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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2010150 páginasCódigo CVM 21032Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 15/03/2011valores em R$ mil

DFP 2010 de ALGAR TELECOM S/A

ALGAR TELECOM S/A · CNPJ 71.208.516/0001-74

Versões deste exercício: v1 (14/03/2011) · v2 (15/03/2011), esta

ALGAR TELECOM S/A
CNPJ 71.208.516/0001-74
DFP 2010 (V2)
Exercício 2010
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Metadados

Empresa
ALGAR TELECOM S/A
CNPJ
71.208.516/0001-74
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
150
Ano de referência
2010*
Publicado em
15/03/2011 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:36

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201031/12/2009Var.
1Ativo Total1.766.6901.608.3539,8%
1.01Ativo Circulante468.889423.52210,7%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa36.49447.563−23,3%
1.01.02Aplicações Financeiras153.497115.02233,5%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo153.497115.02233,5%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber225.358207.2818,7%
1.01.03.01Clientes225.358207.2818,7%
1.01.03.01.01Contas a Receber283.790270.7734,8%
1.01.03.01.02Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa−58.432−63.4928,0%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques8.22210.892−24,5%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar27.07327.283−0,8%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar27.07327.283−0,8%
1.01.06.01.01Tributos a Compensar27.07325.4336,4%
1.01.06.01.02Imposto de Renda e Contribuição Social a Compensar01.850−100,0%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes18.24515.48117,9%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros18.24515.48117,9%
1.01.08.03.01Títulos a Receber de Partes Relacionadas5.7425.04313,9%
1.01.08.03.02Outros12.50310.43819,8%
1.02Ativo Não Circulante1.297.8011.184.8319,5%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo202.706195.0973,9%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos91.968102.377−10,2%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos91.968102.377−10,2%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas2.6625.617−52,6%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores2.6625.617−52,6%
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes108.07687.10324,1%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Tributos a Recuperar28.71520.66239,0%
1.02.01.09.04Depósitos Judiciais74.88464.32316,4%
1.02.01.09.05Outros Créditos4.4772.118111,4%
1.02.02Investimentos19931541,9%
1.02.02.01Participações Societárias19931541,9%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias19931541,9%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado891.384835.9456,6%
1.02.03.01Imobilizado em Operação655.469589.94911,1%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento235.915245.996−4,1%
1.02.04Intangível203.512153.75832,4%
1.02.04.01Intangíveis203.512153.75832,4%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão72.40680.143−9,7%
1.02.04.01.02Sistemas Aplicativos77.47837.718105,4%
1.02.04.01.03Ágios em Investimentos53.62835.89749,4%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Tipo não informado
Ler o relatório completo

Ao Conselho de Administração e aos Acionistas daCompanhia de Telecomunicações do Brasil CentralUberlândia - MGExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia de Telecomunicações do Brasil Central ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2010 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeirasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião sobre as demonstrações financeiras individuaisEm nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia de Telecomunicações do Brasil Central em 31 de dezembro de 2010, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadasEm nossa opinião as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Companhia de Telecomunicações do Brasil Central em 31 de dezembro de 2010, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internaionas de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB e as práticas contábeis adotadas no Brasil.ÊnfaseConforme descrito na Nota Explicativa 2, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Companhia de Telecomunicações do Brasil Central essas práticas diferem do IFRS, aplicável às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas, pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo. Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoExaminamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2010, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Belo Horizonte, 25 de fevereiro de 2011.KPMG Auditores IndependentesCRC 2SP014428/O-6-F-MG Ulysses M. Duarte MagalhãesContador CRC 1RJ092095/O-8-S-MG

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos diretores sobre as demonstrações financeiras e parecer dos auditores independentesEm cumprimento à Lei, a diretoria estatutária da Companhia informa que reviu, discutiu e concorda com as suas demonstrações financeiras ora disponibilizadas. Adicionalmente, os diretores tomaram conhecimento do parecer emitido pela empresa de auditores independentes que atende a Companhia e, após terem revisado e discutido o mesmo, expressam aqui sua concordância. Uberlândia, 25 de fevereiro de 2011.Diretor PresidenteDivino Sebastião de SouzaDiretor de Governança e EstratégiaJean Carlos Borges Diretora Financeira e de Relações com InvestidoresTatiane de Souza Lemes PanatoDiretora de Talentos HumanosMarineide da Silva PeresDiretor de Operações e TecnologiaLuis Antonio Andrade LimaDiretor de MarketingMilton BonservizziDiretor Comercial de VarejoOsvaldo Cesar CarrijoDiretor Comercial de EmpresasMarcio Estefan

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos diretores sobre as demonstrações financeiras e parecer dos auditores independentesEm cumprimento à Lei, a diretoria estatutária da Companhia informa que reviu, discutiu e concorda com as suas demonstrações financeiras ora disponibilizadas. Adicionalmente, os diretores tomaram conhecimento do parecer emitido pela empresa de auditores independentes que atende a Companhia e, após terem revisado e discutido o mesmo, expressam aqui sua concordância. Uberlândia, 25 de fevereiro de 2011.Diretor PresidenteDivino Sebastião de SouzaDiretor de Governança e EstratégiaJean Carlos Borges Diretora Financeira e de Relações com InvestidoresTatiane de Souza Lemes PanatoDiretora de Talentos HumanosMarineide da Silva PeresDiretor de Operações e TecnologiaLuis Antonio Andrade LimaDiretor de MarketingMilton BonservizziDiretor Comercial de VarejoOsvaldo Cesar CarrijoDiretor Comercial de EmpresasMarcio Estefan

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALOs membros efetivos do Conselho Fiscal da Companhia de Telecomunicações do Brasil Central, após procederem ao exame do relatório da administração e das demonstrações financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2010, verificaram a exatidão de todos os elementos apreciados. E à vista do parecer sem ressalvas da KPMG Auditores Independentes, entendem que esses documentos refletem adequadamente a situação patrimonial, a posição financeira e as atividades desenvolvidas no período. Presidente: Geraldo Batista CaetanoSecretário: Emílio Salomão EliasMembro: Gilberto Saramago Gatti

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.