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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2016101 páginasCódigo CVM 3069Versão 1Recebida em 10/03/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de CIA DE FERRO LIGAS DA BAHIA FERBASA

CIA DE FERRO LIGAS DA BAHIA FERBASA · CNPJ 15.141.799/0001-03

CIA DE FERRO LIGAS DA BAHIA FERBASA
CNPJ 15.141.799/0001-03
DFP 2016
Exercício 2016
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Metadados

Empresa
CIA DE FERRO LIGAS DA BAHIA FERBASA
CNPJ
15.141.799/0001-03
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
101
Ano de referência
2016*
Publicado em
10/03/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total1.657.6201.645.1420,8%
1.01Ativo Circulante658.305677.454−2,8%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa192.40040.641373,4%
1.01.02Aplicações Financeiras84.26042.17899,8%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo84.26042.17899,8%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber136.061153.046−11,1%
1.01.03.01Clientes136.061153.046−11,1%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques185.009411.603−55,1%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar17.7497.905124,5%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar17.7497.905124,5%
1.01.07Despesas Antecipadas451645−30,1%
1.01.08Outros Ativos Circulantes42.37521.43697,7%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros42.37521.43697,7%
1.01.08.03.01Outros ativos13.98210.81829,2%
1.01.08.03.02Adiantamento a fornecedor de energia12.08210.61813,8%
1.01.08.03.03Instrumentos Financeiros de Hedge16.3110—
1.02Ativo Não Circulante999.315967.6883,3%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo345.256352.141−2,0%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo44.22637.38618,3%
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques20.66318.08214,3%
1.02.01.05Ativos Biológicos197.866188.9024,7%
1.02.01.06Tributos Diferidos5.96529.559−79,8%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos5.96529.559−79,8%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes76.53678.212−2,1%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Impostos a Recuperar6.7748.965−24,4%
1.02.01.09.04Depósitos Judiciais5.3343.32760,3%
1.02.01.09.05Depósitos para Reinvestimento00—
1.02.01.09.06Adiantamento a fornecedor de energia55.86965.711−15,0%
1.02.01.09.07Outros Créditos8.5592093.995,2%
1.02.02Investimentos1241240,0%
1.02.02.01Participações Societárias1241240,0%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado652.116613.0526,4%
1.02.03.01Imobilizado em Operação557.834512.5088,8%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento94.282100.544−6,2%
1.02.04Intangível1.8192.371−23,3%
1.02.04.01Intangíveis1.8192.371−23,3%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Cia de Ferro Ligas da Bahia - FERBASADemonstrações financeiras individuais e consolidadas em31 de dezembro de 2016e relatório do auditor independente Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeirasindividuais e consolidadasAos Acionistas e AdministradoresCia de Ferro Ligas da Bahia - FERBASAOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais da Cia de Ferro Ligas da Bahia - FERBASA ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como as demonstrações financeiras consolidadas da Cia de Ferro Ligas da Bahia - FERBASA e suas controladas ("Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Cia de Ferro Ligas da Bahia - FERBASA e da Cia de Ferro Ligas da Bahia - Ferbasa e suas controladas em 31 de dezembro de 2016, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa, bem como o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Porque é um PAAComo o assunto foi conduzido em nossa auditoria Mensuração ao valor justo dos ativos biológicos (Notas 4 e 19 às demonstrações financeiras)A Companhia mensura o valor justo das suas florestas de eucalipto através de um modelo de fluxo de caixa descontado, que leva em consideração diversas premissas e julgamentos da administração, tais como preço estimado de venda, quantidade cúbica de madeira, incremento médio anual por horto florestal e taxa de desconto. Além disso, parte das premissas considera dados não observáveis de mercado. Variações nas premissas ou nas técnicas de avaliação utilizadas podem produzir estimativas de valor justo significativamente diferentes, com impacto no resultado do exercício. Os procedimentos de auditoria aplicados incluíram, entre outros, o entendimento dos principais controles de avaliação e mensuração dos ativos biológicos e teste sobre a integridade do modelo de fluxo de caixa descontado utilizado para a estimativa do valor justo das florestas. Adicionalmente, com o apoio de nossos especialistas em valorização de ativos biológicos, avaliamos a razoabilidade do modelo, comparando as principais premissas com fontes externas, projeções e indicativos de preço de commodities, assim como levamos em consideração o histórico das respectivas tendências e outras evidências que corroboram o modelo utilizado.Realizamos análise de sensibilidade e recalculamos as projeções considerando diferentes cenários de preços de madeira, taxas de desconto e custos projetados pela Companhia, bem como efetuamos leitura das divulgações efetuadas.Consideramos que os critérios e premissas utilizados pela administração são razoáveis, e as divulgações efetuadas estão consistentes com dados e informações obtidos. Porque é um PAAComo o assunto foi conduzido em nossa auditoriaInstrumentos financeiros de proteção cambial (Notas 4 e 24 às demonstrações financeiras)Os preços dos principais produtos