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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201683 páginasCódigo CVM 21334Versão 1Recebida em 28/03/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de NUTRIPLANT INDUSTRIA E COMERCIO S/A

NUTRIPLANT INDUSTRIA E COMERCIO S/A · CNPJ 51.128.999/0001-90

NUTRIPLANT INDUSTRIA E COMERCIO S/A
CNPJ 51.128.999/0001-90
DFP 2016
Exercício 2016
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Metadados

Empresa
NUTRIPLANT INDUSTRIA E COMERCIO S/A
CNPJ
51.128.999/0001-90
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
83
Ano de referência
2016*
Publicado em
28/03/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total73.12979.924−8,5%
1.01Ativo Circulante27.32223.09718,3%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa1371.575−91,3%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber10.1836.03168,8%
1.01.03.01Clientes10.1836.03168,8%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques7.6294.61365,4%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar5.6469.323−39,4%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar5.6469.323−39,4%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes3.7271.555139,7%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros3.7271.555139,7%
1.02Ativo Não Circulante45.80756.827−19,4%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo19.70729.780−33,8%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado058−100,0%
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento058−100,0%
1.02.01.03Contas a Receber1.9944.647−57,1%
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber1.9944.647−57,1%
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos16.66124.694−32,5%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.06.02Tributos Correntes a Recuperar16.66124.694−32,5%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas37429228,1%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores37429228,1%
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes67889661,8%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Outros67889661,8%
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado13.23914.184−6,7%
1.02.03.01Imobilizado em Operação13.08913.679−4,3%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento150505−70,3%
1.02.04Intangível12.86112.863−0,0%
1.02.04.01Intangíveis3335−5,7%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Outros3335−5,7%
1.02.04.02Goodwill12.82812.8280,0%

