa dos ciclos de serviços a faturar e teste da integridade do relatório envolvendo a comparação dos lançamentos manuais relacionados à estimativa de serviços a faturar com as respectivas evidências documentais  Testes documentais para uma amostra de lançamentos contábeis efetuados na conta de receita levando em consideração aspectos de relevância e imprevisibilidade em nossa amostragem.Outros assuntos Demonstrações do valor adicionado As demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do au ditor A administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações. Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras. Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados nas circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas. Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações, e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. São Paulo 17 de fevereiro de 2017 ERNST & YOUNG Auditores Independentes S.S.CRC-2SP015199/O-6 Luiz Carlos PassettiContador CRC-1SP144343/O-3

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Em atendimento ao disposto no artigo 25, parágrafo 1º, inciso VI, da Instrução CVM nº 480 de 7 de dezembro de 2009, conforme alterada, os Diretores da Telefônica Brasil S.A. ("Companhia") infra-assinados declaram que reviram, discutiram e concordam com as Demonstrações Financeiras da Companhia relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016, e baseados nas discussões subsequentes, concordam que tais demonstrações, refletem adequadamente a posição patrimonial e financeira da Companhia em todos os aspectos relevantes. São Paulo, 17 de fevereiro de 2017. Eduardo Navarro de CarvalhoDiretor Presidente David Melcon Sanchez-FrieraDiretor de Finanças e de Relações com Investidores

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Em atendimento ao disposto no artigo 25, parágrafo 1º, inciso V, da Instrução CVM nº 480 de 07 de dezembro de 2009, conforme alterada, os Diretores da Telefônica Brasil S.A. ("Companhia") infra-assinados, declaram que reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes Ernst & Young Auditores Independentes S.S. sobre as Demonstrações Financeiras da Companhia relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016, não havendo qualquer discordância com relação à tais demonstrações. São Paulo, 17 de fevereiro de 2017. Eduardo Navarro de CarvalhoDiretor Presidente David Melcon Sanchez-FrieraDiretor de Finanças e de Relações com Investidores

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

Os membros do Conselho Fiscal da Telefônica Brasil S.A. ("Companhia"), no exercício de suas atribuições e responsabilidades legais, conforme previsto no artigo 163 da Lei das Sociedades por Ações, procederam ao exame e análise das Demonstrações Financeiras da Companhia, acompanhadas do Relatório dos Auditores Independentes e do Relatório Anual da Administração, relativos ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016 ("Demonstrações Financeiras Anuais de 2016"), bem como da Proposta de Orçamento de Capital para o exercício social de 2017, incluindo o relatório de execução do orçamento de 2016 e da Proposta de Destinação do Resultado do exercício social de 2016 e, considerando as informações prestadas pela Diretoria da Companhia e pela Ernst & Young Auditores Independentes S.S., opinam, por unanimidade, favoravelmente a tais documentos, bem como que os mesmos refletem adequadamente as posições patrimonial e financeira da Companhia em todos os aspectos relevantes, e recomendam a submissão de tais documentos à Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária da Companhia, nos termos da Lei das Sociedades por Ações. São Paulo, 17 de fevereiro de 2017. Flavio StammConselheiro Fiscal (efetivo) Cremênio Medola NettoConselheiro Fiscal (efetivo) Charles Edwards AllenConselheiro Fiscal (efetivo)

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.