comercializados pela Companhia são referenciados pela moeda americana (Dólar). Para reduzir o risco de variação cambial, a Companhia contrata operações de proteção (hedge) para determinadas transações de vendas previstas e consideradas como altamente prováveis para os próximos 12 meses. As operações de hedge são realizadas mediante contratação de venda de dólares a termo, considerando a projeção de faturamento mensal. O reconhecimento das variações no valor justo desses instrumentos financeiros derivativos no patrimônio líquido até o momento das correspondentes vendas depende da sua designação e qualificação como de proteção (hedge) de fluxo de caixa. Além disso, o cálculo da efetividade da proteção (hedge) também determina quanto dessa variação será reconhecida no resultado do exercício e quanto será reconhecida no patrimônio líquido. Essa área é foco de auditoria devido à complexidade da documentação e dos cálculos, e o julgamento e requisitos de governança, bem como de divulgação, envolvidos na definição da política de contabilidade de hedge, que pode ter impacto relevante na determinação do resultado do exercício.Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: Entendimento do desenho dos controles para identificação, mensuração, registro e divulgação de instrumentos financeiros de proteção cambial. Inspeção dos principais documentos da administração que suportam a designação e qualificação do instrumento como hedge de fluxo de caixa, bem como análise das definições dos modelos de avaliação do valor justo. Confirmação externa dos instrumentos financeiros derivativos em aberto em 31 de de dezembro de 2016. Adicionalmente, com o apoio de nossos especialistas em instrumentos financeiros, verificamos a razoabilidade e uniformidade do método aplicado para cálculo do valor justo dos instrumentos derivativos, bem como testamos a efetividade do hedge e o cálculo de valorização de determinadas operações.Consideramos que os critérios e premissas adotados pela administração na mensuração do valor justo dos instrumentos financeiros derivativos e na aplicação da contabilidade de hedge estão consistentes com os dados e informações obtidos. Porque é um PAAComo o assunto foi conduzido em nossa auditoriaProvisão para fechamento de minas (Notas 4 e 25 às demonstrações financeiras)Em 31 de dezembro de 2016, a Companhia apresenta provisão para o fechamento de minas, no montante de R$ 16.222 mil. O cálculo dessa provisão envolve julgamentos críticos por parte da administração da Companhia, devido à complexidade inerente à estimativa do prazo e do valor dos custos futuros a serem incorridos no descarte dos equipamentos e estruturas civis e na recuperação dos danos ambientais, e na determinação da taxa de desconto apropriada para descontar esses fluxos de pagamento a valor presente. Realizamos, dentre outros, os seguintes procedimentos de auditoria:Avaliamos a consistência entre a política contábil definida pela Companhia relativamente à provisão para fechamento de minas e os procedimentos por ela adotados para a determinação da provisão e suas respectivas divulgações. Avaliamos a competência, habilidade e objetividade dos especialistas da administração que efetuaram os cálculos das estimativas de custo a serem incorridos no fechamento das minas. Com o apoio de nossos especialistas, avaliamos a razoabilidade das principais premissas utilizadas pela administração, bem como testamos as movimentações ocorridas no ano e os cálculos de atualização monetária da provisão. Os resultados de nossos procedimentos demonstram que os julgamentos e premissas utilizados pela administração são razoáveis e consistentes com dados e informações obtidos. Porque é um PAAComo o assunto foi conduzido em nossa auditoriaPlanos de benefícios pós emprego (Nota 4 e 22 às demonstrações financeiras)A Companhia tem planos de benefício pós emprego com característica de benefício definido, concedidos a colaboradores e ex-colaboradores, referentes a assistência médica e previdência privada, que envolvem a necessidade de utilização de uma adequada base de dados e a determinação de premissas com significativo grau de subjetividade, tais como: taxas de desconto, de inflação, crescimento dos custos médicos, taxa de permanência e de mortalidade.Alterações nas premissas utilizadas ou diferenças entre tais premissas e os dados reais apurados podem resultar em impactos relevantes nas obrigações relacionadas aos planos de benefício definido e, consequentemente, nos resultados das operações da Companhia, razão pela qual esse foi considerado um assunto significativo de auditoria. Nossa abordagem de auditoria considerou, dentre outros, os seguintes procedimentos:Com o auxílio de nossos especialistas atuários, obtivemos entendimento das metodologias e julgamentos utilizados pela administração na determinação das premissas aplicadas ao cálculo das obrigações e sua consistência com os parâmetros de mercado. Realizamos análises de sensibilidade considerando diferentes cenários das principais premissas utilizadas. Consideramos que os critérios e premissas adotados pela administração são razoáveis, em todos os aspectos relevantes, no contexto das demonstrações contábeis.Outros assuntosDemonstrações do Valor AdicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa o pinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, inclusive as divulgações e se essas demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Salvador, 10 de março de 2017PricewaterhouseCoopersAuditores IndependentesCRC 2SP000160/O-5 "F" BA Fabio Cajazeira MendesContador CRC 1SP196825/O-0 "S" BA