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAosAdministradores e Acionistas. Nutriplant Indústria e Comércio S.A.BARUERÍ - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Nutriplant Indústria e Comércio S.A ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis. Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidado, da Nutriplant Indústria e Comércio S.A em 31 de dezembro de 2016, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa, individual e consolidado para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. .Incerteza significativa quanto à continuidade operacionalConforme evidenciado na nota explicativa de número 1.1, ocorreram eventos ou condições que podem levantar dúvida significativa quanto à capacidade de continuidade operacional da Companhia e sua controlada. O patrimônio líquido da companhia está a descoberto em R$ 11.248 mil e o passivo circulante excedeu o ativo circulante em R$ 4.417 mil e R$ 15.425 mil no consolidado. A controlada também apresenta um patrimônio líquido a descoberto em R$ 641 mil.O nível de endividamento aumentou significativamente, principalmente em decorrência da Companhia não honrar totalmente obrigações com fornecedores nacionais e internacionais. Em 23 de dezembro de 2016 a companhia divulgou fato relevante ao mercado informando o cancelamento do memorando com a empresa Herbioeste Herbicidas Ltda que previa emissão privada de debêntures conversíveis em ações da Companhia, a serem integralmente subscritas pela Herbioeste, no valor de R$ 5.000 mil.Essas condições e eventos, juntamente com outros assuntos, conforme descrito na Nota Explicativa nº 1.1, indicam a existência de incerteza que pode levantar dúvida quanto à capacidade de continuidade operacional da Companhia e de sua controlada. Ainda, conforme mencionado na Nota Explicativa nº 1.1, a Administração adotará diversas medidas para o restabelecimento de seu equilíbrio financeiro, econômico e patrimonial e para a recuperação da sua lucratividade. O sucesso dessas medidas é importante para permitir que a Companhia e sua controlada honre os compromissos assumidos com os credores. Essas demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, foram elaboradas no pressuposto do sucesso dessas medidas e, consequentemente, continuidade das operações, e não incluem quaisquer ajustes e reclassificações de ativos e passivos, que seriam requeridos no caso de insucesso das medidas mencionadas na Nota Explicativa nº 1.1. Nossa opinião não contém ressalva relacionada a esse assunto.Imposto de Renda e Contribuição Social DiferidoConforme descrito na Nota 07 a Companhia possui imposto de renda e contribuição social diferido sobre prejuízo fiscal e base negativa no montante de R$ 8.737 mil e R$ 11.631 mil no consolidado registrados na rubrica de impostos a recuperar no ativo não circulante, que dependem da concretização de resultados futuros tributáveis para sua realização. Nossa opinião não está ressalvada em função desse assunto.Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. a)Teste de impaiment de ágioConsideramos o risco de impairment do ágio como um dos principais assuntos de auditoria em função da relevância dos saldos, além da complexidade envolvida nas análises de recuperabilidade desse ativo porque envolvem julgamentos significativos em relação a estimativa dos fluxos de caixa futuros descontados, que por sua vez consideram premissas e taxas de descontos que são afetadas por condições macroeconômicas e de mercado. Variações nesses julgamentos e premissas podem trazer impactos relevantes nas demonstrações financeiras.Nossos procedimentos de auditoria incluíram, dentre outros, o entendimento e avaliação da efetividade dos controles internos que suportam a avaliação de impairment de ativos de vida útil indefinida a verificação do modelo de mensuração adotado e testes dos cálculos teste de reconciliação dos fluxos de caixa futuros com os planos de negócios aprovados pela administração da Companhia avaliação da razoabilidade das principais premissas adotadas nas projeções, inclusive a razoabilidade das divulgações relacionadas com a sensibilidade das premissas significativas divulgadas nas notas explicativas. Consideramos que as contabilizações efetuadas e as divulgações nas notas explicativas são consistentes com documentos e informações obtidos em nossos procedimentos de auditoria. b)Recuperabilidade de tributos diferidos ativosA Companhia possui imposto de renda e contribuição social diferido sobre prejuízo fiscal e base negativa no montante de R$ 8.737 mil e R$ 11.631 mil no consolidado registrados na rubrica de impostos a recuperar no ativo não circulante. Consideramos que esse foi um dos principais assuntos na nossa auditoria porque além de relevante, a realização desses créditos depende do êxito da administração em atingir os resultados projetados em cada empresa, estimadas com base em premissas e previsões de condições macroeconômicas futuras e de mercado e condicionantes a limitações das regras tributárias em cada jurisdição. Após estudo de recuperabilidade dos tributos diferidos, a Companhia constatou que R$ 7.023 mil e R$ 8.024 mil no consolidado deveriam ser baixados em contrapartida a demonstração do resultado, conforme demonstrado na nota explicativa de n° 7. Nossos procedimentos de auditoria compreenderam a avaliação da razoabilidade das premissas significativas, metodologia e dados utilizados nos estudos de recuperabilidade dos créditos tributários diferidos e da consistência dessas premissas com os planos de negócio aprovados pelo Conselho de Admin istração e testes dos cálculos inseridos nesses estudos, corroborando com a legislação tributária vigente. A análise de recuperabilidade efetuada pela administração, bem como os dados e premissas utilizados, são consistentes com as contabilizações e divulgações efetuadas. c)Incerteza significativa de continuidade operacionalConforme evidenciado na nota explicativa de número 1.1 e relatado por nós nos tópicos acima, ocorreram eventos ou condições que podem levantar dúvida significativa quanto à capacidade de continuidade operacional da Companhia e sua controlada. Nossos procedimentos de auditoria, dentre outros, compreenderam a avaliação do estudo aprovado pelo Conselho de Administração sobre a capacidade de continuidade operacional, revisão da previsão de fluxo de caixa, examinando a razoabilidade das premissas adotadas nas projeções e obtenção de representação formal da administração com relação aos planos para ação futura e a viabilidade desses planos. Consideramos que o estudo realizado e as divulgações nas notas explicativas são consistentes com documentos e informações obtidas em nossos procedimentos de auditoria. Outros Assuntosa)Demonstrações do Valor Adicionado Examinamos também as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, preparadas sob a responsabilidade da administração da Nutriplant Indústria e Comércio S.A., e são apresentadas para propiciar informações suplementares sobre a Companhia e e sua Controlada, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas e com a informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras individual e consolidado tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditor A administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadas A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações. Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidade do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas Nossos objetivos são de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras. Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:  Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.  Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.  Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.  Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.  Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compat ível com o objetivo de apresentação adequada.  Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos. Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. São Paulo, 08 de março de 2017.HOLDER AUDITORES INDEPENDENTES S/S - EPPCRC 2SP 034257/O-4Marcos Barbosa Henriques Contador CRC 1SP 258.019/O-6 Marcos HenriquesContadorCRC 1SP 142.884/O-4

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASEm atendimento ao art.25, parágrafo 1º, inciso VI, da Instrução Normativa CVM 480/09, os Diretores da Companhia declaram que reviram, discutiram e concordam com as Demonstrações Financeiras referentes aos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2016 e 2015.Composição da Diretoria:Ricardo Lessa Pansa - Diretor Presidente, de Relações com Investidores e FinanceiroMario Luis Croffi - Diretor Comercial

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE O PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTESEm atendimento ao art.25, parágrafo 1º, inciso V, da Instrução Normativa CVM 480/09, os Diretores da Companhia declaram que reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes sobre as Demonstrações Financeiras referentes aos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2016 e 2015.Composição da Diretoria:Ricardo Lessa Pansa - Diretor Presidente, de Relações com Investidores e FinanceiroMario Luis Croffi - Diretor Comercial

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.