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

D E C L A R A Ç Ã OPelo presente instrumento, o Diretor Presidente e os demais diretores da Cia de Ferro Ligas da Bahia FERBASA, sociedade por ações de capital aberto, com sede na Estrada de Santiago, s/n, Pojuca, Bahia, CNPJ sob nº 15.141.799/0001-03, para fins do disposto nos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, declaram que reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da FERBASA e controladas, relativas ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2016.Salvador, 10 de março de 2017.Ana Paula Fontes Mesquita de OliveiraDiretora AdministrativaAntônio Rosalvo FilhoDiretor ComercialOséias da Rocha FiauDiretor Industrial e de EngenhariaSebastião da Cruz AndradeDiretor de Recursos FlorestaisMarcio Lopes Fernandes de BarrosDiretor FinanceiroWanderley Lins de OliveiraDiretor de MineraçãoRafael Machado TiboDiretor Presidente, Novos Negócios e de Relações com Investidores

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

D E C L A R A Ç Ã OPelo presente instrumento, o Diretor Presidente e os demais diretores da Cia de Ferro Ligas da Bahia FERBASA, sociedade por ações de capital aberto, com sede na Estrada de Santiago, s/n, Pojuca, Bahia, CNPJ sob nº 15.141.799/0001-03, para fins do disposto nos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, declaram que reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, relativamente as demonstrações financeiras da FERBASA e controladas referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2016.Salvador, 10 de março de 2017.Ana Paula Fontes Mesquita de Oliveira Diretora AdministrativaAntônio Rosalvo FilhoDiretor ComercialOséias da Rocha FiauDiretor Industrial e de EngenhariaSebastião da Cruz AndradeDiretor de Recursos FlorestaisMarcio Lopes Fernandes de BarrosDiretor FinanceiroWanderley Lins de OliveiraDiretor de MineraçãoRafael Machado Tibo Diretor Presidente, Novos Negócios e de Relações com Investidores

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCAL O Conselho Fiscal da Cia de Ferro Ligas da Bahia - Ferbasa, no uso de suas atribuições legais, consoante às disposições do artigo 163 da lei nº. 6.404/76, e ainda em cumprimento às normas estatutárias, em reunião realizada em 10 de março de 2017, no escritório corporativo da Companhia, examinou as demonstrações financeiras e as notas explicativas, o relatório da administração e os demais demonstrativos elaborados pela Companhia, relativos ao exercício findo em 2016, bem como as propostas nele contidas, dentre as quais a proposta de orçamento de capital para o exercício 2017, a proposta de distribuição de dividendos e a proposta de aumento do capital social autorizado, todos aprovados pelo Conselho de Administração da Companhia em 08 de março de 2017. Com base nos exames efetuados e considerando-se, ainda, o parecer dos auditores independentes PricewaterhouseCoopers ("PwC"), apresentando o relatório conclusivo dos auditores independentes, emitido sem quaisquer ressalvas, bem como as informações e esclarecimentos prestados por representantes da Companhia, no decorrer do exercício, os membros do Conselho Fiscal, abaixo-firmados, no uso de suas atribuições legais, concluíram, por unanimidade, opinar favoravelmente quanto ao encaminhamento dos referidos documentos e propostas para apreciação e aprovação da Assembleia Geral Ordinária, referente ao exercício social de 2016. Salvador, 10 de março de 2017. Getúlio Lamartine de Paula FonsecaConselheiroTatiane dos Santos GubertConselheiraMassao Fábio OyaConselheiro Suplente

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.